História My Great Impossible Love (Imagine Suga) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Min Yoongi, Suga
Visualizações 46
Palavras 910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


💕Boa leitura💕

Capítulo 1 - •One•


Fanfic / Fanfiction My Great Impossible Love (Imagine Suga) - Capítulo 1 - •One•

Suspiro ante o silêncio acolhedor, grata pela chance de escape de toda aquela conversa sem sentido que ficara do outro lado da porta mesmo que por apenas um momento. Para todos os efeitos, os participantes das conversas são meus convidados,mas isso não significa que eu tenha que gostar dessas pessoas ou ate mesmo me sentir confortável ao lado delas. Felizmente, Jin foi solidário e me deixou assumir uma tarefa em seu lugar,o que me dá a chance de relaxar.

Enquanto caminho pelos corredores vazios dos bastidores do teatro alugado para o evento de hoje, o barulho provocado pelos meus saltos é o único ruido que acompanha meus pensamentos aleatórios. Logo chego ao velho camarim e apanho as listas que Jin esquecera ali por conta de toda a confusão dos preparativos para a festa. À medida que retorno para o salão, faço um checklist mental de tudo o que está relacionado ao tão aguardado leilão dessa noite. Algo me diz que estou esquecendo de algum detalhe. Numa reação automática, levo a mão até a cintura em busca do meu celular,onde sempre tenho tudo devidamente registrado. Porém, encontro apenas o toque suave da organza de seda do meu vestido acobreado.

-Merda-resmungo para mim mesma,enquanto paro por um momento para tentar identificar o que poderia estar passando despercebido. Encosto-me na parede para me concentrar,mas o corpete trançado e justo que estou vestindo torna impossível até mesmo um suspiro de frustração. Mesmo que absolutamente fascinante, aquele maldito vestido deveria ter vindo com um aviso: respirar é opcional!

Pense,Meg,Pense! Com as costas apoiadas na parede e de maneira um tanto deselegante, penso meu corpo de um lado para outro na esperança de aliviar a pressão nos pés, dolorosamente comprimidos dentro daqueles sapatos de salto de dez centímetros.

As plaquinhas para o leilão! Eu preciso das plaquinhas de lances. Sorrio para mim mesma, celebrando a habilidade do meu cérebro de lembrar desses pequenos detalhes, principalmente considerando o fato de ter estado sobrecarregada nos últimos dias, sendo a única coordenadora do evento. Aliviada, desencosto da parede e sigo em frente, pelo menos por alguns metros.

       É aí que os escuto.

Um riso feminino de puro flerte ecoa pelo ar, seguido de um gemido masculino cujo timbre é grave. Diante daquela situação, fico completamente paralisada (além de um tanto chocada pela ousadia de alguns de nossos convidados). Ouço então o som inconfundível de um zíper sendo aberto e um suspiro familiar "Ahhh,isso..." vindo de um canto escuro a poucos metros de onde estou. Quando meus olhos  se acostumam com a pouca iluminação, percebo um paletó atirado de modo descuidado sobre uma velha cadeira e um par de sapatos de salto alto abandonado no chão.

Não há quantia suficiente no mundo que me obrigue a fazer algo desse tipo em público. Meus pensamentos  são interrompidos pela respiração ofegante do homem, seguida pela exclamação "Santo Deus!".

Nesse momento de grande indecisão, fecho os olhos e hesitou. Sei que preciso pegar plaquinhas,guardadas no depósito no final do próximo corredor,mas também estou ciente de que a única maneira de chegar lá é passando pelo " cantinho romântico". Não tenho escolha a não ser seguir em frente. Não tenho escolha a não ser seguir em frente. Na expectativa de conseguir passar pela dupla sem ser notada,faço uma prece silenciosa e ridícula.

Na ponta dos pés, caminho rapidamente e mantenho meu rosto enrusbescido virado para o lado oposto. Afinal, a última coisa que preciso agora é atrair a atenção e dar de cara com algum desconhecido. Depois de ultrapassar com sucesso a "zona de perigo", suspiro aliviada.

Ao chegar ao depósito,ainda estou tentando desvendar quem era a voz feminina. Desajeitada, tenho dificuldade com a maçaneta e sou obrigada a dar um tranco na porta para conseguir abri-la e acender a luz. Rapidamente localizo a sacola com as plaquinhas sobre uma prateleira a alguns passos da porta, e estendo a mão para alcançá-la. Naquele exato momento,sinto a porta com dobradiças automáticas bater com força atrás de mim. Eu tinha me esquecido de prendê-la. A pancada é tão forte que todas as prateleiras do armário tremem. Assustada, tento abrir a porta,mas logo percebo que um dos lados da dobradiça se soltou.

Desolada,largo a sacola no chão, as plaquinhas se chocam contra o piso de concreto e se espalham, fazendo um enorme barulho. Quando tento acionar a maçaneta,ela até gira,mas a porta está emperrada.O pânico começa a tomar conta. Mesmo assim, tento me controlar e usar toda minha força para destravá-la. O esforço é em vão. 

-Merda!-reclamo comigo mesma-Merda,merda,merda!

Respiro fundo e,frustrada diante daquela situação bizarra,balanço negativamente a cabeça,incrédula. Tenho tanto a fazer antes do leilão começar e, ainda por cima não trouxe o celular para chamar Jin e pedir que me tira daqui.

Quando fecho os olhos,minha maior inimiga dá sinal de vida. Os longos tentáculos da claustrofobia lentamente começam a percorrer meu corpo,concentrando-se em torno do meu pescoço. Apertando.Atormentando.Asfixiando.

As paredes do pequeno cômodo parecem se fechar devagar sobre mim. Cercando-me. Sufocando-me. Luto para conseguir respirar.

Meu coração bate fora do ritmo,enquanto tento controlar o pânico que sobe pela garganta. Minha respiração, acelerada e superficial,ecoa em meus ouvidos. Consumindo-me. Destruindo minha capacidade de reprimir memórias assustadoras.

Bato na porta com toda força, com o medo dominando o pouco controle que ainda me resta,tomando conta da própria realidade. Um filete de suor escorre pelas minhas costas. As paredes continuam se fechando. Minha necessidade de escapar é a única coisa que consigo me concentrar. 

Esmurro a porta mais uma vez,gritando freneticamente na esperança de que alguém perambulando por aqueles corredores me ouça.

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado até o próximo Capitulo.


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