História My innocent cousin - One Shot - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Crystal Reed, Marcelo Vieira
Personagens Crystal Reed, Marcelo Vieira, Personagens Originais
Tags Crystal Reed, Futebol!, Hot, Marcelo, One-shot, Originais, Primos
Exibições 31
Palavras 2.277
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey!! Tudo bem?? Espero que sim.
Minha segunda one shot se não tiver correspondendo as expectativas eu realmente sinto muito kkkkk to aprendendo ainda kk
Ah! Só pra ficar claro, a Luiza é a Crystal (ô mulher maravilhosa nuss)
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction My innocent cousin - One Shot - Capítulo 1 - Capítulo Único

Assim que o e-mail chegou eu não consegui acreditar. Luiza vai estar na festa de Natal da família. Quem é Luiza? Bom, essa é uma questão difícil.

Luiza é minha prima, quando éramos mais novos e eu não tão bem sucedido eramos vizinhos e íamos ao mesmo colégio. Luiza era doce, meiga e inocente, mas eu lembro quando ela teve um desentendimento com as amigas e ela começou a ficar comigo e meus amigos.
 No começo foi bem estranho, mas ela chegava, me abraçava e ficava se intrometendo nos assuntos, quando começou ela era bem inocente e nós fazíamos muitas piadas de duplo sentido, ela, muito inocente, não entendia e isso deixava tudo mais engraçado. Mas depois ela começou a entender algumas coisas, mas ainda era bem inocente. Só que Luiza foi crescendo e criando corpo, meus amigos foram a loucura. E eu não fiquei pra trás.

Ela tinha um jeito espontâneo e chegava me abraçando ou empurrando e coisas assim, quem não sabia que ela era minha prima perguntava se era namorada, e isso me deixava mais louco ainda, ela era tão ela e eu queria tanto ter alguma coisa com ela. E parecia que ela sentia o mesmo, acho que era engano meu.

Ela resolveu se engraçar com meus amigos, como disse, ela deixava a gente louco, felizmente ela recusou ficar com a maioria deles, mas Daniel, o mais galinha que eu já conheci ela aceitou ficar, nunca quis tanto socar a cara de alguém antes. E quando eu fui falar alguma coisa com ela, Luiza disse que podia ficar com quem quisesse e que eu não tinha o direito de mandar nela, eu disse que queria o melhor e que Daniel não era o melhor. Mas ela não ouviu. Foi embora para a Europa dias depois morar com uma tia pra estudar e nunca mais falou comigo.

Agora ela vem para a festa de Natal, e eu vou também, isso não aconteceu desde que ela foi embora, porque quando ela ia eu não ia, e quando eu fui ela não estava, mas agora vai ser diferente, vamos estar de novo no mesmo lugar.
Respondi o email da tia Kelly, mãe da Luiza, confirmando minha presença, eu não perco essa festa por nada nesse mundo.
 

~

Saí do carro olhando a fazenda que alugamos todo ano, era grande, dois andares e uma piscina, tinha ainda uma churrasqueira e mesas fixas no fundo. Tinham quatro carros estacionados além do meu, quem será que já está aqui?
Entrei e a sala estava cheia, Tio Tom e Tia Giovana com suas duas filhas, Maria Fernanda e Isabela, Tia Diana e seu marido Ricardo. Meus primos Gustavo e Tiago, os adolescentes mais idiotas da história e meu pais. Todos sentados nos sofás em um papo animado.

 _ Oi família! _ eu disse entrando e as pequenas Maria e Isabela correram até mim.

_ Oi! _ peguei as duas no colo.

_ Oi meninas, aprontando muito?

_ Seu cabelo é legal  _ Isabela, mais nova começou a esticar uns fios. Desci as duas e fui até meus pai.

_ Oi Oi  _ dei um beijo na minha mãe e um abraço no meu pai.

_ Fez boa viagem filho?

_ Esse otário viaja de primeira classe, o que você acha?

_ Cala a boca Tiago, você não sabe de nada _ alcancei uma almofada e joguei nele.

_ Aí Marcelo, comprei umas bebidas massa _ Gustavo disse.

_ Como você fez isso Gustavo? _ Tia Diana perguntou, acho que alguém se encrencou.

_ Brincadeira mãezinha, a senhora sabe que eu não bebo.

 _ Pouco né meu filho? _ Ricardo acrescentou, fazendo todos rirem. Ficamos conversando por horas, falando as novidades, tia Kelly e Luiza não chegaram, estava começando a ficar desanimado quando a porta bateu.

 _ A princesa chegou! _ Cara, eu babei ao ver aquela cena, Luiza estava maravilhosa.

O rosto continua de menina mas o corpo, Luiza tem agora um corpo de violão, e essa saia soltinha na metade das coxas, combinada a essa camiseta branca decotada, meu Deus, essa mulher quer me matar! Sorriu ao me ver provavelmente babando, tia Kelly saiu cumprimentando todo mundo e Luiza passou direto para a cozinha, voltou com algumas garrafas de cerveja. Entregou para algumas pessoas e Gustavo foi pegar outras, os outros entraram em uma conversa só deles sobre quem ficaria no quarto de quem e Luiza se sentou na minha frente cruzando as pernas. Socorro! Eu vou pro inferno pela quantidade de pensamentos impuros com a minha prima.

_ Quanto tempo hein Marcelo?

_ Pois é. Como vão as coisas, peste? _ revirou os olhos mais sorriu ao ouvir seu apelido carinhoso, chamo ela assim tipo desde sempre.

 _ Ótimas, seu merdinha, terminei minha faculdade, vou voltar a morar aqui no Brasil.

 _ Que bom, sua mãe vai adorar.

 _ Você manteve contato com os meninos? Ainda conversa com Daniel? _ Ela disse com um sorriso maldoso bebendo da sua garrafa de cerveja em seguida.

 _ Ah Luiza, esquece esse cara! _ Ela revirou os olhos.

 _ Você tem o número dele?

 _ Tenho e não vou te dar _ eu disse rindo.

 _ Por que não?

 _ Ele não é o cara certo para você _ ela riu e depois mordeu o lábio.

 _ Não é você quem decide isso! E além do mais como poderia saber quem é o  cara certo para mim?

 _ Eu tenho uma ideia de quem seja esse cara. Mas com certeza Daniel não é ele.

_ Você ta com inveja porque ele conseguiu o que você não conseguiu _ ela disse se levantando.

 _ E o que foi isso? _ olhei para cima e encarei seu lindo rosto. Ela se aproximou da minha orelha.

_ Eu _ sussurrou me deixando arrepiado. Ah Luiza sua peste, ela tá brincando comigo! Olhei em volta pra ver se ninguém tinha ouvido, tentei prestar atenção na conversa do pessoal mas não deu muito certo.

Anoiteceu, e chegaram muitos amigos e a festa começou, comemos, brincamos bebemos pra caralho e Luiza me ignorando, aquela peste. Já era madrugada quando resolvemos ir para nossos quartos.

Tia Diana e Ricardo ficam em um quarto de casal. Assim com Tia Giovana e Tom ficam em outro, o mesmo com meus pais. Os aborrescentes pegaram um quarto só pra eles. Eu vou ficar sozinho em um quarto também, no de sempre e Luiza fica com Tia Kelly e as meninas pequenas em outro.

Está tão quente que resolvi dormir só de cueca, ninguém vai me chamar mesmo.

Estava tentando achar uma posição confortável quando Luiza entrou no meu quarto usando uma camisola muito fininha, meio transparente. Ah papai!

_ Porra Luiza! Que susto!

_ Desculpa. Mas é que esse quarto costumava ficar pra mim e eu quero ele de volta.

_ Vai ficar querendo. Não vou dormir com as crianças _ foquei meu olhar no teto. Isso Marcelo, o teto!

_ Ah qual é Marcelo, então dorme com o Gustavo e o Tiago.

 _ Nem pensar. Tchau Luiza, boa noite!

_ Então eu vou ficar aqui _ olhei e vi ela cruzar os braços, seus peitos ficaram mais apertados, ela tá fazendo isso de propósito?!

_ Não Luiza!

 _ Por favor... _ Fez beicinho. Porra!

 _ Tá bom Luiza! _ me dei por vencido e ela deu pulinhos no lugar _ só dá licença dois minutinhos.

 _ Por quê? Ah Marcelo, batendo punheta até hoje?!

 _ Quê? Não! Luiza! _ ela começou a rir, eu mato essa peste.

 _ Então pronto _ ela entrou e fechou a porta, ou melhor, trancou. Deitou na minha cama e puxou o lençol sobre seu corpo, ficou virada de frente para mim, muito perto, seus peitos quase na minha cara, vai dar merda...

Ela mordeu os lábios e eu fui obrigado a beijar, eu queria tanto e ela sabe provocar, ela sorriu enquanto pressionava mais seus lábios aos meus. Pedi passagem com a língua e ela deu, apertei sua cintura enquanto minha língua explorava sua boca, o sabor do beijo dela, ah Luiza! Eu sempre soube que ela beijava bem, a supresa foi quando ela apertou meu pau. Parei de beijar assustado e ela sorria. Cadê minha priminha inocente?!

 _ O que você tá fazendo?

 _ Vai dizer que não quer? _ perguntou, ah cara foda-se essa merda, voltei a beijá-la e apertei seu seio.

Ela partiu o beijo e deslizou as unhas em meu peitoral, tirou o lençol de cima e ficou sentada em minhas pernas. Abaixou minha cueca e pegou meu pau, sorriu e mordeu o lábio, começou a me masturbar e meu pau pulsava contra  as mãos dela ficando duro, ele clamava por mais quando Luiza sugou meu pau e começou o boquete mais sonhado da minha vida, ela sugava e dava lambidas que começaram a me deixar louco, onde a boca não ia ela usava as ágeis mãos. Agarrei seu cabelo controlando a velocidade, ela olhou para mim e a safada sorria ao me ouvir gemer. Eu não controlei por muito tempo mais, gozei gostoso na boca dela, que engoliu e não satisfeita voltou a brincar com meu pau, ah Luiza!

Eu decidi retribuir e a puxei para cima, inverti as posições  e dei chupões e mordiscadas em seu pescoço, suguei o lóbulo da orelha e ela arranhou minhas costas, me livrei da camisola e olhei admirando o belo par de seios da minha prima. Contornei algumas vezes seus mamilos com a língua causando arrepios nela. Comecei a sugar o mesmo enquanto massageava o outro, ouvi ela arfar algumas vezes,

Desci uma mão até a sua calcinha e fui direto até sua intimidade, ouvi um gemido baixo quando um dos meus dedos passou em seu clitóris, masturbei por uns minutos sentindo ela ficar cada vez mais úmida e penetrei com um dedo, os gemidos dela eram música para meus ouvidos. Me abaixei e deslizei sua calcinha pelas suas pernas, abri um pouco as pernas dela e me meti no meio, nunca fiz um oral com tanta vontade, sugava e lambia com precisão, Luiza gemia e agarrava o lençol da cama se contorcendo, posso dizer que estou amando ter ela assim.

_ Ai... Marcelo eu vou... ah... _ não terminei o serviço me afastando _  não! Filho da Puta!  _ gritou e eu ri.

 _ Calma Luiza _ tirei minha cueca e meu pau duro ficou finalmente livre. Coloquei na entrada de Luiza mas ao invés de penetrar fiquei deslizando a cabeça para cima e para baixo.

 _ Porra Marcelo...

 _ Você queria provocar não é?

 _ Ah Marcelo anda logo _ pediu ficando manhosa.

 _ O que você quer priminha? _ provoquei.

 _ Anda Marcelo, porra! _ comecei a penetrar mas recuei e voltei e esfregar a cabecinha na entrada dela.

 _ O que Luiza?

 _ Me fode porra!

 _ Com muito prazer _ penetrei devagar gemendo e ela arfou, dei estocadas leve curtindo, depois fui aumentando a intensidade, Luiza era tão gostosa, quando cansei inverti as posições e ela sentou devagar se encaixando de novo, a forma que ela quicava e rebolava no meu pau, fiquei louco. Até onde eu sabia, Luiza era totalmente inocente, mas vejo que não é o caso.

Apertei seu bumbum aumentando o ritmo e força. Os gemidos foram ficando mais altos e intensos, eu senti a boceta dela contrair sobre meu pau, ela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás sentindo seu orgasmo chegar, não soltei e ela continuou o que estava fazendo, meu orgasmo não demorou muito também, preenchi Luiza com minha porra e ela sorriu tirando meu pau de dentro dela devagar e deitou ao meu lado, puxei o lençol sobre nós e a abracei.

_ Você é uma peste Luiza _ ela riu.

 _ Também senti sua falta seu  merdinha. Marcelo, posso confessar uma coisa? _ olhou para mim com aquele seu jeitinho meigo.

_ O que você aprontou Luiza?

_ Eu não aprontei Marcelo, eu só queria que você soubesse, também sou afim de você desde a época do colégio, e não adianta negar que eu sei que você também era afim de mim  _ ela me abraçou mais apertado.

_ E por que você nunca disse nada?

_ Porque eu não queria Marcelo, pensa a confusão que isso iria causar? Eu tinha dezesseis anos, minha mãe ia me matar! Tentei mesmo lutar contra, até agora a pouco, enquanto andava de um lado pro outro pensando se entrava ou não.

_ Errado é negar um amor tão grande Luiza.

_ E você me ama? _ perguntou com um sorriso enquanto mordia o lábio inferior.

_ Amo sua pestinha _ ela riu pelo nariz, caramba eu to nas nuvens.

_ Também te amo seu merdinha.

_ Eu já sabia _ ela chutou minha canela _ ai! Peste!

_ Convencido demais. Mas, como vamos fazer pra gente se ver? Tipo, eu vou voltar pro Brasil e você mora lá na puta que pariu.

_ Madrid não é a puta que pariu, e esqueci de perguntar, mora comigo?

_ Ah vou pensar no seu caso, dezesseis anos de convivência não foi o bastante pra você?

_ Nunca vou ter o bastante de você, e você, já teve o bastante de mim? Já enjoou? É isso? Eu aceito, pode falar _ ela riu do meu drama e negou.

_ Por incrível que pareça, não enjoei de você, e sim, eu topo morar com você _ puxei ela pra mais um beijo.

Dá pra acreditar? Ela vai morar comigo, e eu vou ver essa mulher todo dia e poder beijar, abraçar e conversar todo dia também. Vai finalmente ser só minha. E eu dela.

 


Notas Finais


E então?? Espero que tenha ficado bom, fiz com muito amor <3
Não se esqueça de comentar, elogios críticas, o que você achou ok? Toda opinião é muito bem vinda.
Bem, então é só.
Beijos! <3


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