História My hate, my love, my man •『Yaoi|Lemon』 - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Comedia, Fluffly, Lemon, Yaoi
Visualizações 286
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLHA EU AQUI, finalmente né.
Hoje... Um especial pq... Eu acho Naka+Emi fofinhos :333333333

Espero que gostem! Eu não sei quando sai o próximo cap mas logo, logo deve estar pronto kkk.

Boa leitura! 💜

[Leiam as notas finais]

Capítulo 7 - Blue [¹Special 1/2]


Naka Pov's


Eu e Emi estávamos andando lado a lado na rua. Eu parecia querer falar algo, mas nada saia. Ele mordia o lábio enquanto andava, ah se soubesse o quanto isso me destrói.


Sabe quando você tem uma quedinha por alguém? Eu tenho um penhasco. Um penhasco pelo Emi, desde sempre eu acho.


Mas eu acho que isso é... Desde sempre, eu tenho 2 melhores amigos; Matsuo e Emi. Mesmo sendo amigo dos dois, eu sempre fui mais ligado ao Emi. Ele sempre me atraiu de alguma forma estranha.


Mesmo eu tendo ficantes, namoradas ele nunca saiu da minha mente. É como se tivesse um imã nele, se isso não for amor eu não sei o que é. Saber que eu já provei esses lábios e não poder fazer isso todas às vezes que eu quiser... É tortura. Uma vez, quando estávamos bem bêbados, nos beijamos e, sinceramente, mesmo estando bem bêbado aquela cena não sai da minha cabeça.


— Emi, você vai dormir lá em casa? — perguntei.


— Hm, acho que sim... — respondeu baixo. — Então, por que você pintou o cabelo?


Paramos no sinal vermelho, passei segundos observando os carros passarem em alta velocidade.


— Não sei, eu só... Achei legal mudar um pouco, normalidade não combina comigo — rimos —, por que a pergunta?


— Apenas curiosidade... — o sinal abriu e continuamos a andar — Eu achei bonito.


Eu abri a boca para falar algo, mas nada saiu.


— Estamos quase chegando... — foi a única coisa que falei até o final do caminho.


• • •


Já estávamos na frente do meu prédio. Eu moro sozinho desde meus 16 anos, meus pais apenas pagam minhas contas e eu não os perturbo com futilidades. Não que eles não se importem comigo, é só que eles tinham que viajar e... Eu não queria sair do país, ficar longe de tudo que conheço, ficar longe... Dele. Argh, odeio ser um idiota apaixonado!


— Vamos subir, você tem que ligar para sua mãe, certo? — falei.

— Sim, sim... — confirmou, provavelmente com os pensamentos nas nuvens.


Subimos no elevador e rapidamente chegamos ao meu andar.


— As damas primeiro — falei enquanto abria a porta e dava espaço para ele passar. Emi abriu um sorriso e riu brevemente.


— Idiota... — e entrou no apartamento.


Entrei logo em seguida e fui para sala. Me joguei no sofá e fiquei observando Emi falar ao celular, eu sou muito esquisito.


— Mãe? — ele falava — Mãe não grita! Calma, calma! Calma cacete! — falou afastando o celular de si — Mãe, calma, eu 'tô no apartamento do Naka... Oxe, agora a senhora se acalma?! Não fica feliz em eu estar vivo? — sentou ao meu lado — Sim, sim vou dormir aqui... Naka minha mãe disse que ama você — falou entediado enquanto me olhava.


— Eu amo ela também. — ele revirou os olhos.


— Ok mãe, boa noite... Não vou dizer isso pra ele! — ele pareceu escutar o que ela disse, atentamente.


Só o vi corar e largar o celular no sofá. Peguei o celular, com certo receio, e ouvi para ver se ela ainda estava na linha.


— Naomi? — perguntei.


— Nakada! Querido, que filho mal educado que eu tenho, isso é falta de tapa na bunda!


“Deixa que eu dou esses tapas.” — pensei, ri para mim mesmo.


— Tudo bem, Naomi? — perguntei.


— Sim, querido. Eu apenas estava preocupada com esse rebelde, cuide bem dele e diga que eu gosto mais de você. — ri um pouco alto, com uma mãe desse quem precisa de alto estima?


— Emi, sua mãe mandou te dizer que ela gosta mais de mim e que eu tenho que cuidar de você — sorri malicioso.


Ele corou mais ainda e se levantou do sofá.


— Mas agora falando sério, cuide bem do meu filho... Usa camisinha, eu não quero netos agora! — essa foi minha vez de rir e corar.


— Certo, certo... Agora vou desligar... Tchau. — ela murmurou um "tchau" e eu desliguei.


Essa mulher mata qualquer um de vergonha.


— O que minha mãe te disse? — Emi falou, chegando na sala com um pote de sorvete.


— Nada, nada... — cocei a nuca tentando não corar com o que a mãe dele disse — Vamos assistir alguma coisa?


• • •


Estávamos assistindo um filme de drama. Tinha um olho na minha lágrima mas continuei forte. Escutei um fungado e olhei para Emi.


— Você tá chorando? — perguntei, risonho.


— N-não... — olhou para o outro lado da sala.


Ri de forma inaudível, respirei fundo e peguei o queixo do menor ao meu lado. O fiz olhar diretamente para mim. Seus nariz estava vermelho e, assim que me viu, suas bochechas  também ganharam coloração avermelhada.


— Não precisa chorar — passei o dedo indicador por uma lágrima. — e, sempre que você chorar, eu estarei aqui para limpar suas lágrimas.


Ele sorriu envergonhado. Como uma pessoa consegue ser tão linda assim?


— Eu não aguento mais esse filme — falei — o próximo a chorar serei eu!


— Idiota — falou entre risos.


• • •


Eu não entendo como cores podem representar sentimentos! Ainda vou demorar pra entender esse filme — falei.


O filme que havíamos assistido era sobre alguém sinestesia, até que era interessante. Mas eu não entendi muito bem.


Virei para ver Emi e, ele já estava dormindo. Ser um idiota apaixonado não é fácil, você acha a pessoa perfeita de todas as formas! Mas... Ele me vê como um amigo, eu nunca teria coragem de falar o que sinto, isso é tão... Idiota.


Suspirei fundo.

Levantei-me e peguei Emi nos braços e, mais uma vez, suspirei. Às vezes eu penso em desistir e me afastar, mas por que não consigo?

O levei até meu quarto e o deitei em minha cama, não tenho quarto se hóspedes mesmo, sempre que ele vem aqui ele dorme comigo. Não sei como eu me seguro à noite, é difícil.

— Eu... — suspirei.

Eu realmente iria fazer isso?

— Eu... Eu gosto muito de você... — falei.

O olhei por alguns segundos. Me levantei, iria voltar a sala e assistir algo.

— Isso é verdade...? — ouvi a voz doce soar.

Naquele instante gelei, tantos momentos para ele acordar... E logo agora?!

— Sim, eu gosto. Eu sempre gostei de você, e não como amigo, pensei que já tivesse percebido... Boa noite...

Em questão de segundos, senti ele me puxar para trás. Senti suas mãos envolverem meu pescoço e seus lábios se colarem aos meus. De começo um simples selar, logo o beijo se intensificou e nossas línguas pediam por espaço.

Isso realmente estava acontecendo? Seria meu sonho?!

Lacei sua cintura e o trouxe para mais perto, quando o ar foi necessário.

Nos olhamos por alguns segundos e o silêncio foi quebrado por ele.

— Você disse que... Sentimentos não podiam ser representados por cores... — ele me olhou fixamente nos olhos — A cor... Do meu amor... É azul. — sorriu, envergonhado.

Selei nossos lábios novamente. Eu estava feliz, feliz pois, ele estava lá comigo.

Ele é o que eu tenho de mais importante.

.

.

.


Notas Finais


Olha eu aqui! Então, eu só gostaria de falar que... Eu tenho... 26 projetos de fanfic Yaoi... Mas eu não largarei essa fanfic :'33

Então nos próximos dias vocês verão muita fanfic Yaoi no meu perfil! Kkk

Sigam: @Gayrota para receberem atualizações!


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