História My Humble Request (Uma moeda de 5 ienes) - Interativa - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Japonesa, Originais
Tags Comedia, Cultura Japonesa, Drama, Interativa, Sobrenatural, Xintoísmo
Visualizações 39
Palavras 2.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Hellooooooooooooooooow pessoas
Como prometido...
Segue o capítulo de hoje. Espero que gostem.

Beijinho meus chuchucos

(Não deixem de ler as notas finais)

Capítulo 9 - Peguem o Gato - Parte 2


Fanfic / Fanfiction My Humble Request (Uma moeda de 5 ienes) - Interativa - Capítulo 9 - Peguem o Gato - Parte 2

Ryurei acordou com dores, seus braços e pernas doíam. Havia alguns arranhões em seus joelhos e suas mãos estavam inchadas de tanto arrancar as ervas daninhas. O tempo era cruel com aqueles que viveram muito.

Levantou, colheu água na bomba, fez seu chá e suas orações como de costume. Atravessou a pequena ponte e soltou algumas migalhas de pão para as carpas. Colocou os três pratos dispostos diante do altar, no primeiro colocou algumas frutas, no outro pão com azeite, no terceiro colocou uma vela acesa.

O sol mal tinha nascido e já era possível ouvir o barulho do esfregão de Haru tirando o lodo das pedras. Fosse o que fosse, Ryurei tinha que admitir que o garoto tinha compromisso com horários.

— Onde está o corvo? — Perguntou o velho estendendo um copo com uma mistura estranha.

— Bom dia pra você também – Resmungou secando o suor do rosto com a blusa.

— Fiz algo doce pra você. Percebi que não gosta do meu chá.

Haru pegou o copo meio desconfiado começou a cheirar a mistura. O velho apenas empurrou o copo contra a boca do jovem com um “ deixa de frescura e bebe logo”. Haru se surpreendeu com o gosto, aquilo estava incrivelmente bom. Era doce e cremoso. Não demorou para Haru esvaziar o copo. 

Ovelho riu satisfeito:

— Eh... sabia que você ia gostar. Eu chamo de leite de abelha. As crianças sempre gostam dele. Hehe.

Haru devolveu o copo encarando o velho com os olhos apertados.

— Acordou de bom humor... hein velhote. – E voltou a esfregar o chão.

— O corvo, cadê?

— Eu deixei ele dormir até mais tarde hoje.

— E a garota nova?

— Não faço ideia.

— Ela é uma de vocês, também?

— É, ela é uma deusa menor, assim como eu. — Respondeu com ar de poucos amigos. Ryurei lhe assanhou os cabelos.

— Haru, você não tem motivos pra ficar com ciúmes.

— Quem disse que eu estou com ciúmes? — Enfiando o escovão na água e voltando às pedras.

— Me escute, não importa quantos deuses apareçam aqui. Você sempre vai estar em primeiro lugar.

— Sério? — Perguntou o jovem parando o serviço.

— Sim, num pódio de inutilidade, é difícil superar um guardião dos acendedores de lanterna Hahahahah

Depois de implicar o suficiente com o jovem, Ryurei começou a varrer o templo. Mesmo sendo manhã, sentia-se cansado e febril, mas não podia dar o mal exemplo. Estava varrendo a frente do shamusho quando um jovem de cabelos negros saiu de dentro de um dos quartos, pelado. Para não dizer que ele estava completamente nu, ele tinha um cachecol vermelho envolta do pescoço.

— Garoto! Garoto! — Berrou o velho se aproximando — Onde pensa que está? Vá se vestir!

— Vestir? – O rapaz repetiu inclinando a cabeça

— Isso é um desrespeito com o templo! Ponha suas roupas!

Haru se aproximou para ver o motivo da gritaria. E bastou ele aparecer para Mika exibir os dentes como um gato eriçado.

— Ei! Pare de fazer caretas! – O velho acertou Mika com o cabo da vassoura. – Vá por suas roupas!

O animal machucado voltou então sua ira ao agressor, teria pulado no velho e arrancado a vassoura de sua mão se não tivesse sido acertado pelo balde de ferro que Haru carregava. Mika caiu na parede atordoado.

Yuki saiu do quarto com os cabelos ainda completamente desarrumados como que acaba de acordar

— O que está acontecendo aqui?! – Perguntou assustada correndo para Mika.

— Controle esse seu cachorro. – Haru ordenou sério. Ignorando Ryurei que reclamava por ter sido molhado.

— Ele não é um cachorro — Brigou a deusa — O que você fez com ele?

Haru olhou para Yuki e para Ryurei que lhe acusavam energicamente. E começou a sair com um: “Fodam-se vocês. Da próxima vez eu deixo a raposa demônio atacar o velhote”

Ryurei acertou Haru com o cabo da vassoura:

— Me respeite!

— Peça desculpas ao Mika! – Yuki exigiu – Ele não é um demônio!

Haru apenas passou a mão no local da pancada e continuou andando. O velho bateu três vezes com o Cabo da vassoura no chão chamando a atenção do rapaz.

— Haru, acusar alguém de ser um demônio, é uma ofensa muito grave.

— Mas ele é um demônio.

— Não ele não é! – Protestou Yuki.

— Ele é uma Kitsune! Não uma das raposas de Inari. – Insistiu o deus, resoluto — As raposas mensageiras não assumem uma forma humana, porque não são contaminadas pelas energias dos humanos. Olhe para o seu cachorro, ele parece uma raposa pra você?

— Trazer um demônio para um templo é uma ofensa muito grave, senhorita. – Censurou Ryurei.

— Mas ele não é ... – Yuki já estava com os olhos molhados. – Ele não é um demônio.

***

Kaito saiu do quarto colocando o tampão em seu olho, viu que Ryurei conversava algo com Yuki então se aproximou de Haru.

— Não adianta você me deixar dormir até mais tarde, se for pra botar o templo abaixo, meu amo.

— Foi mal. Não foi a intenção.

***

Houve alguma dificuldade em explicar para Ryurei a situação de Mika. Principalmente porque Yuki e Haru insistiam em ficar trocando farpas. O que o velho conseguiu entender, é que ele não entendia muita coisa sobre esses seres e que ele precisava urgentemente que algum Sacerdote atendesse a suas cartas. Decidiu que iria passar a manhã escrevendo mais cartas e enviando para templos mais distantes.

***

Mika estava vestido com algumas roupas que Ryurei havia lhe arranjado. Estava dentro de uma das caixas estranhas com Yuki cuidando dos seus machucados.

Ele estava triste, confuso e irritado ao mesmo tempo. Nem sabia que podia sentir algo como aquilo. Desde que havia começado a andar com a humana brilhante, ele havia percebido que os “humanos” tinham muitos cheiros diferentes. Na floresta ele conhecia todos os cheiros: Fome, medo, necessidade de acasalar. Qualquer variação disso era tão pequena que mal se podia notar diferença. Um animal com medo ataca ou foge; um animal com fome caça; um animal no cio, corteja e copula. Mas os homens, com seus muitos nomes para as coisas, fazem muito barulho e só.

— Você não pode machucar as pessoas. – Repreendeu Yuki limpando o rosto de Mika

Eles tem fome, mas não caçam e mesmo quando tem comida a sua frente, ele não pegam. Ele havia visto isso uma vez. Uma humana estava atrás de uma coisa, ela estava com fome, mas pegava a comida e entregava a outros humanos que nem estavam com tanta fome quanto ela. Era confuso. E mesmo confusão foi um sentimento que Mika só veio descobrir fora da floresta. Afinal, não existe nada confuso na natureza, as coisas são simples e agem de acordo com o que se espera delas.

— Árvore morta machucou — O garoto exibia o braço – ROPA! ROPA! Queria morder ele pra ele parar de ROPA! ROPA! — Mika era simples. Se algo lhe ataca, você ataca de volta.  

— Você não pode morder o velhinho! Não, não e não! Você é o futuro guardião de um deus. Não pode sair por aí mordendo pessoas.

— Não pode morder? Como vai proteger?

— Você pode morder... mas só as pessoas ruins, tá?!

— Pessoa ruim?

— Pessoas ruins são aquelas que fazem mal a gente. Essas pessoas você pode morder. — Resumiu Yuki triunfante.

— Velhinho é uma pessoa ruim. – Fazendo uma careta exibindo os dentes.

— Não... o velhinho é uma pessoa boa.

— Não entendo.

— Okey... Deixa eu pensar aqui como eu te explico.

Mika ficou parado tentando entender. Era fascinado com essa coisa de “nomes das coisas”. Parecia uma forma de poder. Você pode fazer com que humanos venham até você chamando o nome deles. Também pode fazer com que eles tragam a você coisas que você quer, se souber o nome delas, ou que façam algo que você quer, se souber o nome do comando. Juntando comandos e nomes, eles fazem coisas incríveis.Talvez esse fosse o poder dos macacos sem pelos. Eles não têm garras, ou presas, mas conhecem o nome das coisas.

Mika também queria saber o nome das coisas, então precisava entender os humanos. Mas não podia comê-los, Yuki havia repetido muito isso. Talvez ela tivesse medo que ele fosse comê-la. Mas Mika jamais comeria a humana brilhante. Coisas brilhantes são venenosas. Fazem raposa parar de se mexer. Mas não apenas isso, Mika queria proteger a humana brilhante, ela parecia um filhote que não sabe se cuidar … e Mika também não gosta de comer filhotes.

O cheiro de fumaça se aproximou. Mika exibiu os dentes.

— Eu e Kaito vamos sair. — Ele disse afastando a porta. — Vê se adestra esse seu cachorro pra ele não pular no velho.

***

Yuki estava tendo alguma dificuldade em explicar para Mika coisas que nem ela conseguia definir muito bem. Para sua salvação, Haru bateu na porta. Ríspido como sempre. Qual era o problema dele? Sério…

— Ei... ei… — Yuki correu para acompanhar o moreno. — Você não vai me ensinar a fazer o pacto com o Mika?

— Eu tenho um desejo para atender agora. — Respondeu sem parar de andar.

— Um desejo? Eu posso ajudar? — Pediu numa animação genuína.

— Não.

— Por quê não?

— Pode ser perigoso.

— Mas… que tipo de desejo é esse? — Meio receosa.

— Não te interessa.

— Nós estamos indo recuperar um gatinho perdido. — Respondeu Kaito, que esperava mais a frente.

— Ooooooooounti que fofinho. Posso ajudar?

— Não. — Respondeu Haru começando a descer as escadas.

— Não perguntei para você, seu grosso! Estava perguntando pro senhor corvo.

Kaito sorriu e entregou um panfleto a Yuki.

— Toda ajuda é bem vinda, senhorita. Mas lembre também de seu compromisso com o templo.

— Tá bom — Respondeu a garota com voz de tédio recebeu o cartaz.

***

A mãos de Yuki já estavam reladas de tanto esfregar as pedras da temizuya. O lodo lhe dava uma sensação de agonia nas mãos. Estava cansada, seus braços doíam, o esfregão escorregava constantemente de suas mãos, pela falta de costume, fazendo seus dedos ralarem na pedra. Parecia que estava a uma eternidade naquele tanque. Procurou um relógio, se já houvesse passado uma hora, iria fazer sua primeira pausa. Ficou revoltada quando o relógio marcou apenas 15min. Era impossível! Honestamente, tirar o lodo de pedra era muito mais fácil na imaginação que na prática. Esfregou mais algumas vezes e tirou sua pausa, dessa vez, sem pedir permissão para o relógio.

Pegou o panfleto tentando não molhá-lo muito. Sentiu pena na dona do gatinho. Ele já estava perdido a alguns dias. Ela devia estar muito preocupada…

— Quer, saber… — Disse para si mesma enquanto se levantava. — A limpeza pode esperar.

E sinceramente, se essa pobre garota fosse esperar pela boa vontade do Deus dos Lanterneiros para ter seu bichinho de volta, ela ia ter que esperar muito.

***

Yuki estava esperando na porta da casa da dona do gato. Aparentemente o “esperto” do Haru não tinha pensado no mais óbvio. Começar a procurar a partir da casa do gato. Mika não estava conseguindo voltar a sua forma animal, então acabou acompanhando como um garoto mesmo. Ele havia desatado a falar naquela tarde, e estava perguntando o nome de tudo, quase como uma criança. Yuki estranhou um pouco a curiosidade do rapaz. Mas, pensando bem, talvez ele sempre tenha sido curioso, a diferença era que agora ele tinha uma boca para perguntar.

A casa da dona do gato era um apartamento simples. Yuki tocou a campainha com confiança. Haru não contava com algo que ela tinha. Por mais que o senhor corvo fosse esperto, corvos não eram conhecidos por seu faro, já raposas…

A garota que atendeu a porta tinha o cabelo curto. Usava um moletom estranho com um short verde limão.

— Posso ajudar?

***

Haki estava no meio do seu trabalho de Termodinâmica Aplicada quando a campainha tocou. Ela demorou um pouco a reagir, concentrada no exercício, mas logo lembrou que poderia ser alguém com notícias de Xhabisco, então correu para a porta.

Konnichiwa, eu me chamo Baek Yuki — Disse a garota a porta. Ela parecia uma boneca ou uma modelo. Era albina, e isso era algo que chamava muito a atenção. — Esse é… meu amigo Mikazuki, err Ta..naka Mikazuki. Isso!

Ela parecia meio nervosa, mas isso era o de menos. Caramba, ela tinha os cabelos brancos de verdade. Haki parou de olhar para os cabelos da garota antes que a menina percebesse e se focou ao que realmente importava. Olhou em volta para ver se via algum sinal de que eles traziam Xhabisco, mas nada.

— Ok… Posso ajudar?

— Nós viemos para ajudar a encontrar o seu gato.

— Sério? — Aquela era uma notícia muito boa.— Entrae…

A garota albina pegou todas as informações de como foi que o gato fugiu e pediu para Haki algo do bichano. Haki trouxe um tapete que Xhabisco costumava usar para dormir em cima. A menina então entregou o tapete para o amigo que cheirou o tecido.

“Err, ele é veterinário … e… ele está estudando que o cheiro que alguns animais deixam pode indicar o lugar que eles costumam andar. Assim fica mais fácil a gente começar a procurar”. Disse a garota. Haki achou a conversa muito estranha, mas hey, não é como se não tivesse escutado histórias mais absurdas na faculdade.

Depois disso os dois saíram, Haki ficou desejando que não importando o método estranho que eles usassem. que eles encontrassem o seu gato.

***

“Você tem certeza que ele está por aqui?” Perguntou Yuki olhando para uma casa grande de gente rica.  A noite já estava caindo trazendo uma sensação de familiaridade. Ela conhecia aquela casa de algum lugar… De fato, foi na quela rua que o gato havia lhe atropelado no dia da chuva. Ela riu com a coincidência e pôs a cabeça para começar a funcionar.

Não demorou para Yuki ouvir palmas atrás de si. Kaito se aproximava com o sorriso satisfeito de um tutor orgulhoso.

— Meus parabéns aos dois — Felicitou chegando mais próximo. — Você fez um grande trabalho Mikazuki. — Prestando uma reverência ao rapaz.

A raposa desviou o olhar com o rosto corado. Vaidade era um sentimento que ele havia acabado de descobrir que tinha. Era boa aquela sensação de ser elogiado embora não soubesse como lidar com ela.

— Como vocês acharam o lugar? — Perguntou Yuki curiosa.

— Eu fiquei seguindo vocês. — Respondeu com um sorriso.

— O quê??

— Vocês tinham o faro — Respondeu tocando com o indicador no nariz da raposa. Mas está na hora das asas entrarem em ação.

***

Yuki voltou para o templo animada com o sentimento de dever cumprido. Sentia-se mais disposta e alegre depois da empreitada. Estava tão animada que não se abalou quando encontrou o escovão e o balde que deixara abandonado para trás do lado da temizuya. Podia virar a noite esfregando aquelas pedras agora. Mas para sua surpresa, metade dela estava perfeitamente escovada. Yuki parou por um momento. Nossa... O senhor Ryurei ainda tinha tanta força nos braços assim… Sentiu-se até um pouco mal por ter reclamado do esforço mais cedo.

Haru estava sentado sobre a sacada cochilando. Tinha alguns gatos próximos dele, mas nenhum era o gato da promessa.

— Parece que você só encontrou gatos errados hoje — Sussurrou Yuki ao pé do ouvido do moreno, com um ar implicante.

— Que eu saiba, foi meu corvo que tirou o gato da casa. — Respondeu sem abrir os olhos

— É mas foi minha raposa que achou a casa. — Yuki tinha um sorriso no rosto, e aquele gostinho na língua de : "você vai ter que engolir o seu orgulho e me elogiar, dessa vez."

— Não é como se nós não conseguíssemos achar a casa sem vocês. — Olhando para a garota de canto de olho.

— Não é como se nós não conseguíssemos tirar o gato da casa sem o senhor corvo. — Contrapôs orgulhosa. Haru deu os ombros e fechou os olhos novamente. — Só admite que nós fomos de grande ajuda.

— Você não limpou a temizuya.

Yuki olhou para o moreno incrédula. Ele havia realmente conseguido destruir toda a animação da garota. Yuki estava irritada com a situação, e irritada por ter-se deixado irritar com a situação.

— Por que você tem que ser tão chato? Custa reconhecer o trabalho em equipe? — Ficando vermelha de raiva — A é, eu esqueci. Você não fez parte do trabalho em equipe. Honestamente, acho que é impossível você cooperar com alguém ou fazer algo por alguém! Você é sempre rude e idiota! Por isso só o senhor corvo aguenta você. Eu tenho pena dele, por ele não ter a escolha de não ficar perto de você!

Dito isso ela saiu em passos pesados.


Notas Finais


Yeeeeee
Estamos aqui.

Bom espero que tenham gostado do capítulo.
(Eu fiquei com medo dele ter ficado muito grande, mas se eu separasse ele ia ficar muito pequeno ai sei lá, resolvi deixar junto)

Mas não era esse o foco das notas.

De agora em diante, quando eu apresentar o problema/ pedido que os personagens vão resolver. Eu vou pedir pra vocês colocarem como os personagens "resolveriam", ou como eles se meteriam, na situação.

Bom mais pra frente eu explico melhor
Kissus


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