História My Lady - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette, Ladrien, Ladynoir, Marichat, Miraculous Ladybug, Romance
Visualizações 1.619
Palavras 2.786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Fantasia, FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse capítulo foi feito e refeito umas 100 vezes, aproveitem 💜

Capítulo 2 - Lila is back, bitches


 ( Bite — Troye Sivan ♪)
Marinette's POV.

Eu olhava fixamente para a Lua, recapitulando o que havia acontecido hoje. Eu estava pensando em Adrien. Aqueles pensamentos me deixava à flor da pele. Ele parecia tão... Tão... Mais diferente. Coisas que nunca surgiram em mim começaram a brotar. Era estranho, porém diferente.

Não sei onde estava com a cabeça pra não me declarar pra ele. Talvez, eu deveria deixar de gostar dele. Por mais que eu tente, já se passaram aproximadamente um ano e eu ainda não confessei para Adrien que eu o amava. Na verdade, eu não sabia se era amor mesmo. Nós nunca conversamos direito ou algo do tipo. Mas ele não sai da minha cabeça...

— Marinette? — Perguntou Tikki, me chamando de volta para a terra. — Poderia me dar mais um biscoito? Depois eu irei dormir. Você deveria fazer o mesmo!

— Eu já vou...

— Hey... Hum, Marinette?

— C-cat Noir?! — Ele veio andando até mim. Me arrepiei toda. De seus lábios brotaram um sorriso torto. Se sentou ao meu lado. — O que faz aqui?

— E-eu viu ver se você estava bem. — Ele se corou por alguns instantes. — É que... Eu sempre salvei você. Quero ver como está.

O loiro deitou sua cabeça em meu colo, olhando no fundo dos meus olhos. Ele suspirou alto.

— Bem, eu acho.

Peguei um biscoito disfarçadamente e dei-o para Tikki, que saiu voando para casa.

— Mari, eu estou aqui é porque... Você... Me lembra uma pessoa. E você pode me reconfortar, porque... Você me lembra essa pessoa.

— LadyBug? — Perguntei, sabendo que a resposta era óbvia.

— Sim... É que... Ela não me deixa provar o quanto eu posso amá-la. Que eu não sou apenas um menino. Os meus sentimentos sempre foram sinceros. Ela... É incrível. O sorriso, sua inteligência... Eu queria saber o que ela acha de mim. 

Aquilo me despedaçou. Eu deveria dar uma chance para ele e desistir de Adrien? 

Suspirei alto e mordi meus lábios – sim, eu tenho essa mania – continuei a olhar seus olhos verdes flamejantes.

— Tenho um caso parecido. Adrien Agreste. Conhece? — Ele fez um sim meio distante. — Bem... Eu... Gosto dele. Ele é diferente. Gosto dele desde quando me emprestou um guarda-chuva. Sei que esse gesto é bobo, mas... Ele foi incrívelmente gentil. — Os olhos do loiro brilharam. Um sorriso brotou em sua boca. Pela primeira vez, eu desconfiei que Adrien fosse talvez o Cat Noir. Os olhos deles são idênticos – a única diferença é a íris de gato –, mas as personalidades são diferentes. — Queria saber o porquê ele andou se afastando da turma. Talvez, eu deveria esquecê-lo. Sabe... Eu... Não consigo. Eu gosto de verdade dele. Ele é gentil, educado e romântico. Queria cuidar dele. Mas, ele gosta de Chloe, a filha do prefeito.

Ele gargalhou. E muito. Fiquei imaginando porque daquilo.

— Nunca que o Adrien seria louco de gostar da Chloé... Ela é ridícula! 

Nós caímos na gargalhada e, quando acabou, um silêncio total reinou.

— Mari... Eu... Obrigada. Eu estava passando por momentos difíceis em minha casa, principalmente com meu pai. Sabe, obrigada mesmo.

— De nad... — Ele me interrompeu e me puxou para um beijo. Era um beijo intenso, diferente. Eu estava apaixonada pelo Cat Noir. E Adrien? E o que eu sentia por ele? 

— Eu preciso ir Mari. Você deveria ir dormir também. — Seu sorriso desapareceu na noite e só consegui pensar no seu sorriso maravilhoso.

April, 23th, Paris

Eu e Alya estávamos sentadas, ouvindo a explicação de uma aula terrível de ciências. O que eu mais achei estranho foi o Adrien me olhando a aula toda. Era estranho. Será que o Cat Noir fez o favor de falar para o Adrien? Eu estava aflita.

— Alunos, vocês têm uma colega praticamente nova. Lila, pode entrar. Sente-se com o Adrien.

A garota entrou na sala com todos olhando-a de cima abaixo. Ela usava um cropped preto e uma saia rosa rodada com um tênis branco da Adidas. Seus cabelos estavam arrumados numa trança gladiadora. Ela estava perfeita.

Sentou se ao lado de Adrien, cruzando as pernas.

— Oi, Adrien. — A morena piscou para o loiro que mordeu os lábios. 

— An... Olá. — Ele sorriu levemente. — Você mudou...

— Pra melhor ou pior? — Ela perguntou levantando um pouco a saia discretamente, fazendo os olhos de Adrien pairar sobre suas coxas.

— Claro que p-para a melhor... — Ele corou e eu revirei os olhos. Merda.

"Alunos se dirijam ao auditório." Era o diretor, dizendo para nós no auto-falante que ficava no canto da sala. 

— Tchau Adrien. Já tem meu número. Pode me ligar bae. — Lila piscou para Adrien, saindo logo em seguida.

 Mari? Preciso falar com você. - Seus olhos verdes escondiam algo. — É que... Eu...

Ele fechou os olhos, pensando no que dizer.

— Pode dizer. — Eu disse, séria.

— E-eu...

 

Adrien's POV.

 

Eu pensei em ontem. Quando me transformei só pra ver ela... Eu queria descobrir o que sinto por ela. Não que eu estou usando-a, mas eu simplesmente não sei o que estou sentindo por ela.

Quando ela sorri me dá vontade de sorrir, quando ela morde seus lábios, a sua risada, seus olhos, tudo nela é fascinante.

Ela disse tantas verdades ontem à noite. Ela é tão verdadeira, real. Então iria dizer logo.

Puxei-a para perto de mim. Eu precisava daquele beijo. Aquele jeito meigo dela dizer que me amava. Que se foda a LadyBug neste momento. Esse desejo incontrolável de te-la foi domado pelo beijo.

Suave e doce, como o de ontem. 

Nossos olhos encontraram. Eu tentava procurar no seu olhar o que me atraía à ela. Foi aí que eu percebi.

O olhar dela é como o de LadyBug. Seu sorriso é idêntico. Só muda sua personalidade, pois Marinette tem uma personalidade forte e LadyBug é mais tímida.

— Adrien... Por que fez isso? — Ela disse, meio sensibilizada.

— Eu não sei. Eu também juro que não sei. É que esse meu desejo louco por você só vai aumentando. — Coloquei a mão no coração para enfatizar aquilo. 

Era a verdade. O que eu tinha era desejo.

— A-Adrien, vamos para o auditório.

— Mas não se esqueça do que eu te disse, Mari. — Sussurrei em seu ouvido e a vi arrepiar.

Lila's POV.

Adrien e Marinette estavam sozinhos. Me inclinei na porta, tentando ver ou escutar. Vi uma cena que eu nunca quis ver: Marinette e Adrien se beijavam lentamente, apaixonadamente. 

Sai dali chorando, correndo para o banheiro. Até a sonsa da Marinette? Eu não aguento mais! 

Neste momento eu me olhava para o espelho. Eu tentei passar a imagem de confiante para ele, eu preciso inventar algumas coisas. 

— Eu preciso de você...

Mas antes que sobrasse qualquer resquício de lucidez, meu subconsciente foi tomado por uma voz que eu já conhecia:

"Olá Volpina, se lembra de mim? Eu irei fazer o Adrien gostar de você e se vingar da Marinette. Você aceita? Mas sabe o preço para usar os poderes."

"Sim, Hawk Moth!"

Lila's Volpine version

Eu estava observando Marinette e ela está a caminho do banheiro. Momento perfeito para atacar. 

Ouvi vozes. Me escondi na última cabine do banheiro e sorri, a espera da minha "presa". 

— Mas Marinette, se ele te beijou é por que gosta de você! — Quando subi na privada para ver quem era, eu vi uma kwami, e que eu me lembro, era da LadyBug. Gargalhei, e pude ver Marinette se arrepiar.

— Q-quem 'tá aí? — Perguntou, eufórica.

Marinette's POV.

Eu vi uma nébula, e surgiu dela Volpina.

— Oh, Marinette. Já sei o seu segredo. — Ela sorriu psicopata. —  Além do Cat Noir, você quer o Adrien também? Que feio...

— Cala a boca. Eu não devo nada a você. Tikki, me transforme.

Marinette's LadyBug version

Sorri sínica e voei para cima dela. Acertei-a com um tapa no rosto e um soco, fazendo ela recuar um pouco.

— VADIA! — Ela gritou. E fez uma gaiola. Percebi que era para mim.

— Vadia é você, sua megera. Tenho dó de você, por que, olha pra você. — Lancei um olhar de nojo, e superior. — Eu te bati, mas se eu fosse só a Marinette e você a Lila, não teria coragem para descontar, não é, querida? Ficou com raivinha por eu ter pegado o Agreste?  

Lágrimas caiam de seus olhos. Eu não havia exagerado, só falei a pura verdade.

— Oh bae, tenho muita dó de voc...

— CALA A BOCA! — Ela pulou para cima de mim, porém eu desviei e corri para fora do banheiro. Ela correu junto comigo e agora estávamos no corredor. 

Pegou sua flauta e tocou uma melodia, fazendo surgir algumas bolas de fogo. Desviei todas elas, mas ela me deu uma rasteira me fazendo cortar meus lábios.

— Só isso que você sabe fazer? Vamos, Lila, você não tinha ficado um ano aprendendo karatê no Japão?

— LADYBUG, EU VOU ACABAR COM A SUA RAÇA! — Eu estava caída e ela subiu em cima de mim. Eu puxei seu cabelo, mas ela me acertou no rosto e, bem, aquilo doeu.

Mas não doeu quanto meu coração se despedaçou quando ela roubou um beijo de Adrien na biblioteca um ano atrás. Eu não ia deixar barato, mas já era tarde de mais. Tudo estava ficando escuro. Não vi mais nada.

Adrien's POV.

O aviso do diretor era sobre coisas da escola, mas não era nisso que eu estava prestando atenção. Eu estava procurando a Marinette pela plateia.

— Procurando o Nino? — Eu me assustei. Era Alya.

— S-sim... Você o viu? — Perguntei para despistar, mas ela não acreditou. Ela arqueou a sobrancelha definida e sorriu debochada.

— Adrien. O Nino 'tá do teu lado. — Ele acenou e eu pulei de susto novamente. — Por acaso é aquela Lila? Eu sei que você não estava preparado, mas a Marinette gosta de você, seu bobão.

Parei. Meu rosto esquentou, meu coração pulava para fora da boca. Eu já sabia disso, mas eu precisava de uma confirmação. Uma concretização.  Por isso. Ano passado, no primeiro ano, ela vivia gaguejando perto de mim, sempre. Sorri ao lembrar daqueles olhos azuis me fitando.

— POR ESSE SORRISO EU NÃO ESPERAVA, AGRESTE! — Nino gritou de empolgação. Cocei a cabeça, e dei um sorriso sincero.

— É que... Acho que... — Eu queria uma resposta sincera. Eu estava esperando eu confessar tudo, mas... Não estava preparado. Mas tinha que dizer. Aqueles dois iriam me ajudar.  — Eu tenho uma caidinha por ela também. 

— AAAAAAH NÃO CREIO! A MARINETTE VAI ADORAR SABER DISSO, MY GOD! VAI ATRÁS DELA, CONVERSA COM ELA! FALA JE T'AIME! — Alya pulou toda eufórica.

— Calma, é muito cedo para falar je t'aime para ela, não sei nem o que eu sinto. Mas tem razão, vou atrás dela. — Levantei-me, com o diretor ainda falando algo ds que não me interessava.

Saí do auditório rumo ao corredor principalmente principal. Nenhum sinal dela.

— Acho melhor você se transformar. — Disse Plagg.

— Então, lá vamos nós. Plagg, mostrar as garras.

Adrien's Chat Noir version 

Procurei-a em todos os cantos, mas não achei. Até lembrar do sótão do colégio. Subi as escadas do almoxarifado e me deparei com o sótão cheios de "guardas" e uma jaula de vidro onde havia Marinette desmaiada. Em cima de uma mesa havia os Miraculous da LadyBug. 

Tudo faz sentido. Por isso ela é tão parecida com My Lady. Eu, obviamente me assustei. Não imaginava que as nossas identidades iriam ser reveladas assim. Marinette era frágil, imagino como ela deve estar conturbada. Mordi os lábios.

Aquilo​ era uma armadilha. Volpina tinha o poder das ilusões, então eu não acreditei nos guardas. Eles desapareceram como fumaça, trazendo a atenção de Volpina.

— Ora, ora, ora... Quem a curiosidade trouxe aqui? O gatinho? — Volpina sorriu maquiavélica, com alguns cortes e sangue, mas bonita, confesso. Ela tinha curvas acentuadas, um rosto bonito. — Curiosidade matou o gato.

— Cadê a LadyBug? — Perguntei, mas já sabia onde ela está. Seu sorriso largueou, e eu fiquei mais confuso. — Por que está sorrindo?

— É que... — Ela se aproximou, passando as mãos pelas minhas costas e sussurrou em meu ouvido. — Você é tão bonito...

Senti meu rosto queimar. Queria resistir, mas eu mesmo me entreguei. Ela continuou:

— Eu sempre te observo. Ela não te merece. Junte se a mim, só precisa me dar os seus Miraculous e eu transformo você em meu aliado em alguns segundos. — Ela ainda sussurrava. Virou se para mim de me deu um beijo intenso e profundo com gosto de sangue, porém não o correspondi. Até escutei um grito de dor da Marinette, enquanto chorava enfurecida, caindo ajoelhada na jaula. Corri até ela. 

— Você tá bem? — Disse, enquanto ela, ajoelhada no chão da jaula, chorava se levantou olhando com ódio, e depois, olhou o brinco. 

— O amor é tão imprestável! Você poderia ter todo o poder Cat. 

— NÃO! Você tá bem Mari?

Ela estava chorando por causa de seu Miraculous, e também, apresentava sangramento. Queria pegá-los, mas ela não pareceu contente.

— Não pegue eles, Cat Noir. — As lágrimas corriam em seu rosto.

Ela pareceu não se importar pelo fato de sua identidade revelada. Peguei o brinco e revelou o que havia acontecido. Uma bomba me levou para longe, e um gás tóxico foi liberado. 

— Me dê seu Miraculous, ou ela morre. — Ela sorriu, enquanto assistia Marinette desmaiar. 

— Seu poder é a ilusão. Eu sei que o gás não é verdadeiro. — Corri até a jaula de vidro, sendo impedido por causa das bolas de fogo que saiam de sua flauta. Desviei, mas não adiantou muito. Marinette, ainda acordada, bateu na jaula de vidro mostrando que ela era real. 

— Cat, use o Cataclysm!

— Cataclysm!

Encostei na jaula e peguei Marinette e a deitei num sofá. 

— ME DEVOLVE O MIRACULOUS DELA! — Gritei, enquanto corri para pegar. Ela tentou correr, mas segurei-a pelo pulso. Eu ia pegar o amuleto para quebrá-lo, mas ela acabou fugindo.

Fiquei confuso. Logo iria me destransformar, então, me sentei ao seu lado, colocando a cabeça de Marinette em meu colo.

Marinette's POV.

Acordei deitada no colo de Cat Noir. Eu lembro de tudo. Dela, dos tapas, e... Do beijo. Levantei correndo, não queria criar esperanças.

— Você já sabe, não é? Vai espalhar pro mundo? — Comecei a me desesperar. 

— Calma. Eu sei sim, mas eu estou prestes a me destransformar... Então... Quer me ver? Aposto que te surpreendendo. 

— Haha, depois daquele beijão que você deu nela, eu não me impressionaria.

— BUGBOO, TÁ COM CIÚMES DE MIM? — Ele sorriu de lado, e mordeu o lábio. 

— Ciúmes? Vou te mostrar o que é ciúmes. — Em um movimento rápido, o joguei no sofá. Ele sorriu maliciosamente e disse:

— Não esperava isso de você, Bugboo. 

— Você não viu o começo.

O beijei com intensidade, um desejo desesperado estava crescendo em mim. Nunca me senti tão ansiosa quando seu anel apitou, avisando que iria virar alguém. Me surpreendi quando vi o rosto de Adrien sorrindo. Foi aí que o beijei ainda mais. Senti ele passando suas mãos pela minha cintura, até que ele disse:

— Melhor pararmos. Temos que achá-la. Aposto que ela está no auditório. — Ele piscou.

— Mais tarde terminaremos nossa conversa.

(***)
9hrs, Colégio Françoise Dupont

Adrien e eu corremos para o auditório, em busca da megera, quando a vimos no teto, nos esperando. Nós já estávamos transformados.

— O que vamos fazer, My Lady? — Ele perguntou.

— Bem... Lembra que o Akuma está localizado  no amuleto? 

— É verdade!

— Você vai ver. — Assobiei e as atenções foram para mim e o Cat Noir. Foi aí que ela desceu do teto. 

— Olha, o casalsinho do ano... — De longe vi Alya me lançando um olhar desconfiado.

— Onde está Adrien e Marinette? — Alya perguntou a nós.

— Oh, Alya, você não sabe o segredo da sua amiguinha LadyBug, ou quero dizer, Ma... — Dei um pontapé nela, fazendo a cair.

— ISSO É POR TER BEIJADO CAT NOIR. — Dei um soco. Peguei rapidamente seu amuleto e o quebrei. — Chega de maldade, puta. Digo, akuma. — Capturei o Akuma rapidamente e dele brotou uma borboletinha branca. — Lucky Charm!

Tudo voltou ao normal. Até o rosto dela. Lila saiu correndo, ainda meio sensibilizada. A diretoria liberou a mesma mais cedo.

— Te vejo hoje à noite, Blue Girl.


Notas Finais




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