História My Heart - Capítulo 3


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Categorias Inuyasha
Tags Coração Partido, Drama, Orfanato, Rin, Rinmaru, Romance, Sesshoumaru
Exibições 76
Palavras 796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Chapter Three - "The curious story of Keiko"


Fanfic / Fanfiction My Heart - Capítulo 3 - Chapter Three - "The curious story of Keiko"

-Então, vamos indo. – Disse Ritsu puxando a pequena mão da garotinha.

Rin, atordoada, foi com o tio. O tempo não estava agradável. Chovia a cântaros e decerto que dava um aspeto ainda mais horrível para o dia de Rin que já estava cinzento.

A chuva molhava os cabelos de Rin e do seu tio, Ritsu à medida que se dirigiam para o carro. Rin olhou para o carro azul onde o tio entrou e decidiu entrar também.

Ela olhava o seu tio conduzir e afastar-se do seu Orfanato, uma sensação de perigo dominou a garota. Ela alerta como se um predador perigoso a estivesse prestes a atacar. E quem diz que não fosse isso mesmo?

Rin encarava o rosto do azulado, receosa, isso não passou despercebido ao azulado que sorriu de lado.

-Rin, agora que estamos longe quero dizer uma coisa. – A voz do homem era fria e despertava perigo em Rin.

-P-Pode falar, tio. – Ela não conseguiu evitar gaguejar no começo da frase.

-Eu não sou seu tio. Você não precisa saber o que sou ou meu verdadeiro nome. Você só precisa saber que Sesshoumaru vai gostar imenso de ter você por perto.

Sesshoumaru…

Um nome que Rin nunca iria esquecer seria esse. O medo percorreu o seu corpo que já se encontrava em “modo alerta”. Esse nome só por ser ouvido por ela lhe causou um arrepio.

-Sesshoumaru ama garotas com a tua idade e ainda para mais tão belas como tu. Se não me dessem tanto dinheiro eu talvez ficasse contigo para mim… Mas ir contra um Taisho não é uma boa escolha. – Ele disse mantendo os olhos na estrada mas com um sorriso demoníaco estampado no rosto.

Rin estava aterrorizada. O seu coração estava a mil, estava completamente aterrorizada. A pergunta que não saia da sua cabeça era:

“Porquê eu?”

Algo que ninguém iria conseguir responder. O porquê de ser ela era algo completamente desconhecido. A cabeça da morena estava completamente confusa. Ela sentia que a qualquer momento iria desmaiar de tanto medo.

O carro finalmente parou, despertando os sentidos defensivos da morena. “Ritsu”, se é que era esse o seu nome, encarou a morena com o mesmo sorriso de pouco antes.

-Aqui será sua nova casa. – Disse, fazendo a morena olhar pelo vidro do carro dando de caras com uma mansão no meio da floresta.

-M-Mas? – Ela não conseguia proferir alguma palavra sem ser esta. “Mas”….

Nem ela mesma sabia o porquê de usar a palavra “mas”.

“Mas” o quê?

O que ela queria dizer?

Nem ela mesma sabia.

A mansão era bem grande como qualquer mansão, as paredes tingidas de branco estavam ligeiramente cobertas com musgo em alguns cantos e trepadeiras que subiam por elas a cima, das inúmeras janelas não era possível ver nada do lado de dentro já que os vidros das mesmas estavam cobertos com pó. A grande porta de madeira de carvalho dava um certo ar rústico, ou até mesmo, antiquado. Uma fonte sem água no meio do caminho, estava coberta de musgo tal qual as paredes.

“Esta coisa nunca deve ter visto um espanador!” Pensava Rin com nojo daquele lugar, que, se fosse limpo como havia de ser, seria muito belo.

Rin saiu do carro junto de “Ritsu” e caminhou receosa até à grande porta de carvalho. “Ritsu” deu três batidas na porta, que foi aberta por uma garota baixa de cabelos longos e azulados e belos olhos da mesma cor que lembravam safiras por conta do brilho contido neles.

-Keiko esta é Rin. Rin esta é a Keiko, irmã da criada, o que faz dela a criada, também. A criada você poderá conhecer em breve. Vai gostar de falar com elas enquanto não está na cama do Sesshoumaru.

A azulada recuou uns passos atrás, deixando Rin passar pela porta, fechando-a de seguida. “Ritsu” não entrará e isso causou medo na garota. Keiko não falava nada. O silêncio reinou até que Rin se fartou pois esse silêncio a sufocava.

-Keiko, não é? Belo nome… O que você faz aqui? Ser uma “criada” não deve ser muito bom, não é? – Rin perguntou.

-Sim… é horrível ser criada. Mas eu não sou “A” criada. – Rin ficou confusa e a azulada percebeu. - A criada é minha irmã. Ela é a melhor pessoa do mundo mas… Toda a bondade tem um preço.

-E, se me permite perguntar, que preço é esse? – Perguntou curiosa.

-Nesta casa o senhor máximo é Sesshoumaru e ela trabalha para ele. Simples. Ela e eu fugimos do orfanato e Sesshoumaru nos acolheu aqui com a condição de ela trabalhar para ele. Claro que eu a ajudo mas desde nova ela trabalha para ele e, como podes ver, isto não é limpo à dias. A minha irmã adoeceu e eu não consigo limpar tudo sozinha. 



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