História My Golden Boy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun
Tags Bang, Bang Yongguk, Bap, Daehyun, Jung Daehyun, Kylev, Série Yongguk + All, Stherchannn, Yaoi Sem Lemon, Yongdae, Yongguk
Visualizações 34
Palavras 1.138
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Fluffy, Saga, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIE
Eu sei, eu sei... Era pra estar escrevendo My Baby e ter postado ela... Tipo, uma semana atrás (?), Mas... É a vida de uma autora: você plota quando menos espera e escreve quando está mais atolada, pois não consegue se refrear. Tentem me entender :')

Essa primeira parte da série Yongguk + All é dedicada á maknae do meu polinamoro, minha bebê Lia :3
Lia, Juh, Bells... Minha virgindade de fics do B.A.P foi entregada a todas as três, minhas bebês :')
Mesmo que esta seja dedicada á Lia, é de vocês três porque eu fui no PV das três, encher o saco com fragmentos disso. Desculpem-me :D
I lovo vocês.

ENFIMMMMMM
boa leitura e.e

Capítulo 1 - Yes


Fanfic / Fanfiction My Golden Boy - Capítulo 1 - Yes

O que Jung DaeHyun é pra você?

A pele bronzeada, os lábios cheinhos, olhos amendoados, cabelos castanhos, nariz afilado, coxas torneadas, quadril fino e ombros medianos, o pescoço bronzeado marcado por uma tatuagem dourada e fantasiosa de pássaros. Para Yongguk, Jung DaeHyun não era apenas isso, não era apenas beleza. DaeHyun era uma pessoa de caráter, gentil e sorridente, um verdadeiro raio de sol em sua vida.

Quando acordava com as marcas do amor em seu pescoço, levantando a cabeça de seu peito desnudo com os cabelos apontando para todos os lados, a bochecha vermelha por estar pressionada ao seu tórax por muito tempo, os olhos injetados de sono e a voz grave ao lhe dar um “bom dia” sonolento pela manhã, Yongguk via a perfeita imperfeição de DaeHyun.

Enquanto os pés descalços de DaeHyun batiam levemente no assoalho da cozinha americana, tentando decidir o que fazer para o café da manhã — ele sempre optaria por ovos com bacon para combinar com a cozinha americana, coisa de DaeHyun, o mais velho falaria, não tente entender —, Yongguk conseguia ver a beleza característica de seu namorado: o cenho franzido em concentração, o lábio inferior sendo mordido e o dedo indicador das mãos pequenas arrumando a franja que insistia em escorregar para o lado, em pura teimosia; características que formavam DaeHyun, coisas que só ele via.

Mas não era só porque ele estava sempre com DaeHyun que só ele via, era porque, no seu trabalho, DaeHyun não era tão querido, chamavam-no de egoísta e metidinho por pura implicância com o mais baixo, apenas por ele ser o preferido do chefe e sempre ganhar sorrisos bem abertos de Kim Himchan — o mais alto falaria que não sente ciúmes de maneira alguma, até porque ele não iria sentir ciúmes do seu namorado por causa de um galã metido a paquerador de sorriso brilhante e adorável eyesmile; não, Yongguk nunca iria sentir ciúmes de tal coisa.

Yongguk via aquilo que ninguém acreditava que DaeHyun poderia mostrar sob sua máscara foco, competência e dedicação, sob sua roupa de grife.

O que você ama nele?

Os lábios pequenos e avermelhados, a bochecha fofinha, a tatuagem que gosta de chamar atenção, os olhos que tendem captar imperfeições e falhas de longe, mas não as apontam e julgam o causador de tais, apenas arrumam e ensinam como deve ser feito.

As mãos pequenas segurando a casquinha melada de sorvete — como na primeira vez que saíram como um casal e DaeHyun se melou todo; Yongguk nunca esqueceria como ajudou o acastanhado a se limpar: levou-o para o canto do parque de diversões e lambeu as mãozinhas macias, rindo pequeno das bochechas rosadas de DaeHyun, que pareciam querer entrar em combustão a qualquer momento.

A coxas torneadas que lhe arrodeavam o quadril sempre que chegavam na porta do grande apartamento que dividiam como o belo e quente casal cônjuge que eram, trocando beijos intensos, já retirando as roupas um do outro na pressa de se completarem carnalmente. As mesmas coxas que Yongguk amava marcar e transformar em sua galáxia pessoal, cheia de nebulosas e estrelas — estas últimas que DaeHyun falava serem as inúmeras pintinhas que Yongguk gostava de selar enquanto levava sua boca para a virilha do outro —; o caminho para o paraíso, dizia.

Como era estar apaixonado por ele sem ele saber?

Quando notou que seu coração não batia direito se o palpitar do coração do mais baixo não estivesse ao lado do seu, ele se sentiu triste. Só Deus sabe o quão difícil era para Yongguk não prensa-lo em uma parede para dedilhar a tatuagem dourada que jazia em seu pescoço; Ele sabia o quanto DaeHyun mexia com a cabeça do mais velho, com o corpo dele.

Incontáveis foram aquelas que ele se imaginava tocando seus lábios carnudos com os próprios, incontáveis vezes foram aquelas que ele imaginou-se segurando seus fios cor de madeira que contrastavam tão bem com seus olhos amendoados, levando seus dedos grossos e calejados por entre os cabelos macios e sedosos, bagunçando-os ao seu bel prazer.

E como foi que você começaram a namorar?

O mais alto nunca esqueceria o dia que finalmente se entregou aos seus instintos e prendeu DaeHyun em uma parede, olhou no fundo de seus olhos e suspirou rente aos seus lábios, assustado com a própria coragem — um pequeno arroubo que se devia ao ciúme que se apossou do seu corpo quando viu aquele nojento que se chamava Byun BaekHyun aproximar dele com um daqueles sorrisos ladinos e gatunos que eram a marca registrada de sua galinhagem — notou com certo pesar que o menor parecia visivelmente assustado com aquilo, e não deixou de se assustar quando o mais novo lhe tomou os lábios, também em um arroubo repentino de coragem, e passou os braços pelo seu pescoço.

Naquele corredor abarrotado de alunos boquiabertos com a cena que se desenrolava ali: o garoto mais calado da escola inteira, intitulado também como o mais violento e mau humorado, além de arrasador de corações e mais bonito; e o garoto mais lindo e desejado da escola, conhecido por ser um dos mais ricos e poderosos, com um pai influente em todo o país, aquele que carregava a tatuagem dourada e chamativa no pescoço que parecia almejar marcas de alguma boca qualquer, mas que nunca nenhuma havia conseguido tal proeza.

Naquele corredor abarrotado de  alunos boquiabertos foi que Bang Yongguk e Jung DaeHyun começaram sua jornada em um dos caminhos mais árduos contra a homofobia na Coréia do Sul.

Quais os seus planos para o futuro?

Yongguk não consegue ver seu futuro com DaeHyun, o seu pequeno príncipe é muito imprevisível.

Já chegou a lhe deixar uma rosa vermelha no travesseiro como presente no terceiro dia dos namorados que passavam "juntos", indo trabalhar em seguida, sem despedir do namorado, e, depois de algumas horas, chegar com um enorme buquê de lírios e uma torta de limão com morangos e coco ralado, pedir-lhe em casamento e lhe dirigir as palavras mais doces que já havia dito para alguém em toda a sua vida, sendo que Yongguk havia preparado basicamente a mesma coisa para fazer naquele dia, quando DaeHyun chegasse em casa.

O que você vê nele?

...

— Tudo o que falta em mim.

“DaeHyun me completa como se fôssemos peças de um puzzle, deixando suas perfeições tomarem conta das minhas imperfeições e minhas perfeições tomarem conta das suas imperfeições.

Porque todo dia eu me apaixono mais por ele, todo dia encontro algo diferente é que me faz apaixonar-me cada vez mais, tornando impossível sair desse relacionamento... Não que eu queira sair, é claro... Só..."

— Eu te amo, Jung DaeHyun. E, sim, aqui nesse altar, diante de todos os nossos amigos e pessoas importantes, depois de tanto tempo enrolando... Eu aceito me casar com você, meu Golden Boy.


Notas Finais


Pra quem não entendeu, é como se Yongguk fosse respondendo perguntas aleatórias que surgem na cabeça dele, tudo dentre aquelas míseros segundos que um casal ultra apaixonado demora para responder o "sim" na hora "H" do casamento.

Eu não betei e nem pedi para meus bebês fazerem isso, então deve ter um milhão de erros, me avisem se tiver um mais do que desastroso, please.
ACEITO MAIS DO QUE FELIZ A CRÍTICAS CONSTRUTIVAS!

AEEEEHHHHHH, MEU POVOOOO
O QUE ACHARAM, HEIN? HEIN? HEIN?
Me desculpem a capa medíocre, é que a tia aqui não sabe fazer capa e morre de vergonha de pedir pra alguma capista :P


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