História What Is Love? - Yoonseok (Hibrido) [REESCREVENDO] - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 528
Palavras 1.046
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Rélou Pipou que eu amooooo ❤ Tudo bom com vocês, huh?


Votei
Mais
Rápido
Do
Que
Imaginavam
!
!
!

Parei.
Então coisinhas leiam aí, e dêem suas opiniões — quais adoro ler.

BOA LEITURA ❤

Capítulo 12 - D é c i m o S e g u n d o


Fanfic / Fanfiction What Is Love? - Yoonseok (Hibrido) [REESCREVENDO] - Capítulo 12 - D é c i m o S e g u n d o

Segui pelo caminho que eu tanto conhecia, passando por novas casas e presentes construções. O lugar havia mudado. Estava com mais cor. Riscos amarelos misturando-se com azul em alguns muros. Desenhos em outros. Realmente Daegu mudou muito — como Taehyung havia mencionado há dias atrás.

Eu tremia muito e sabia que havia suor escorrendo por minha testa. Será que um pai reconheceria seu filho após tanto tempo? Passaram-se três anos desde que tudo aconteceu... A queimada, a morte de minha irmã, a morte de minha Omma... Ele me perdoaria?

Contei as casas desde a última da rua. Lembro-me das palavras de Saphire, "Quando você vira está rua, conte um, dois, três e será a casa de teu pai." 

Subi míseros degraus até a antiga porta principal e encarei-a. Força Yoongi. Toco a campainha e percebo que estou a tremer mais que antes, sinto como se tivesse borboletas em meu estômago e um chuveiro sobre os meus cabelos.

- Já vai! - ouvi uma voz feminina. 

Tentei lembrar de alguma prima/tia que more por aqui, mais não lembro-me de ninguém.

- Olá. - cumprimentei a menina com uma reverência logo sendo acompanhado pela mesma. - Desculpe meu estado, eu estava limpando algumas coisas.

- Tudo bem.

- Em que posso ajudar? - deu um simples mais verdadeiro sorriso labial.

- Vim visitar Min-ah. - me encarou. Seus olhos expressavam surpresa e felicidade.

- Uau. - disse por fim. - Ninguém vem visitá-lo há um bom tempo. - balançou a cabeça positivamente como se lembrasse da última vez que alguém veio visitar meu pai - Entre, por favor, entre. - deu-me passagem.

- Com licença.

- Bem, o Sr. Min está em seu escritório. - deu ênfase na última palavra. - Ele passa horas lá dentro.

Comecei a observar os quadros pintados e moldursdos nas paredes da grande de sala de estar. Surpreendendo-me com algumas fotos minhas junto a ele.

Peguei um pequeno suporte de fotos e observei-me naquela foto. Eu amava estar em seus braços. Um sorriso escapou de meus lábios.

- Como pode deixar um completo estranho entrar em sua casa? - perguntei voltando a foto para o lugar.

- Não é minha casa. 

- Mesmo assim, não seria certo. - virei-me para a jovem morena em minha frente. - Posso ser um maníaco.

- Só se for de um parquinho. - riu fazendo-me rir também.

- Mas é sério. - tomei posse séria. - Isso é perigoso.

- É que você me lembra o garoto da foto que Sr. Min tem no escritório e em seu quarto juntamente a outro jovem. - disse sorrindo simplista. Antes que pudesse dizer algo ela pronunciou um "siga-me".

Ouvi o maravilhoso som de piano. Tocarei para ti dormir. Mas a melodia estava errada, o som de do-ré-mi-fá não segui o contexto.

- Ele está aqui. - bateu na porta. - Sr. Min?

- Entre Jisoo. - voz rouca e fraca.

Abriu a porta lentamente observando calmamente o que estava lá dentro.

- Tem visita para o senhor.

- Mande entrar.

- Sim senhor. - abriu mais a porta para que eu pudesse passar. Observei o homem sentado sobre uma cadeira de rodas de costas para a porta. Estranhei no princípio. - Boa sorte. - assenti positivamente adentrando o pequeno cômodo e fechando a porta.

- Olá, em que posso ajudar? - virou-se para mim com certa dificuldade — por conta da cadeira — e com um sorriso doce que lembrava o meu. Mais como esperado, não reconheceu seu filho.

- Lembra-se de mim? - observei o quadro sobre o piano onde —antigamente meu pai dizia ser o lugar sagrado — onde se encontrava uma foto duplicada minha junto a Taehyung.

- Desculpe, mais não lembro de você jovem rapaz. Poderia dizer-me seu nome? - sorriu novamente.

- Min Yoongi. - disse e seus olhos castanhos se arregalaram. - Lembra de mim... Papai?

- Filho... - seus olhos castanhos agora estavam marejados o que me causava uma dor. - Meu filho.

- Não chore. Não chore. - quem sou eu para dizer o que ele deve fazer? 

Aproximei-me do mesmo alisando sua face enrugada e observando seus olhos se moverem de um lado para o outro como se tentasse me encontrar. Como se não me conhecesse.

- Pai? O senhor está bem? - acariciei seu rosto 

- Estou sim filho. Estou. - não. Ele começou a chorar. Ele estava chorando na minha — minha! — frente.

- O que aconteceu com o senhor...? - perguntei tentando secar cada lágrima que escorria por seu rosto.

- Eu pensei que tinha lhe perdido pequeno. 

Ele chorou mais. Com movimentos involuntários lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não chore meu bom velho. Abracei o senhor a minha frente. Abraçando-o o mais forte que conseguia, passando o máximo de segurança possível, o que há alguns poucos anos ele passava para mim.

- Eu também achei que havia lhe perdido papai. - suspirei tentando acalmar-me. - Eu também.

As lágrimas grossas que escorriam por meu rosto não chegavam perto das que ele derramava. Era um momento sentimental. Onde nós liberávamos nossos lados sensíveis e inseguros um para o outro. A procura de aconchego e segurança. 

A procura do amor novamente.

- Me desculpe filho.

- Pelo que pai?

- Por não acreditar em você quando dizia a verdade. Por fingir não escutar-te quando cantava suas melhores músicas enquanto seus dedos dançavam pelas teclas pretas e brancas do piano. Quando não fiquei do seu lado quando mais precisou. Por não ser o pai perfeito.

- Ei, ei, ei, vamos parar aí. O pai perfeito o senhor sempre foi. O errado foi eu. - abaixei a cabeça diante de seu colo. - Eu fui fraco em não aguentar ouvir tais palavras que saiam de sua boca quando me acusava...

- Yoongi meu filho, olhe para ti... - levantou meu rosto fazendo com que eu o encarasse. - Você cresceu, está maduro. Sabes que aquele incêndio não foi sua culpa. Nunca, repito, nunca se culpe por uma coisa que não fez.

- Mais é a vida. Se culpar de algo que nunca fez para que outros parem de falar. Essa é a vida. Essa é a minha vida.

- A vida é como um piano meu filho. - virou-se para o lado encarando o piano marrom responsável pelos melhores momentos da minha infância. - As teclas brancas representam a felicidade, e as pretas a tristeza. Com o passar do tempo, você percebe que as teclas pretas também fazem parte da música.


Notas Finais


Gente, em que lugar desse enorme Brasil vocês moram? Posso conhecer vocês? Vamos casar?! (Parei agora é sério)

Modo Curiosa On:

Mais sério. Onde vocês​ moram?
São ARMYs a quanto tempo?
Quem é teu bias utt?
Já foi em um show do Bitch Yes?

Parei de fazer perguntas 🙈


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