História My friend or boyfriend ? - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~hannahlily

Postado
Categorias Fairy Tail
Exibições 42
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Não pode culpa meu coração.


Fanfic / Fanfiction My friend or boyfriend ? - Capítulo 10 - Não pode culpa meu coração.

Lucy on

“Tentar se afastar de mim, não vai fazer diminuir o que eu sinto por você” – a culpa e das estrelas

 

Eu ouvir o suar do vento em meu rosto acordei com um cheiro de terra molhada perante as nuvens meio claras que passeavam pelo céu, eu me obriguei a levantar da cama com força, para que eu não veja a cama e me deite novamente nela. Eu desci as escadas esfregando os olhos quando ouço um barulho vindo da cozinha e vejo Natsu comendo algo na cozinha.

— bom dia... Parece que nem precisei fazer comida para você...

— Eu posso ser homem, Lucy mais eu consigo me virar sem a ajuda de uma boa cozinheira... — ele sorriu.

— pensei que seria como aqueles tipos homens, machistas que não faria nada ate eu prepara para você — comentei.

Ele atirou um olhar serio para mim, que me fez perceber que havia Dito algo que não devia.

— eu não sou machista... — ele disse em tom de ofensa — eu sinceramente esperava um bom dia adequado vindo de você Lucy...

Eu sorri fingindo alguma falsa desculpa, e ele bufou. Ele seguro meu rosto com sua Mao desocupada e olhou no fundo dos meus olhos, me fazendo corar.

— você esta linda nessa camisola transparente, Lucy — ele comenta ainda olhando para meus olhos com um sorriso travesso nos lábios. Eu coro e me afasto.

— você esta sendo muito educado só para eu não lhe mandar para fora... — eu disse.

— não posso evitar. E do meu instinto dizer a verdade para tudo. Não me culpe por dizer a verdade — ele sorri.

Na maioria das vezes ele apenas sorri. E só com um simples sorriso ele me faz desabar ou derreter em qualquer momento. Como odeio ser tão fraca nas mãos dele.

Ele sorri e se aproxima bem perto do meu rosto. Ótimo foi o suficiente para minhas pernas tremerem e meu coração acelerar junto com ele minha mente que não me dava pensamentos rápidos e eficazes para me afastar.  Seus lábios tocaram os meus, e eu não consegui pensar em mais nada. Ele puxou delicadamente minhas costas para mais perto de si.

Sua respiração no meu rosto me fazendo exalar seu halito forte — não cheirava mal — freneticamente. Minhas mãos foram para seus cabelos róseos macios, seu cheiro de perfume forte feito somente para ele.

Eu sonhava com esse perfume viciante todas as noites empregadas em mim ou em qualquer roupa dele que eu usa-se.

Separamos-nos. Eu não consegui esconder um sorriso enorme em meu rosto eu sonhava com aquela cena todas as noites.

— me desculpa não devia ter feito isso. — ele pediu se afastando enquanto eu tentava parecer consciente ou arrependida...

— esta tudo bem, eu não estou com raiva... — eu disse o acalmando — pelo contrario...

Ele suspirou pesado.

— sabe que não pode acontecer nada entre a gente... — ele me relembrou fazendo meu sorriso de alguns segundos desaparecer.

— você sempre consegue estragar um momento de felicidade, não e? — eu disse com o tom de raiva nítido.

— Eu tento ao Maximo parecer seu irmãozinho mais velho, mais não estou conseguindo. — suspirou.

Eu me virei de costas para ele.

— fácil. Fique longe de mim se quer ser tanto algo como um irmãozinho, por que eu não preciso disso... — eu revidei respirando fundo.

Ele me puxou de vagar mais um pouco bruto com o tamanho de sua força me fazendo olhar em seus olhos verdes profundos.

— Então olhe nos meus olhos e me diga que quer que eu vá embora... — ele disse — se for essa sua vontade apenas diga-me que eu farei isso...

Eu não conseguiria dizer algo tal desesperado assim, não conseguiria ficar longe dele nem do outro lado da calçada.

— não posso lhe dizer isso... — confessei entre pausas, E senti os músculos dele se aliviarem com a resposta.

— significa que você não me quer longe? — ele perguntou mais aliviado.

Eu apenas assenti.

— Estou apenas cansada disso, estou farta de carregar todos os dias e não ser correspondida... — murmurei.

Ele contraiu os cenhos quase em uma perfeita união.

— não estou lhe entendendo Lucy...

Eu suspirei alto.

— estou cansada, natsu, Cansada de carregar o amor que sinto por você todos os dias e não ser correspondida pela barreira que você criou... — desabafei por fim.

— você poderia entende a onde quero chegar, Lucy! — ele disse — eu estou lhe ajudando, você merece alguém melhor.

— merecer alguém melhor que meu coração deseja?

Ele olhou no fundo dos meus olhos como se pedi-se para aceitar a sua condição, mais eu era uma menina corajosa demais para desistir ali mesmo.

Ele suspirou.

— Se quer tanto isso terá que arcar com as consequências... — ele disse e eu assenti — perfeito...

Ele me puxou bruscamente selando nossos lábios em um perfeito encaixe. Eu sabia que tudo entre nos fazia sentido ate os mínimos detalhes não podia faltar.

Separamos-nos em questão de minuto.

— Você não pode mais fugir do que sente... — pronunciei.

— Tem razão eu realmente cansei de fugir de você  — ele me deu vários selinhos — desisto de ficar longe de você...

Sorria com as pequenas palavras e o beijo de novo. Como era bom esta do lado dele e poder dizer as verdades sem precisar guarda-las entre sete chaves.

— Você tem um péssimo gosto para escolher homens Lucy  — ele riu.

— Que lhe garante isso? — perguntei

— isso colher a mim não foi uma ótima escolha...

Eu suspirei.

— Se foi ou não, Eu de fato não me importo — eu disse — afinal, você não pode culpar meu coração...

Ele agarrou minha cintura com delicadeza me fazendo corar com a ação.

— tem razão, não posso culpar esse pequeno ser que lhe mantém viva, mais posso culpar você por te-lo escutado...

Eu faço careta em resposta e ele me solta contra gosto e se dirige a sala. Eu pego a comida e sentei do lado dele com as mãos firmes dele em meu pescoço eu encostada-se a seu peito. Espero que isso não seja um sonho, por que eu não quero acorda dele.

 

 

“Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te” – William

 

Continua...

 

 



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