História My Ghost - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Yoonseok
Exibições 77
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - O encontro


Fanfic / Fanfiction My Ghost - Capítulo 3 - O encontro

My Ghost                                  

Capítulo 3- O encontro


 

Jungkook P.O.V


 

_ACHEI_ Gritei, chamando a atenção de Tae, que acabou vindo em minha direção.

 

_Qual o nome então?_

 

_Aqui, Park Jimin. Filho de Park Kwan e Sahyu, que pela letra do assinado, é a autora daquela carta que Yoongi encontrou ali fora._ O encaro, e o mesmo se mostrava com uma feição de satisfação.

 

_Boa Kook, boa._ Deu alguns tapinhas em meu ombro._ Jin, pega as lanternas que estão em minha bolsa por favor? Está ficando escuro._

 

Logo Jin dava uma lanterna para cada um de nós, que começamos a investigar. Eu sinceramente não conseguia parar de olhar pra aquele quadro do tal Park Jimin, tão bonito!

 

_Vamos, Jin, investiga aquele quarto ali, Yoongi investiga a cozinha, eu investigo essa sala e Kookie..._ Ele me olhou e depois desviou os olhos para a casa, pensativo._ Aquele quarto ali!_

 

Assentimos, mas logo eu percebi o que estava fazendo: entrando num quarto escuro pra caralho, sendo que eu tenho um medo monstruoso de escuro, o que se esconder nele?


 

Coloquei a mão na maçaneta. 1… 2… 3… E adentrei o quarto.


 

_Oh meu Deus._ Apontei a lanterna para frente, era um quarto de uma pessoa que sinceramente deveria ser muito estudiosa, uma estante alta que quase batia no teto cheia de livros, finos e grossos. Virei-me para a direita e encontrei uma cama de madeira, solteiro._  Será que…?_

 

Entrei no quarto com passos lentos, olhando em volta, até que acho outro quadro, acima da cama, e era do belo menino do quadro na sala.


 

Mas que sorriso mais lindo.’’ Pensei.


 

Olhando mais aquela área, vi que havia uma escrivaninha ao lado de sua cama, que curiosamente havia uma folha e uma caneta que estava ligada a parede por uma teia de aranha.

 

Aproximei-me, vendo que era uma espécie de carta.

 

Queridos Pai e Mãe, eu sinto muito desonrá-los sendo assim, mas este é o meu jeito, eu nasci assim. Não se orgulham de mim pelas minhas notas 8,9 e 10, as únicas que tiro, não se orgulham de um filho obediente e bom caráter que possuem, não se orgulham pelo filho que está prestes a ir para o exército por causa de sua se-


 

“Não foi terminada, talvez ele foi interrompido.”

 

Enquanto isso, minha visão panorâmica captou a porta se fechar sozinha, o que me deixou com o cu tão fechado que não entrava nem átomo.

 

Cagado. Eu estava completamente cagado de medo. Uma sensação de eu estar sendo observado surgiu, os pelos de meu corpo inteiro arrepiaram-se e a paranóia me fazia pensar que iria desmaiar ali agora.

 

_T-t-tae, se isso for b-brincadeira sua, saiba que n-não tem graça nenhuma!_ Falei num fio de voz, com uma coragem que eu não sabia de onde veio. Eu apertava meus olhos, esperando que a desgraça aconteça logo.

 

Por mais estranho que pareça, aquela tensão que estava antes havia diminuído, não deixando de ser existente, mas muito mais “suave’’ do que antes. Aquilo não era Tae, ah mas não era mesmo, aquela porra não era humana nem a pau!

 

Então como um idiota sem noção, dei-me uma de Médium e perguntei num tom de voz médio:

 

_Por favor, estou m-muito assustado… Por acaso, se for você Sr. Park Jimin, mostre-me sua presença e por favor, n-não me machuque..._ Falei as últimas palavras com voz de choro, pensando que o que eu acabara de fazer fosse uma forma do “bicho’’ ou seja lá o que era aquilo no quarto me pegasse.

 

Passou-se um tempo e ganhei coragem e abri meus olhos marejados, peguei a lanterna e iluminei em volta. Nada.

Respirei ofegante, mas percebi uma coisa de diferente no quarto. Rondei a lanterna novamente e vi e eu percebi que era naquele momento que eu estaria todo mijado.

 

Num espelho, ao lado da porta, estava escrito:

 

Olá :) Não se assuste! Não lhe farei mal algum.

e por favor: Não me chame de senhor.

 

_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH VAI TOMAR NO CU TAEHYUNG PELO AMOR DE DEUS VAMOS EMBORA DESSA PORRA PUTA QUE PARIU AI MEU CARALHINHO CHAMA DEUS CHAMA JESUS_ Corri feito um louco ao ver aquela escrita no espelho, “rapei’’ fora do quarto e me joguei encima de Tae, que me segurou assustado com o meu escândalo.

 

_CALMA JUNGKOOK QUÊ QUE FOI?_ Olhou-me assustado.

 

_Tae… Vamos sai-

 

_Me conta Jungkook!_ Exigiu.

 

_Eu estava no quarto do garoto, o tal Park Jimin, me senti observado e ele mostrou sinais pra mim Taehyung SINAIS REAIS EU VI!_ Falei desesperado.

 

_Me explica direito._

 

_Porra, eu entrei lá, fui investigando, do nada a porta fechou sozinha, eu pensando que fosse você falei que a brincadeira não tinha graça, mas daí eu comecei a ter um sentimento muito ruim de algo me acontecer, daí eu falei “Se for o Sr. Park Jimin, mostre sua presença!’’, daí do nada apareceu no espelho “olá” e um sorrisinho “não se assuste! não lhe farei mal algum”, E AINDA PEDIU PRA NÃO CHAMÁ-LO DE SENHOR!_

 

_Jungkook, eu sei que está assustado com a ideia de estarmos aqui, mas isso é paranóia sua, ok? Se quiser eu falo com os meninos e te levo pra casa._

 

_NÃO! Tae..._ Por que diabos “não’’? _Eu me recuperei… Tá tudo bem agora._

 

_Ok então… Aguenta continuar no quarto do Park?_ Olhou-me preocupado.

 

_S-sim._ Respondi, me virando e indo em direção ao quarto do rapaz. Ao entrar, o local estava totalmente silencioso, mais do que o normal.

 

Andei até o meio do cômodo, fechei os olhos e disse calmamente, tentando esquecer o medo:

 

_Olha… Park Jimin, eu sinceramente te achei m-muito atraente, eu quero descobrir mais sobre sua v-vida, por favor, eu tenho um coração frágil e não gosto de levar sustos..._ Falei rápido, mas acabei me surpreendendo com uma voz grave na direção da direita, e parecia aproximar-se._ Tenha m-misericórdia de mim…_

 

_ Realmente não é todo dia que uma figura sobrenatural aparece em sua frente assim._ Ouvi passos, continuava com os olhos fechados. _Obrigado pelo elogio, jovem. Mas… Já que quer saber sobre minha vida, porque não conversar pessoalmente?_

 

A voz parecia estar em minha frente, senti dedos frios encostarem em meu braço, e logo fizeram um carinho ali, como se quisesse me confortar, me deixando desentendido.

 

_Pode abrir os olhos, eu não irei lhe machucar, como prometi minutos atrás._ Encorajou-me a voz, e nesse instante eu a lhe obedeci, abrindo meus olhos.

 

A imagem a minha frente era… wow. O rapaz dos quadros da sala e de seu quarto, parado em minha frente, com o corpo que diferente que foi retratado nos quadros era um tanto musculoso, cabelos bagunçados, roupas antigas e um pouco sujas e com um semblante apreensivo, com seus olhos sem brilho, sem vida.


 

_P-Park Jimin?_


 



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