História My little baby - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), EXO, G-Friend, Got7, TWICE
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Dahyun, Eunha, Eunwoo, Jackson, JB, Jimin, JR, Jungkook, Mark, MJ, Momo, Moonbin, Rocky, Sana, Sanha, SinB, Sowon, Suga, Tzuyu, V, Yugyeom, Yuju
Tags Cio, Hibridos, Kook Bunny, Outros Casais, Taekook, Yoonmin
Exibições 293
Palavras 2.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui no Spirit é minha primeira fic, se tiver algum erro me desculpem.

Capítulo 1 - Meu Deus que coisa mais fofa.


    Jimin voltava da faculdade, cursava fotografia, por opção, seu pai era ministro da educação, e sua mãe governadora do estado de Busan, Jimin não queria depender dos pais, aos 17 anos, pediu em segredo aos pais para ser independente, seus pais escondiam o menino, pois tinham medo que algo ruim acontecesse, quando o menino nasceu, nada foi revelado a imprensa, para todos Jimin era filho da governanta da casa dos Park’s, senhora Lee, ele recebia bastante carinho e mimo dos pais, sempre se sentiu amado, ele não tinha duvidas do amor de seus pais por si. Aos 15 anos de Jimin, venho a péssima noticia, senhora Lee havia falecido, aos 60 e poucos anos ela teve um AVC e veio a falecer, Jimin ficou desolado, passou semanas sem ir para a escola, mas o menino sempre foi muito amado, não podia dizer que esbanjava de amizades, tinha apenas duas, sem contar com a dos seus pais, Dahyun e Sana, suas noonas , e melhores amigas, elas o visitaram, bastou apenas alguns dias para quê o menino voltasse a ser aquele garoto sempre risonho, que trazia felicidade a quem chegasse perto dele. 06 de setembro de 2014, essa data marcou o dia que Jimin finalmente conseguiu convencer seus pais e conseguiu sua “independência”, foi morar em Seul com suas noonas, entrou para a faculdade, cursando fotografia, sempre foi apaixonado por fotos, tirava fotos de seus pais, Hyungs, Noonas, plantas, até mesmo do céu quando ele estava limpinho, sem nuvem alguma, para os outros aquelas fotografias eram apenas fotografias, mas para Jimin, cada fotografias tinha um sentimento diferente. Aos 18 ,seus pais insistiram para que o menino voltasse para casa, Jimin negou, entretanto, ganhou um apartamento só para si, seus pais já que não convenceram o filho  a voltar para casa, deram ao menino um apartamento com a desculpa que “ ele tinha 18 anos, precisa de privacidade, fazer coisas de homens, e com duas mulheres dentro de casa isso não seria possível” Jimin decidiu não questionar nada, queria muito um apartamento só para si, morar com duas mulheres era complicado. Aos 19, ajudou suas noonas em um processo judicial, sua noona, Sana, aos 17 anos engravidou, na época seu namorado queria que ela abortasse, ela negou, nunca que faria uma coisa dessas com um ser humano, seus pais a ajudaram em todo o período da gestação, quando o menino nasceu, foi nomeado como Kim Taehyung, aos três meses, seu namorado sumiu com Taehyung, durante quatro anos a policia procurou pelo menino, agora, finalmente o menino foi encontrado, Jimin mexeu uns pauzinhos e suas noonas conseguiram a guarda do pequeno Kim, apenas três meses foram precisos para que o pequenino começasse a chamar sua noona, Sana, de omma, o pequeno era um amor de pessoa, sempre alegre, sorridente e bricalhão, Jimin gostava de mimar seu dongsaeng, sempre comprando brinquedos para o menor, o levando para tomar sorvete, faziam várias coisas juntos, chamava o pequeno de Tae-tae, um apelido fofo, combinado com ele, Tae era uma bola de fofura.

 

     Agora aos 20, andava nas ruas frias de Seul, a cidade no inverno era um inferno, tudo era frio demais, Jimin não gostava de frio, preferia a brisa quente do verão, eram seis da noite, as principais ruas estavam bastante movimentadas, pessoas esbarrando uma nas outras, com pressa para chegar logo em casa, ver seus familiares, ou se esconder do inverno frio. Jimin entrou em uma cafeteria,  comprou um cappuccino, e seguiu seu caminho para casa, o garoto entrou em um beco para cortar caminho, queria chegar logo em casa.

Jimin pov/on

       Cara, andar cansa, minhas pernas estão queimando, ninguém merece. No beco em que eu estava, tinha uns latões de lixo, neve, um coelho... coelho? Por que caralhas tem um coelho aqui? Coitadinho deve estar morrendo de frio, tinha um fino cobertor sobre o coelhinho, acho melhor o levar para casa, já faz um tempo que quero adotar um animalzinho. Retirei a coberta que cobria o coelhinho, e me assustei, não era um coelho, mas um híbrido de coelho, retirei meu casaco cashmere, ficando apenas com o moletom que eu vestia por baixo do meu casaco, coloquei sobre o pequeno o grande casaco, o híbrido se assustou, e se encolheu, como se ele formasse um escudo imaginário entre eu e ele, seu físico mostrava que ele não comia a dias, seu corpinho era coberto apenas por uma blusa, que estava gigante nele, servia apenas para esconder sua nudez.

- N-não machuca kook ! – se encolheu mais ainda, escondeu o corpinho no meu casaco, ficando apenas com a cabecinha para fora.

- Calma pequeno, não vou te machucar. – falei sereno. Me agachei ficando quase do seu tamanho. – Me chamo Park Jimin, como se chama? – ele me olhava assustado. – O que está fazendo aqui? E em um dia como esses, onde estão seus pais? – sinto que não devia ter dito aquilo, acho que o deixei mais apavorado, e quem não ficaria?

- K-kook não tem pais, abandonaram kook aqui -  Meu Deus, como um ser humano tem coragem de abandonar uma criança, tão frágil e indefesa, esses tipos de pessoas devem fazer parte da escoria do mundo, esses pais não tem um mínimo de decência. Não sei se estou sendo precipitado, mas não posso deixar essa criança abandonada nesse mundo perigoso, e em um dia como esse.

- Kook você quer morar comigo?  Não irei te fazer mal algum. – Me aproximei mais do garoto.

- Voce vai bater em kook? – ele perguntou receoso.

- Claro que não! Eu vou ter das vários abraços e te encher de carinho. – o abracei.

- Kook quer ! -  fiquei em pé, o peguei no colo, ele escondeu sua cabecinha na curvatura do meu pescoço, não demorou muito e ele dormiu. Sai do beco, faltava apenas um quadra para que eu chegasse ao prédio em que eu morava, parei quando senti um liquido quente no meu braço, gritei baixinho, pelo susto, mas foi suficiente para que o pequeno acordasse, ele se assustou e começou a chorar, me desesperei e o coloquei no chão, e o choro aumentou drasticamente.

- Não abandona kook! Ele não fez por querer. – ele falou soluçando, esticou os bracinhos para que eu o pegasse no colo.

- Calma bebê, não vou te deixar, eu tô aqui. – O peguei no colo, imediatamente sua cabeça deitou em meu ombro esquerdo, suas mãozinhas seguravam meus braços com toda força que ele tinha , ele devia estar com medo de que eu o abandonasse. Continuei a caminhar até o prédio onde moro, quando cheguei fui recebido pelo “simpático” vigia, ele desejou-me  uma “ Boa noite” que mais parecia um “ Eu te odeio, só desejo boa noite por que a síndica exige”, como minha mãe  me ensinou, “ Nunca ignore um boa noite ou um bom dia de pessoas antipáticas, elas são ignorantes ,mas se você ignorar sua saudação você se torna pior que elas” desejei-lhe uma    “ Boa noite”, passei pela guarita, em seguida no hall de entrada, parei em frente ao elevador, apertei no botão, chamando o elevador, que estava do 4° andar, o elevador chegou, entrei no mesmo, apertando o botão do 5°, não demorou muito, sai quando o elevador chegou no meu andar, com um pouco de dificuldades peguei as chaves do meu apartamento, coloquei a chave na fechadura, girei a mesma, abrindo a porta, entrei na minha humilde casa com híbrido nos braços, ele dormia sereno, não queria acordá-lo, mas não podia deixar  ele dormi sujo e com fome.

- Bebê chegamos, acorde . – sacudi ele devagarinho. Ainda com meu pequeno nos braços, caminhei até meu quarto, entrei no mesmo, passando reto em direção ao banheiro, deixe-o sentado na bancada da pia de mármore, abri a torneira, para que enchesse a banheira, colocando alguns saís de banhos, quando cheia desliguei a torneira. Tirei meu casaco moletom, ficando apenas com uma blusa branca , ergui ele, tirando de cima da pia, o colocando no chão, me agachei, ficando do seu tamanho , tirei sua blusa, ele ficou corado, ri de suas reações tímidas.

- Baby fique quietinho, eu vou te dar um banho. – liguei o chuveirinho, em seguida molhando minha mão, verificando se a água estava em uma temperatura adequada ,para que não queimasse a pele do meu pequeno.

- NÃO!!! – ele gritou assustado.

- Calma neném ,é só um banho – passei minha destra em suas costa, o aproximando , para que perdesse o medo.

- Kook não gostou, ele não quer – ele me abraçou, escondendo seu rosto no meu ombro.

- Kook, olha é legal. – peguei o cheveirinho, molhando seus pezinhos.

- Kook tem medo. – ele me olhou nos olhos, fazendo um biquinho.

- Você gosta de bolhas ? – perguntei, enquanto me esticava pra pegar o sabão liquido.

- Bolhas ? – ele pendeu a cabeça pro lado.

- É bebê, bolhas, olha – misturei o sabão com a água, fazendo espuma, assoprei, fazendo várias bolhinhas.

- Kook gosta! Kook gosta! – ele começou a rir, me fazendo rir também. Despejei um pouco de sabão na minha palma, comecei a espalhar em seu corpinho, primeiro seus bracinhos, em seguida sua barriguinha, desci para suas partes intimas,  estavam bastante assadas, passei minha mão ali com bastante cuidado, parei quando ele reclamou.

- Oppa não, no pipiu dói – Ele me chamou de oppa?

- Desculpa baby.- Peguei o chuveirinho, tirando o sabão daquela região. – Kook do que me chamou ?

- De oppa, por que? Algum problema? – ele perguntou tristinho.

- Não me chame de oppa, Oppa é como as meninas chamam os homens mais velhos , o certo é Hyung. – ele tinha um biquinho manhoso nos lábios.

- O pai de Kook mandava ele chama-lo de oppa, senão, ele batia em Kook. – que ser mais desnaturado.

- Não me chame de oppa, tudo bem ? – ele assentiu – Bebê fique de costas. – Despejei um pouco de sabão em suas mãozinhas, o ensinei a fazer a espuma, depois as bolhas, Kook se divertia com as bolhas, enquanto ele estava detraído , passei o sabão em suas costas, descendo para o seu bumbum, lavei seu rabinho, que mais parecia um pompom, me estiquei, alcançando o shampoo, despejei um pouco do liquido em suas madeixas, esfreguei devagarinho, lavei suas orelhinhas com bastante cuidado, para que não entrasse água.

- Kook terminamos, vamos para a banheira ? – desliguei o chuveirinho, guardei o shampoo e o sabão em seus devidos lugares.

- Hyung ,o que é banheira ? – ele me olhou com os olhos curiosos.

- Eu não sei explicar, venha ver – o puxei devagarinho pela cintura, para que visse a água.

- Porque tem um monte de água ai dentro ? – perguntou, colocando as mãozinhas na água.

- Essa água é cheirosa, eu vou te colocar ai dentro e você vai ficar cheiroso. – suspendi ele no ar , o coloquei dentro da banheira, ele pareceu gostar, brincava com a água e as bolhas. Deixei ele brincando, e fui pegar meu celular, não tenho fraldas, não posso deixar o menino nu, liguei para Dahyun-noona, o Tae ainda usa fraldas, vou pedir algumas emprestadas. Disquei o número da noona, depois de três toques ela atendeu.

Ligação on

- Noona, estou incomodando ?

- Jimin não sei porque pergunta esse tipo de coisa, você nunca incomoda. – ela falou rindo.

- Noona, você poderia me emprestar algumas fraldas do Tae ?

- Claro, mas pra quê ?

- Isso é uma longa história, se você vier aqui te explico.

- Tô indo. – ela desligou.

Ligação off

Peguei uma toalha, e voltei para o banheiro, quando entrei no banheiro, Kook estava de costas para mim e de frente para a parede, cheguei mais perto, ele coçava os olhinhos, e chorava baixinho.

- Kook porque está chorando ? –perguntei, o virando para mim.

- Aquele negócio branco entrou nos olhos de Kook. – falou soluçando.

- Vai passar, hyung promete. – o tirei da banheira o enrolando na toalha, lavei seus olhinhos, e sai do banheiro.

- JIMIN!!! – Dahyun chegou.

- NO QUARTO! – gritei de volta. Olhei para a porta do meu quarto que estava aberta, e vi Dahyun e Tae entrarem.

- Trouxe as fraldas que você pediu. – ela me entregou uma sacolinha com algumas fraldas dentro.

- Hyung, quem é ele? – Tae-tae me perguntou, apontando para Kook, que estava deitado na minha cama.

- Ele é filho de coração do hyung, Tae – peguei uma das fraldas, e uma pomada ,passei nas dobrinhas de Kook, em seguida, coloquei a fralda. Peguei Kook no colo, chamando Dahyun e Tae para fora do quarto, coloquei Kook no chão, deixei ele com Tae, ambos sentados no tapete da sala, Tae fazia perguntas em disparada, e Kook ria do jeito bobo de Tae agir.

- Agora me explica porque tem híbrido na sua casa – Dahyun me olhava séria. Expliquei tudo com os mínimos detalhes.

- Nossa, que pai mais desalmado – ela falou espantada – Jimin, você tem que adota-lo , existe pessoas horríveis no mundo, você com a guarda dele ninguém tira ele de você. – ela me olhava preocupada.

- Eu sei, amanhã irei falar com meus p... – ela me interrompe.

- Shhii, fala baixo, as paredes tem ouvidos – ela reclamou.

- Tinha me esquecido, amanhã irei procurar um advogado. – toda vez eu esqueço que ninguém, tirando minhas noonas,  sabem sobre meus pais.

- Bem já vou indo, são nove e meia, já passou da hora do Tae dormir. Tae, vamos, dê tchau para o Kook, vamos. – ela o chamou.

- Noona deixa eu ficar mais um pouquinho? – ele pediu, e a noona negou. – Só um tiquinho noona – implorou.

- Nem um pouquinho, nem um tiquinho, nada! Amanhã trago você para brincar com o Kook. – ela prometeu.

- Aish, tchau Kook – acenou para Kook, que acenou de volta – tchau hyung. – acenou para mim.

- Tchau pequeno, tchau noona.

- Boa noite para vocês. – Dahyun nos desejou. Fechei a porta, trancando, olhei para Kook, e ele tinha a cara enjoada.

- Hyung a barriguinha do Kook tá dodói – ele passou a mão na barriga.

- Você deve estar com fome, você gosta de leite bebê ? – ele assentiu.

- Ótimo, fique sentadinho ai que o Hyung já volta. Fui até a cozinha, abri a geladeira, pegando a jarra de leite, peguei um copo, despejei o liquido no mesmo, coloquei no micro-ondas , coloquei apenas 1 minuto, esperei até ele avisar que já estava pronto, experimentei, não estava tão quente, ele tomaria tranquilamente.

- Kook seu leite está pronto - mostrei o copo, e vi seus olhinhos brilharem. Sentei no sofá, o ajeitando do meu lado, o ajudei a tomar o leite, ele tomou tudo, me levantei, coloquei o copo na pia, voltei  o peguei no colo e o levei até o quarto, o deixei na minha cama, tomei um banho rápido, geralmente durmo apenas de boxe, mas agora tenho uma pessoa aqui comigo, devo respeito, vesti apenas umas calça moletom, me deitei, e puxei meu pequeno para se aconchegar nos meus braços, fiquei fazendo carinho em suas orelhinhas, pouco tempo depois ele dormiu, não sei exatamente em quanto tempo depois eu dormi, só sei que antes de dormir jurei que cuidaria do meu pequeno para sempre.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...