História My hate, my love, my man •『Yaoi|Lemon』 - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Comedia, Fluffly, Lemon, Yaoi
Visualizações 125
Palavras 1.161
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hola! Turu bom?! Espero que sim.

Depois de... Bem, um bom tempo, eu voltei, mas a pergunta que alguns me fizeram em algumas mensagens:

“POR QUE VOCÊ ESTÁ DEMORANDO TANTO PARA POSTAR?!”

 Bem, é complicado. Eu já tinha acabado esse capítulo à um tempo, maaasss, eu o havia perdido :') eu tinha escrito no cof, cof celular da cof senpai cof, cof (sim, eu sou inconveniente à ponto de baixar word e app lock no celular da senpai), entãoooooooooo, eu apenas passei por alguns contratempos, mas aqui estou!

E bem, eu não postei todas as fanfics que disse que iria postar, eu quero comecar a postá-las quando eu tiverem prontas! Assim eu não irei demorar a postar. Sei que estou atrasando muito os capítulos da fanfic mas tenho meus motivos. E cara, pra que caralhos por letras em matemática?! Sério, é matemática. 2 + 2 = Fish. Sério, ou eu sou muito monga ou meu professor é muito pau no cú. Porque não tá dando.

Não consigo lidar.

Enfim, eu não gostei muito desse cap mas... Enfim (eu falo muito "enfim"), eu espero que gostem, afinal, se não for pra escrever merda eu nem encosto no celular.

Eu não tenho mais tanto tempo livre para postar... Eu não estou podendo escrever tanto assim e isso me deixa meio... Triste. Minha vida é escrever, sem escrever, não tenho motivações... Mas enfim, espero que gostem do capítulo, eu fiquei pouco satisfeita com ele mas... É o que tem para hoje.

➸ Como todos os outros esse capítulo tem muitas palavras de baixo calão e bem, já está avisado(a).

:')

Leiam ae...

Capítulo 8 - Circumstances


Fanfic / Fanfiction My hate, my love, my man •『Yaoi|Lemon』 - Capítulo 8 - Circumstances

Sabe quando você está em um estado de pré-sono? Quando você está quase dormindo, quase fazendo a melhor coisa do mundo — dormir fica no top 3 —, é uma coisa tão boa mas ai... VEM UM FILHO DA PUTA TE DESPERTAR SEM MOTIVO.


— Precisava me acordar, inferno?! — Gritei.


— Desculpa! — Saiko gritou de volta — Eu só quero saber onde fica a chave a porra da chave, eu quero ir embora... — ele me olhou — Mas se você quiser que eu fique... — sorriu, senti a malícia daqui.


Sou moço de família. Me respeita.

— Encima da mesa — suspirei levantando do sofá.

Emi e Naka haviam saído mais cedo, quando eu terminei de pintar o cabelo do Naka Emi falou em alto e bom som: "Você está muito bonito". Eles ficaram se olhando e, eu olhando eles com cara de: "MEU OTP TÁ ACONTECENDO, ME SEGURA VALDIRENE". Os dois foram embora e deixaram Saiko dormindo no tapete da sala.

— Aish, então eu já vou, se você não quer minha ilustre companhia deve ter alguém que queira. — fingiu choro.

— Ai que drama — ri brevemente. — até Mais, Saiko.

— Até.

Escutei a porta bater. Eu apenas me levantei e certifiquei se estava fechada, suspirei.

— Vou dormir que é o melhor que eu faço da minha vida.

Acho que a coisa mais importante que faço da vida é dormir, é algo fácil que todos conseguem fazer. Quando eu morava no Canadá com a minha mãe ela dizia que a única coisa que eu sabia fazer era dormir, sempre dormia por todo lugar.

Sempre fui uma criança "estranha", nunca me dei muito bem com garotas. Aos 12 anos dei um show por meus "amigos" me pressionarem para beijar uma garota, não beijei ela. Mas o irmão dela sim — pausa pro meu ataque de risos kkkkkkk —, então, naquele momento, eu descobri que não gostava de garotas. Eu ás achava legais, ás admirava por sua beleza, mas nunca tive vontade de ter alguma relação amorosa com quaisquer delas.

Aos 14 anos contei para minha mãe, eu suava frio e gaguejava, mas ela já sabia, disse um belo e sonoro: "Só isso?", tive a mãe mais compreensiva do universo. Mas meu padrasto, homofóbico que só ele, não aceitou, ele era bom para minha mãe e eu não queria ela se divorciasse então, decidi me mudar.

E hoje estou aqui. Segurando a periquita pois, caralho, Kim Matsuo é lindo para um santo caralhinho. Eu não posso dizer que ele é um deus grego, ele não mora na Grécia, mas bem que ele pode ser um deus japonês ou coreano. Ainda estou em dúvida se ele é coreano ou japonês.

Oppa ou Senpai, eis a questão.

Eu olhava fixamente para um vaso de planta. As folhas estavam mortas, que pena.

— O que olha tanto nesse vaso? — ouvi a voz rouca, Matsuo.

— Não sei... Que estranho — sentei no sofá.

— Estranho? — sentou-se ao meu lado.

— Eu passei um tempo olhando para a planta, sem motivo nenhum. É o sono. — suspirei, eu realmente estava com sono.

— Hm... Por que não vai dormir? — repousou a cabeça em meu ombro.

— Não sei bem... — ri fraco — apenas... Bem, sou idiota. — ele riu baixo e pôs o nariz em meu pescoço.

Nesse momento me arrepiei, cara, sou cardíaca, ou para ou continua de uma vez.

— O-o que... — antes de terminar se falar senti ele dar pequenos selares em meu pescoço. — M-Matsuo...

— Hm? — murmurou.

— E-eu a-acho que vou pro... — tentei me levantar.

Ok, eu estava nervoso. Não é todo dia que um cara... Bem, uma cara lindo desses fica beijando seu pescoço, fiquei 'nervouso mesmo.

Logo senti aquelas mãos em volta da minha cintura. Que fogo é esse? Me explica. Ele me puxou para seu colo e voltou a beijar meu pescoço. Quase esqueci que sou um moço prendado.

— Não vá agora... — falou ao perto do meu ouvido. Nossa, o que não tinha arrepiado, arrepiou agora. — Fica mais um pouco, uh?

Eu sentia minhas bochechas quentes, com certeza devia estar pior que um pimentão que transou com um tomate!... Que bela comparação não é mesmo?

Antes mesmo de eu respondê-lo Matsuo me beijou.

Que fogo é esse? Não só pela parte dele, mas por mim também, alguém liga o ar condicionado do inferno.

Ele movimentava seus lábios contra os meus, eu fechei os olhos e apenas aproveitei o momento. Ele apertava minha cintura contra seu colo, em um momento ele apertou minha bunda e eu soltei um gemido involuntário. Ele pareceu gostar daquilo, continuou apertando a "área". Em certo momento ele pediu passagem com a língua e eu cedi.

Oh, céus. Eu parecia estar drogado naquele momento, seus toques me deixavam inebriado. Sua mão começou a adentrar em meu moletom, fez carinho em minha barriga enquanto sua língua dançava na minha boca.

Aquilo estava bom. Muito bom. Mas... N-não estava indo rápido demais?

NOSSA A MEIA HORA TAVA NO MAIOR FOGO AGORA JÁ TÁ PENSANDO QUE ESTÁ RÁPIDO DEMAIS?!

Sim, estou pensando isso.

De certa forma, eu não queria parar. Mas uma parte de mim dizia que eu deveria, que não era bom continuar. E, meus queridos, quando eu senti aquele volume roçar em mim... Desespero define.

Não sei, me senti uma idiota no momento. E, de fato, eu era. Mas eu não iria perder a virgindade com alguém que eu se quer conhecia direito. Porque sim, eu ainda sou virgem. É meio irônico já que eu falo muita putaria, mas sim, virgem.

Ao escutar o telefone tocar e ele parar de me beijar eu me senti salvo. Cabaço is intacto. Ele bufou e me deu pequenos selares nas clavículas, parecia querer ignorar o telefone.

— A-acho melhor você atender... — falei, gaguejando.

— Certo, certo. — ele me pôs sentado no sofá e me deu um selinho antes de ir atender o aparelho.

Minha face estava em chamas! O que eu estava fazendo?! Eu estava sentindo uma vergonha de mim mesmo. E o pior, eu estava duro. Corei mais ainda — se é que era possível —, eu precisava sair dali.

Olhei para Matsuo e ele parecia estar atento enquanto falava no telefone. Quase babei com ele com aquela cara séria — não que ele não fosse assim 24 horas por dia. Parei de fitá-lo e me levantei, sai andando sem olhar para trás.

Em questão de segundos eu estava em meu quarto, tranquei a porta e fiquei escorado nela por pouco tempo. Tranquei aquela caralha porque né...

Respirei fundo, várias vezes. Eu tinha que tomar um banho para me livrar desse fogo e do meu... "Probleminha" — que não era tão pequeno assim. —, e assim fiz. Tomei um banho demorado. Fiquei até preocupado com a água do mundo. Mas antes de pensar que eu estava fazendo uma "homenagem" à Matsuo, saiba que não rolou, ok?! Eu esperei as coisas descerem naturalmente... Foi difícil, considerado ao meu fogo, mas enfim...

Depois de tomar banho e trocar de roupa eu me deitei e fechei os olhos mas... Onde estava meu sono?!?!?


Notas Finais


Até daqui 2 anos.

Mentira :'')

Vou tentar postar o mais rápido possível!

E, povis, eu até dei uma fanfic de aniversário pra uma amiga :')) ela é mais responsável que eu e vai cuidar direitinho da fanfic, quando tudo estiver pronto eu coloco o link em um capítulo de divulgação, blz?!

E eu queria saber se vocês querem ser divulgados, se sim, deixem o link e o nome da fanfic nos comentários :3

Falando em comentários, meu social spirit tá bugando muito na hora de responder! Desculpem por não respondê-los!!!

Enfim (de novo ;u;), até o próximo capítulo que, eu espero, que não demore tanto assim :'v


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