História My Lady - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Ladrien, Ladynoir, Marichat, Miraculous Ladybug, Romance
Visualizações 1.850
Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ANNYEONG NOIRS ❣

Espero que gostem da minha primeira fanfic.

• 1: Ela tem foco em Adrinette.
• 2: Poucas vezes ocorrerão batalhas de akumas.
• 3: Sua opinião vale muito, sempre comente para saber se estão gostando!
• 4: Boa leitura babes 🌸

Capítulo 1 - I need her


 Adrien's POV.
(Mino — Body ♪)

Eu olhava fixamente para o espelho, que refletia a minha imagem. Mas era uma imagem vazia de mim. Eu não tinha mais aquele olhar brilhante, esperançoso. Era só eu, refletido no espelho. Meus problemas começaram a se alastrar essa semana: pistas de que minha mãe possa estar perto, minha saída do clube de chinês, meu pai pegando no meu pé e pior, LadyBug estava mexendo comigo, com os meus sentimentos. Tudo nela me deixava maluco. Seu sorriso, seu perfume e seu cabelo. Seus lábios – como queria beijá-los – e sua maneira de ser. Ela é incrível.

Eu havia acabado de sair do banho. Estava calor, então coloquei uma bermuda e uma camiseta regata branca. Plagg estava dormindo. Meus cabelos loiros estavam ainda bagunçados por causa dos movimentos que eu fiz com a toalha para secá-lo. Me joguei na cama e desbloqueei o celular, correndo os olhos pelo visor. Eu realmente estava cansado. Ouvi batidas na porta.

Oh não, o trabalho.

— Entre. — Eu disse com uma voz firme, porém, baixa. 

Nathalie entrou no quarto, com Marinette ao seu lado. Endireitei o corpo, a fim de observar a garota.

  — Adrien, a Marinette veio fazer um trabalho de escola. — Dei uma olhadinha para a azulada. Seus cabelos – agora cumpridos e ondulados nas pontas –  estavam soltos. Ela usava um cropped preto de mangas que marcava um pouco seu busto e um short jeans branco meio rasgado. Para ser sincero, me perdi um pouco nas curvas da azulada.

— Eu me esqueci completamente do trabalho de conclusão do ano. Pode deixá-la entrar, Nathalie. — Eu disse, sorrindo para a Marinette, que se aproximou da porta. Ela me olhava meio tímida. 

 — O senhor que manda, sr. Adrien. — Ela sorriu, e fechou a porta. 

Marinette corou uns segundos e deu um sorriso. E, que sorriso. Eu nunca conversei diretamente com ela. Só quando emprestei meu guarda chuva para ela. Desde então, ela anda meio estranha: gagueja quando fala comigo, e sempre finge que não me viu.

— Então... Marinette, sente-se. — Eu sorri meio torto e ela mordeu o lábio inferior, meio receosa. No final, se sentou ao meu lado.

— Bem, obrigada Adrien. E-eu fiz a capa, se não se importa. — Fiz que não com a cabeça e minutos de silêncio e trocas de olhares começaram. 

Observei os movimentos que a garota fazia para pegar os itens do trabalho. Ela era delicada, mas ao mesmo tempo tem um mistério. Algo que a faz poderosa com apenas um olhar. E, era dona de um corpo belíssimo. Olhos azuis, pele clara, sardas na região do nariz, que é bem arrebitadinho e sua boca é carnuda, vermelha e o sorriso inagualavél. Seu busto era médio, a cintura fina e definida e suas pernas belíssimas, além do seu bumbum – desculpe por falar – grande e empinado.

Podem me considerar safado por olhar essas coisas, mas com uma garota dessas, é impossível não olhar.

Queria testá-la, saber se ela achava o mesmo. Pensei rapidamente em algo para fazer, quando uma ideia me veio em mente.

— Marinette, se importa se eu tirar minha camiseta? 'Tá calor. — Ela fez que não com a cabeça e mordeu seus lábios enquanto eu tirava a regata branca. Não deixei de fazer contato visual. A azulada soltou um suspiro longo.

— Marinette? Você 'tá bem?

Marinette's POV.

E lá estava eu, na casa de Adrien, para fazer o trabalho de conclusão de ano. Não era mais novidade que eu gostava dele, afinal, se passaram um ano. Nunca dirigi uma palavra a ele, porém fiz bem ao escolher meu grupo para o trabalho. Quando a professora sugeriu, levantei a mão correndo: escolhi meu grupo com Alya, Nino e Adrien. Eu não podia deixar de lado essa oportunidade de finalmente conversar direito com Adrien. O nosso trabalho consistia em escrever uma música para apresentar na formatura e também fazer uma redação de como  a conseguir inspiração para a música.

Num rádiozinho tocava Body do Mino, um rapper de k-pop. Essa música era quente e envolvente e observar um Adrien com seus cabelos bagunçados e com sua boca entreaberta não ajudava muito, então comecei a retirar os materiais para nosso cartaz que iria ser pendurado no palco.

— Marinette, se importa se eu tirar minha camiseta? 'Tá calor. — Fiz que não com a cabeça, porém mordi meus lábios com pensamentos impróprios enquanto ele tirava a regata branca. Não consegui para de olhar a cena. Seu abdômen definido e uma tatuagem pequena de um gato negro foram revelado. Que caralhos de corpo ele tem. Sem querer, soltei um suspiro longo.

    — Marinette? Você 'tá bem? — Ele disso, soltando um riso nasalar e eu acenei com a cabeça. — Bem, vejo que gostou da minha tatuagem.

— É... B-bem bonita. Seu pai não te xingou?

— Ele nem sabe. — Ele deu uma piscadela e eu ri.

— Adrien, eu preciso te contar uma coisa... — Disse, olhando no fundo de seus olhos verdes. Respirei fundo. — É que... Eu... Eu... 

— Diga, babe.

Ele se aproximou, meu coração bateu mais rápido. Fitei seus belos lábios. Nele havia um sorriso de lado.

— Deixa quieto. Eu acho que devemos fazer o trabalho.  

Ele apenas acenou com a cabeça e sorriu, ainda um pouco confuso.                    

Ficamos alguns minutos sem falar nada. Mordi os lábios. Eu tinha que ser forte, e eu estava cansada de ser uma sombra. Levantei a cabeça e encarei o loiro.

— Adrien? 

O chamei com a voz mais firme que eu consegui. Ele levantou a cabeça, e juro, seus olhos brilharam.

— Bem, sabe a sua camiseta que você sempre vai à escola com ela... Foi seu pai que fez? Nunca vi uma igual.

— Sim, foi! Espera, vou pegar uma para você ver. — O loiro se levantou e foi até seu closet. — Eu tenho mais duas dessas. São as que meu pai fez exclusivamente para mim. Eu pedi mais duas para mostrar ao mundo o orgulho que eu tenho dele. Então, ele me deu. 

— Ela é linda. — Peguei a camiseta e guardei na minha mochila rosa-pastel. — Vou tirar as medidas e fazer um presente para você.

— Bem, obrigada, Blue Girl.

— Blue Girl?

— Seus cabelos são pintados de azul ou é de nascença?

— É de nascença. Só não me pergunte como ficou desta cor.

O loiro sorriu.

O resto da noite foi agradável. Fora o constrangimento no quarto do Adrien, tudo correu bem. Agora estávamos na sacada de seu quarto. A lua cheia iluminação muito bem o local. Mordi os lábios. 

Peguei o celular em meu bolso e verifiquei as horas.

 — Já são nove e trinta e quatro. Adrien, preciso ir. Bem, até amanhã. Prometo que devolvo sua camiseta. — Sorri de canto de lábios. Ele riu baixinho com a cabeça baixa.

— Não precisa, Mari. Eu vou te dar como lembrança e eu te levo em casa. — O loiro disse, levantando sua cabeça e fazendo seu belo seu belo rosto ser iluminado pela luz da lua.

— Eu vou sozinha Adrien, não se preocupe. — Disse, sendo sincera, mas não adiantou. 

Descemos até a garagem e eu entrei em seu luxuoso carro. Ele deu partida no seu carro. O silêncio se espalhou e a rua estava silenciosa. Era primavera e haviam várias flores caídas no chão.

— Então... — Ele tentou puxar papo. — Você gosta da LadyBug? 

 — Sim. Eu a admiro pela sua coragem, coisa que eu não tenho. — Disse, sincera. 

— E o Cat Noir?

— Nem sei o que dizer. Mas aquelas piadinhas de gato que ele faz me deixa nos nervos.

— Como você sabe que ele faz piadinhas de gato?

— Er... A Alya, minha amiga, sempre escutou o Cat Noir cantar a Ladybug. E eu confesso que é engraçado, e os dois funcionam direitinho. Queria que alguém me completasse assim.

— As coisas nem são como você pensa. — Ele disse, me fazendo pensar. — Chegamos.

— Tchau, Adrien. — Tomei coragem e beijei a sua bochecha. Ele, instantaneamente corou, fazendo que eu desse uma gargalhada. — Espera. Por que o Gorila te deixou sair?

— Ele está dormindo uma hora dessas, e eu aprendi a dirigir recentemente. Se eu me comportar bem, meu pai deixará que eu dirija sozinho. — O garoto disse. — Tchau, Mari.

— Tchau de novo, Agreste.

 Adrien's POV.

Observei Marinette sair do carro. Ela é tão maravilhosa, divertida e um tanto... Gostosa? 

Novamente me peguei olhando para seu corpo. Mordi os lábios e finalmente, acho que estava sentindo algo por uma garota. Mas não era amor, como pela LadyBug. Mas sim uma atração. 

 Suspirei. Tive uma ideia. Eu ainda precisava vê-la.

O caminho estava silencioso. Parei o carro numa esquina e me transformei, indo até a casa de uma azulada de olhos azuis.

Precisava ver novamente ela mordendo seus lábios carnudos, ou ouvir sua risada, ou sentir o seu perfume delicioso.

Eu não preciso. Eu quero.


Notas Finais


Adrien safadhenho
Sjdjjfjfjdn


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