História My kitten - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Fluffy, Fluffy Taekook, Hybrid!au, Jungkook!top, Lemon, Taehyung!bottom, Taehyung!híbrido, Taekook, V!bottom, Vkook
Visualizações 76
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não sei o que colocar como capa nos capítulos então serão fotos aleatórias Taekook ou fanarts ♡ espero que gostem

Capítulo 2 - [♡] I'll help you


Fanfic / Fanfiction My kitten - Capítulo 2 - [♡] I'll help you





Já havia amanhecido, Taehyung se perguntava se deveria sair de seu quarto ou não. Sua vontade era permanecer ali para sempre, longe de sua mãe e de suas palavras que tanto lhe machucavam. Vocês devem estar pensando “essa mulher é tão má assim?”, pois acredite, na maioria das vezes sim. Normalmente surtava por uma coisa idiota e jogava toda a culpa em cima de seu filho, que na maioria das vezes nem sabia o que estava acontecendo.

Era sábado, ou seja, veria seu pai.

Apenas veria mesmo, pois conversar com ele passava longe.

Resolveu levantar de uma vez, indo até o banheiro fora de seu quarto escovando os dentes, logo descendo as escadas de sua casa pequena e humilde.

Encontrou sua mãe virada de frente para a pia da cozinha preparando alguma coisa, era raro quando fazia comida, apenas quando seu pai iria para casa. Porque ela fazia comida para ele? Porque se não fizesse, apanhava. Sim, apanhava muitas vezes até desmaiar. Taehyung sempre observava ou ouvia tudo de seu quarto enquanto chorava desesperadamente, não sabia o que fazer para ajudar sua mãe. Talvez seja de tanto apanhar que ela bate tanto em seu filho, talvez ela pensasse que fosse um... desconto? Por isso, quando seu pai ia pra casa, sua mãe fazia questão de agrada-lo ao máximo para não acabar com marcas roxas pelo corpo, bela rotina.

- B-bom dia, Omma – Mesmo sendo tratado como um lixo, Tae tinha um coração puro, talvez puro demais, e não conseguia sentir muita mágoa por tudo que sua mãe fazia consigo. Muita não quer dizer nenhuma.

- O que quer, Tae? – Pelo jeito não estava em seus melhores dias, na verdade, quando ela está? Seu timbre de voz arrepiou todos os pelos do gatinho.

- Tae quer leite Omma, tem? – Estava com fome.

- Não, você tomou o resto ontem – Disse ainda sem ter contato visual com o filho – E pare de falar na terceira pessoa, é irritante.

- O Tae não... eu não consigo – Se corrigiu, mesmo sem olhar para sua mãe a viu revirar os olhos – Omma, pode levar o Tae no parque que chegou na cidade ontem? – Pediu inocentemente, mesmo com 17 anos o espírito de 12 não saia de si, adorava parques de diversões e coisas do tipo.

- Isso é pra crianças, moleque! – Largou o que estava fazendo e o encarou, fria – Você já tem 17 anos na cara, nem era pra estar morando aqui ainda! – Seu olhar arrepiou Tae na hora, se surpreendia como sua mãe se irritava facilmente.

- Mas o Tae ainda é menor de idade – Fez bico.

- E daí? Na sua idade já tinha saído de casa faz tempo!

- Mas eu não! – Não sabe de onde tirou tanta coragem mas gritou, se arrependendo no mesmo instante.

- Vou te ensinar à nunca gritar comigo, moleque! – Pegou uma vara ao lado da bancada da cozinha vendo o filho arregalar os olhos, odiava apanhar com aquilo, deixava marcas em seu corpo por dias e era muito dolorido, sem contar que quase não conseguia caminhar.

- N-não omma, AH! – Gritou quando a vara foi estalada em suas costelas, logo se encolheu por reflexo e pela dor, aquilo ardia como o inferno.

Recebeu mais golpes com o objeto em várias partes do corpo, nas costas, braços, pernas, barriga e até no rosto. Estava dolorido, quase não sentia o próprio corpo de tanta dor. Gritava pedindo para parar e ela ignorava. Gritava por socorro e ninguém aparecia para ajudar.

Todas as partes do seu corpo latejavam assim que ela parou com a agressão, chorava e soluçava alto com tamanha dor que sentia e encolheu-se no chão por não conseguir manter-se em pé.

- Saia da minha casa! – Sua mãe gritou apontando para a porta. Tae pensava que ela não iria tão longe à ponto de expulsa-lo – Tae estava errado, sua mãe era capaz de tudo quando surtava.

- M-mas Omma eu.. – Soluçou quase não conseguindo falar por conta do choro.

- Saia da minha casa, gato nojento! – Repetiu ainda apontando para a porta da residência.

- Você é a pior mãe do mundo! Eu te odeio! – Após se levantar com dificuldade, gritou e saiu correndo pela porta.

Andou até o beco que estava na noite anterior e se encolheu no chão, não aguentava mais andar por causa da dor.

Chorava, chorava tanto que seus olhos ardiam. Estava abandonado, com fome, sem dinheiro e sem lugar pra morar.

Seu estômago fazia barulhos chatos pela fome, mas mal os sentia por conta da ardência no resto do corpo.

Ergueu-se um pouco para observar o estrago, algumas marcas em suas pernas e braços sangravam, outras estavam bem roxas e todas ardiam demais.

Se perguntava o porque daquilo, ele só queria ir ao parque, o que tinha demais nisso?

Abraçou suas pernas encolhendo-se novamente e continuou chorando.

Um tempo depois, não sabe certo quanto, escutou o som de um carro parando. Olhou rapidamente vendo que era o mesmo carro que tinha visto na noite anterior e na hora, sentiu medo.

Encolheu-se novamente fingindo não ter visto o carro, até sentir uma mão acariciar seus cabelos e ergueu a cabeça rapidamente pelo susto. O híbrido deu de cara com um homem vestido de terno e gravata com um sorriso de coelho extremamente fofo ao ponto de vista de Kim.

- Oi, está tudo bem? – O homem à sua frente pediu ainda com a mão em seu cabelo fazendo um breve carinho ali, lhe fazendo ronronar, Kim negou – Oh! O que são essas marcas? – Olhou para as pernas e braços do gato à sua frente assustado com a quantia de hematomas nos locais – Você apanhou? – Pediu aparentemente preocupado, Kim estranhou, nunca havia recebido tal preocupação. Assentiu respondendo à pergunta – Qual seu nome?

- K-Kim Taehyung – Disse ainda assustado, até porque, quem era essa pessoa? Porque estava preocupada consigo? – E o seu?

- Jeon Jungkook – Sorriu levemente – Então, Taehyung – Jeon suspirou – Ontem eu passei por essa rua e te vi andando aqui, sozinho, parecia perdido, você tem pra onde ir?

- M-minha Omma acabou de expulsar TaeTae de c-casa – Respondeu receoso. Jeongguk achou tão adorável o gatinho falar em terceira pessoa que teve vontade de apertar suas bochechas.

- Meu Deus! Sua mãe? – Pediu incrédulo – Porque ela fez isso?

- P-porque ela não gosta do Tae – Soluçou, ainda chorava.

- Foi ela quem te bateu também? – Kim assentiu – Posso te levar pra casa, quer dizer, se quiser, irei cuidar de seus machucados – Assentiu novamente – Consegue andar?

- N-não, dói muito – Suspirou. Jeon estendeu os braços para pegar Tae no colo e mesmo envergonhado o gatinho foi, logo sendo carregado para dentro do carro luxuoso.

Nunca tinha entrado num carro assim, até sentiu-se estranho quando o maior o colocou sentado no banco de trás. Logo se encolheu e observou o carro começar à se movimentar pela janela.










Notas Finais


Comentem ♡


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