História "My life as I always dreamed.." - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kpop, Rap Monster, Suga, Taehyung
Exibições 64
Palavras 3.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOM DIAAAAA (Boa tarde ou Boa noite!)

Bem, como prometido, vim com mais um capítulo fresquinho para vocês. Lembrando que hoje é..
É...
É...
É sabadoooooo!!!!!!

('-' que bosta eu tenho na cabeça por favor? Sério... Estou com medo de mim própria.'-')

Olha, vou falar alguns mínimos detalhes sobre o capítulo de hoje. Se vocês repararam, no início, sempre vem com um pedacinho do capítulo anterior. Mas hoje não vai ter! (- Ah! Porque não vai ter? Poxa cara! Sofro de amnésia!)
Sinto te dizer mas, terá que ler o capítulo anterior, pra saber do que ele se trata. Pra quem leu, uma perguntinha rápida, gostaram? Se gostaram, eu poderia estar trazendo mais vezes esse tipo de capítulo? Respondem aí... prosseguindo o discurso... Hoje não terá o "capítulo anterior" porque, pra quem leu, o último capítulo era uma lembrança dela. Um momento do passado. Ela não fez nada, não teve nenhuma ação, ou seja, não sei porque diabos estou explicando isso... '-'

Ah! E a foto do capítulo de hoje, é um pedacinho da música do Bangtan. (- Mas que música que é?) É..
É...
É...


'-' não sei '-'

Sério, me deu um branco aqui. E, vou num especialista me cuidar porque não estou bem hoje '-' sério...
Acredite..
Era pra ser engraçado esse troço!
Se você riu, cara... Sério... Vamo se casar.
Se você não riu, lê de novo, até entender meu humor nesse treco.

Bom, estou enrolando demais. Desse jeito vão criar até uma manifestação.

"TODOS CONTRA TIA BISCOITINHO"

Dou um unicórnio pra quem, mesmo com essas idiotices, continuar lendo minha fic!
Olha aí.. Já to enrolando denovo.

Bom, fiquem com mais um capítulo.
Boa leitura.
E beijos de luz no pôpô de todos vocês! 😚💫

~TiaBiscoitinho

Capítulo 18 - "I just want peace!"


Fanfic / Fanfiction "My life as I always dreamed.." - Capítulo 18 - "I just want peace!"

(Lêem as notas iniciais)

Se passaram dois dias.

Dois dias depois da notícia que minha mãe havia me dado.

"Acharam o cara que atropelou seu irmão!"

Desde essa notícia, venho relembrando meu passado de uma forma insana. Os momentos que marcaram minha vida, passavam pela minha mente como um Flash. Tão rápido, mas tão doloroso pra mim.

Se eu pudesse, arrancava o passado de mim. Tirava da minha cabeça todas essas lembranças ruins. Eu sempre estive errada. Há dias atrás comparei minha vida como um livro antigo que faltava páginas. Mas não. Não é. Até mesmo meus pensamentos, me enganam.

Se a vida fosse realmente um livro, teria, pelo menos, a opção de arrancar todas as páginas que retrataram meu passado. Que retrataram cada dor vivida por mim. Mas, infelizmente, a vida não é assim.

Me lembro como se fosse ontem. Os machucados que o Mateu me causava, tanto por fora quanto por dentro. O jeito desesperado da Kay de cuidar de mim. E meus pais... Que só ficaram sabendo disso tudo, na mesma noite do acidente.

"Policial: Ele já chegou a te agredir ou fazer qualquer outro tipo de abuso?

- Já. Ele apenas me agredia. Me batia em quase todos os encontros que tínhamos. As vezes, não conseguia nem ao menos andar. Agora, sobre abuso sexual, ele não teve a chance de cometer isso. Mas acho que essa ideia já se passava pela cabeça dele.

Policial: Seus pais sabiam de tudo isso?

- Não..."

Uma lágrima escorreu por minha bochecha gélida. Porque eu tenho que ser assim? Será que o problema sou eu?

Eu não quero ser assim. Eu não quero ter que acordar todos os dias e ver que minha vida, na verdade, nunca foi minha. Sempre foi dos outros. Na infância, meus pais sempre estava ao meu arredor. Na adolescência, fui mandada por um irresponsável que só queria me ver na pior. E agora, meu passado me comanda. Eu vivo do meu passado. É como se fosse minha sombra. Esta sempre atrás de mim, me acompanhando por todos os lados que eu for. E agora eu pergunto.

Até quando minha vida será assim?

~Toc toc

Quem será? Não há ninguém em casa. Os meninos estão na empresa, Manager também. Quem seria?

Meu olhar vai em direção a porta. Faz dois dias que não saio do quarto pra nada. Não me alimentei. Não fui trabalhar. Nem ao menos vi os dois dias nascerem. Quando dava aquela vontade de ir ao banheiro, com muito custo eu ia no do meu quarto mesmo. Mas retornava a deitar em minha cama.

Eu deveria estar com grandes olheiras. Não dormi a noite, estava muito ocupanda remoendo lembranças do passado.

A pessoa do outro lado da porta, realmente estava decidida em querer entrar. Batia inúmeras vezes no objeto de madeira escura.

Não tinha forças. Estava totalmente fraca. Mas pra tanta insistência, eu teria que me dar ao trabalho de atender à tal pessoa.

Me sentei na cama em um movimento rápido. Minha visão escureceu por alguns mínimos segundos e sentia fortes dores na cabeça. Com certeza tudo isso era por causa do movimento brusco que cometi. Meus pés foram até o chão, que assim que senti o quão gelado estava subiu um arrepio por todo meu corpo. Com as mãos apoiadas no colchão, fiz uma pequena força pra erguer meu corpo.

Agora em pé, segurava em alguns móveis para não cair. Tanto tempo deitada que acho que esqueci de como se anda.

Minha visão começou a ficar um pouco turva e escura. Mas dava pra enxergar o principal. Com a mão esquerda apoiada na parede, girava a chave com a direita. Ainda zonza e com dores na cabeça. E como também disse, a visão também queria ajudar para que esse momento ficasse lindo. Digno de um filme de suspense e terror. Assim que viro a maçaneta, e abro a porta, meus pés perderam o sentindo e meu corpo foi pra frente. A pessoa que estava esperando pra ser atendida, acho que viu minha situação, e no mesmo instante me segurou em seus braços. Minha visão foi escurecendo cada vez mais, e senti meu corpo perder os sentidos aos poucos. Não sabia que me segurava, e não sabia o que estava acontecendo comigo. Nem deu tempo de me pronunciar e meu corpo se relaxou e minha visão ficou totalmente escura.

Desmaiei.

(AUTORA POV ON)

Ele não sabia ao certo o que fazer. Havia ficado só na casa. Seus companheiros tinham ido todos para empresa.

Jogado no sofá da sala. Pensava na situação de Ana. Uma moça tão linda, com problemas tão sérios e difíceis de enfrentar.

Fazia dois dias que ela não saía do quarto. Ou seja, dois dias sem comida, sem água, sem a companhia de alguém, totalmente isolada de tudo e de todos.

Ele se levantou do sofá determinado. Queria fazer a pobre garota sorrir novamente e sair daquele quarto escuro e isolado. Não queria mais ver a garota sozinha e triste.

Subiu as escadas com uma certa agilidez, pulando sempre dois degraus.

Chegou em frente a porta da garota. Só de estar ali fora já poderia sentir o quão a menina estava sofrendo... A ponto de se isolar.

Deu algumas batidinhas de início. Não queria passar a verdadeira imagem de que estava nervoso. E sim queria demonstrar conforto e confiança, para que ela contasse tudo que a incomodava. Mesmo já tendo ideia do motivo de tudo isso.

Viu que a mesma não atendeu, e resolveu sair. Mas quando deu seu primeiro passo, algo mais forte gritou dentro de si para que insistisse em ver a garota.

Voltou com a mesma posição em frente a porta, respirou fundo e voltou a dar leves batidinhas contínuas na mesma.

Depois de alguns minutos, escutou girarem a tranca. Ansioso, queria ver como a moça estava e o que estava sentindo.

Assim que a porta se abriu, a imagem de Ana tomou conta de todo o local. Seus cabelos estava incrivelmente alinhados. Estava vestindo um short preto e curto de malha e logo seguia por uma blusa branca enorme (que cobria seu curto short que usava) um pouco transparente, mostrando levemente a peça íntima que usava por baixo da mesma. O garoto assim que se pegou tentando lembrar o nome da cor do sutiã da menina, desviou seu olhar para o rosto da jovem.

Parecia estar com sono. Suas olheiras entregavam a noite em claro.

A menina sentiu seu corpo fraco e por um momento pessoa que a mesma se colidiria ao chão. Mas não. O rapaz com um movimento um tanto rápido, pegou a pequena Ana em seus fortes braços.

A garota parecia querer dizer algo mas logo que abriu a boca para dizer, seu corpo se relaxou em seus braços e os olhos da garota se fecharam. Por um momento pensou que a garota tivesse morrido, mas percebeu segundos depois que a mesma ainda mantinha a respiração calma. Havia apenas desmaiado. Sem saber o que fazer, correu para fora do dormitório com ela ainda em seus braços. Chegando do lado de fora, tentava  chamar algum táxi, já que suas mãos estavam ocupadas segurando o delicado e belo corpo da jovem. Um táxi parou em sua frente, e uma mulher que aparentava ter uns 40 para 50 anos com trajes de ótimas marcas, saiu do veículo. Mal esperou a senhora fechar a porta e já foi adentrando na parte de trás do táxi.

O senhor idade vendo a situação do garoto, já imaginou para qual local levá-lo. Então assim que o rapaz ajeitou a garota em seu colo, o velho deu partida no carro, mantendo a velocidade alta.

O taxista logo perguntou para qual dos hospitais a levaria. O jovem só sabia de um, ja que alguns de seus parceiros tiveram algumas vezes terem que ser internados. Então, deu-lhe o nome do local. O taxista acelerou um pouco mais o veículo. E em questão de segundos já estávamos em frente ao hospital.

Apressado o jovem pegou novamente a moça. Manejou bem e conseguiu tirar uma quantia de dinheiro da sua carteira. Estendeu o dinheiro a mais velho e o mesmo negou. Desentendido, o ofereceu novamente. O mais velho, novamente, negou e disse que era pro mesmo correr pois sua amiga precisava de cuidados. O rapaz agradeceu gentilmente e saiu correndo com a moça nos braços para dentro do hospital.

Assim que ele entrou, a moça já foi sendo atendida. Retiraram ela de seus braços a colocando em uma maca, e caminhando com ela pelo extenso corredor com uma certa pressa.

O garoto seguia os passos dos enfermeiros. Mas quando chegou em um certo ponto daquele corredor, ele foi impedido de prosseguir o caminho e assim viu a imagem da pequena moça se distanciar do seu olhar. O deixando cada vez mais preocupado.

(AUTORA POV OFF)

Acordei com uma forte luz em meus olhos. Eu odeio quando isso acontece. Eu quase fico cega. Piscava várias vezes tentando me acostumar com aquele forte brilho em meu rosto. Assim que consegui enxergar algo, percebi que estava em um hospital, e aos poucos tentava me lembrar de como fui parar ali.

Ainda presa nos meus pensamentos, não percebi que havia entrado alguém naquele quarto. Quando vejo era uma enfermeira. Ela checava os aparelhos que estavam, praticamente, grudados em mim.

Tentei mexer meu braço, mas na mesma hora senti uma dor no mesmo. Olhei para ver que diabos estava machucando meu braço. Quando vou ver, havia uma agulha com algum tipo de mangueirinha fincada em meu braço. Segui a mangueirinha com os olhos, até ter a imagem de uma bolsa de soro. Estava tão ruim assim à ponto de receber soro na veia?

Enfermeira: Melhor não se mexer! Vai acabar tirando a agulha do soro de seu braço. - a encarei. Ela sorria simpática, enquanto checava minha temperatura.

- Como vim parar aqui?

Ela me olhou um tanto curiosa. E esboçou um sorriso ainda maior ao perceber que já conseguia falar normalmente.

Enfermeira: Um rapaz lhe trouxe até aqui.

Rapaz? Mas como assim? No dormitório não havia ninguém.

Por segundos, passou um flash de lembrança pela minha cabeça. E conseguir ver a hora que abri uma porta e senti meu corpo cair nos braços de alguém. Mas não consegui ver o rosto.

- Rapaz? Que rapaz? - digo um tanto curiosa.

Enfermeira: Ele me parece familiar, mas não sei o nome do jovem. Afirmo que ele é bem bonito. Ele é seu namorado?

Foi ai que caiu a ficha. Seria o Jimin?

Jimin é meu namorado, e com certeza ficou preocupado com meu isolamento. Não quis ir a empresa para vê como eu estava, e foi ai que tudo aconteceu. Dei um pequeno sorriso. Era o Jimin.

- É sim. Ele é eu namorado.

Afirmei sorridente.

- Posso vê-lo?

A enfermeira carregava um sorriso maior ainda. Olhou em minha ficha e viu que poderia colocar um horário pra visitas agora. Sorri mais ainda.

A mesma se retirou pra chamar o Jimin. Enquanto isso esperei ansiosamente pra ver ele.

(AUTORA POV ON)

O barulho que o sapato fazia pelo enorme corredor, era um pouco irritante. A enfermeira andava um pouco apressada. Precisava liberar a visita para a bela jovem do quarto 28 e precisa ajudar os médicos com algumas emergências. Era muita correria em sua vida. A mulher que aparentava estar lá nos seus 35/38 anos, se aproximou do jovem que parecia um tanto nervoso para ter notícias de sua amada.

Caminhou rapidamente até ele, que assim que viu sua imagem, se levantou rapidamente.

Enfermeira: Já pode visitar sua namorada moço!

Ele abriu um largo sorriso, parecendo uma criança. Deu um suspiro e perguntou em qual quarto a jovem estava. A mesma lhe respondeu, guardando em sua cabeça o número 28. Ele agradeceu a senhora e saiu apressado em direção ao quarto.

Passava o olhar pelos números das portas, na esperança de encontrar o número 28.

Apressou um pouco mais seus passos. Logo o número invadiu sua visão. Acabara de achar o quarto da bela jovem.

Com um sorriso no rosto, caminhou até o mesmo. E com uma certa cautela abriu a porta, tendo a imagem de uma Ana... surpresa?

(AUTORA POV OFF)

A porta foi se abrindo aos poucos. Já estava preparada pra receber vários beijos vindo dele, Jimin.

A porta se abriu e meus olhos se arregalaram um pouco. Senti meu rosto ficar quente. Havia corado.

- J-JungKook!?

Lembrei das palavras que havia trocado com a enfermeira.

"- Como vim parar aqui?

Enfermeira: Um rapaz lhe trouxe até aqui.

- Rapaz? Que rapaz? 

Enfermeira: Ele me parece familiar, mas não sei o nome do jovem. Afirmo que ele é bem bonito. Ele é seu namorado?"

Eu pensei que fosse realmente o Jimin. Ele com o papel de meu namorado, deveria se preocupar comigo. 

"- É sim. Ele é eu namorado."

Corei ao lembrar disso. Jeon permanecia parado em minha frente sorrindo.

Jk: Já está melhor?

Eu queria saber aonde Jimin estava. É hoje que Jimin vai morrer.

- Sim! Estou um pouco melhor! - retribui o sorriso dele. - Cadê os outros meninos?

Jk: Eles foram para empresa. Liguei pra eles, informando sobre seu estado. Mas não tem como eles deixarem a empresa agora. Terão que ensaiar bastante.

- Mas porque você não foi?

Jk: Eu já havia passado alguns dias atrás ensaiando horas. Pra ser mais óbvio, desde manhã até de madrugada. Eles valorizaram meu esforço. E aí, bom, quiseram que os meninos também ensaiasem freneticamente. - explicava tudo enquanto sentava em um pequeno sofa de coro, da cor branca.

Bom, pelo menos, sei que Jimin não pode vim por causa da empresa. É Jimin. La vai abaixando um pouquinho o número de broncas.

Observava Jeon me encarar. Ficava ainda um pouco constrangida. Depois de tudo que aconteceu entre nós. Ele pigarreou um pouco baixo e voltou a olhar pra mim.

Jk: Porque se isolou Ana? - percebi a seriedade no tom de sua voz.

- Passado.. - o respondi encarando qualquer ponto daquele quarto, mas sem levar meu olhar ao mesmo.

Ele me olhou como se tivesse decepcionado com minha resposta. Com certeza, estava esperando mais de mim. Bufei e tomei coragem de encarar seu olhar profundo.

Fui direto ao ponto. Ele entenderia. Até porque antes de tudo aquilo entre nós, ele era meu melhor amigo.

- Encontraram o cara que atropelou meu irmão... - disse soltando um ar pesado.

Jk: Então seus pais já viram ele?

- Ainda não. Vai ter uma audiência daqui alguns dias. É lá que eles vão se encontrar. Eu queria mesmo é estar lá pra encarar aquele desgraçado cara a cara.

Ele se levantou e vinha em direção a mim calmamente.

Jk: Vocé sabe que violência não leva à lugar nenhum.

- O mínimo que iria fazer é arrancar todos os órgãos dele e vender pro mercado negro.

Ele soltou uma risada baixa.

Jk: Lembrando que isso seria o mínimo, imagina o máximo?

Revirei os olhos e acabei soltando um baixo riso.

Mas logo o clima voltou pra seriedade de antes.

Jk: Ana, sei que pode parecer estranho, mas eu quero seu bem. Sempre quis. Então, não fica se importando com o passado. Até a palavra mesma diz. Passado é passado, fica pra trás. Não ande pra trás, ande pra frente. É lá que você vai encontrar a resposta de tudo, não remoendo lembranças de anos atrás.- sua mão segurou a minha. - Quando precisar de alguma coisa, lembre do seu amigo aqui. Ele te ama e te quer bem. Okay?

- Okay! - sorri.

A conversa se estendeu, e logo já falávamos de assuntos totalmente diferentes.

A porta se abriu e a imagem daquela enfermeira tomou conta do local. Achei que ela diria que o horário de visita havia acabado, mas meu olhar se voltou para uma bandeija. Era comida. Eeeehhhh!!!!

Abri um largo sorrizo. Assim que ela colocou a bandeija no meu colo, meu sorriso desapareceu do meu rosto. E ouvi altas risadas do Jeon ao meu lado. Aish.

Enfermeira: Isso é uma sopa e do lado um copo de suco de laranja. Sei que pode não parecer tão apetitoso mas será bom pra sua recuperação.

Acenti meio receosa de comer aquele negócio.

Ela deu mais uma verificada no meu soro, e concluiu que já deveria retirar essa coisa de mim. Amém.

Ela tirou, e levou com ela pra fora do quarto. Deixando, novamente, eu e Jeon sozinhos.

- Eu não vou comer isso! - fiz cara de nojo enquanto remexia a sopa com uma colher.

Jk: Não escutou, isso te fará bem! Se voce quiser voltar pra casa o mais rápido possível, terá que alimentar isso aí que nem sei se deve receber o nome de sopa. - soltou mais uma risada. Aish. Vou bater nele.

- Isso não é nem um pouco engraçado!

Jk: Sei que é errado rir dessa situação, mas está muito engraçado ver sua cara de reprovação pra sopa.

- Aish!

Acho que ele percebeu que eu não estava gostando muito dele rindo disso. O mesmo respirou fundo e sentou em minha frente. (Sim, eu já estava sentada) Pegou a bandeija do meu colo e colocou no seu.

Jk: Abre a boca! - segurava a colher cheia de sopa em frente ao meu rosto.

- Anão, sério isso? Vou ter que comer essa coisa... nojenta? - ele soltou um riso abafado e voltou a me encarar.

Jk: Vai, quero ver você em casa rapidinho.

Fiz beicinho. Abri a boca e logo senti o gosto horrendo daquela sopa. Eca. Eca. Eca. Eca. Provavelmente eu deveria ter feito careta, porque Jeon começou a rir bem alto. 

E foi assim. Cada colherada de sopa, uma careta minha e uma risada só Jeon. Assim que aquela coisa nojenta acabou e agradeci inúmeras vezes pra Jesus. Sério. Não é brincadeira, aquilo tinha um gosto horrível. Peguei o copo de suco e bebi até na metade entregando o resto pro Jeon. O mesmo bebeu o resto e depositou o recipiente na bandeija. E colocando a bandeija numa mesinha ao lado.

-Nossa! Aqui tem tv! Quero assistir. - Jeon foi até ela, a ligando. Depois se sentou ao meu lado na cama com o controle.

Ele rodava os canais em busca de algo interessante. Deixamos em um filme de ação que passava. E por sorte, esse canal só passava filmes, ou seja maratona de filmes. Eeeehhhh!!!!

#Quebra de tempo#

- Vai, corre!!!!!

Jk: Tá, ja estou indo!

Estava já de madrugada, e não havia comido nada além daquela sopa no almoço. Então, tivemos a grande ideia de comprarmos embondos pra comer durante a noite. Só que, adivinha que horas são agora!? 00:37.

O hospital estava praticamente vazio. Poucas pessoas circulavam pelos corredores. Jeon estava indo em um mini mercadinho que ficava quase em frente ao hospital. Só não poderiam pegar ele trazendo vários embondos, pois poderia até expulsá-lo.

Você deve estar se perguntando do Jimin e os outros meninos. Eles resolveram vir amanhã. Estavam exaustos. Então Jeon passaria a noite aqui comigo. Comendo coisas cheias de glúteo e gordura, e assistindo filmes sangrentos. Não era o forte do Jeon esse tipo de filmes, eu, literalmente, o obriguei a assistir todos os filmes que estava marcado de passar.

Não demorou muito, e um Jeon afoito e cansado entra no quarto cheio de sacolas. A enfermeira já tinha dado uma última conferida nos aparelhos que ainda estavam conectados a mim. Então, não voltaria aqui durante a noite.

Jeon jogou tudo em cima da cama, e apagou a luz, se jogando ao meu lado. Na mesma hora abri um pacote de biscoitos com gotas de chocolates. Eram um dos meus preferidos. Jeon optou por um salgadinho. Ele estava sentado, encostado com as costas na cabeceira da cama, e eu estava sentada entre sua perna. Quem entrasse naquele quarto acharia que seríamos namorados. Mas eu era acostumada a fazer esse tipo de coisa com ele. Então,pra mim, estava tudo bem!

                xXx

Havíamos comida quase tudo. Nem prestavamos mais atenção nos filmes da TV. Estávamos brincando feito crianças.

- J-Jeon... P-Para...

Ele estava fazendo cócegas em mim. Eu tentava me escapar dele, mas era impossível.

- Por.. Por f-favor J-Jeon....

Ele parou ainda rindo.

Se deitou na cama, me puxando pra cima dele. Encostei minha cabeça em seu peito, enquanto ele tentava cessar os risos, massageava meu cabelos. Era tão bom quando alguém fazia cafuné em mim. Ele parou de rir e o quarto ficou num silêncio terrível.

Jk: Ana...

Levantei minha cabeça. Seu rosto estava perto do meu, e não esperava que nossos lábios se chocariam. Mas o problema não foi só esse. Não sei porque mas prosseguimos isso. Mesmo a gente sabendo que era errado, eu não conseguia me controlar. Que raiva. Que saco. Isso era errado. Eu estava traindo o Jimin.

O beijo estava calmo, mas não deixava de ser bom. Os lábios do Jeon não eram tão grossos quanto os do Jimin. Mas tinham um gosto incrível.

A porta se fecha agressivamente. Interrompemos o beijo. Olhei em direção pra mesma, assustada. Seria um vento?

- Você deixou a porta aberta?

Jk: Não sei...

Fiquei incomodada com isso. Tentava colocar em minha cabeça que era somente um vento que fizesse ela bater. JungKook continuou seus cafunés.

Jk: Você sabe que eu te amo, não é?

- Sei... - minha cabeça estava encostada de novo em seu peitoral. Minha mão esquerda fazia desenhos imaginários sobre a blusa preta que cobria seu abs.

Jk: Nunca se esqueça disso,Okay? - porque ele estava dizendo isso? Sinceramente não entendi!

- Okay... Vamos dormir agora?

Jk: Vamos...

Ele abraçou minha cintura, aproximando mais ainda nossos corpos. E assim pegamos no sono.

(AUTORA POV ON)

O ódio corria por todo seu ser.. E a única coisa que passava pela sua cabeça era o porque de aquilo ter acontecido...

"Você acha que está tudo bem, mas pra mim realmente não está!"

(AUTORA POV OFF)


[...]




Notas Finais


Só digo uma coisa...

PROXIMO CAPÍTULO VAI TER TRETAAAAAAA...
Para as pessoas que gosta de uma tretinha marota, se prepare, o próximo capítulo vão ser repleto de treta!!!

Aiinnn... Adorooooooo 🌚🍷

Espero que tenham gostado!
Me perdoe pelos erros!
E até o próximo capítulo.
Ah, e podem comentar, e deixar a opinião de vocês pelos comentários.
Gosto muito de responder vocês!!! 💕
Beijos de luz 😚💫

~TiaBiscoitinho


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...