História My Little Doll - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Moritakahiro

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Daddykink, Doll
Visualizações 128
Palavras 806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 6 - Fazer Amor


Ɓуυη ƁαєкHуυη – Version

 

- Meu marido.... Tão lindo. - sussurrava para si mesmo, ao passo que o abraço ficava cada vez mais forte e apertado, sentindo as lágrimas grossas de Chanyeol molharem seu ombro nu, exposto pelo cropped vinho que usava, sendo aquilo que era seu objetivo desde o começo, sendo o porto seguro, o fio que o ligava à vida, o diário ambulante do Park, que o fazia de urso de pelúcia, em silêncio, mas tomava seu corpo nos braços fortes, dizendo mais com seus gestos do que com qualquer tipo de palavra. Era mais significativo, mais puro, mais honrado, mais verdadeiro e fora por isso que não recuou. Deixou-se cumprir a promessa que havia feito para si mesmo, entregando-se completa e unicamente ao rapaz, que agora parecia indefeso demais, triste demais, quebrado demais.

 

A respiração quente e pesada em seu pescoço o fazia se arrepiar por completo, encaixando os dedinhos finos na camisa negra do mais velho, logo subindo-os ao seu rosto bonito, no qual limpou as lágrimas cristalinas com os polegares, deixando-se desferir uma carícia leve nas bochechas avermelhadas, sorrindo diante daquele sentimento bom que tomava conta de seu ser. O sentimento de ser útil para alguém, de ser capaz de fazer alguém feliz. Durante toda sua curta vida, aquela era a primeira vez que confiavam nele, que não o afastavam, mas que o apoiavam, o deixavam ser digno de carinho. A primeira vez que se sentira feliz, desde que nascera, fora ao lado de seu marido. E era por isso que sorria. Era porque havia encontrado o caminho que lhe fora destinado desde o principio, seguindo ao lado de alguém que precisava de ajuda tanto quanto ele precisava. Delicado, posicionou-se na ponta dos pés ao lado do Park, aproximando-se devagar de seu rosto para não assustá-lo e, com cuidado, colou seus lábios finos na bochecha macia, começando a plantar vários beijinhos ali, todos muito carinhosos e repletos de uma pureza quase encantadora, afastando-se somente após alguns minutos, os quais o artista havia usado para se acalmar, esboçando um grande sorriso, sincero, mesmo quando fora empurrado para longe, somente por sentir as mãos grandes ainda apoiadas em seu ombro.

 

- Distância? Mas.... Baek-ah não quer ficar longe de seu marido! Baek-ah quer ficar assim, bem pertinho.... – a criança ronronava, voltando a colar sua cabeça contra o peitoral forte e aspirar o cheiro másculo de seu dono, formando um grande bico mimado ao que foi afastado novamente, cruzando os bracinhos com uma expressão emburrada, não entendendo o motivo daquilo tudo. Baekhyun queria ficar perto de Chanyeol. Aquela era sua função como esposa, não era? Ele não deveria, sei lá, beijar e fazer amor com seu marido? Porque era isso que haviam dito pra ele no orfanato, antes de manda-lo para a casa do mais alto. Mas o que era fazer amor?  - Yeollie-ah! Quando eu estava vindo para cá, a moça me disse que eu deveria fazer amor com você. Como as pessoas fazem amor? Amor é um sentimento, não é? Como alguém pode fazer sentimentos? -  mordeu o lábio inferior, um tanto quanto curioso, não entendendo a reação assustada que o outro expressava. Talvez ele tivesse feito algo idiota. - Eu vou entender se você não quiser fazer amor comigo, Yeollie-ah, mas eu vou fazer com você, tá? Só preciso que me ensine.... - acanhado, abaixou a cabeça, com os pensamentos negativos de que Chanyeol não queria amá-lo.

 

Inocente. Baekhyun era muito inocente. Nem ao menos sabia o duplo sentido que suas frases continham, apenas questionava e questionava, em busca de uma resposta, em busca de uma explicação sobre o que deveria fazer para deixar seu marido feliz, começando por responder todas as suas perguntas, mesmo que que estas fossem extremamente bobas ou infantis.

 

- Meu nome é Byun Baekhyun e eu tenho dezoito anos. Fui adotado pelo senhor seu pai para te fazer feliz e eu gosto muito de gatos, bebês e calcinhas. Yeollie-ah.... Você me deixa usar calcinhas? Você pode me dar bebês e gatinhos também? - piscou os olhinhos brilhantes, rindo diante da apresentação deste. - Oh.... Então você pinta? Eu gostaria de ver suas obras um dia, se deixar. E eu posso arrumar sua casa, também. Boas esposas precisam ser também boas donas de casa, não é? - levou a palma de sua mão à barriga, que roncava. – Estou faminto, mas não quero que cozinhe pra mim. Sou eu que vou cozinhar pra você. Quero que meu marido vá tomar um banho e se arrumar, enquanto eu faço o almoço. Tem preferência por alguma comida em especial? Posso fazer o que quiser! - comentou, animado com a oportunidade de começar a cuidar de Chanyeol, da maneira que queria.

 

Porque, em sua bondade, ele realmente faria tudo o que Chanyeol quisesse.

Fora criado especialmente para si, no fim das contas.

 



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