História My Little Cat - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Gata, Jungkook
Visualizações 495
Palavras 1.980
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, mas estou aqui S2

OBS: Essa fic é destinada ao público +18 e tem cenas de machismo. Sou completamente contra qualquer "maus-tratos" as mulher ou animais, isto é somente uma história fantasiosa.

Boa Leitura (ignore possíveis erros)

LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 3 - Eu Cuido, Mas Também Maltrato


Fanfic / Fanfiction My Little Cat - Capítulo 3 - Eu Cuido, Mas Também Maltrato

Jungkook’s POV

Finalmente o final de semana havia chegado e eu podia descansar minha mente de todo o estresse que adquiri naquela longa semana de trabalho na empresa.

Bem, agora já são quase 13hrs e eu estava terminando de preparar o almoço (não sou muito bom em cozinhar, mas pelo menos não morro de fome). S/N estava sentada sobre o balcão, comendo um dos vários snacks que eu lhe comprei e mantinha uma expressão chorosa no rosto, acompanhada de seu biquinho emburrado.

Novamente eu tinha brigado com ela por estar fazendo algo que eu não queria que fizesse. Pelo que fiquei sabendo, Yuna (a gata de Seokjin) passou o contato de S/N para outro gato híbrido qualquer e eles conversaram sobre o cio da minha gatinha.

Logicamente eu fiquei furioso ao ver que S/N deixava que os outros falassem tão livremente de sua vida sexual e ainda recebia de muito bom grado os vários elogios daquele infeliz sem escrúpulos... Resultado de toda essa confusão: Um notebook quebrado e uns tapas na bunda.

Tudo isso aconteceu nesta manhã, então a pequena gatinha ainda estava com o bumbum vermelho e não queria falar comigo (mas ainda ficava perto de mim). Sei que posso ter passado dos limites ao lhe dar uns tapinhas, mas é que eu perdi a cabeça naquele momento e ela tem que aprender a me respeitar mais, já que não era a primeira vez que o seu cio a fazia ser uma gata rebelde.

_Quer um pouco? – Questionei, colocando o kimchi ao seu lado no balcão.

Como o imaginado, S/N fingiu que não havia escutado e não respondeu, se preocupando somente em comer o snack em suas mãos.

_Se continuar com esse comportamento será pior pra você. – Avisei, me sentando na banqueta e começando a comer.

_O senhor quebrou meu computador. – Ela finalmente falou, mas sem me olhar e reclamando do acontecido.

_Eu compro outro depois que essa fase passar. – Respondi concentrado no meu kimchi.

_Não vai passar. – S/N disse, colocado o pacote de snack de lado e cruzando os braços. – A Yuna falou que não vai passar.

_Você ainda acredita naquela gata idiota? – Perguntei impaciente. – Foi ótimo eu ter quebrado seu notebook, assim não conversa mais com ela.

_Aish, e por que me bateu? Agora está doendo. – Ela falou, choramingando outra vez.

_Olha, se ficar comportadinha enquanto eu almoço, passarei um gelzinho no seu bumbum. Está bom assim?  – Sugeri, voltando a comer meu kimchi.

_Também vai ter que dar beijinhos para sarar. – S/N disse mexendo em seu cabelo.

_Beijinhos também, mas agora me deixe comer. – Pedi, vendo-a assentir positivamente com a cabeça.

 

~*~

_Se deite, vou buscar algo pra passar em você. – Falei assim que adentramos o quarto.

S/N pulou na minha cama e se deitou de barriga para baixo, enquanto eu fui ao meu banheiro para pegar um gel de massagem. Ela estava somente de lingerie, então não eu não precisaria ter trabalho algum em tirar suas roupas para “cuidar” das marcas vermelhas que deixei em suas nádegas.

Voltei para o quarto e vi que ela estava com meu celular em suas mãos, tentando a todo custo adivinhar a senha do aparelho.

_Já disse mil vezes que não é para mexer nas minhas coisas. – Proferi, pegando o celular de suas mãos e o colocando na cômoda ao lado.

_Mas você mexe nas minhas, papai. – Ela disse e eu sorri ao ouvir o famoso “papai” sair de seus lábios, aquilo já indicava que não estava tão chateada quanto antes.

_É porque você é minha bebêzinha e eu preciso saber o que anda aprontando. – Expliquei, subindo sobre a cama. – Agora volte a ficar de bruços, vou passar o gel em você.

Ela então voltou para a posição em que estava e relaxou seu corpo na grande cama de casal. Abri o pequeno pote de gel e peguei uma quantidade boa em minhas mãos, para assim iniciar uma massagem gostosa em minha gatinha manhosa.

_É gelado. – S/N comentou sorrindo.

_Com os movimentos ele fica quente. – Eu disse, continuando a massagear seu bumbum empinado.

_E os beijinhos? – Ela questionou olhando por cima de seus ombros.

Sorri outra vez, abaixando meu rosto até sua pele avermelhada e depositando beijos castos em sua bunda, fazendo-a ronronar em aprovação.

_Papai, eu estou ficando molhadinha de novo... Massagem deixa molhadinha também? – Ela perguntou inocentemente.

_Se for bem feita, deixa sim. – Respondi voltando a movimentar minhas mãos, descendo até as suas coxas que também tinham algumas marcas.

_Eu gosto de massagem, papai é habilidoso. – Murmurou colocando um dedo na boca e começando a lamber o mesmo.

_No que você está pensando com esse dedinho na boca? – Perguntei a olhando, que sorriu timidamente com a minha pergunta.

_Em nada. – Falou ainda sorrindo.

_Fala. – Pedi, indo até ela e mordendo seu pescoço exposto.

_Aiin papai, para. – Disse, ronronando logo em seguida.

Apenas ri de seu comportamento e voltei a massageá-la como antes, vendo a pele de seu corpo já bem relaxada dos “maus-tratos” de mais cedo.

_Acho que já está bom. – Falei, fechando o pote de gel e o colocando também sobre a cômoda.

_Foi muito rápido. – Ela disse, se virando de frente. – Agora minha calcinha está molhadinha e eu to com vontade, pega o meu brinquedinho?

_Não. – Respondi, fazendo-a me olhar confusa.

_Por que não, papai?! – Questionou.

_Porque eu acho que já está na hora do papai te saciar de outras maneiras. – Eu disse, acariciando suas coxas. – Pois se eu souber que está de papo com outro gato, irei perder a cabeça de novo.

_Eu não vou mais te desobedecer. – S/N disse manhosa.

_Você disse isso antes e olha no que resultou. – Falei, subindo sobre ela. – Se eu não fizer nada, isso vai virar um circulo vicioso.

_E o que o senhor vai fazer? – Ela perguntou, agora colocando as mãos em meus cabelos e brincando com meus fios lisos.

_Colocar algo bem grande e grosso no seu buraquinho. – Sussurrei, vendo seus pelos se arrepiarem.

_Sério, papai?! – Questionou animada. – Eu quero, coloca vai.

_Calma, não é assim. – Respondi beijando levemente seus lábios. – Tenho que te deixar prontinha pra isso. – Falei depois, abaixando a pequena calcinha preta que ela usava. – Abre as pernas e me deixe ver como está sua bucetinha.

S/N obedeceu rapidamente, se abrindo para mim sem pudor algum, expondo sua vagina molhada e com o delicioso cheiro de tesão.

_Ah você é tão pequenininha, será que agüenta o papai? – Perguntei, passando meu dedo indicador pela sua entradinha virgem.

_Agüento. – Ela respondeu baixo, curtindo o toque do meu dedo.

Guiei meu rosto até a sua intimidade e resolvi fazer um sexo oral na minha gatinha, para deixá-la mais excitada e molhada.

_Aiiiin papai, que gostoso. – S/N gemeu, se contorcendo com o contato de minha língua em seu clitóris.

Aquela bucetinha realmente me deixava maluco... S/N me deixava louco, essa era a realidade; eu venho me controlando há muito tempo, mas aquela híbrida incrivelmente sexy e inocente era a maior tentação que um homem solteiro poderia ter dentro de casa.

Chupei seu grelinho até que ela estivesse bem fora de si e quase explodindo em um orgasmo, recendo um murmuro de repreensão ao parar com os movimentos da minha língua e levantar meu rosto.

_Você está muito safadinha, pode se acalmar. – Falei tirando minha camiseta e jogando em um canto qualquer. – Tira seu sutiã, deixa o papai beijar seus peitinhos também. – Pedi, enquanto abria o zíper da minha calça.

S/N fez o que eu mandei, ficando agora completamente nua á minha frente. Eu tirei minha calça e também aproveitei para tirar a cueca junto, pois meu pênis estava necessitado de “liberdade”, já que uma forte ereção se fazia presente no momento.

_Gostosa. – Eu disse, lambendo e mordendo os bicos rijos dos seios da minha gatinha.

_Papai eu quero você. – Ela falou manhosa, descendo uma mão até meu membro. – Vai colocar isso aqui no meu buraquinho?

_Vou. – Respondi, sentindo os toques gentis de sua mão.

Abri a gaveta da cômoda ao lado da cama e peguei o primeiro pacote de camisinha que encontrei, o abrindo rapidamente. S/N tirou a mão do meu pênis e ficou olhando curiosa para o que eu faria; então coloquei a camisinha agilmente e sorri para ela, voltando a me deitar sobre seu corpo.

_Agora eu quero que você fique calminha e confie no papai. – Falei, acariciando seu rostinho meigo.

_Ta. – Ela disse passando seus braços pelo meu pescoço.

Eu ajeitei o meu membro na entrada melada de sua bucetinha e forcei uma primeira entrada, escutando um gritinho agudo vindo dela.

_Xiiiu, fica calma. – Pedi beijando seu pescoço.

_Mas doeu papai. – S/N falou me olhando.

_Eu sei amor, mas eu to aqui. E logo a dor vai passar, isso é normal. – Expliquei.

Novamente forcei meu pênis em seu buraquinho, desta vez entrando completamente e sentindo uma ardência em meus ombros... Ah ela estava me arranhando.

_Isso não é gostoso. – Ela murmurou chorosa.

_Vai ficar. – Falei, tirando lentamente meu membro de sua vagina.

Olhei para baixo, vendo o plástico da camisinha com algumas marcas de sangue, confirmando que minha gatinha havia acabado de perder seu precioso hímen. Sorri satisfeito ao ver aquilo, voltando a penetrar e ouvindo outro gritinho sair de seus lábios.

_Eu não quero mais. – S/N disse com os olhos marejados.

_Calma... Dá um beijo no papai. – Pedi, colando nossos lábios e iniciando um beijo demorado.

Junto aos beijos, eu movimentava meu quadril e a estocava levemente. Aquilo estava uma delicia, ela era tão apertadinha e devorava o meu pênis de um jeito absurdo; eu queria que fosse tão bom para ela, como estava sendo para mim.

Escorreguei uma de minhas mãos para seu clitóris e passei a massagear o mesmo com movimentos circulares, finalmente arrancando alguns suspiros prazerosos dela.

_Está gostoso minha gatinha?! – Perguntei depois do beijo, olhando em seus olhos.

_Esta ficando bom. – Ela respondeu bem manhosa.

Sorri e apenas continuei com o que fazia, pegando um pouco mais de velocidade nas estocadas à medida que S/N ia se sentindo mais à vontade. Eu pensei em mudar de posição, mas achei melhor continuar na famosa “papai e mamãe”, já que depois de hoje eu teria muitas outras chances de testar as mais variadas posições do kamasutra com a minha gatinha.

Creio que nós tenhamos ficado mais uns cinco minutos naqueles movimentos gostosos, até que sinto a bucetinha de S/N pulsando em meu pênis e seus gemidinhos ficarem mais altos, indicando a aproximação de um orgasmo.

_Aiin papai. – Gemeu me arranhando novamente.

Eu queria muito gozar junto com ela, então passei a penetrá-la com mais força e pressão, alcançando o fundo quente e melado de sua bucetinha.

Depois disso não demorou mais nem um minuto, S/N já estava se entregando a seu primeiro clímax por penetração e gemendo como uma putinha no cio... O que realmente ela era naquele momento.

Seus gemidinhos eram o que faltava para meu gozo jorrar dentro da camisinha, me levando a um intenso e delirante orgasmo.

_Ah minha gostosa. – Falei ainda sentindo a corrente de prazer passando pelo meu corpo.

Beijei-a outra vez, agora dando uma mordidinha em seu lábio inferior e fazendo-a sorrir com meu ato.

_Gostou? – Perguntei tirando meu pênis de dentro da sua vagina.

_Doeu, mas foi gostoso. – Ela respondeu, enquanto eu me levantava.

Fui até o banheiro e joguei a camisinha usada dentro do cesto de lixo, voltando rapidamente para a cama e puxando S/N para se aninhar em meus braços.

_Te amo tanto. – Falei beijando o topo de sua cabeça.

_Também te amo muito, papai. – S/N disse me abraçando.

_Desculpe por te bater hoje mais cedo. Papai não queria fazer aquilo, mas você foi tão desobediente. – Eu disse a olhando.

_O senhor foi muito mal comigo, batendo no meu bumbum daquele jeito. – Ela falou, fazendo o seu rotineiro biquinho.

_Eu cuido, mas também maltrato; então tome cuidado com o que faz. – Alertei, cobrindo nossos corpos com o lençol branco. – Agora durma um pouco.


Notas Finais


Ahhhh e aí, o que acharam?
Espero que tenham gostado S2

Bem, agora acho que o imagine está finalizado.
Poderei trazer mais algum capítulo futuramente, então se tiverem alguma idéia do que gostariam que o Jungkook fizesse com a gatinha (ou que a gatinha fizesse com o Jungkook) deixe aqui nos comentários.

Por enquanto é isso.
BEIJOS


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