História My Little Robbery - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Chara X Frisk, Charaefrisk, Charisk, Friskechara, Orange, Undertale, Yuri
Exibições 43
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Científica, Harem, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Finalmente eu terminei esse capítulo para postar.
Pensei que eu estava entrando em bloqueio, mas é só escutar certa música que a animação vem para escrever, obrigado por acompanharem mais um capítulo e por está Fanfics está crescendo rápido, isso me anima.

Boa leitura:

Capítulo 3 - Chapter Two: First Night


Os olhos rubros da minha filha estavam fixados na Frisk, tudo indo de acordo como planejado. Provavelmente Chara voltará a ter seu belo e doce coração, não que ainda não o tenha, apenas mudou depois que a morena se desligou, mas agora tudo pode voltar certo?

Ela ficou paralisada, seus atos estavam incoerentes, não foi isso que eu exatamente imaginei.

- Minha criança você está bem? – Toquei em sua testa estava febril e suava frio- Nossa...

Ela voltou de seus devaneios e tirou minha mão de sua testa e incrivelmente ela estava um pouco corada, minha filhinha voltou.

- O que vocês pensam que estão fazendo? - Chara disse relutante.

- Surpresa? É algo inesperado, repentino ou não anunciado previamente, também conhecido como imprevisto. – Frisk é um dicionário em pessoa, ou para ser exata robótica.

Chara abriu sua boca algumas vezes para falar, mas a cada vez que abria ela fechava no mesmo momento.

- Por que você não demonstra o seu novo quarto para a Frisk querida?  - Ela riu sarcasticamente.

- Tá falando sério? – Eu assenti positivamente, ela revirou seus olhos e se alevantou.

Asriel saltou para o sofá e gritava alegre porque finalmente teria a televisão para ele, eu olhei para a Frisk que entendeu o recado e seguiu a Chara para o andar de cima. Acho eu que elas têm muito que conversarem.

Pov’s Chara

Que porcaria minha mãe estava pensando quando mandou reconstruir a Frisk? Eu não sei se fico olhando para ela, tenho medo que eu fique envergonhada, não que eu irei ficar. Mas desde pequena eu já tinha um grande afeto por essa garota robótica.

E agora ela esta mais linda do que a última vez que seus olhos fecharam e nunca mais se abriram, aquele dia foi deprimente para mim.

- Então, você lembra-se de algo? – Ela ficou pensativa e assentiu com a cabeça.

- Lembro que eu costumava brincar nesse corredor, eu me escondia e você me procurava. - E põe esconder, eu não conseguia encontrar ela normalmente eu tinha que fingir um choro para que ela pudesse vir até a mim.

Fomos onde ela mais ficava normalmente, no meu quarto. Não, não acontecia nada apenas desenhávamos e brincávamos de cartas ou qualquer coisa.

- Onde esta o seu beliche e os nossos desenhos que ficavam pendurados no lugar dessas fotos enormes? – Ela se referia aos meus pôsteres.

- Eu os guardei no sótão.

Ela ficou quieta e ficou olhando o quarto inteiro, sentou na minha cama e se divertia com as molas dela.

Ela parou de brincar e foi para o guarda-roupa ficou olhando minhas roupas com cara de desgosto.

- Você só usa preto?

- Não, verde e vermelho também. – Disse ironicamente, ás vezes me sinto um garoto apenas enxergo três cores.

- A maioria dos seus sutiãs, eles são vermelhos. – Ela disse, eu percebi que mexia na minha gaveta onde eu guardava minhas roupas intimas, eu a puxei dali no mesmo instante.

- Ei!

Pareceu indignada com os meus atos, mas era eu quem deveria. Mexer nessas partes das minhas roupas é algo muito privado.

- Então você foi programada novamente para me servir? – Disse sarcástica, ela não entendeu e fez uma careta negando com a cabeça.

- Estou programada para ser sua nova irmãzinha. – Disse em pausas me abraçando.

- Frisk, eu não gosto de abraços. – Disse sem ar, para um simples robô ela tem uma grande força.

- Não gosta de abraços? Mas todos gostam de abraços. – Frisk me soltou.

- Não eu.

- A Chara não gosta de abraços... – Ela pensou- Então beijos?

Senti minhas bochechas corarem, obviamente ela estaria falando de um beijo na bochecha comum, mas eu perdi minha inocência há tanto tempo. Mas não que seja uma má ideia!

- Ah, não obrigado.

- Não gosta também? – Frisk parecia entediada.

- Não, eu gosto, mas não quero... Agora. – Dreemurr Tomate é um belo nome.

Ela sorriu abraçando-me, eu realmente detesto abraços, mas sabe eu posso me acostumar abraçar ela, já que a morena não arquivou o que eu disse. Provavelmente algumas vezes irá esquecer.

 - Que ótimo está com você novamente, iremos brincar tanto igual antigamente. – Ela alargou seu sorriso.

Discordo disso, Asriel entrou no meu quarto sonolento e a mamãe logo atrás.

- Oh, meninas vocês estão ocupadas. – Ela pareceu envergonhada, acho que até aqui tenho uma má reputação quando alguma garota me abraça sempre acham que estamos fazendo coisas improprias.

- Ah, onde a Frisk vai dormir? – Me preocupo é com isso, se for dormir comigo é melhor ter alguma máquina no meu corpo para me eletrocutar se acontecer alguma coisa.

Confesso eu gosto realmente dela, desde pequena, mas isso era uma paixonite é claro. Mas se voltar eu não sou culpada.

- No seu quarto é claro, pedi ao seu pai que comprasse outra cama já que está na MTT com o senhor Asgore e agora eu vou por seu irmão para dormir. – Ela disse pegando Asriel no colo que cochava os olhos já de sono.

- Durma bem irmãozinho. – Frisk disse acenando, mas não me soltando.

Frisk não pareceu incomodada abraçada comigo, apenas abraçava mais e apertava também.

- Confortável? – Ironizei.

- A Chara é um pouco gelada, mas eu a aqueço. – Eu a afastei do meu corpo á uma distancia razoável onde eu não fizesse nada de errado com ela.

- O que houve? – Frisk é realmente inocente.

- Nada não, eu vou lá embaixo esperar o papai vir com a sua cama. – Ela assentiu positivamente- Fique longe das minhas coisas.

Tentei parecer séria, ela encolheu os ombros e ficou sentada na minha cama, melhor assim.

Não quero que ela acabe mexendo nas minhas coisas e encontre o que não deve, não quero mesmo.

Esperei um longo tempo lá embaixo, já havia comido duas barras do meu chocolate favorito que eu guardava dentro da geladeira ou exatamente no fundo, não gosto de compartilhar esse delicioso doce.

Escutei alguém finalmente chegando a casa, meu pai que logo em seguida se jogou no sofá.

- Ah, estou cansado essa cama pesa. – Eu fiquei observando ele que soltou um sorriso envergonhado- Chara, ainda acordada?

- Adivinha te esperando. – Eu voltei a olhar a geladeira, infelizmente a minha mãe só está comprando refrigerante, eu pedi para que ela trouxesse cerveja, mas ela parece não aprovar ter uma filha alcoólatra, então imagina uma filha alcoólatra que tem um gosto peculiar ao gênero de relacionamento.

Meu pai se alevantou e ele estralava suas costas.

- Me ajuda com a cama até lá encima? – Eu assenti positivamente batendo com força a geladeira- Deixa-me adivinhar sua mãe não comprou?

- Ah... Não.

- Eu te entendo, ela não compra mais meu barbeador. – Disse desapontado.

- A última vez que você tirou essa sua barba eu achei seus pelos até na minha comida. – Só de lembrar-me, a ânsia de vomito me vence.

- Ei, foi a minha primeira vez, é claro que alguns pelos iriam voar.

Revirei meus olhos, eu fui ajudar ele a levar a cama lá encima, não era pesado, mas para um velho de idade como ele é capaz disso ser o dobro do peso dele.

Estava tão tarde que felizmente teríamos que montar a cama apenas a tarde se eu não tivesse que ir para o colégio, iria fazer barulho então não era uma boa ideia fazer isso.

E quando digo felizmente quero dizer que a Frisk parece que vai ter que dormir comigo, minha mãe parecia se sentir culpada, deveria agradecer ela.

- Sinto muito Chara, deveria ter ido pegar a cama mais cedo com seu pai, mas quis tanto que você visse a Frisk que acabei ligando só tarde para ele. – Disse cabisbaixa.

- Não se preocupa é apenas uma noite. – Mas se quiserem prolongar ela e esquece isso eu estou realmente me estranhando eu não sou uma tarada, quer dizer... Eu acho.

- Certo tudo bem para você Frisk? Se quiser o Asriel dorme com a gente e você na cama dele. – Asgore sugeriu.

Frisk iria falar sua opinião, mas eu não iria a deixar aceitar essa ideia, peguei seu pulso e a puxei para meu corpo a abraçando.

- Não se preocupem a Frisk não se importa não é mesmo? – Ela pareceu surpresa, mas sorriu.

- Se está tudo bem para a Chara. – Disse contente, é claro que está.

Eles saíram os dois para o seu quarto, minha cama estava arrumada quer dizer eu nem sequer arrumo ela quando me acordo. Peguei um pijama eu não usava há tempos e dei para que a Frisk vestisse.

- Obrigado. – Ela disse de uma maneira dócil.

Estou vendo que essa noite vai ser a mais longa que eu já vivi em toda a minha vida.

Chara é alcoólatra - Arquivado


Notas Finais


Gente, deixem de ser leitores fantasminhas, sério.
Adoro os comentários de vocês até os mais retardados, porque eu sou uma.
E não tem que ter vergonha, eu respondo todos eu sou aquela escritora que ama se envolver com os seguidores e os meus leitores.

Então, até o próximo capítulo.


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