História My happy ending - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Juliana Paiva
Tags A Força Do Querer, Carol Duarte, Ivan, Juliana Paiva, Novela, Simone, Transexual
Visualizações 48
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 2 - A minha resposta é não


 


POV Ivan









Depois de deixar Marilda em casa voltei para pensão da senhora Helena quando abro a porta do meu quarto quase tive um infarto dou de cara com Irene sentada na cama com o ar de superioridade dela.




-O que faz aqui? —Pergunto irritado fechando a porta de trás de mim.



-Isso são modos mocinha de falar com a sua mãe.




-Como ousa falar de modos quando invadiu o meu quarto. —Falo encarando ela.




-Até onde sei seu quarto é lá na sua casa e não nesse pardieiro. —Ela fala olhando para os lados com desdém.




-Se não gosta de lugares como esse por que este aqui? 




-Bom pelo simples fato de minha querida filha estar aqui.



-Filho você quer dizer. —Falo com certa indignação mesmo sabendo de tudo que passei ainda continua a me chamar de filha até parece que faz de propósito.




-Oh me desculpe filho! —Ela fala com ironia em sua voz.



-Pensei que tivesse em uma viagem de visitas? 




-Eu estava, mas tive que voltar por que me esqueci de algo, e resolvi vim lhe fazer uma visita, e quero que saiba que vim em missão de paz.





-Você e paz não combinam numa mesma frase. —Falo irônico olhando para um ponto fixo na parede fazendo ela se irritar já que não gosta que conversem com ela sem olhar nos olhos.




-Será que você poderia me olhar nos olhos enquanto conversamos, sabe o quanto isso me irrita.




-Quer saber o que me irrita é essa sua falta de noção de invadir a minha privacidade sempre que lhe dar na teia.




-Nossa fico me perguntando o que eu fiz de errado sempre te tratrei tão também, e sempre deixei você fazer o que quisesse, e você fica me tratando como se eu fosse sua inimiga.




-Nossa parece que você Irene tem uma noção diferente não só de mim, mas de qualquer pessoa de privacidade e me deixar fazer o que eu quero me parece um piada vindo de você.




-Sério e que culpa eu tenho de ser uma mãe preocupada.




-Ah é preocupada, possessiva, neurótica, controladora, que acha que eu sou uma espécie de marionete onde você diz senta aqui, come aqui, fale isso, faça aquilo como se eu não tivesse vontade própria. —Falo irritado sentando numa poltrona que tem no quarto.




-Nossa é essa visão que você tem de mim! —Ela fala se levantando da cama fugindo estar ofendida, e vem ate mim se abaixa ficando na minha altura e diz.





-Não sei o que fiz de errado para fazer me tratar assim e se tornar isso. —Ela fala me analisando e olhando de um jeito que começa a me incomodar.




-Me tornar isso o que? —Pergunto com raiva, de repente ela muda de expressão e fica a centímetros de distância de mim e leva uma de suas mãos até o meu rosto e fica acariciando até chegar no meus lábios e ficar acariciando e os fitando ela diz.





-Tenho que admitir que você se tornou um belo rapaz, me faz lembrar de seu pai quando eramos mais jovem. —O jeito que ela me olhava me dava medo e nojo ao mesmo tempo então seguro a sua mão que acariciava os meus lábios e falo.





-Por que você nunca me fala dele, e quem é ele o que faz, onde mora e principalmente o que ele de tão grave que não me deixa conhecer-lo.




-Você sabe o quanto isso me machucar falar o que ele me fez. —Ela fala se levantando e ficando de costas para mim.





-Isso é o que você diz. —Falo desafiando ela.




-Como ousa duvidar de minha palavra. —Ela fala se virando pra irritada.




-Se você falasse o que aconteceu de verdade talvez eu entendesse como você se sente. —Ela fecha os olhos e respira fundo e diz.



-Vamos deixar o passado no lugar dele e vamos falar sobre a proposta que eu vim a este lugar lhe fazer. —Ela fala como se nada tivesse acontecido.




-Se você falar rápido e depois for embora eu agradeço.




-Como você diz que eu não te deu liberdade pra nada que tal uma viagem pela Europa por tempo indeterminado só eu e você o que me diz?




-Bom eu digo não.




-Não, mas você sempre sonhou em viajar pela Europa?




-Sim, mas sem você por perto.



-O que você tanto quer fazer só? —Ela pergunta curiosa.



-Coisas horas.




-De que tipo?



-Olha não vamos chegar a lugar nenhum com essa conversar, então já que me disse o que veio até pode ir embora eu tenho que dormir preciso acordar cedo.




-Desde quando acorda cedo?




-Desde que tenho que trabalhar.




-Que tipo de trabalho?




-Trabalho digno, honesto sabe. —Falo com ironia.




-Eu não te creie pra ser serviçal dos outros.




-E não me importo portanto que eu tenha o meu próprio dinheiro e liberdade não vejo mal nisso.




-Olha você tem razão não vamos chegar a lugar nenhum. —Estranho o fato dela de repente falar camalmente.




-Olha toma esse dinheiro e pense na minha proposta.





-Eu já pensei, e minha resposta é não.



-É isso que vamos ver Ivana! —Ela fala colocando as cédulas em cima do criado mudo, e antes dela sair eu falo.




-É o que vamos ver realmente eu sou maior de idade e você não manda mais em mim. —Ela se irrita com o que eu falo e sai batendo a porta.




-Louca! —Falo me jogando em minha cama e pego o meu celular vendo as fotos de meu registro que não tem o nome de meu pai apenas o dela, mas pelo menos tem o nome do hospital one eu nasci quem saber se eu for ate lá e mostre a foto dela alguém se lembre de alguma coisa ou de alguém que esteve com certeza ela não foi naquele hospital sozinha pra mim ter, se que ela é a minha mãe mesmo.



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