História My Little Doll - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~Moritakahiro

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Daddykink, Doll
Visualizações 133
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 7 - Calcinhas


Park Chanyeol Version

Por onde ele deveria começar?

 Era impressionante como em questão de segundos Baekhyun invadia seu espaço pessoal, com aquele rostinho sorridente e quadrado, junto àquelas bochechas perfeitamente rosadas. Não que Chanyeol estivesse reclamando de si, óbvio, muito pelo contrário, admirava-o o quanto sua boneca se esforçava para formar um vínculo com alguém e dava certo. Pelo menos consigo caminhava. Porque ele vinha, ah sim, querendo abraça-lo novamente, ditando que não queria se afastar de seu marido com a voz mais macia que já tinha escutado. Tirando o fato da maneira adorável que ele se referia a ele mesmo na terceira pessoa. Porém um sentimento estranho percorria o estômago do Park, que era obrigado a afasta-lo, claro, recebendo uma cara adoravelmente emburrada em troca.

 — Distância. - Repetia, fazendo um tipo de barreira invisível no ar com as mãos. A regra não era exatamente para Byun, seria mais para si mesmo, em função de preservar sua sanidade, ainda que jamais fosse admitir aquilo. Mas quando o ouvia falar sobre fazer amor, era impossível não ficar estático. — A-amor? - Aquilo era sério? Não sabia se era mentira ou se o garoto era tão inocente quanto imaginava. Pela cara que fizera, ele queria explicações, mas como diria aquilo? Ainda mandaram o pequeno se doar para si, deitar consigo.... eles eram loucos? . - Eu... – Chanyeol tentava se expressar, mas voltava a ser interrompido, com frases tão puras e melancólicas que chegaram a o deixar...  triste. Baekhyun era uma criaturinha realmente muito determinada e a tal promessa que ele fazia, sobre amar o Park,  agora fazia mais sentido. Seria capaz de conclui-la?

Pela expressão inocente, Chanyeol podia dizer que o Byun não conseguia entender, não fazia a mínima ideia do que escapava por sua boca rosada. O orelhudo não podia deixar de se perguntar: quantas e quantas pessoas já não haviam usado sua alma caridosa, somente como pedestal? Quantas pessoas já haviam passado por cima do pequeno?

— Byun. – Chanyeol inclinou seu corpo levemente, colocando suas mãos garndes em seus ombros, para que ele olhasse diretamente em seus olhos. - Fazer amor é... coisa de adulto, um dia você vai saber o que é isso, mas não agora, okay? – E pela cara que Baekhyun fez, com certeza iria insistir, como se fosse um tipo adorável de criança que buscava de toda maneira por algumas respostas. - E não quero você ouvindo o que te mandam fazer... para mim. Daqui em diante, você só vai me escutar, estamos entendidos? – sem questionar seu marido, o baixinho não teve outra opção, senão acenar com a cabeça levemente. Jamais poderia desobedecer uma ordem direta.

 

“Você me deixa usar calcinhas?”

Se Chanyeol deixasse...  Ele estaria sendo um completo pervertido ou um cara legal?

Não olhe para baixo.

Não imagine o comentário de agora...

Merda.

Baekhyun usava calcinhas.

 

— Não precisa perguntar para mim, use o que você sentir mais confortável... - Boa, Chanyeol. - Mas, ca-calcinhas eu não tenho aqui... A gente pode comprar uma boneca e adotar gatinhos mais tarde. – encerrou o assunto, se amaldiçoando mentalmente por ter imaginado o garoto com uma fio dental. ­­– Quanto aos meus desenhos, todos estão espalhados por todo canto da casa, principalmente no meu quarto e no quarto de hóspedes, que agora virou quarto de trabalho. Então não vai ser difícil você encontrar alguns. – precisava lembrar-se de guardar alguma sobras um tanto... inapropriadas, não queria que a primeira impressão de Baekhyun fosse um desenho erótico. - E não quero que você arrume nada para mim, tudo bem? Você não tem dever nenhum disso. Mas cozinhar....

Ah, Chanyeol não sabia cozinhar. Sim, tantos anos morando sozinho para não saber cozinhar. Ele se orgulhava disso? Não, porque ele passava fome.

 — Se não for muito incomodo... Eu gostaria que cozinhasse pra gente. – Não podia acreditar que finalmente cedia, falando aquilo. Porém, a sede por comida boa gritava mais alto dentro do orelhudo. - Ah! Esqueci que não tenho comida aqui. Eu, geralmente,  como lá fora, porque não sei cozinhar muito bem... Então acho melhor a gente ir ao mercado comprar os ingredientes, o que acha? - Viu Byun concordar, mostrando um largo sorriso, para, então, logo ir abraça-lo com força, escondendo sua cabeça no peito forte e coberto. - ...A distância. – Chanyeol balbuciava novamente, afastando seus corpos. 

Mais uma vez, já estava pronto para passar um sermão no mais baixo, mas algo chamou sua atenção. Aquela roupa..... Ele iria vestido daquela maneira? As coxas expostas... a blusa que mostrava a barriga e cintura fina... Era somente impressão ou Baekhyun gostava de provocar? Não que Chanyeol não gostasse das roupas que ele trajava, mas uma parte sua era egoísta e não queria que as pessoas ficassem olhando Byun. Ele não sabia o porquê, mas simplesmente não queria.

— Você... Quer alguma roupa minha para sair? - Perguntei, sendo respondido com um não com a cabeça.

- Não.

— Hum... Fique aqui. - pediu, saindo do cômodo que estava para ir direto em direção ao próprio quarto. Vasculhando o guarda roupa, não foi  muito difícil de achar o tipo de peça que procurava. Pegou-a e levou-a novamente para a sala, onde Baekhyun o esperava. - Venha, estique os braços. – o menor só fez obedecer. Com cuidado, Chanyeol vestiu-o com seu casaco aberto, que por sinal ficava quase como um vestido no corpo alheio, chegando ao meio das coxas, um pouco acima das meias três por quatro que ele usava. Olhando novamente e conseguia ver aquela roupa justa em seu corpo... Por isso, se aproximou de si e fechou o zíper, até que chegasse a ponta de seu nariz, cobrindo metade de seu rosto, deixando com um ar tão fofo.

Talvez Chanyeol estivesse exagerando.....

— Pronto... está frio lá fora. – Procurou por uma vã justificativa, não fazendo a mínima ideia do que falava. Entretanto, o lourinho parecia estar bem feliz com a nova peça, sem precisar de qualquer outra explicação que não fosse: “É um presente do meu marido!”.

 Indo até a cozinha, o Park pegou de sua moto, uma Kawasaki Ninja 650 em cor negra, guiando Baekhyun para fora do apartamento, em direção ao elevador, não sem antes trancar a porta da casa. Juntos, desceram até a garagem no térreo, recebendo alguns olhares críticos, talvez de julgamento, das pessoas ao redor. Nenhum dos rapazes pareceu se importar com isso, naquele momento, presos em seu mundinho particular.

 — ...Você tem medo de moto?

 

E, mesmo que Baekhyun tivesse.... Chanyeol juraria protegê-lo.


Notas Finais


Obrigada por chegar até aqui.


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