História Spring Sun - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jisoo, Jungkook, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Cat Tae, Híbrido, Jensoo, Jungkook!flex, Kimtaehyah, Kooktae, Kookv, Outros Casais, Taehyung!flex, Taekook, Vkook
Visualizações 172
Palavras 2.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Lemon, Orange, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*A fic está sendo reescrita, e vão haver mudanças!
*O motivo é porque a re-li e acho os acontecimentos muito rápidos, por isso fiquei insatisfeita, além dos erros ortográficos.
*Espero que gostem das mudanças
*O próximo eu posto sábado
*As atualizações sempre serão no sábado

Capítulo 1 - One.


O loiro caminhava nas ruas frias de Seul. Vestia um casaco cashmere begê por cima do moletom vermelho da Adidas, uma calça jeans rasgada nos joelhos, luvas, um gorro cinza, e calçava uma tinberland cor de lama. Voltava da faculdade de fotografia. O loiro parou em frente à uma cafeteria que sempre frequentava depois de sair da faculdade, entrou no mesmo e caminhou em direção a uma das mesas do lugar.

- Boa noite, vai ser o mesmo de sempre Jimin-oppa ? – perguntou a atendente, no crachá que estava no lado esquerdo superior da blusa da garota, tinha seu nome, Lisa. À garota era nova na capital, morava na Tailândia, se mudou para Coreia depois de passar no teste para uma das maiores empresas de Idol’s do país.

- Não, hoje não estou afim de bolinhos... – o loiro falou olhando para o cardápio. – Hoje eu quero dois donuts e um cappuccino com canela. – O mesmo colocou o cardápio em cima da  mesa, e sorrio para menina. À garota, enquanto o cliente falava, anotava tudo em seu bloquinho.

-  Agora ou pra viajem ? – A garota parou de anotar e olhou para o jovem.

- Uhmm, acho que agora, sim, para agora, está um frio do caramba lá fora, daqui que eu chegue em casa os donuts já estarão frio. – O loiro riu. A atendente sai e entra dentro de uma porta atrás do balcão, não demora muito, logo sai de onde estava trazendo consigo o pedido do loiro.

- Aqui está Jimin-oppa, coma bem ! – À garota sorri, e Jimin a olha com seu eye-smile.

- Muito obrigado Lisa ! – À garota faz uma reverencia e sai.

Quando acabou de comer, Jimin foi até o caixa e pagou, se despediu de Lisa e saiu da aconchegante cafeteria. No caminho de volta para casa o loiro se perdia em memorias do passado.

Flashback on

 Papai era ministro da educação, e mamãe governadora do estado de Busan. Nessa época eu tinha 15 anos, e não queria depender dos meus pais, queria ter minha liberdade. Lembro-me de pedir a papai para que ele me emancipar-se , mas eles tinha medo que algo de ruim acontecesse comigo. Quando eu nasci, nada foi revelado à imprensa, para todos eu era filho da governanta da nossa antiga casa, à senhora Lee, eu sempre recebia bastante carinho e mimo dela, e dos meus pais também. Como eles não me deixavam brincar como uma criança normal, eles sempre compensavam em casa.

Quando eu completei 16 anos, três meses depois ela teve um AVC e veio a falecer. Eu fiquei desolado, passei semanas sem ir para a escola, mas minhas melhores amigas - e noonas - me ajudaram a superar essa fase, sem contar com a ajuda que recebi dos meus pais, bastou apenas alguns dias para que eu voltasse a ser aquele garoto sempre risonho, que trazia felicidade a quem chegasse perto.

06 de novembro de 2015, essa data marcou minha vida, eu finalmente consegui convencer meus pais de me emanciparem. Fui morar em Seul com minhas noonas, comecei a cursar fotografia na faculdade. Sempre fui apaixonado por fotos, tirava fotos de meus pais, Hyungs, Noonas, plantas, até mesmo do céu quando ele estava limpinho, sem nuvem alguma. Para os outros aquelas fotografias eram apenas fotografias, mas para mim, cada uma daquelas fotos tinha um sentimento diferente.

Fazia dois meses que eu tinha completado 19 anos ,meus pais apareceram na nossa casa e insistiram para que eu voltasse para casa, eu neguei, disse que não voltaria pra casa por nada, ganhei um apartamento só para mim. Meus pais já que não me convenceram a voltar para casa, deram-me um apartamento ,com a desculpa de que “ eu tinha 18 anos, precisa de privacidade, fazer coisas de homens, e com duas mulheres dentro de casa isso não seria possível”. Eu não fui louco de questionar nada, queria muito um apartamento só para mim, morar com minhas noonas era complicado.

Quando fazia menos de um mês que eu tinha completado meus 20 anos, minha noona engravidou, o namorado dela – Jeon Jyun-hwi - queria que ela abortasse, e ela disse que não, nunca que faria uma coisa dessas com um ser humano, não era culpa do bebê a irresponsabilidade deles. Seus pais a ajudaram em todo o período da gestação, quando o menino nasceu, foi nomeado como Jeon Jungkook. Três meses depois, o namorado dela sumiu com Jungkook. À policia logo começou a procura do menininho, depois de quatro anos, finalmente o menino foi encontrado.O ex-namorado da noona foi preso e a guarda do menino ficou com minha noona. Em apenas três meses o pequenino começou a chamar minha noona de mamãe. O pequeno era um amor de pessoa, sempre alegre, sorridente e bricalhão, eu gostava de mimar meu Saeng, sempre comprando brinquedos para o menor, o levando para tomar sorvete, faziamos várias coisas juntos, chamava o pequeno de Kookie, um apelido fofo, combinando com ele, Kookie era uma bola de fofura.

 Flashback off

     Perdido em seus pensamentos, o loiro bateu contra um poste, xingou o mesmo e continuou seu caminho. Jimin, cansado de andar, entrou em um beco para cortar caminho.

 

 

Jimin pov/on

      Já estava cansado de andar, na próxima vou seguir os conselhos do jornal e não sair em dia de nevasca. Sempre quando vinha andando entrava em um beco para cortar caminho, conhecia esse beco na palma da minha mão, logo no inicio tinha uns latões de lixo, mais no fundo um poste, que por sinal estava queimado, o beco ficava entre dois prédios, na parede do prédio do lado esquerdo tinha uma escada de incêndio, mais na frente um amontoado de sacolas de lixos e algumas caixas de papelão. Olhei fixamente para as sacolas e vi algo se mexendo e calda castanha escura se mexendo. Será que há algum gato ali? Cheguei mais perto, vi que não se tratava de um gato e sim de um hibrido de gato. Coitadinho, devia estar morrendo de frio, tinha um fino cobertor sobre o gatinho, acho melhor o levar para casa comigo, ele não vai aguentar esse frio infernal. Retirei meu casaco e coloque sobre o pequeno hibrido, ficando apenas com o moletom que eu vestia por baixo do meu casaco. O híbrido se assustou e encolheu-se, colocando o casaco na frente de seu rosto, como se meu casaco formasse um escudo imaginário entre eu e ele. Observei seu físico, pude perceber que ele não comia a dias, seu corpinho era coberto apenas por uma blusa, que estava gigante nele, servia apenas para esconder sua nudez.

- N-não machuca o Tae ! – ele se encolheu ainda mais, escondeu o corpinho no meu casaco, ficando apenas com a cabecinha para fora.

- Calma pequeno, não vou te machucar. – falei sereno. Me agachei, ficando de joelhos. – Me chamo Park Jimin, como se chama? – Ele me olhava assustado. – O que está fazendo aqui? E em um dia como esses, onde estão seus pais? – O castanho abraçou os joelhos, escondendo a cabecinha entre eles.

- T-tae não tem pais, abandonaram Tae aqui -  Meu Deus, como uma pessoa tem coragem de abandonar uma criança, principalmente este sendo um hibrido, que são ainda mais frágeis que as crianças normais, esses tipos de pessoas devem fazer parte da escória do mundo, esses pais não tem um mínimo de decência. Não sei se estou sendo precipitado, mas sinto que tenho o dever de protegê-lo.

- Tae, você quer morar comigo?  Não irei te fazer mal algum. – Me aproximei mais do garoto.

- Você vai bater no Tae? – Ele perguntou receoso.

- Claro que não! Eu vou ter das vários abraços e te encher de carinho. – o abracei.

- O Tae quer ! -  Fiquei em pé, e o peguei no colo, ele escondeu sua cabeça na curvatura do meu pescoço, não demorou muito e ele dormiu. Sai do beco, faltava apenas um quadra para que eu chegasse no prédio em que eu morava, parei quando senti um liquido quente no meu braço, gritei baixinho, pelo susto, mas foi suficiente para que o pequeno acordasse, ele se assustou e começou a chorar, me desesperei e o coloquei no chão, o choro aumentou drasticamente.

- Não abandona o Tae! Ele não fez por querer. – Ele falou soluçando, esticou os bracinhos para que eu o pegasse no colo.

- Calma bebê, não vou te deixar, eu tô aqui. – O peguei no colo, imediatamente sua cabeça deitou em meu ombro esquerdo, suas mãozinhas seguravam meus ombros com toda força que ele tinha , ele estava apavorado, com muito medo de que eu o abandonasse. Continuei a caminhar até o prédio onde moro, quando cheguei fui recebido pelo “simpático” vigia, ele desejou-me uma“ Boa noite” que mais parecia um“ Eu te odeio, só desejo boa noite por que a síndica exige”. Quando eu era pequeno minha mãe  me ensinou para nunca ignorar uma saudação de boa noite ou um bom dia de pessoas antipáticas, elas são ignorantes ,mas se você ignorar sua saudação você se torna pior do que elas. Desejei Boa Noite para o senhor, e passei pela guarita, em seguida pelo hall de entrada, parei em frente ao elevador, apertei no botão, chamando o elevador, que estava do 4° andar, o elevador chegou, entrei no mesmo, apertando o botão do 5°, não demorou muito para caixa metálica chegar em meu andar, logo sai. Com um pouco de dificuldades peguei as chaves do meu apartamento no bolso da calça, coloquei a chave na fechadura, girei a mesma, abrindo à porta. Entrei na minha humilde casa com híbrido nos meus braços, ele dormia sereno, não queria acordá-lo, mas não podia deixar  ele dormi sujo e com fome.

- Bebê chegamos, acorde . – O sacudi devagarinho. Ainda com meu pequeno nos braços, caminhei até meu quarto, entrei no mesmo, passando reto em direção ao banheiro, deixe-o sentado na bancada da pia de mármore, abri a torneira, para que enchesse a banheira, colocando alguns saís de banhos, quando cheia desliguei a torneira. Tirei meu casaco moletom, ficando apenas com uma blusa branca , ergui ele, tirando de cima da pia, e o colocando no chão, me agachei ficando do tamanho dele, pedi para ele levantar os braços, para que eu pudesse tirar a blusa que ele estava usando, o mesmo levantou e eu tirei a blusa. O castanho corou e eu ri de suas reações tímidas.

- Tae fique quietinho, eu vou te dar um banho. – Peguei na mãozinha dele e o levei para dentro do box, liguei o chuveiro, depois peguei o chuveirinho, em seguida molhando minha mão, verificando se a água estava em uma temperatura adequada para que não queimasse a pele do meu pequeno, logo depois me agachando.

- NÃO!!! – Ele gritou assustado.

- Calma bebê ,é só um banho – Passei minha destra em suas costa, o aproximando para que perdesse o medo.

- O Tae não gostou, ele não quer ! – Ele me abraçou, escondendo seu rosto no meu ombro.

- Tae, olha é legal. – Peguei o chuveirinho, molhando seus pezinhos.

- O Tae tem medo. – Ele me olhou nos olhos, fazendo um biquinho.

- Você gosta de bolhas ? – Perguntei, enquanto me esticava pra pegar o sabão liquido.

- Bolhas ? – Ele pendeu a cabeça pro lado esquerdo, o deixando fofo.

- É bebê, bolhas, olha – Misturei o sabão com a água, fazendo espuma, assoprei, fazendo várias bolhinhas.

- O Tae gosta! O Tae gosta! – Ele começou a rir, me fazendo rir também. Despejei um pouco de sabão na minha palma, comecei a espalhar em seu corpinho, primeiro seus bracinhos, em seguida sua barriguinha, desci para suas partes intimas, estas estavam bastante irritadas, passei minha mão ali com bastante cuidado, parei quando ele reclamou.

- Oppa, não, no pipiu dói – Ele me chamou de oppa?

- Desculpa bebê ! - Peguei o chuveirinho, tirando o sabão daquela região. – Tae, do que me chamou ?

- De oppa, por quê? Algum problema? – Ele perguntou tristinho.

- Não me chame de oppa! Oppa é como as meninas chamam os homens mais velhos , o certo é Hyung. – Ele tinha um biquinho manhoso nos lábios.

- O Appa do Tae mandava ele chama-lo de oppa, senão, ele batia no Tae. – Que homem mais desnaturado.

- Não me chame de oppa, tudo bem ? – Ele assentiu – Bebê fique de costas. – Despejei um pouco de sabão em suas mãozinhas, o ensinei a fazer espuma, depois as bolhas. Tae se divertia com as bolhas, enquanto ele estava detraído , passei o sabão em suas costas, descendo para o seu bumbum, lavei sua calda, e ele estremeceu , me estiquei, alcançando o shampoo, despejei um pouco do liquido em suas madeixas, esfreguei devagarinho, lavei suas orelhinhas com bastante cuidado, para que não entrasse água.

- Tae terminamos, vamos para a banheira ? – Desliguei o chuveirinho, guardei o shampoo e o sabão em seus devidos lugares.

- Hyung ,o que é banheira ? – Ele me olhou com os olhos curiosos.

- Eu não sei explicar, venha ver – O puxei devagarinho pela cintura, para que ele tocasse na água.

- Porque tem um monte de água ai dentro ? – Perguntou, colocando as mãozinhas na água.

- Essa água é cheirosa, eu vou te colocar ai dentro e você vai ficar cheiroso. – Suspendi ele no ar , o coloquando dentro da banheira, ele pareceu gostar, brincava com a água e as bolhas. Deixei ele brincando, e fui pegar meu celular, não tinha fraldas aqui e não podia deixar o menino nu. Liguei para minha noona mais nova, o Kookie ainda usava fraldas, então vou pedir algumas emprestadas. Disquei o número da noona, depois de três toques ela atendeu.

- Jennie-noona, estou incomodando ?

- Jimin, ainda não sei o porquê pergunta esse tipo de coisa, você nunca incomoda. – Ela falou rindo.

- Jennie-noona, você poderia me emprestar algumas fraldas do Kookie ?

- Claro, mas pra quê ?

- Isso é uma longa história, se você vier aqui eu te explico.

- ‘Tô indo. – Ela desligou.

Peguei uma toalha, e voltei para o banheiro, quando entrei no cômodo, Tae estava de costas para mim e de frente para a parede, cheguei mais perto, ele coçava os olhinhos, e chorava baixinho.

- Tae por que está chorando ? – Perguntei, o virando para mim.

- Aquele negócio branco entrou nos olhos do Tae. – Falou soluçando.

- Vai passar, o hyung promete. – O tirei da banheira o enrolando na toalha, lavei seus olhinhos. O sentei na bancada de mármore, abri a gaveta do armário da pia, tirando de lá o secador. Liguei o aparelho na energia, logo secando suas olherinhas, madeixas, e calda. Quando já devidamente secas, o peguei no colo e sai do banheiro. O deitei na cama, quando escuto um grito vindo da sala.

- JIMIN!!! – Jennie-noona gritou.

- NO QUARTO! – Gritei de volta. Olhei para a porta do meu quarto que estava aberta, e vi Jennie e Kookie entrarem.

- Trouxe as fraldas que você pediu. – ela me entregou uma sacolinha com algumas fraldas dentro.

- Hyung, quem é ele? – Kookie me perguntou, apontando para o Tae, que estava deitado na minha cama.

- Ele é filho de coração do hyung, Kookie – Peguei uma das fraldas, e uma pomada ,passei nas dobrinhas do Tae, em seguida, coloquei a fralda. Peguei o castanho no colo, chamando Jennie e Kookie para fora do quarto.

 


Notas Finais


Até sábado!
Comentem o que vocês acharam...


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