História My little brother, My little Daddy-Incesto, Imagine Jungkook - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine Jungkook, Incesto, Srtpudym, Você
Visualizações 766
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


[srtpudym] amors, vou postar de noite agora por umas tretas ai e to aproveitando a internet boa do hospital :')
velho, tem treta, espero que 'cês curtam.

Capítulo 9 - IX: You're an idiot.


Fanfic / Fanfiction My little brother, My little Daddy-Incesto, Imagine Jungkook - Capítulo 9 - IX: You're an idiot.

_Você tem que saber com quem conversou nesses dias e em quem você deu o maior for porque prefere a vadia de sua irmã. –respirei fundo e ergui meu rosto. – Prazer, me chamo Jeon (S/N)!

Ele estava estático, encarando-me com suas orbes esbugalhadas, pareciam até que cairiam de seu rosto. Soltei um riso de lado, ele estava com a mesma reação que eu tive a poucos minutos atrás.

Eu não sei ao certo, quando comecei a desconfiar de que JK, era na verdade, meu irmão. Haviam já coincidências que desde a primeira vez, foram bem nítidas e apenas eu quem quis ignorar. Na verdade, não apenas mais eu.

Somos dois cegos e burros.

No primeiro dia de conversa, desconfiei que pudesse ser Yoongi no áudio, já que ambas vozes são bem grossas e com um sotaque diferente do de Seul. O alvo, já havia ido algumas vezes em minha casa e bom, já não havia gostado dele pessoalmente.

Depois, teve as subidas misteriosas de Jungkook e ao mesmo tempo, vinham mensagens do JK quando meu irmão não estava por perto.

Seria apenas uma coincidência, não é, Jimin?

E obviamente, que aquelas fotos em seu computador. Uma pasta cheia de fotos, tanto minhas quanto de outras garotas, no mesmo estilo sexual.

Apenas coincidência...

De repente, fui afastada daqueles pensamentos quando meu irmão levantou e fechou seu punho direito. A sua expressão de confusão, havia mudado para raiva e ódio. Dava para perceber o quão irritado estava, apenas por suas veias do braço, estarem bem saltadas e seu cenho franzido.

_COMO VOCÊ OUSA?

Dei um pulo, eu não esperava que ele fosse gritar do nada comigo. Eu esperava um soco, sei lá.

_COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO COMIGO?

E então, ele fechou seus olhos e voltou a sentar-se no banco. Agora, sua expressão havia mudado para decepção. De mim ou de si? Eis à questão.

Bipolar demais.

_Jungkook... –seu nome saiu como um sussurro de meus lábios, trazendo seu olhar em minha direção. Tremi. Meu irmão tinha os olhos marejados e aquilo, era a pior cena que eu poderia ver. – Eu não sabia e se soubesse, eu juro que teria acabado essa história antes de terminar aqui. –tomei a ousadia de me aproximar de si e mesmo afastando-se pouco de meu toque em sua perna, Jungkook mantinha seu olhar em mim. Abaixei-me e sentei no chão, ainda segurando suas pernas com minhas mãos. – Você sabe que foi um desafio... A B-Baby lhe contou.

Meu rosto estava queimando nessa altura. Só agora havia caído a ficha, que o meu personagem havia falado tantas coisas ao personagem de meu irmão. Acho que agora, ele tem um olhar mais envergonhado.

_Você sabia, não é?! –exclamou e voltou a ficar em pé, puxando-me pelo pulso para erguer junto de si. Gemi baixinho de dor, ele estava com raiva novamente. – VOCÊ SABIA, NÃO É?! –gemi de dor novamente quando Jungkook, empurrou-me contra o chão e fiz de sua vontade, caindo abaixo de si e tendo a surpresa dele cair em cima, voltando a segurar meu pulso, apertando cada vez mais minha pele. – É ÓBVIO QUE VOCÊ SABIA QUE ERA EU O TEMPO TODO! –esbravejou, sacudindo-me com força. – Você queria algo para se vingar de como lhe tratava, não? E provavelmente, ficou com mais raiva quando interrompi sua transa com seu amigo. NÃO É?! –torci mentalmente que ele parasse de me sacudir, aquilo já estava doendo muito e eu não iria mais segurar meu choro. – Você é uma... –fechou seus olhos e soltou-me, sentando-se afastado de mim. – Vadia!

E aquele xingamento, saiu como um sussurro de seus lábios, acompanhado de um soluço. Jungkook havia começado a chorar, ali, na minha frente e naquele parque. Eu nunca tinha visto-o assim, tão... sensível?

O xingamento dado a mim, nunca havia doído tanto quanto o de si. Não era a mesma coisa que eu xingar-me ou minha amiga fazer isso, era Jungkook quem havia dito, com um tom choroso em seus lábios.

E cortava-me por inteira apenas saber que ele pensava aquilo de mim.

_Jungkook... –voltei a sussurrar seu nome, sentando-me ao seu lado e mesmo que ele quase tenha arrancado meu braço fora, abracei-o de lado, acompanhando suas lágrimas com as minhas. – Me perdoa, por favor... –falei baixo o suficiente, para que apenas ele pudesse ouvir. – Eu juro que eu não sabia. E-Eu desconfiava, e-eram coincidências demais.

_E-eu também desconfiava que pudesse ser você. –sussurrou, finalmente, retribuindo meu abraço enquanto puxava-me para o seu colo. – Perdão, eu me sinto tão s-sujo.

Nada mais foi dito por nós dois. Aos poucos, fomos parando de derramar lágrimas de culpa e Jungkook, ajudou-me a retirar um pouco da maquiagem borrada. Encarei seus olhos e ele retribuiu na mesma intensidade, relaxando seus ombros.

Olhei para seus lábios e após alguns segundos, voltei a encarar seus olhos, os mesmos encaravam os meus lábios, como se estivesse hipnotizado. Aos poucos, nossas respirações foram ficando descontroladas e dava para ouvir o som dos nossos corações, com batimentos acelerados.

Não.

Não.

Não faça isso, Jungkook.

E ele fez o que eu não queria. Desviou o seu olhar para qualquer objeto do parque.

Não se machuque mais, por favor.

Deixe-me cuidar de você.

Me de seu coração.

Jungkook levantou-se e puxou os fios de seu cabelo, demonstrando o quão frustrado e confuso estava com tudo aquilo que estava acontecendo.

O meu coração já é seu, então...

Me dê a honra de eu ter o seu.

Levantei-me e fiquei ao seu lado, posicionando minhas duas mãos em seus ombros, fazendo uma leve massagem ali para ele relaxar.

_E agora? –cortei o silêncio, tendo o privilégio de ouvir um suspiro de seus lábios.

_Eu não sei. –riu fraco, ainda, não tendo a coragem de encarar-me como devia. – Eu não sei de nada e é a primeira vez que me sinto tão perdido como estou agora. –abaixou seu olhar, entreabrindo seus lábios. – Eu quem lhe pergunto... E agora?

_Eu nem sei qual é meu nome mais.

Rimos de forma constrangida e forçada.

_É tudo novo para mim... –começou, encarando agora, o céu estrelado acima de nós. – Eu nunca me senti tão maluco por uma garota igual agora.

_Obrigada?

_Eu não sei se é atração física ou realmente... –pressionou seus lábios. Vamos, não deve ser tão difícil falar. – Há sentimentos a mais do que o desejo de foder-te loucamente.

Soltei seus ombros e cruzei os braços.

_Aonde você quer chegar com essa confissão? –indaguei. – Você acha que eu não estou confusa? Céus, eu nunca me meti em uma coisa dessas!

_E ninguém lhe meteu ainda, né?

_Jungkook...-revirei os olhos. – O assunto é sério.

_Eu queria saber qual foi o ônibus que pegamos, para chegar nesse ponto em que estamos.

_JUNGKOOK! –exclamei. – Da para você ser sério e saber conversar em um momento? Obrigada!

_Eu estou falando sério.

Bufei, fazendo com que os fios soltos que estavam na frente de meu rosto e atrapalhando minha visão, acompanhassem aquele movimento. Ato que não foi despercebido pelo meu irmão, já que ele riu baixo e se aproximou, segurando meu rosto com sua mão direita.

_Eu estou falando que... –encarou-me, novamente, com seus olhos marejados. – É melhor nós fingirmos que isso nunca aconteceu e seguir nossas vidas.

_O QUÊ? –me afastei. Ah não, segundo fora do dia não! – Você só pode estar de brincadeira com a minha cara!

_Eu estou falando sério! –exclamou. Meu queixo caiu, primeiro a Baby e depois eu. É, o Park tinha razão de quando disse que sou bem azarada. – Vamos seguir nossas vidas e se você achar melhor, passe a me ignorar. Não estarei mais em seu pé, impedindo-lhe de fazer algo... Você está... Livre. –a palavra saiu como outro sussurro de si. Deveria doer tanto para si, tanto quanto para mim. – Livre de toda essa confusão, de JK e de mim, automaticamente.

_Mas e se eu não quiser?

_Não é questão de querer ou não. –revirou os olhos. – Eu não te quero.

_Mas você acabou de diz-...

_Foda-se! –interrompeu-me, sorrindo largo.

_Você é um idiota, Jeon Jungkook!

Aproximei-me de si e tomei a coragem de erguer minha mão em sua direção, acertando um tapa em sua bochecha esquerda.

_UM IDIOTA!

Sai correndo pra casa, lutando com as lágrimas e nem me importando se ele continuava encarando o chão ou se meus dedos haviam ficado marcados em sua face. Eu apenas corri.

Corri o mais rápido que pude.

Eu queria fugir daquilo, parecia um pesadelo aos meus olhos.

Entrei em casa, quase derrubando a porta, assustando SeokJin. O mesmo estava concentrado no sofá, encarando a televisão com um balde de pipoca. Fechei a porta com força, fazendo com que um barulho enorme ecoasse por cada canto.

_Como você sa-...

_SAI DA MINHA CASA, AGORA! –apontei para a porta. – SAIA, ANTES QUE EU DERRUBE ESSE ABAJUR NA SUA CABEÇA!

E deixando o balde de pipoca em cima da mesinha de centro da sala, SeokJin passou correndo por mim. Ouvi seus sussurros, pedindo desculpa sem nem ao menos, entender o que estava acontecendo e esperei que ele sumisse de minha vista, quando fechou a porta atrás de si.

Encarei as escadas e vi Lee no último degrau. Seus olhos também estavam esbugalhados e sua mão, que segurava o corrimão da escada, tremia na barra de ferro.

_T-Tenha uma b-boa noite! –ela falou baixo, saindo correndo também.

Olhei para os lados e quando percebi que estava sozinha, permiti-me chorar e gritar o quão alto eu queria, derrubando o abajur que antes, havia sido mencionado. Quando o mesmo quebrou próximo a mim, a porta foi aberta e encarei o ser que estava ali presente.

Jungkook...

Sua bochecha esquerda agora, estava vermelha, o que fez com que meu choro aumentasse. Quando ele se aproximou vagarosamente, tentando segurar minha mão, corri para cima, trancando-me em meu quarto.

Joguei-me na cama e agarrei o travesseiro, abafando meus gritos.

Ele agora, me odeia e eu, odeio ele.

O que custava cessar aquela atração que sentíamos um pelo outro?

E quanto mais eu pensava em soluções ou imaginava como seria nossas vidas, juntos, relacionando-se como um verdadeiro casal ou melhor, como Baby e JK, chorei cada vez mais, manchando a fronha de meu travesseiro, com o rímel borrado.

Se eu não amava ele ou melhor, se eu nunca amei ele, por que doía tanto?


Notas Finais


eu sou muito romântica, non?
me amem.
e ai, Jungkook sente algo a mais pela irmã?
ela sente algo a mais por ele?
eles vão ficar juntos ou não?
segunda-feira da próxima semana, no spirit repórter sz


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