História My love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Iris, Jade, Kentin, Kim, Lysandre, Melody, Nathaniel, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Escolar, Hentai, Meu Amor, My Love
Visualizações 85
Palavras 710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Espero que gostem do episódio

Capítulo 3 - "Folgado"


Fanfic / Fanfiction My love - Capítulo 3 - "Folgado"

Já faz um tempo que almocei. Me sento na sala para assistir TV, enquanto aguardo alguém chegar. Um tempo se passa e a campainha toca.
Me levanto e vou abrir.
É o ruivo que me derrubou hoje cedo:

- E aí?
- Oi, Castiel! Entra!
Ele entrou:
- A Bia ainda não chegou, se você quiser a gente pode ir para o meu quarto começar.
- Quanto mais rápido terminar, melhor.
Subimos para meu quarto. Ele se sentou na minha cama. Que folgado!
Peguei alguns livros para fazermos a pesquisa. A professora deixou bem claro, nada de internet.
Entrego alguns livros a ele e me sento  do outro lado da cama.
Passou um tempo. Parece que a Bia não vem mesmo.
De repente o ruivo aproveita que estou atrás dele e se encosta em mim. Esse garoto é um folgado, credo!
Olho para ele zangada. Ele parece não perceber meu incomodo:

- Será que dá de afastar? Eu não sou travesseiro!
- A culpa é sua que ficou aí atrás de mim.
Me levanto:
- Já temos o que precisamos. Vamos logo fazer o slide.
Me sento em uma cadeira, proxima ao computador:
- Você vai ficar aí? (olho pra ele que está deitado em minha cama)
Sério mesmo?
- Ei! Eu não te dei permissão pra deitar na minha cama.
- Eu não pedi sua permissão.
- Você é muito folgado.
- E você fala muito. Deixa eu descansar.
- Foi você que disse que quanto mais rápido a gente terminasse seria melhor. Mas é você quem tá aí.
Comecei a fazer o slide.
Alguns minutos depois ele se levantou e se sentou ao meu lado:

- Vou te ajudar.
- Pensei que ia ter que fazer tudo sozinha. Você não é o melhor parceiro de tra... (ele me interrompeu colocando o seu indicador sobre meus lábios)
- Você fala muito.
Ele se aproximou devagar e seus lábios tocaram os meus por alguns segundos, antes de sermos interrompidos por um barulho alto vindo do andar de baixo.
Ouço alguns gritos. Meus pais devem ter chegado e estão brigando novamente:
- O que tá acontecendo lá embaixo? (ele me encara)
- Não deve ser nada demais. Eu já volto. Fica aqui!
Eu saio do quarto e desço as escadas.
Meu pai está com a mão levantada para a minha mãe a ponto de bater nela:

- PAI!!! (eu queria que ele tivesse parado, mas foi inútil)
Eu ouço o estalo quando sua mão toca, com força, o rosto da minha mãe.
Minhas lágrimas escorrem. Não achei que fosse chegar a esse ponto.
Eu odeio ele.
Eu fico paralisada sem saber o que fazer. Eu não consigo pensar em nada:

- Você não tem vergonha de bater em uma mulher? (eu ouço a voz do Castiel que está ao meu lado)
Meu pai olha pra ele e então percebe minha presença.
Seu rosto de raiva se transforma em um rosto triste e envergonhado.
Ele olha pra minha mãe, que está chorando com o rosto vermelho:

- Me desculpa, Luana! Eu não sei o que... (ele tenta se aproximar, mas minha mãe recua)
- FICA LONGE!
- Me perdoa! (mas uma vez ele tenta uma aproximação)
- Você não ouviu o que ela disse? É pra ficar longe. Porque você não vai embora? Ou se preferir eu posso ligar pra policia. (Castiel não hesita em aumentar o tom de voz)
Meu pai me olha novamente:

- Me perdoa, filha! (ele saí cabisbaixo)
Me aproximo da minha mãe:

- Tudo bem, mãe?
- Vai ficar filha!
- Você... digo a senhora não acha que devia prestar queixa? (minha mãe e eu olhamos para Castiel)
- Não vai ser necessário. Vou pedir o divórcio. Eu vou para o quarto filha, quero ficar um pouco sozinha. A gente conversa depois.
- Como a senhora quiser.
Minha mãe vai para o quarto.
Eu realmente não consigo acreditar que ele fez isso.
Minhas lágrimas ainda caem.
Castiel me olha com pena:

- Acho melhor você ir embora.
- Claro! Você tá certa.
Ele para na porta de entrada:
- Sinto muito pelo que aconteceu! (ele saí)
Vou para meu quarto e me deito.
Eu só queria que isso fosse um pesadelo e eu acordasse a qualquer momento.


Notas Finais


Amanhã posto o próximo episódio
Beijos 😘


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