História What Is Love? - Yoonseok (Hibrido) - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 391
Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Rélou Pipou que eu amooooo ❤ Tudo bom com vocês, huh?

CHEGAY
BROTEYYY
FLORECI

E não. O começo do capítulo não está estranho, é assim mesmo.

(Foto do capítulo não influência em nada)

Capítulo 11 - D é c i m o P r i m e i r o


Fanfic / Fanfiction What Is Love? - Yoonseok (Hibrido) - Capítulo 11 - D é c i m o P r i m e i r o

O telhado desmoronava com o contato do fogo junto a si, queimando tudo ali presente. A fumaça estava me sufocando fazendo com que eu não conseguisse vê-la.

- Lee! - gritava mas minha boca logo era preenchida com o ar poluído. Tinha a impressão de estar fumando. - Lee!

Estávamos jogando videogame quando senti o cheiro de combustível de carro e ignorei. Estávamos no quarto quando senti o cheiro de algo queimando. Não deixei nada no fogo. O péssimo odor de queimada logo se misturou com o cheiro de gasolina.

- Y-Yoongi! - ouvi sua voz que logo foi tomada por uma tosse.

- Lee! - escutei um estrondo vindo do lugar que — a alguns segundos​ atrás — era a cozinha. O barulho do telhado desmoronando e um grito de dor. Ela gritava por mim, e eu simplesmente não podia fazer nada.

შიწ

Acordei em um pulo, totalmente ofegante. Minha cabeça doía e eu estava totalmente suado — meu rosto, meus cabelos, minhas costas.

- Estava sonhando Suga hyung? - ouvi a voz de Hoseok, afinal, onde estou?

- Sim Seok... - analisei o local. Estava no banco detrás do carro do Tae indo para Daegu. - Taehyung onde estamos? Quanto tempo falta? Quem deixou você dirigir?

- Bem, estamos no carro. E falta... Somente virar a última a direita. Você deixou-me dirigir hyung.

- Olha como o Suga hyung está suando frio TaeTae. - passou a mão por minha testa, não posso negar que foi bom mais ao mesmo tempo nojento. - Era um sonho feio?

- Infelizmente.

- Mas agora Suga hyung tem o Hobi pra ficar do ladinho dele.

Sorri forçado. A cena que vivi anos atrás se repetindo assim do nada... Isso tem algo haver com Hoseok? O que mais tenho para ver? Um incêndio causado por um desconhecido onde morrem — mais — pessoas que amo?

- Hyung o que houve em seu sonho?

- Huh? - o escutei perfeitamente mais fingi que não.

- Seu sonho.

- Oh, eu estava na minha casa em Daegu...

- Na casa de sua mãe? - perguntou virando o pescoço e voltando a encarar a estrada rapidamente.

- Na minha casa.

- Quer dizer que... Na casa... Antes do incêndio...?

- Exatamente. - virei-me para a janela tentando tirar tal pensamento de minha cabeça.

- Hobi já conhecia o Suga hyung?

- Não Hoseok.

- Ah, foi a muito tempo? Igual nos contos de fadas?

- Foi sim Seok. - parem de perguntar, eu não quero falar sobre isso.

- Afinal - Taehyung pronunciou. - Quanto tempo faz desde a queimada?

- Três anos e meio aproximadamente...

- Nossa hyung passou muito rápido, eu nem havia encontrado o Hoseok ainda.

Entreabri a boca para dizer algo mais logo fui interrompido.

- Chegamos! Chegamos! Vovó Saphi! Vovó Saphi! - Hobi começou a bater na janela ao lado direito do carro. A mulher estava a regar umas flores rosas sobre a frente de casa. Levantou o pequeno regador branco florido e nos encarou.

Falou algo que não pude escutar — por conta das janelas fechadas, que ainda não abaixamos — mais lendo seus lábios, opino que tenha pronunciado a palavra "Hobi". Taehyung se inclinou para frente logo se pronunciando:

- Olá vovó. Estás bem? - abaixou a janela do lado do passageiro e se dirigiu a mulher.

- Olá Tae. - que sorriso doce. An, que saudade da senhora. - Estou bem, e você como anda?

- Bem. - finalmente tirou a chave a jogando sobre as coxas. - Olha quem eu tive que arrastar para cá. - apontou em minha direção.

- Min Yoongi? - disse. Dava para perceber o tom surpreendente em sua voz. - Eu não te vejo desde...

- Oi vovó Saphi! - interrompeu Hoseok acenando rapidamente em frente o rosto da mulher. Nunca fiquei tão feliz em ouvi-lo interromper alguém que estava a falar comigo.

- Hoseok bebê! - enfiou a cabeça — incluindo metade do tronco — para olhar o pequeno.

- Por que ela pode te chamar de Hoseok e eu não? - perguntei. - Isso é pura injustiça Seok!

- Isso é puro ciúme Yoongi! - disse Saphi. - Vocês não vai sair do carro não? Vão acampar aqui na porta?

- Bem, por mim tudo bem, desde que tenha lugar onde eu possa dormir, está ótimo! Nem precisa de comida. - sorri simplista.

- Você não mudou nada... - disse. - Venha logo.

- Saphire...

- Yoongi!

- Estou saindo, estou saindo. - abri a porta do carro sentindo a brisa gelada bater contra meu rosto. Aigoo. Odeio isso.

- Vovó Saphi, vai ajudar Hobi a levar a mala dele? - perguntou Hoseok com voz fofa — não que ele já não tenha.

- Vou sim amor.

- Saphire, me ajude também. - pedi.

- Olha o seu tamanho Yoongi.

- Sou menor que o Taehyung.

- Olhe a sua idade. - virou-se pegando Hoseok no colo e colocando sua mala no ombro esquerdo.

შიწ

- Então Yoongi. - começou Saphi. - Já namorou com mais quantas depois que foi embora? - está é uma pergunta totalmente indecente.

- Vovó? - Tae interrompeu.

- Diga Taehyung.

- Yoongi é gay... - pigarreou.

- Oh!

Ok, quem mais usa a expressão do tipo: Oh meu Deus!

- Mais você e Lee...

- Éramos irmãos. - disse rapidamente para acabar com esse miserável assunto. - Apenas por parte de pai.

- Falando em "pai" - Taehyung disse com sua divina voz pornô. - Pretende visitá-lo?

- Sim.

- Suga hyung tem papai? - o menor estava sentado sobre minha mala — a qual Taehyung me forçou a trazer — brincando com os dedos dos pés.

- Tenho sim. Só que... Bem, ele não se importa muito comigo.

Virei-me indo para o banheiro. Falar do meu pai ainda mexia um pouco comigo.

Aigoo.

Coloco as mãos sobre os cantos da pia e encaro o chão por questão de segundos, logo fecho meus olhos e penso nitidamente em tudo o que passei.

Como será que ele está? Será que ainda tomara os remédios antidepressivos? Depois da morte de minha irmã, tudo se transformou em um completo caos. Appa ficou sobre o controle de remédios, e Omma...

- Yoon? - Saphire disse batendo na porta. - Desculpe ser tão indiscreta.

- Não Saphire, não. - disse rapidamente. - E que eu só não gosto de... Tocar no assunto.

- Ok. Podemos parar por aqui então. O que acha de irmos lá mais tarde. Perto do anoitecer.

- Gostaria de ir sozinho. - liguei a torneira a minha frente e passei a água gelada no meu rosto. - Ver o que ele tem para dizer.

შიწ

Sentei-me na beirada da cama a alguns minutos atrás. Acabamos de arrumar as malas e já almoçamos. Saphire fez sua comida maravilhosa — como sempre —, e muita carne.

O sol de três da tarde é lindo visto por essa janela. Costumava ser assim... Costumava ser bom sempre.

- Oi Suga hyung. - sua voz entrou como um sussurro em meus ouvidos e suas mãos se entrelaçaram em meu pescoço.

- Olá.

- Quer ver o desenho que o Hobi fez para o Suga hyung, huh?

- Sim, claro. - peguei-o no colo e fui para a sala.

- Está ali na mesinha do lado de fora. - apontou para a porta com um sorriso de orelha à orelha. - Todo mundo está aqui, menos o Suga hyung.

- É que tenho que organizar algumas coisas...

Saphire estava regando as mesmas flores quais ela regava quando chegamos. Taehyung estava sentado em uma cadeira de balanço comendo uma maçã enquanto escutava suas músicas desconhecidas.

- Hobi entendeu. - coloquei o menino no chão, o mesmo foi correndo até uma mesinha infantil e trouxe-me o desenho. Abaixei-me para observar a figura juntamente​a ele.

- Que lindo Seok. - realmente era um desenho bonito. - Sou eu e você?

- Sim. Esse aqui é o Suga hyung - apontou para o maior de cabelos esverdeados. - E esse é o Hobi.

- Está lindo Seok. - encarei o desenho com um sorriso labial. - Muito lindo.

- Por que o Suga hyung não desenha com o Hobi?

- Pode ser...

- Vem, vem, vem!

Sentei-me no chão e peguei uma folha apoiando-a sobre a pequena mesa. Comecei com simples rabiscos que logo se transformaram em lindos objetos.

- Boa tarde ahjumma Saphi. - uma voz feminina ecoou entre meus ouvidos.

- Oh, bom tarde Hyuna. Como vai?

- Sabe ahjumma - observei a jovem moça parar e pousar a mão ao lado do quadril. - Desses dias para cá estão ficando mais atentados.

- Mais Hyuna, não pode desistir deste trabalho.

- Ah ahjumma... - fez uma pequena birra. - Desde que a dongsaeng saiu daqui tudo tem ficado difícil.

- Jisso voltará, e você tem que aprender a viver sem ela! - ver Saphire dando sermão em outras pessoas é uma das coisas que mais gosto de ver. - Ela é mais nova que você Hyuna!

- Ahjumma, ahjumma, eu sei.

- Pois bem. - virou-se para mim e Hoseok, alterando o olhar entre nós e Taehyung. - Tenho convidados especiais por uns dias, o que acha de jantarmos hoje para que vocês se conheçam?

- Ótima ideia.

- E traga Jisoo. - sorriu. - Esses são, meu neto Kim Taehyung.

- Ele eu conheço ahjumma. - aproximou-se do portão encarando Taehyung. - Oi Kim! - foi totalmente ignorada com​ sucesso.

- Ele está com fones, não irá te ouvir. - disse.

- Ah, olá.

- Olá.

- Esse é Yoongi, Hyuna.

- E aquela bolinha ali é quem estou pensando? É? É? - falou com voz infantil.

- Titia Hyuna! - Hoseok abriu um sorriso que qualquer um sentiria inveja e correu para os braços de Hyuna.

- Como você está Bolinha?

Vejamos... Ela chama Hoseok de bolinha. Linda comparação.

- Yoon venha cá cumprimentar Hyuna. - gritou Saphire. - E chame Taehyung.

Concordei.

- Tae. - chutei a perna do menino que encarava o celular atentamente. - Venha cumprimentar Hyuna.

- Hyuna? - olhou para o lado. - Noona!

- Olá Tae. - disse abraçando o menino ainda com Hoseok em braços.

- Olá. - disse.

- Prazer Kim Hyuna.

- Min Yoongi. - estendi a mão e mesma me olhou assustada ao ver-me pronunciar meu sobrenome. - Encantado.

- Bem, se me derem licença. - entregou-me Hoseok. - Tenho que voltar a cuidar das crianças. Foi um prazer lhe conhecer Min.

- Igualmente.

შიწ

Após a saída de Hyuna e de terminar meu desenho com Hoseok, subo novamente para o quarto.

- Vamos ver... - fechei a porta as minhas costas caminhando para minha mochila — trouxe uma mala e uma bolsa qualquer — atrás de um caderno. - Encontrei.

Abro o mesmo e começo a escrever, o que me faz ficar mais calmo. A coisa de visitar meu pai tem dado-me um nervoso.

"Pirulitos se tornam cigarros.

Inocentes se tornam vadias.

Dever de casa vai para o lixo.

Celulares conectados no Twitter durante a aula.

Detenção vira expulsão.

Refrigerante se torna vodka.

Bicicletas viram carros.

Beijos viram sexo.

Lembram-se de quando "usar proteção" era usar capacete?

De quando a pior coisa que poderiam meninas poderiam levar de meninos eram cócegas?

De quando o ombro do pai era o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína?

Aliás, lembram-se quando heroína era o feminino de herói?

De quado seu irmão era seu pior inimigo?

Ou de quando a única droga que você conhecia era remédio para tosse?

E de quando o remédio para tosse era realmente usado para curar tosse?

Quando usar saia não transformava uma menina em uma vadia?

E não podíamos esperar para crescer?"


Notas Finais


Nsskjdodjwososkansi
Eu amei esse poema/texto desde a primeira vez que o li.

Qual período vocês acham que é melhor para postar os capítulos?

• Manhã
• Tarde
• Noite
• Madrugada

Bem, foi isso meus Pipou. Espero que tenham gostado. Desculpe-me a demora, tá? Problemas sabe? Mais voltei.

Eu te amo muito você 💙
Bay ❤🌈 Auu ☁


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