História My friend II - Capítulo 27


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Palavras 1.041
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 27 - Capitulo 27


Fanfic / Fanfiction My friend II - Capítulo 27 - Capitulo 27

Pov. Manuel Neuer:

Assim que fiquei sabendo da vinda de Joana para a Alemanha, eu dei um jeito de mandar Nina para a casa dos pais dela. Ao contrario do que eu imaginei, Joana foi direto para Gelsenkirchen o que atrapalhou os meus planos de tentar ter uma conversa com ela.

Depois do meu treino, segui para a casa dos meus pais e já no caminho para a casa deles, eu encontrei meu pai voltando para casa a pé. Ele se surpreendeu com a minha chegada, mais ele é desligado demais para ter percebido que tinha a ver com a presença de Joana.

O desconforto ao me ver, foi explicito na expressão de Joana. Me senti mau por isso, mais também me mantive motivado a seguir com o meu plano.

O jantar foi estranho, ela me evitava e só trocou poucas palavras comigo. Depois da refeição ela ficou conversando com minha mãe e depois foi se aprontar para dormir.

- Antes de ir dormi, passarei no quarto de Joana para ver se ela precisa de algo... – meu pai fala.

- Pode deixar comigo pai, eu falo com ela. – digo apressado.

Ele me encara por algum tempo.

- Eu sei o que você está tentando fazer Manuel e isso não está certo. – ele diz.

- Eu só estou tentando ser gentil. – digo.

- Você esqueceu que eu sou seu pai? Te conheço o suficiente para saber quando você está mentindo. – ele diz.

Parece que ele não está tão desligado assim.

- Manuel, você está casado. Casado. – ele faz questão de ratificar isso.

- Eu não quero mais isso. – digo de uma vez.

Eu estava cansado da Nina, não queria mais lidar com os deslumbres dela.

- Simplesmente assim? Você acordou e decidiu que não queria mais ficar casado? – ele me questiona.

- Não pai... já tem algum tempo... – falo a verdade.

Ele balança a cabeça negativamente.

- E por que você casou? Já que você diz que isso não é de agora, eu suponho que você casou sabendo. – ele diz.

- Eu só não tinha me dado conta do que estava fazendo... – digo.

- Manuel Peter Neuer, você tem trinta anos. – ele diz sério.

Suspiro.

- O que realmente aconteceu? Eu percebi o clima estranho, Joana te evitou de todo o jeito possível e você... você ficou correndo atrás. – ele diz.

- Eu... quando eu casei com a Nina eu sabia que Joana gostava de mim... eu casei depois de ter passado uma noite incrível com ela. – conto a verdade.

Meu pai parece paralisar.

- Eu me arrependo por ter feito aquilo. Não pela noite, mais por ter me casado no dia seguinte... e ainda por cima ter olhado para ela e dito sim a Nina.

- Como você teve coragem de fazer isso? Eu e sua mãe sempre te ensinamos a respeitar as mulheres... – meu pai diz.

- Eu não consegui controlar a minha vontade... eu pensei que seria coisa de uma noite só...

Meu pai bate a mão na testa.

- Foi isso que nós te ensinamos? – ele me questiona.

- Pai... – ele me interrompe.

- Te fiz uma pergunta Peter. – ele diz.

Engulo a seco.

- Não pai, vocês não me ensinaram isso. – digo.

- Manuel, você tem trinta anos, já é um homem com certa experiência... acho que você já sabe que não se deve brincar ou se aproveitar dos sentimentos dos outros. – ele diz.

- Eu sei e de forma alguma quis brincar com os sentimentos dela ou delas... eu só não sabia o que estava sentindo...

Ele respira fundo.

- Você não sabia ou não queria saber?

- Eu não sei.

- Você sabe. Você sabe todas as respostas, você apenas não quer acreditar que sabe. – ele diz.

- O que eu faço? – pergunto.

- Resolva a sua situação com Nina e depois você tenta algo com Joana. – ele diz.

- Eu estarei perdendo muito tempo... – argumento.

- Mais do que você já perdeu? Tente começar as coisas do jeito certo e se for para ser, será.

Ele tem razão, eu já perdi muito tempo.

- Tenha em mente que as coisas mudaram, que a situação é outra e que ela já começou a caminhar em frente. – ele diz.

- Eu nunca desisti de nada, não será agora que eu vou desisti. – digo firme.

Ele dá de ombros e se levanta.

- Desligue tudo quando for dormir. – ele diz deixando batidinhas no meu ombro.

Alguns minutos depois que ele se recolheu, eu apaguei tudo e segui para o quarto de Joana.

A porta do quarto dela estava entre aberta e eu espiei. Ela estava falando ao telefone, ria e por vezes mordiscava os lábios. Eu não conseguia entender o que ela falava e aquilo me deixava um pouco nervoso, eu queria e precisava saber o que ela estava conversando.

Tento captar algumas palavras e detecto que ela fala em francês. O “mon amour” entregou a língua que era falada. Obviamente ela estava falando com o narigudo problemático.

Quando encerra a chamada ela se joga na cama olhando o celular e sorrindo.

Dou duas batidinhas na porta e entro no quarto dela.

- Hum... vim saber se precisa de algo. – justifico minha presença.

Seu sorriso some ao me ver.

- Não. Obrigado. – ela diz.

Pensa rápido Manu, puxa assunto com ela.

- Como foi lá na fundação? – pergunto.

Ela volta a sorri.

- Foi ótimo, como sempre. Foi bom ter ficado com as crianças, eu aproveitei bastante... – ela diz.

- Elas sentem sua falta... antes você sempre ia lá, agora você se mudou... – digo.

- Farei o possível para vim ver elas, mais eu também tenho que viver minha vida. – ela diz.

Reviro os olhos.

- Estava falando com ele? – pergunto.

Ela franze o cenho.

- Estava ouvindo minha conversa? – ela me questiona.

- Passei e acabei escutando você falando em outra língua. – minto.

- Mesmo isso não sendo da sua conta, eu estava falando com meu namorado sim. – ela diz.

Respiro fundo.

- Ok. Boa noite. – digo.

- Boa noite. – ela diz e volta a encarar o celular.

Saio do quarto dela e sinto raiva por ter de me manter longe dela, sem tentar nada, sem conversar nada, mais sei que vou fazer a coisa certa.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Ainda existe #TeamManu?
Bjsss!


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