História My Kitty - Alelps - Capítulo 2


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Felps, Matheus Neves, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Tags Alan X Felps, Alanzoka, Alelps, Calango, Cellke, Felps, Fetw, Fluffly, Híbrido, Pkalango, Pkregulargame, Slash, Yaoi, Youtubers
Visualizações 84
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura

Capítulo 2 - Home


Fanfic / Fanfiction My Kitty - Alelps - Capítulo 2 - Home

My Kitty

Capítulo 02:

Home

Autor Pov's On

 

Alan e Felipe chegaram rapidamente em casa. O caminho foi repleto de silêncio, nenhum dos dois tinha coragem de se falar. Um longo suspiro saiu dos lábios de Felipe, o moreno encarou sua porta, e entrou sendo acompanhado por um Alan corado. 

 

- Vem, vou te mostrar o teu quarto. – Chamou o mais velho.

 

O acastanhado ainda meio receoso foi atrás de Felipe, que o levou até um corredor que no final ao lado direito tinha uma porta. – Este é seu quarto. – Murmurou abrindo a porta, e dando passagem ao acastanhado.

 

- O-o-okay, obrigado, Felipe. – Agradeceu baixinho, sentindo suas bochechas ficarem mais vermelhas que o normal.

 

- De nada.

 

O moreno saiu andando deixando o menor arrumar suas coisas no quarto. Foi até seu quarto, e se jogou em sua cama, passando a mão por seus cabelos, respirava calmamente, enquanto observava o teto branco.

 

- Ele... É... Fofo – Murmurou a si mesmo.

 

Imagens do acastanhado corado vieram a sua mente, achou tão fofo, mas claro, nunca falaria isso em voz alta, afinal, seria muito vergonhoso. Seus pensamentos estavam imersos naquele ser fofinho e lindo. De certa forma era muito estranho ficar com uma pessoa na cabeça, após acabar de conhecê-la.

 

Suspirou derrotado, estava cansado, e claro a presença do menor bagunçou sua cabeça. Porque não sabe nada dele, a não ser seu nome, claro. Se levantou, e foi em direção ao banheiro, precisava de um banho, isto o acalmaria, e tiraria Alan da cabeça. Bom ele pensava que isso ia adiantar.

 

-*-

 

Alan arrumava suas coisas no armário, seriam três meses que ficaria com um estranho. Estava sendo complicado, não sabia nada dele, não sabia como poderia ser útil, e como não o irritar.

 

Alan é o tipo de pessoa quietinha, tímida e inocente. Que cora por quase tudo, por não ter muito contato com outras pessoas.

 

Suspirou terminando de dobrar a última peça de roupa de sua mala. Foi em direção ao banheiro, e começou a se encarar no espelho, passou a mão pela bochecha sentindo a arder um pouquinho. Rapidamente se lembrava do tapa que levou daquela mulher malvada.

 

Ao pressionar o local sentiu algo liquido ir em sua mão. Abriu a torneira e começou a lavar sua mão e seu rosto, mas não adiantou muito. Ela tinha lhe batido com um anel nas mãos, por isso a pequena pedra cortou seu rosto.

 

- D-droga! – Xingou baixinho enquanto procurava algo que pudesse colocar ali para parar aquele sangramento chato.

 

Saiu do banheiro, e foi em direção à primeira porta que viu no corredor, assim que abriu tomou um susto. Seu rosto ficou vermelho, um vermelho sangue, semelhante ao escarlate.

 

Por que ficou com o rosto assim? Oras, tinha visto Felipe apenas de toalha, com a parte de cima totalmente molhada. Se repreendeu mentalmente por estar prestando tanta atenção no corpo do moreno a sua frente.

 

- A-a-aish, d-desculpe, d-d-desculpe! – Pediu enquanto tampava os olhos. Nesse momento tinha esquecido do corte.

 

- Ah, tudo bem. – Felipe murmurou simples, segurando o riso.

 

- E-eu vou sair. – Murmurou saindo do quarto.

 

- Espera, o que veio fazer aqui? – O moreno perguntou, fazendo Alan lembrar do corte na bochecha.

 

- A-a-ah, eu ia perguntar se v-v-você tem algum remédio p-p-para corte, ou algum band-aid. – Respondeu de cabeça baixa, evitando o olhar do maior.

 

- Eu devo ter, mas você espera eu colocar uma roupa? Sabe, é meio complicado fazer as coisas apenas de toalha. – Respondeu coçando a cabeça de forma envergonhada.

 

- C-c-claro... e-e-eu vou estar n-n-na sala. – Balbuciou saindo do quarto e indo até a sala.

 

Se sentou no sofá. Seu rosto ficara mais vermelho ainda por lembrar da visão do maior apenas de toalha.

 

Meu Deus, não é hora para isso, Alan! Se reprendeu mentalmente. Mas que era tentador, era. Totalmente mergulhado em pensamentos, não percebeu a chegada do moreno a sala.

 

- Alan? – Chamou baixinho, ganhando atenção do menor.

 

- A-ahn, s-sim? – Perguntou o encarando.

 

Sem demorar muito, Felipe se sentou ao lado do acastanhado, e abriu a pequena pomada. Olhou o acastanhado, e sorriu amigável, e segurou o rosto delicadamente, enquanto passava a pomada no rosto de Alan, que esta altura já teria passado de vermelho ao roxo.

 

- Como fez esse corte? – Perguntou terminando de passar a pomada e colocando o band-aid.

 

- . . . – O acastanhado não conseguiu responder, apenas abaixou a cabeça.

 

- Alan, você pode me responder? – Insistiu vendo o acastanhado suspirar e assentir.

 

- A dona, mulher do pai do Mike, eu acho. – Explicou meio perdido nas falas. – Ela me bateu. – Murmurou baixinho, mas Felipe conseguiu ouvir.

 

- Por que ela fez isso? – Questionou observando Alan olhar para o nada.

 

- Nem eu mesmo sei, s-só que ela me bateu. – Murmurou finalmente olhando o moreno.

 

- Ah, é confuso. Mas tudo bem. Quer comer alguma coisa? – Perguntou encarando o acastanhado que deu de ombros.

 

- Pra mim tanto faz, se você quiser que eu coma, eu como - respondeu baixinho, saindo da sala e indo ao quarto, deixando Felipe confuso.

 

O acastanhado se sentou na cama, e pegou a mochila, tirando dela uma pequena bolinha de lã, aquilo era tão interessante, e legal! Jogou o no chão, e começou a brincar com aquilo. Deixava ele calmo, e era bom para se distrair das coisas.

 

A bolinha azul saiu rolando até o batente da porta, onde Felipe estava encostado o observando. Alan corou novamente, pegando a pequena bolinha de lã e olhando o maior, que tinha um sorriso ladino no rosto.

 

- O-o-o que foi? – Perguntou corado vendo o mais velho negar.

 

- Nada, apenas te achei fofo brincando com essa bolinha de lã. – Riu vendo ele abaixar a cabeça.

 

- A-ah.

 

- Vem, vamos comer. – Chamou saindo dali, sendo seguido pelo acastanhado.

 

Ambos estavam na cozinha, Alan estava sentado observando Felipe terminar de colocar os pratos, para os dois.

 

- O que foi? Quer uma foto, ou me acha bonito? – Perguntou vendo o acastanhado corar e negar.

 

- N-n-não é n-nada disso, e-e-eu só . . . S-s-sei lá. – Murmurou abaixando a cabeça totalmente corado e constrangido.

 

- Estou brincado. – Felipe riu sentando ao lado do acastanhado, que sorriu.

 

Ambos comeram quietos, o silêncio predominava totalmente o local. Alan de vez em quando olhava Felipe, mas logo corava quando o mesmo percebia que ele fazia isso.

 

O acastanhado levantou a cabeça, tinha acabado de comer, quando olhou Felipe, este olhava atentamente ele, como se quisesse descobrir todos os seus segredos. Antes que Alan pudesse dizer algo a respeito, o moreno passou a mão ao lado de sua boca, e levou a boca. Pode se dizer que Alan Ferreira, tinha ultrapassado o nível da vergonha, chegando ao nível extra hard. 

 

Felipe riu e se levantou, pegou os pratos e levou a pia. Alan ainda estava digerindo o que acabou de acontecer.

 

- Você está bem? – Felipe perguntou olhando Alan que assentiu e sorriu pequeno.

 

- E-está sim. – Respondeu se levantando, Felipe estava de pé e de braços cruzados e o encarando. - O-o-o que foi? – Perguntou olhando o outro que negou.

 

- Nada.

 

Alan não disse nada, foi andando devagar para sair do local, mas tropeçou em algo, e foi para cima de Felipe. E ainda por cima, tinha grudado seus lábios nos dele. Não fez nada, absolutamente nada.

 

Estava em estado de choque para fazer ou falar alguma coisa. Felipe sem pensar direito, pediu passagem com a língua, e facilmente Alan deu passagem a ele.

 

Ali, parados no meio da sala, começaram um beijo calmo e bom. Com toques lentos, mas aproveitadores. Felipe colocou uma mão sobre a cintura de Alan, o puxando para si, e este colocou as mãos na nuca do mais velho. 

 

Com a outra mão Felipe acariciou a orelha de Alan, que riu entre o beijo. Logo o ar se fez necessário, fazendo ambos se separarem e se encararem.

 

Felipe que dificilmente corava, estava com as bochechas totalmente coradas, Alan não estava diferente. Sem dizer nenhuma palavra foram para seus quartos.

 

Felipe se jogou na cama, passando a mão por seus cabelos. Como aquilo aconteceu? Não era para ter acontecido. Apesar que ele gostou, sim, ele gostou, e se pudesse faria novamente.

 

Isso é errado, muito errado. Pensou consigo mesmo abraçando seu travesseiro. Quem sabe uma boa noite de sono não tire isso de sua cabeça.

 

Alan estava jogado na cama, tocou os lábios vagarosamente, ainda sentindo o contato dos lábios do moreno contra o seus. Sorriu involuntariamente. Aquilo foi tão bom, queria fazer novamente.

 

Talvez, realmente aconteça novamente, tem muito tempo para acontecer isso, e algo mais . . .

 


Notas Finais


obrigado por ler.


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