História My love is a vampire - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Katherine McNamara
Tags Diarios De Um Vampiro, Os Imortais
Visualizações 5
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas do começo do meu coração ♥😊

Capítulo 6 - Daniel


Fanfic / Fanfiction My love is a vampire - Capítulo 6 - Daniel

Ever ON

Meu pescoço doi muito. E eu não sei onde estou. Eu não estou no hospital, isso é óbvio. Onde eu estou, é um local sujo, mais é muito bem mobiliado. Eu tenho quase certeza de que eu ja estive aqui. Os móveis, os lustres e, se você olhar bem, aqui tá mais pra uma mansão do que uma simples casa. Eu não consigo tirar aquela cena da cabeça; corpos pelo chão e muito sangue no chão, gritos pedindo ajuda.

Sem parar de pensar na cena, levanto do sofá que estava deitada e vou para uma das janelas, que estava coberta por tábuas de madeira. Tinha algumas brechas que possibilitaram a minha visão do lado de fora da casa. E como eu esperava, a casa é uma mansão, e com um grande jardim e um caminho para um grande portão com as inicias D e S.

Sabe aqule sentimento de que você conhece uma coisa, mais ao mesmo tempo não lembra dela? Bom é isso que eu estou sentindo, isso é medo lógico. Mais depois do enterro dos meus pais, eu não consigo expressar oque eu tô sentindo mesmo que sem querer, como eu sei disso? A Haven foi bem clara quando disse que eu era uma mutante sem sentimento e que um dia eu iria virar uma assassina. Eu queria saber de onde ela tira essa imaginação e dinheiro pra as roupas delas, teve uma vez que ela foi com uma saia longa TRANSPARENTE!! Isso mesmo, transparente.

Mas bom, eu não deveria estar pensando nisso porque tipo, eu estava no hospital por causa de um sonho que foi real, o hospital foi atacada não sei pelo oque e eu fui sequestrada pelo esse não sei oque. E eu to como? Lembrando da saia ridícula da Haven.

Sou tirada dos meus pensamentos com o barulho de uma porta se abrindo. Me viro lentamente para a porta e vejo a pessoa que eu nunca imaginaria ser.

-Tia?!- Foi a única coisa que saiu da minha boca.

-Até que fim você acordou, pensei que estava morta- Deu uma risada fria que me fez arrepiar.

-O que que tá acontecendo?

-Você não sabe de nada não é?

-Saber de que?

-Bom, vamos lá soltar a bomba...

Ela andou até o sofá e se jogou nele, têm alguma coisa diferente nela, ela está mais.... viva?

-Vamos logo dizendo que eu não sou sua tia e nunca me importei com você- Quando ela fala isso eu tentei falar mais ela não deixou- E antes que você diga, isso não é uma brincadeira. É a pura e crua verdade, já que eu não devia contar nada pra você agora...- Ela para e suspira- Lembra daquele sonho que fez com que você fosse para o hospital?- Assenti-

Bom, ele foi real. E as mensagens que recebeu, foram do cara que fez aquilo com você, e também o meu irmão mais novo- Arregalo de leve os olhos ja abrindo a boca pra falar mas ela não deixa- E não culpe ele, ele só estava tentando fazer você se lembrar do que você é, e das coisas das quais você tem que cumprir.

-E coisas seriam essas?- Pergunto me perguntando de onde eu tirei coragem e se isso era mesmo verdade.

-É ai que tá minha linda, se fosse pra te contar, meu irmão teria contado. Mais ele é meio impassiente as vezes...

-Sério? Ele quase me matou!

-Você disse certo, quase.

-Ah certo. Então quer dizer que esse tempo todo eu estava morando com uma estranha que dizia ser minha tia?- Ela, para minha supresa, assente com a cabeça- Então quem você é?

-Umas das pessoas que quer te lembrar do que você é capaz, só que sem te machucar.

-Como assim sem me machucar?- Pergunto já me arrependendo. Ela não diz nada, apenas sorri de lado e saí. Assim que ela sai, um loiro de olhos azuis entra andando rapidamente em minha direção, oque me faz andar para traz até encostar na parede.

-Você não lembra de mim Ever?- Pergunta ele apenas alguns centímetros de distância do meu rosto. Caraca, como ele é bonito! Mas voltando a realidade, nego com a cabeça e sorri. Caraí! Que sorriso é esse meu Deus?

-Deveria se lembrar- Ele chega mais perto colocando a boca no ouvido- Eu estou até nos sonhos- Quando ele falou isso eu gelei, e ele percebeu, sorrio me encarando e passando a costa de sua mão pelo meu rosto- Desculpa, não devia ter sido tão duro. Mas as vezes, a raiva toma conta de mim. Você me desculpa?

Eu não sabia oque fazer, então simplismente assenti com a cabeça, oquefaz ele sorrir de novo. Meu Deus, ele não cansa de ser bonito não?

-De que coisas eu tenho que me lembrar?- Pergunto levantando o rosto e encarando o ser na minha frente.

-Eu não posso falar Ever. Você tem que lembrar sozinha.

-Fala pelo menos do que tem haver.

-Tem haver com o seu passado, sendo mais específico, quando seus pais ainda estavam vivos- Olho pra ele com uma cara não muito boa, com certeza não era boa- Ever, eu não devia te contar mais, seus pais escondiam um segredo muito grande sobre você.

-Mais eu não me lembro de nada de quando eu era criança. Não consigo lembrar- Falo abaixando a cabeça que logo foi levantada pelo ser na minha frente.

-Eu sei disso Ever, por isso nós estamos aqui.

-Nós quem?

-Como eu disse, é um segredo grande e também meio difícil de se acreditar.

Mas eu vou dizer quem somos nós mas, eu preciso que você não surte com oque eu vou dizer, ok?

-Certo- Foi a única coisa que saiu na hora.

-Imortais. Nós somos imortais- Não falo nada, apenas tento entender oque ele acabou de dizer.

-Imortais tipo, não morrem?

-Isso mesmo.

-Ergh, vamos se dizer que não é uma coisa que se vê todo dia.

-Você não acredita em mim?- Pergunta chegando tão perto que posso sentir sua respiração misturada com a minha.

-Acredito- Falo, ele sorri e acaba com a distância entre nós dois me beijando gentilmente. De começo não entendo mas logo cedo e coloco as mãos no seu pescoço. Separo do beijo e pergunto- Qual é seu nome?- Ele sorri.

-Daniel- Eu também sorrio mais logo continuo com beijos.

Oque eu tô fazendo aqui mesmo?


Notas Finais


Xauh!!
E desculpa pelos erros😊♥


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