História My friend II - Capítulo 28


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente: olhem a camisa da King Ky na foto, segundamente, o Ki suco vai ferver!
Boa Leitura!

Capítulo 28 - Capitulo 28


Fanfic / Fanfiction My friend II - Capítulo 28 - Capitulo 28

Dormi na casa dos pais de Manu não foi um problema para mim, já que eu estava cansada tanto da viagem quanto do dia agitado na fundação. Pela manhã fui acordada por Manuel, que estava me oferecendo carona para ir para Munique. Eu até cogitei recusar, mais eu tinha combinado com Lisa de chegar no horário do almoço e se eu voltasse a dormi com toda certeza não iria acordar no horário certo.

Tomamos café e pegamos nossas coisas.

- Espero que volte mais rápido. – Dona Marita diz sorridente.

- Prometo vir com mais frequência. – digo e dou um abraço nela.

- Tchau Senhor Peter. – digo e o abraço também.

- Até breve senhorita camaleão! – ele diz brincalhão.

Manu se despede dos pais e nós partimos.

Viajar com ele estava sendo estranho, então eu logo tratei de encostar minha cabeça na janela e dormi. O meu cochilo estava bom, mais era leve. Sabe aquele sono que você escuta tudo ao seu redor? Pois é, o meu estava assim.

O radio do carro tocava alguma musica que eu não fazia a mínima ideia e por vezes me sentia sendo observada.

Cansei daquele sono leve e desconfortável, então abri meus olhos e passei a prestar atenção na rodovia.

- Pensei que dormiria até Munique. – Manuel fala quebrando o silencio.

- Também. – digo.

Voltamos a ficar calados.

O desconforto entre nós chegava a ser palpável.

- Como te disse ao telefone, eu sinto muito sua falta. – Manuel diz.

- Como eu também te disse ao telefone, podemos tentar agir de forma “normal” na presença um do outro... fomos amigos por um longo tempo. – digo.

- O problema é esse, eu não quero ser o seu amigo... eu quero mais. – ele diz.

Dou risada mesmo sem achar um pingo de graça no que acabei de ouvir.

- Você me disse que sentia carinho por mim, carinho de amigo. – utilizo das palavras que ele um dia me disse.

Ele balança a cabeça negativamente.

Ele encosta o carro no acostamento, a poucos metros da enorme placa que estava escrito “Bem vindo a Munique”.

- Eu falei aquilo porque estava confuso. – ele diz batendo uma das mãos no volante.

- Isso não justifica nada. – rebato.

Ele suspira.

- Eu estava com medo de estragar tudo... como eu te disse, eu gosto da sua companhia, gosto das nossas conversas, do seu jeito... – o interrompo com a minha risada.

- Você não teve medo de estragar tudo quando me disse aquelas coisas, você não teve medo de me magoar quando foi lá em casa só para satisfazer o seu desejo de homem, você não teve medo de pisar na minha dignidade quando disse sim para Nina olhando para mim. – digo botando para fora o que estava entalado na minha garganta.

Ele engole a seco as minhas palavras.

- Eu me arrependo de tudo isso Joana... – ele fala.

- Se arrepende por que? – questiono.

- Porque sinto falta da sua presença em minha vida, sinto falta das nossas brincadeiras, das nossas saídas, da sua torcida, dos projetos que tínhamos... – ele fala.

- Das nossas saídas Manu? Quais? Porque pelo que eu me lembro tudo acontecia basicamente assim: você dizia que iria me encontrar em determinado lugar, mesmo nós morando a poucos metros um do outro... eu sei que você tinha vergonha de sair com a garota que dava moral para qualquer cara! – falo um pouco mais alto.

- Eu nunca disse isso. – ele diz calmamente.

- Mais eu sei que era o que você pensava. Eu entendi o seu recado ao você falar que eu era exagerada demais. – digo.

Ele solta o ar pela boca.

- Eu estou apaixonado por você. – ele confessa.

Por muito tempo eu quis ouvir aquilo e até imaginei quais seriam as minhas reações e emoções, mais hoje, de todas que eu imaginei, eu não senti nenhuma delas.

- Agora é tarde demais. – digo sem nem estudar o que iria falar.

- Jô... – o interrompo.

- Eu acho engraçado que você homens pensam que nós devemos viver em prol de vocês. – começo.

Ele abria a boca para falar algo, mais eu tampei a boca dele.

- Quando eu me declarei para você, sua primeira reação foi ser bem taxativo ao dizer que não daríamos certo e que eu estava enganada, mais antes de casar você fez questão de provar da exagerada. No dia seguinte disse sim a outra me encarando e ainda fez todo aquele discurso no banheiro. Você sabe o quanto doeu ouvir tudo aquilo? Não, você não sabe! – falo elevando meu tom de voz.

Deixo a boca dele livre.

- Eu chorei muito depois daquilo, mais minha vida não tinha acabado ali, preferi seguir em frente e trepar com o primeiro cara que aparecesse na minha frente. Por sorte eu encontrei Karim e nós tivemos uma foda do caralho num banheiro de uma boate!

Manuel arregala os olhos.

- Karim e eu ficamos por algum tempo nesse lance de sexo sem compromisso, mais ele nunca se envergonhou por aparecer comigo, ele nunca me pediu para nos encontrar em determinado lugar ou fez questão de negar nosso envolvimento... – ele me interrompe.

- Claro, aquele delinquente gosta de holofotes. – ele resmunga.

- Você não sabe o que está falando e não me interrompa. – digo irritada.

Ninguém fala mal de Karim assim.

- Karim foi o primeiro cara que me tratou como uma mulher de verdade, o primeiro que viu além do meu corpo... para você ele pode ser um delinquente, um problemático, mais para mim ele é muito mais homem que você! – digo.

- Você não sabe o que está dizendo. – ele diz irritado.

- Sei sim. Você nunca jogou limpo comigo Manuel, enquanto Karim sempre colocou todas as cartas na mesa.

Ele fica calado.

- Você está dizendo que está apaixonado por mim, porque percebeu que o amorzinho no final da noite não te satisfaz, porque a comidinha que a Nina faz é tão boa que você não tem do reclamar ou ri como fazíamos com a minha, porque percebeu que a atenção que ela te dá quando você precisa ser escutado é só da boca pra fora, percebeu que ela te espera em casa porque não tem o que fazer!

Ele parece sentir o peso das minhas palavras.

- Você um dia olhou para mim e disse que eu era demais para você e que você era de menos para mim e hoje eu repito o mesmo para você. – digo por fim.

- Você não sabe o que está dizendo. – ele diz.

Faço menção de falar mais ele não deixa.

- Você acha que ele é o cara certo para você? Acha que ele quer algo sério com você? Acha que ele realmente gosta de você? Aquele cara não gosta nem dele mesmo, quanto mais de você. – ele diz irritado.

- Liga esse carro e volta para a estrada. – digo.

- Agora você se cala? – ele questiona.

- Eu não vou discutir com você sobre Karim. – me limito a falar isso.

Ele ri sem humor.

- Vamos ver quanto tempo esse romance erótico dura. – ele diz.

- Muita mais que o seu conto de fadas. – rebato vendo ele voltar com o carro para a estrada.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!
Bjss!


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