História My Girlfriend II - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Visualizações 78
Palavras 1.464
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estava me sentindo inspirada então se tiver bem gay, culpem meu momento florzinha hehe

Mas na real? Se está acompanhando esta fanfic até aqui, é porque está vivendo por um momento assim.

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Capítulo 10 - Momo


Fanfic / Fanfiction My Girlfriend II - Capítulo 10 - Momo

Certo, esconder nossas algemas na sala de aula, foi até fácil, mas houve alguns momentos que eu realmente obtive certeza que alguém acabaria percebendo. Isso felizmente não acabou por ocorrer, mas realmente passamos por um fio de sermos pegas. Mas o dia ainda não tinha acabado.


- Certo, fizemos isso hoje de manhã. Nada é tão difícil quanto na primeira vez, certo? - Mina perguntou tentando espetar sua salada com um palito de dentes usando sua mão esquerda, cujo não era a sua dominante, ou sei lá qual fôra a palavra que ela usou para explicar que fazia as coisas com a mão oposta.


- Mina, você está repetindo isso a quase 5 minutos. - falei pegando seu palito e assassinando a sua salada, guiei até sua boca e abri a minha no intuito de fazê-la repetir minha ação para que eu podesse fazê-la comer. - É bem melhor quando eu coloco na sua boca, não acha Minari?


Ela revirou os olhos, porém, aceitou de bom grado a minha ajuda. Ela estava realmente precisando.


- Não sei você, mas essa forma é até mais divertida. - comentou mastigando.


- Não acho que a Jeongyeon tenha a intenção de tornar essa união um lazer para nós. - tratei de beliscar um sashimi, mas a outra japonesa quisera fazer isto por mim quando abocanhou sem perca de tempo o meu hashi. - Ei! Fique com sua salada 100% saudável a moda da casa.


- Ele estava me encarando, Momori. - ela falou com uma mão na frente da boca cheia por educação de sua parte. - Eu vi nos olhos dele que ele queria ser comido.


- Viu nos olhos dele é?


- Uhum - concordou fechando os olhos por um momento e assentindo com a cabeça, o que me faz sorrir vagamente. Ela então percebe minha reação e me encara fazendo jogo de sobrancelhas, ou seja, as movendo de todos os ângulos que lhe era possível. Chegou no ponto que eu não consegui mais aguentar e comecei a rir com a idiotice da menina.


Certo que aquilo tudo era descontração, acho que era uma maneira de se desculpar pela manhã agitada.


- Certo, Minari. - falei logo pondo algo de minha refeição na boca, o que percebi ser crocante e ao ponto exato como sempre, pois tinha contatos de garotas que gostavam de cozinhar para mim e até algumas mães que por alguma causa do milagre, acabavam indo com a minha cara e mandavam agrados por suas filhas. Talvez fosse interesse. - Faz um tempo que não jogamos uma partida descente e acho que dá para jogar mesmo algemadas. - dei de ombros mexendo com minha comida para depois levar um pouco de macarrão instantâneo para à boca da japonesa.


- Quer jogar assim? - falou e permitiu que a comida entrasse e mastigasse.


- Temos os jogos como um aliado nato para satisfazer nossa relação, é nele que descontamos nossas emoções secretas e mais que expostas.


- Não tenho raiva de você, se é isso que quer saber.


- Hm… - me ajeitei ao seu lado naquele banco longo que se encontrava na medida da mesa, e mordi o lábio levemente. - Achei que tivesse pelo menos um pouco, pela maneira que fala comigo algumas vezes e até a forma de… - voltei meus olhos aos seus me assustando com o fato dela já está fazendo isso comigo. - Me olhar.


- O que quer dizer com isso, Momori? - ela desviou esquecendo da algema e colocando a palma no rosto, mas tratei de baixar novamente sua mão junto da minha.


- Hoje de manhã, quando estávamos tomando banho… Seus olhos estavam com o jeito violento de me encarar. Aquilo era raiva, Penguin. - no início de minha fala, ela tinha mudado seu expressão para séria, mas esta se radicalizou rapidamente para um sorriso de meio termo quando ouviu o apelido que sua tia chamava a menor. - Então como pode me dizer que não sente isto por mim?


Ela afastou os pensamentos fechando os olhos novamente e balançando brevemente a cabeça negativamente de leve, em seguida, pôs seu cotovelo esquerdo sob a mesa, apoiou a cabeça mão e olhou pra mim.


- Talvez um dia eu venha lhe contar o segredo disto. A maneira de está super de bem agora. - Mina disse com um sorriso sincero e até brincalhão, este que não se desfizera desde que ouvira a menção do apelido carinhoso.


- Isto seria pontos para você? Digo… Algo para me chantagear?


- Por quê não?


Olhei para minha comida como se fosse encontrar uma resposta só de fita-la vagamente.


- É até justo, Myoui.


- Achas isso por… ?


- Porque eu sempre estou tentando ter vantagens acima de outras pessoas. - tomei um pouco de suco e voltei a falar. - Tem um propósito a mais para está usando esse objeto de última moda com você, Minari. - olhei para ela tirando uma mecha de cabelo da frente de seu rosto. A fitei contendo seriedade. - É para que haja mudança... Minha mudança.


- E já sabe o porquê disto? - perguntou se fazendo de inocente.


- Você é só mais uma chave para que isso aconteça. Diferente de mim, você é responsável, dedicada, emotiva e bem mais calculista com sua vida do que eu, e isso é ainda por ter tido uma queda por mim. - ela me indeferiu neste instante.


- Não é planejado, Momoring.


- Por isso estou comparando sua vida com a minha.


- Certo, continue…


- Acho que a Jeongyeon quer que eu amadureça e tome definitivamente o jeito de me virar… Ser responsável em geral. Assim ela não tem que passar vergonha.


A ruiva desescorou-se de sua mão para tocar minha face com delicadeza, brincou em roçar seus dedos em minha bochecha que tornou-se rubra quando cometi o erro de tentar lhe encarar, pois logo desviei sem fazer o desastre de voltar a olhar, por mais que eu estivesse curiosa em saber suas reações.


- Você quer amadurecer, Hirai? - por que em minha mente, eu havia pensado que ela estava me perguntando se eu queria me desfazer dela? De fato, era só uma outra maneira mesmo de falar aquilo.


- Acho que… É ótimo me divertir em baladas, dormir sentindo uma fragrância diferente do habitual, ouvir músicas e dança-las como se conhecesse por eons e soubesse o significado de cada palavra dita naquele ritmo; Ainda me parece bem convidativo, bem mais que passar uma noite de lua cheia estudando para uma prova com nível intermediário. - comentei. - É tentador o puro cheiro forte de bebidas exóticas por mais que você conheça o gosto e ache toda aquela melancolia desnecessária. É tentador o prazer de está envolvida com a loucura que é limitada, pois logo de manhã, ela vai ter suas consequências através de dores e até mesmo a renúncia de seu estômago se embrulhando na tentativa de expulsar o invasor. - Mina prestava bem atenção nas minhas palavras, as vezes acompanhava o movimento de meus lábios temporariamente, coisa que por mais que eu tenha passado por várias vezes, ainda sim, me sentia perdida nas reações que deveria transmitir. Não sabia nem qual era a necessidade de ter já reação. - O mundo vive em mim.


Parecia que eu tinha acabado de desabafar, na real, me sentia como se o fize-se, pois a sensação me era do agrado, talvez porque ninguém prestava tanta atenção nas bobagens que eu contava,  talvez porque me ignoravam quando começava a provocar e não via espaço em ninguém para falar seriamente, mas a Myoui tivera-se focada enquanto eu dizia o que merda eu estivesse pensando ali. Só o fato de receber aquela atenção, me sentia estranha, pelo caso de não está acostumada com uma ação tão pequena quanto aquela. Logo ali, vi um dos problemas para que eu continuasse a encher minha cara e causar confusão, ficar com inúmeras pessoas e no final, não dar bola para nem uma sequer. Atenção. Eu só precisava daquilo. Por mais curto que fosse aquela linha, por mais pouco que obtivesse, por mais que precisasse está figurativamente presa de algum modo naquela pessoa.


- Você não respondeu a minha pergunta. - Eu não sabia o que falar, não sabia o que fazer e nem o que deviria ter feito, pois por mais que eu tentasse me explicar, não saberia responder aquela pergunta agora… Não tão cedo assim.


- Passar mais um tempo com você, será bom. - tentei ao menos ter respondido adequadamente, sabia que ainda não era o que ela queria, mas esta levou em conta como uma resposta temporária. Como eu soube daquilo? Ela sorriu. Neste, eu puder decifrar todo um pensamento arquitetado por ela. Agora eu poderia ter uma idéia de como a Jeongyeon e a Jihyo conseguiam se comunicar só pelo simples fato de encararem uma a outra. Eu senti um pouco daquilo. Eu o tive com Myoui Mina, dona de devaneios anônimos.


Notas Finais


Ha, gaaaay 🙉

Eu não imaginava que iria fazer o capítulo só com o MiMo, mas eu mesmo sei me surpreender... Fazer o que né?

Sinto saudades, de alguma forma...
Não é do meu fértil sentir algo assim, mas também não digo sem está realmente passando por aquilo.
Eu só estou sentindo esta falta como se já os conhecesse pessoalmente, como se já os tivesse em meus braços... É estranho isso.

Jya ne, bebê 😁 Fica bem. (E eu mudei a foto do capítulo anterior)


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