História My light, my hope (J-Hope) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Imagine, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rapmonster, Sobrenatural, Suga, Taehyung, Você
Exibições 173
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, pessoas! <3

Arranjei um tempinho pra vir postar mais um capítulo pra vocês!

Talvez alguns estão se perguntando(ou não) que o imagine é do J-Hope e o que menos aparece é ele; mas tudo tem sua hora, e o desenvolvimento é uma das coisas mais importante em uma historia! *3*

Boa leitura! <3

Capítulo 8 - Pesadelo


Fanfic / Fanfiction My light, my hope (J-Hope) - Capítulo 8 - Pesadelo

Com tudo o que aconteceu hoje, os guardiões nos mandaram para o dormitório. Disseram que amanha de manhã iríamos começar a praticar os poderes que nos deram, então era bom que nós descansássemos principalmente eu. Subimos e cada um foi pra sua cama, todos dormiram, mas eu não conseguia.

Fiquei pensando em tudo que aconteceu nesses dias pra cá, foram muitas idas e vindas. O que será que vão fazer pra concertar esse estrago? A paz foi quebrada e os guardiões pareciam preocupados. Mas acredito que eles vão achar um jeito de restaurar o equilíbrio. Viro pra o lado e aos poucos adormeço.

 

 

 

Olho em volta e vejo que estou em uma sala, na sala de Jack... Ouço barulho de chuva caindo e logo após vejo um flash de luz e logo depois o grande estrondo dos trovões... Fico em silencio apenas fitando a janela de vidro que dá pra ter uma noção do aguaceiro.

— Por que estou aqui? — Pergunto pra mim mesma.

De repente ouço o som vindo dos corredores do apartamento, parece... Choro. Tem alguém chorando. Segui até o ultimo quarto sem portas... Eu não tenho boas lembranças daqui.

O quarto estava quase escuro por completo, apenas com a luz da janela. Olhei em volta e vi uma criança parada no meio do quarto, ela estava chorando muito e dava pra ouvir os soluços... E estava de costas pra mim. Aparentemente era uma menina pelo fato de ter longos cabelos e vestido branco. Havia um machado em suas mãos e tinha sangue no objeto. Congelei no mesmo instante. O quarto foi iluminado rapidamente pelo relâmpago que acabara de cair, e nesse período pude ver algo bizarro.

Tinha dois corpos em cima da cama, um em cima do outro. Tudo estava ensanguentado, a cama, o chão e a menina. Os corpos estavam abertos. Isso é tenebroso, me deu um enjoo no mesmo instante. Como pode uma garotinha fazer isso. Ela até agora não se moveu diante da minha presença, parecia não se importar. Ela apenas olhava os corpos e chorava.

Juntei coragem pra olhar mais uma vez, encarei os corpos e de repente me dei conta... Era Jack e Sook.

— Mas o que... — Sussurrei pra mim mesma. No mesmo momento a menina virou sua cabeça vagarosamente pra minha direção. E me olhou pelos ombros. A chuva de relâmpagos me dava mais visão da cena macabra em minha frente.  Ela chorava, mas sua feição era de felicidade. Um sorriso macabro que me fez estremecer. Seu rosto estava coberto de sangue.

Olhei pra ela horrorizada, olhei seu rosto, e me deu uma sensação de conhecer essa criança. Foi aí que notei... Ela tem um semblante parecido com meu...

— Não... Não pode ser... — Não tem como, isso é impossível. Senti minhas pernas estremecerem.

— Sim (S/N) é isso que está pensando! Eu sou você quando criança! — Diz numa voz sombria.

— Não... Não pode ser... Eu nunca faria uma coisa dessas! Por que fez isso? Por que os matou? 

Sim, você faria! Quando era criança você fez muitas coisas parecidas (S/N)! Você apenas não se lembra delas! — Diz me encarando.

— Não! É mentira! — Digo com lágrimas em meus olhos.

Quem você acha que matou nossos pais (S/N)? — Diz a menina. Não pode ser verdade. Não é.

— Você ainda não me respondeu garota! Por que os matou? — Tento parecer firme.

Eles te traíram... Traíram-nos! Apenas fiz o que nós queríamos fazer desde o inicio. Acabar com a vida deles! Eles nos magoaram; fizeram-nos chorar! Eles despedaçaram nossos corações. Fizemos o mesmo com eles! — Lança uma risada macabra.

— Fizemos? Eu não fiz nada! 

Eu fiz o que você teve vontade de fazer na hora em que os pegaram juntos nesse quarto! Somente “eu” tive coragem pra acabar com o motivo da nossa dor! — Diz ela alterando a voz, enfatizando o eu.

— Eu não queria mata-los! — Grito totalmente espantada.

Queria, no fundo queria... MAS FOI FRACA E SAIU CORRENDO DAQUI...  SE VOCÊ NÃO TEVE CORAGEM DE ACABAR COM TUDO, EU TIVE! — Gritou. — Eu acabei com nossos problemas! 

— Não... Não pode ser... Eu não queria mata-los, eu não queria. Nunca passou isso pela minha cabeça! — Digo me entregando as lágrimas e caindo de joelhos no chão.

Sim... Você queria! — Diz se aproximado. Eu deixei ela se aproximar, eu não me importava mais com nada. Aquilo me afetou profundamente.

 — Vamos, sorria. Agora os dois estão mortos! Pode se despreocupar Eu tirei do caminho tudo o que te causou mal. Eu acabei com tudo o que despedaçou seu coração! — Diz me abraçando. Ela é completamente maluca.

— Você acabou de despedaçar agora! — Digo olhando para o chão com minhas lágrimas caindo e molhando o mesmo.

— Ah é? Eu te magoei? — Perguntou preocupada. — Então não se preocupe! Eu não gosto de te ver chorando (S/N). Eu vou cuidar disso agora mesmo. — Diz em um tom alegre.

— Como? — Pergunto ainda de joelhos.

 — Eu te magoei. Eu vou acabar com todo aquilo que te faz chorar! — Diz levantando um pouco sua mão. Sua voz mudou novamente, senti que algo ia acontecer.

... Mas não se esqueça (S/N)... — Eu olho pra cima e vejo que ela segura seu machado acima da cabeça, se preparando pra atacar. Vejo sua face, e ela está de olhos arregalados, seu olhar era vazio.

... Eu sou você! — E lança seu machado em minha direção... Quando estava a poucos instantes de me acertar, eu...

 

 

 

... Acordo assustada de minha cama, levanto rapidamente e percebo que só foi um sonho... Ou melhor... Um pesadelo. Sinto minhas lágrimas escorrendo pelo meu rosto, eu ainda estava chorando. Resolvo descer pra tentar me acalmar. Nem olho pra os meninos com medo de um deles acordar de repente e me ver chorando.

Desço as escadas, e vou à cozinha. Tomo uma água e fico lá pra tentar esfriar minha cabeça. Resolvo andar um pouco pelo chalé, pra tentar ocupar minha cabeça com algo. Dou voltas e mais voltas, quando estava passando pela porta do jardim, ouço uma voz do lado de fora. Parecia que tinha alguém conversando, ouvi algo como “Você vai ficar bem” e “eu vou fazer o possível pra ter ajudar”, frases assim.

Resolvo investigar, vou pra fora do chalé e encontro Jin em um dos bancos do jardim, virado de costas para mim. Ele conversava sozinho. Fico de longe apenas observando.

— Não se preocupe... Eu não vou te deixar assim, eu vou te ajudar como posso! — Diz Jin olhando para um ponto fixo como se tivesse alguém ali. O que será que ele está fazendo?

Ele continua falando sozinho até que ele para de falar de repente, ele olha rapidamente pra trás, e olha pra mim envergonhado. Como ele percebeu minha presença? Eu não fiz absolutamente nenhum barulho.

— Olá (S/N)! — Ele me cumprimenta, percebo que ele está completamente envergonhado, está tão rosa quanto seu cabelo. — Há quanto tempo está ai? 

— Tem um tempinho, me desculpe! — Digo envergonha pelo fato de estar perturbando sua privacidade.

— Não precisa se desculpar! Não você não fez nada de desagradável! — Diz sorrindo docemente. Gentil como sempre. — Que me fazer companhia? Sente-se aqui! — Diz dando pequenos tapinhas no banco. Sento-me ao seu lado, apreciando a linda paisagem do jardim.

— Não consegue dormir? — Diz Jin preocupado.

— Não... Eu tive um pesadelo! — Digo me lembrando do sonho. — Mas e você? Por que está aqui no meio da noite? 

— É complicado... Digamos que desde o eclipse de hoje, estou enfrentando... Problemas por assim dizer! — Diz jin coçando sua cabeça. — Você por acaso me ouviu falar sozinho não é? — Pergunta meio envergonhado. Não deixo de dar um sorriso ao ouvir a pergunta.

— Sim eu ouvi! 

— Por favor, não pense nada errado; eu... Eu... — Interrompi rapidamente.

— Não precisa se preocupar, não estou pensando que você é louco ou algo assim... Você só está vendo algo que os outros não veem! — Digo piscando pra ele.

— É... Mais ou menos! — Diz ele sorrindo. — Mas espera você acabou de falar algo que os loucos fazem! Alguns loucos veem pessoas! — Diz ele rindo e me empurrando levemente com ombros em forma de brincadeira. A risada dele acabou me fazendo rir também.

— Eu? Claro que não... Nunca me passou pela cabeça! — Digo juntando as mãos e falando ironicamente. Nós continuamos a rir.

— Mas é sério... Não achei nada de errado nisso, ok? — Digo me acalmando aos poucos.

— Claro... Não conte pra ninguém que eu vejo algo que é invisível aos olhos dos outros, certo? — Diz Jin ainda rindo.

— Hum... Com uma condição! — Digo fazendo suspense.

— Qual? — Pergunta ele.

— Que possamos conversar assim mais vezes! — Estendo a mão. — Topa? — Jin olha pra mim, e depois solta um sorriso de orelha a orelha. — Nós topamos! 

— Nós? Nós quem? — Pergunto confusa.

— Eu e a pessoa que só eu consigo ver! — Diz Jin ainda sorrindo. Ele aponta pra um ponto fixo e me manda olhar para o mesmo ponto.

— Essa pessoa que eu vejo... Ela gostou de você! — Diz Jin ainda apontando pra o local.

Eu realmente acredito que realmente exista alguém que Jin diz ver. Ele fala com tanta firmeza, que não tem como duvidar. E também de uns dias pra cá eu não duvido de nada mais.

Continuamos conversando, olhamos as estrelas, e conversamos sobre as plantas. Como ele é um futuro guardião da Natureza, ela conhece tudo sobre as plantas e flores. E como amo flores, eu vou ter uma boa companhia pra conversar sobre. Ficamos quase a noite toda conversando até que Jin fala que estava muito tarde e éramos pra pelo menos ir “tentar” dormir. Eu obviamente protestei ao máximo, a conversa estava tão boa com o Seokjin que não queria parar.

Mas ele praticamente ordenou com o poder de ser mais velho que eu, e teria que obedecê-lo.  Subimos ainda animados para o quarto e sorrateiramente entramos no cômodo pra tentar não acordar os outros. Mas antes de nos separarmos, ele beija minha mão, senti minhas bochechas pegando fogo com tal ato.

— Boa noite (S/N), tenha bons sonhos! — Diz ele sorrindo gentilmente.

— Pra você também, e não se esqueça da minha condição! 

— Não irei esquecer de modo nenhum! Será um enorme prazer ter sua companhia! — Diz ele jogando beijinhos pra mim. Engraçadinho. Não pense que vai conseguir me abalar com esses beijinhos.

Separamos-nos e fomos cada um pra sua cama. Deitei e senti meus olhos pesarem. Depois de um tempo peguei no sono e adormeci...


Notas Finais


Jin, seu fofo *---* Me dá um beijo, seu lindo! *3*

Espero que tenham gostado!
Bjs até a próxima(Provavelmente na próxima semana ;-;)! *3*
Comentem! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...