História My Little Flower - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bon Jovi
Personagens Alec John Such, David Bryan, Jon Bon Jovi, Personagens Originais, Phil X, Richie Sambora, Tico Torres
Visualizações 10
Palavras 991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É, eu demorei.
Não tem motivo, eu só não tava com ânimo mesmo.

Enfim, boa leitura.

Capítulo 4 - My New Best Friend


06 de Setembro de 1983 

Fachada da gravadora - New Jersey 

Jon 

- Como assim, mano?! - Perguntei irritado enquanto seguia o Dave pra fora do prédio. 

- Meu, vê se entende! - O Dave reclamou. - Eu não quero mais fazer parte dessa banda. 

- Tem que ter um motivo! - O Tico reclamou. 

- Não tem não! - O Dave protestou. - Eu só tô caindo fora. Aceitem! 

E saiu andando rua afora. Nós quatro nos sentamos nas escadas em silêncio, sem saber o que fazer. Tínhamos perdido o nosso guitarrista e tínhamos dois meses pra achar um novo, compor novas músicas e gravar. Ou seja, fodeu. 

- Por que ele ficou furioso de repente? - O David perguntou. 

- Porque o Tico virou café na blusa dele. - Respondi sem tirar os olhos do asfalto. - Aí ele explodiu, mas acho que ele já queria dizer isso a um bom tempo. 

- Desculpa. - O Tico disse meio pra baixo. - Foi como se alguém tivesse me empurrado. Eu não consegui segurar. Talvez eu tenha tropeçado ou... 

- Só que ninguém te empurrou! - O Alec disse. - E simplesmente não tinha aonde você tropeçar! 

- Esquece. - O David negou com a cabeça. - Agora é meio tarde pra tudo isso. 

Assenti com a cabeça e ergui o olhar pro movimento da rua, até que vi aqueles famosos cabelos ruivos do outro lado da rua. O sorriso brincalhão e acenando pra mim como se fosse a coisa mais normal do mundo. 

- Eu vou esfriar a cabeça. - Falei levantando e os três me encararam. - Daqui a pouco eu volto. 

- Quer que a gente vá junto? - O David perguntou e eu neguei. 

- Não precisa. Eu só vou caminhar um pouco. 

- Tão tá. - O Tico deu de ombros. - Até depois. 

Assenti e saí pela rua seguindo a garotinha saltitante e sorridente. Apertei os lábios levemente irritado, sem saber pra onde ela tava me levando. Depois de umas oito quadras, ela finalmente parou e sentou no meio fio da calçada. A rua tava deserta. 

- Foi você que fez o Tico virar café em cima do Dave, né? - Cruzei os braços e ela assentiu, se encolhendo de leve. - Por quê? 

Ela batucou os dedos na boca, indicando que não podia falar. Fechei os olhos e respirei fundo antes de sentar do lado dela. 

- Olha, a gente tinha conseguido o contrato. Tava tudo bem e ia dar tudo certo. Não teve nenhum motivo pra você ter feito aquilo. O máximo que você conseguiu foi me fazer perder o meu melhor amigo! 

Ela ergueu a mão como se fosse fazer carinho no meu ombro, mas o braço dela passou direto pelo meu corpo. 

- Agora a gente tem dois meses para achar um novo guitarrista e começar tudo do zero. Eu agradeço por ter me trazido a Dot e o Tico, mas agora você estragou tudo. 

Ela abaixou a cabeça constrangida e envergonhada. A minha cabeça martelava, mas eu não ia ceder a isso. Não a ter perdido o meu melhor amigo. 

- O que você queria fazer? - Perguntei e ela me encarou com uma expressão neutra. 

Fiquei encarando ela de volta até um carro virar a esquina e parar na minha frente, só que do outro lado da rua. Um garoto mais ou menos da minha idade desceu e abriu a porta de trás, revelando o carro cheio de caixas. 

Fiquei observando enquanto ele brigava com uma das caixas e colocava algumas na calçada em frente a uma das casas. Quando me dei por mim, a Flower tava em cima do carro, balançando as pernas enquanto encarava sorridente o garoto. 

- Cê quer ajuda? - Ofereci e o garoto pareceu só agora notar que eu tava ali. 

- Claro. - Ele sorriu. - Eu consegui um aluguel aqui na rua e a minha mãe meio que me expulsou de casa. 

- Meio? - Sorri enquanto pegava uma caixa. 

- Pois é. Só que eu não contei pra ela que eu fui demitido, então não faço ideia de como vou pagar esse aluguel. - Ele fez uma cara de preocupado. 

- Aonde que você trabalhava? - Perguntei. 

- Em uma loja de discos e instrumentos. - Ele deu de ombros. - Eu fui demitido por ter estourado a corda da quarta guitarra seguida. 

- É sério?! - Eu ri e ele riu junto. 

- O pior é que eu sei tocar, mas só a minha fiel escudeira. - Ele sorriu e pegou um estojo de guitarra dentro do carro. - Ela já tá afinada e ninguém encosta nela sem a minha permissão. Mas eu sou uma negação pra afinar guitarras novas. 

- Então você toca guitarra? - Arregalei os olhos e ele assentiu. 

- Toco, ué. Eu componho as vezes, mas não é nada muito "Uau!". 

- Mas que conveniente. - Olhei de lado pra ruivinha que continuava sentada em cima do palco, assistindo tudo. - A gente conseguiu um contrato com uma gravadora, mas o nosso guitarrista pulou fora. 

- Tá me oferecendo um emprego sem nem saber o meu nome? - Ele ergueu uma sobrancelha e sorri. 

- Eu sou Jon. Jon Bongiovi. 

- Richard Sambora. Pode me chamar de Richie se quiser. 

- Então, Richie. - Sorri pegando a última caixa dentro do carro. - Cê topa? 

- É claro que eu topo. - Ele disse animado e pegou um bloquinho no meio das coisas. - Esse é o telefone aqui de casa. Só ligar. 

- Valeu. - Peguei o papel e guardei, pegando o bloquinho logo em seguida. - Esse é o telefone da gravadora e esse o da minha casa. 

- Valeu mesmo, Jon. Tu salvou a minha vida. - Ele disse sorrindo. - Me ajuda a carregar as coisas lá pra dentro? 

- Claro. - Sorri e ele pegou a chave, abrindo a porta. 


Notas Finais


É, eu demorei pra escrever esse cap e ainda por cima ficou pequeno.
Sorry.
Mas eu juro que vou tentar atualizar mais seguida essa história, até pq eu amo ela.

Até o próximo cap
Bjinhos da Cass 😘😘


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