História My Love is on Fire - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet
Tags Bts, Bts Velvet, Drama, Seulmin, Virine, Vseul, Yoonmin
Exibições 40
Palavras 2.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitores, mais um capítulo!
Seulmin está chegando a momentos importantes... Aguardem!
Esse capítulo está mais a relação deles... Bem, espero que gostem.
Qualquer coisa comentem e deixem suas opiniões, adorarei saber, de vdd.
Ah, e boa leitura!!

Capítulo 13 - Esse dia...


 

♥ ♥ ♥ 

 

Resolvemos ver o mar ainda naquela noite. Irene já se comunicava com Seulgi para voltarmos ao hotel, mas era nossa ultima localização. Estava frio e vestíamos roupas leves. Acolhi Seulgi em meus braços a fim de protegê-la do vento gelado da praia.

- Que lindo o mar. Está tão... Escuro – ela ri de sua estupidez. A acompanhei porque até falando coisa idiota, Seulgi era linda.

- Estou com medo de se resfriar... O vento está forte. Quer mesmo ficar?

- Podemos entrar então... Você que sabe, estou com você, onde você for eu vou. – ela me observa, com um sorriso meigo. Pego seu rosto e a dou um beijo delicado, total inverso do anterior.

- Estava pensando aqui... Queria fazer uma apresentação com você um dia. Pensa, somos cantores, ia ser tão... Quente – ela ri apreciando a ideia.

- Verdade... Ia ser maravilhoso, o publico ia amar Red Velvet com Bangtan... Íamos fazer sucesso. – ela fala ao mesmo tempo em que acaricio seu cabelo e projeto seus ouvidos do vento gelado.

- Seulgi-sshi, está muito frio aqui... Vamos voltar ao hotel.

- Estou com fome... Poderíamos comprar algo para comer no hotel, o que acha?- “Eu concordo quando diz que come muito quando está comido!”, penso.

- É... Tudo bem, nós podemos comprar algo!

Algo que Seulgi queria era frango, acompanhado de cerveja. Eu adoro comer, mas o apetite dela estava realmente nervoso. Entramos em uma loja de conveniência para obter as bebidas. Seulgi havia feito contato com Irene para providenciar o disfarce porque queríamos comer no quarto do hotel e sem Red Velvet, ou seja, Seulgi iria ao meu quarto, com ou sem a permissão de seu manager.

- Querida... Não é demais não? – Seulgi passa 8 latas de cerveja no caixa.

- Nada amor, quem faz a quantidade é o momento... Ou quem faz o momento é a quantidade? Ah, você entendeu, pode passar tudo, por favor!

- Irene respondeu?

- Sim, já está tudo certo. Estraremos pelo estacionamento.

- Certo... – pisco para ela, e ela retribuí seguido de um sorriso.

Seulgi resolveu tomar um banho enquanto pegava o frango na porta do quarto, mas como suas coisas se encontravam a quatro andares abaixo, tive que lhe emprestar minhas roupas. Ela escolheu o que ia vestir, e acabou optando pela blusa branca que havia meu nome, alegando ser “Propriedade do Jimin”. Quando ela havia dito que o momento que fazia a quantidade ela estava correta. Eu achava que aquelas oito latinhas eram muito para nós dois, mas foi a conta certa, e dava até mais algumas se deixarmos. Seulgi já estava sonolenta, provavelmente cansada pela viagem e por tudo que fizemos.

- Está cansada? – pergunto colocando uma mecha de cabelo atrás de sua orelha, vendo Seulgi cada vez mais jogada ao chão do quarto do hotel.

- Um pouco... Nada com que se preocupar, bebê. – ela sorri, fazendo um pequeno carinho no meu queixo. – Acho que o álcool me deixou um pouco sonolenta.

- Um problema então... Está vendo, uma noona só dando mau exemplo. – sorrio, puxando sua cabeça para deitar em meu colo.

- Pensei que quisesse de novo. –solto um riso, mais como um suspiro, surpreso, enquanto passava a mão nos fios de cabelo de Seulgi. – Sempre foi carinhoso assim ou fugia de mim? Quase sempre fico surpresa quando me abraça, quando me toca, quando pega na minha mão ou me beija de surpresa... Sinto-me muito acolhida e... De certa forma amada. Às vezes tu é chato mas é meu neném então eu revelo.

- Sério que você acabou de me chamar de chato, Selgui-sshi? – rio surpreso - Eu não sei, eu acho que estou descobrindo um lado novo meu... Só a vejo linda e não recuo minha vontade. Desculpe por ser egoísta a esse ponto.

- Não se preocupe, eu acho que me beneficio desse egoísmo – ela sorri, ainda em meu colo – Vem, vamos trocar! - ela se levanta e leva minha cabeça o seu colo. Seu toca era tão suave e tão gentil. Seu dedos passavam por meus fios de cabelo, pela minha orelha, bela minha bochecha. Aquilo estava uma troca de carinho que nunca, jamais imaginei estar fazendo com Seulgi. E era bom, era confortável.

- Jimin, tive uma ideia! Vamos animar, estamos quase dormindo, não podemos!

- Qual ideia? – me levanto, a observando. Seulgi projetava novamente seu olhar provocativo e eu já imaginava o que poderia vir pela frente.

- O que? Eu não me importo de querer vir de novo ou retribuir...

- Hum... Isso é ótimo, eu adorei a ideia da retribuição. – Seulgi monta-se em mim novamente, repetindo seu beijo feroz, mas dessa vez estávamos mais a vontade e confortável, tendo mais liberdade de explorar um ao outro. Quando menos esperava, Seulgi levanta e mexe na sua bolsa, ainda de costas, com aquele mini vestido que seria minha blusa. Ela me olha meio tímida, escondendo algo em sua mão.

- Aii toma, eu não sei chamar alguém para o sexo! – ela joga um pacote de camisinha em meu colo, completamente corada, que me faz corar também, e começarmos a rir de nervoso e vergonha um do outro.

- Seulgi-sshi... Você não sabe... O que, você já fez isso antes? Já chamou alguém pro...

- Jimin! – ela me olha assustada, ainda corada. – Claro que não né...

- Claro que não o que?

- O que de que?

- Claro que não que você... ou que você...

- O que? Claro que não o que?

- Ah Seulgi... – “Que você já transou né...”, penso, mas por algum motivo o clima havia ficado muito estranho e vergonhoso. Ela ainda continuava completamente corada, provavelmente muito arrependida de ter feito aquilo. Eu realmente estava em dúvida sobre esta questão. Antes pude pensar que não, mas Seulgi tinha sido muito astuta na sorveteria, até mesmo a forma confortável que lidava.

- Jimin... – ainda corada, com a cabeça escondida no travesseiro. Eu tinha de fazer algo, eu precisava mudar aquela situação, aquele clima pesado que ficou entre nós. Mais nervoso do que nunca, também com minhas orelhas em chamas, meu corpo em chamas, fui ao seu encontro. Retiro levemente o travesseiro do seu rosto e alguns fios de cabelo. Ela ainda de cabeça baixa, envergonhada, com a respiração nervosa – não mais que eu, mas precisava me segurar por ela.

- Sabia que fica linda até envergonhada? – começo a distribuir beijos em seu pescoço. Seulgi responde acariciando minha nuca. – Eu não vou te forçar a nada vamos só... Vamos deixar acontecer... – eu a observo de lado, seu sorriso sendo projetado.

- Sim, eu confio em você!

- Eu confio em você! – torno a beijá-la, colocando nós dois entregues um ao outro, prontos para o que for de vir pela frente, e que fosse inesquecível.

---

 

Sentia um vendo suave em meu rosto, mas um pouco mais forte para ser do ar condicionado. Mesmo embriagado pelo sono, também sentia um leve toque por cada canto do meu rosto. Poderia ser como uma pena, mas sabia que não era, pois penas não são geladas que nem seus dedos. Dou um intenso suspiro, pronto para abrir meus olhos, e escuto um pequeno riso como resposta, agora com os toques ficando mais claros.

- Bom dia... – Seulgi falava como um bebê, num aegyo. Assim que abro meus olhos, ela estava com seu rosto bem próximo e seu corpo apoiado em seu cotovelo ao meu lado na cama. Meu penteado favorito fora feito e por um momento não conseguia assimilar sonho de realidade, do que havia acontecido aquela noite e o que estava acontecendo naquele momento.

Eu sorrio e me viro de bruços, escondendo a cabeça em baixo do travesseiro – se fosse sonho, voltaria a sonhar.

- Bom dia, levanta Jiminnie... Você dorme muito... – sentia seu peso em cima de toda minha costas – Eu já levantei, já pedi nosso café, já levei esporro da Irene, mas o manager nada sabe – ela ri, provavelmente satisfeita com o plano bem sucedido. – o café chegou e você ainda está dormindo.

- Noona... Não consigo respirar... – digo provocando-a.

- Ai que falso! – ela sai de cima de mim, me fazendo virar e olhar para seu rosto, que mais parecia uma boneca com o cabelo num cabo de cavalo bem alto.

- Eu vou tomar um banho, me espera para comermos juntos! – dou um beijo no alto de sua cabeça, me levantando da cama.

- Vamos que já separei nossa programação de hoje! Iremos visitar muitas coisas, comprar muitas coisas e fazer...

- Muitas coisas! – completo sua frase, já me encaminhando ao banheiro.

- Exatamente! – eu observo de longe mexendo no celular, totalmente entretida e linda. Flashes daquela noite vinham em minha mente, seu quente corpo nu de encontro ao meu, nossos lábios, seu toque... Havia sido perfeito para a primeira vez dos dois, perfeito até demais, mesmo que naquele momento riamos e nos embolávamos, mas estávamos ligados como nunca. Eu estava ligado a alguém onde nunca pensei que pudesse chegar tão rápido. Sabe o amor, quando dizem que amar alguém é viver o presente, absorver o melhor do passado e planejar o futuro? Naquele momento, ao olhar para Seulgi, eu vi que meu presente estava sendo a melhor experiência da minha vida, nosso passado os ensinamentos de aprender um com o outro e meu futuro garantido, pois eu queria mais dela, queria sentir mais, conhecer mais, ver cada detalhe que ela me mostrasse e vice versa e a protegeria mantendo-a sempre perto de mim, pois naquele momento, exatamente naquele momento, eu vi um futuro para nós dois.

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A palavra animada para Seulgi era pouco. Estava sendo difícil substituir os pequenos pulinhos pelo andar, com seu cabelo ao alto dançando acompanhando seu sorriso. Eu não sabia mais o que era ser maduro, ou ter a minha idade. Juntei-me a Seulgi naquela estupido mundo infantil que nos encaixamos. Se a praia a noite estava escura e fria, naquela manha se tornara quente, clara e cansativa. Havia dito que Seulgi gosta de vencer? Então, sabe corridas românticas de praia? Ela corria de verdade. Apostar quem bebia todo o suco primeiro, ela realmente bebia tudo, e era extremamente fofo ver sua boca projetada num bico ao canudo.

Ela havia preparado uma lista de tarefas e programas que íamos fazer, um deles seria um barco muito rápido que jogava água na gente sem dó. Eu normalmente não iria, mas naquele momento queria curtir, e não me arrependo porque foi loucamente divertido. Seulgi estava com um pouco de medo no inicio e se agarrava no meu braço, mas depois se soltou se tornou muito mais corajosa que eu, gritando “mais rápico, eu quero adrenalina” ao piloto, me deixando levemente apavorado. Saindo de lá fomos comer, comprar, comer, comprar mais coisas, achamos um parque de diversos, mas pelo excesso de comida já ingerida, optamos em não aderir aos brinquedos radicais e andar, passear. Algumas pessoas já haviam nos reconhecido e isso poderia ser um problema para nossa empresa, porque para nós aquele momento que importava.

- Jiminnie, essa loja! – ela me para em frente a uma loja enorme e colorida.

- O que?

- É aqui que vende aquele esmalte que te falei no avião, lembra? – “Não!”, penso

- Siim... Aquele esmalte, claro amor, eu lembro sim! – sorrio bem falso.

- Jiminnie, temos que encontrar ele, com certeza nessa loja deve vender, vem! – Ela me puxa para dentro da loja, que tinha varias prateleiras com cores de esmalte que nunca imaginei existir. Seulgi estava se sentindo na Disney, admirada com aquele lugar onde só eu era a figura masculina ali dentro.

- Querida... É... Eu vou dar uma voltinha...

- Amor, me ajuda, o nome do esmalte é azul bebê avermelhado prateado fosco. Ele é azul, como um azul bebê, mas puxado para o vermelho tipo vermelho melancia e tem um tom prateado, meio metálico nele. Eu vou procurar nessa parte da loja aqui, me ajuda, temos de achar! Entendeu? – “Nada”, penso

- Sim... Azul, vermelho, prata, melancia. Entendi! – ela sorri e se dirige a um estande com varias corres.

Óbvio que aquele não era meu universo. Eu buscava na estante azul e nada. Na vermelha e nada e na prata muito menos e pensava o porquê de dar nome as cores se são tudo cores. Percebia olhares das mulheres naquele local, mas não haviam me reconhecido, era por eu ser o único homem na loja procurando intensamente um esmalte! Seulgi havia feito amizade com algumas estudantes próximas a ela, conversavam mostrando a unha uma das outras e eu me perguntava novamente “O que você faz comigo Seulgi, até esmalte estou procurando!”.

Não aguentando mais, tive de pedir ajuda ligando a estilista do Bangtan. Já que ela era estilista poderia saber algo e foi a coisa mais inteligente que havia feito naquela viagem. Ela me mandou comprar mais de 4 esmaltes e misturar as camadas. Sem pestanejar os comprei e zuni com Seulgi daquele lugar altamente colorida e afeminado.

- Ei moça, chega de coisas de meninas por hoje, entendido?! – digo, ao sairmos da loja.

- Ai neném você é o melhor namorado de todos! – ela faz um aegyo com voz de criança.

- Eu sei! – retribuo seu tom de voz.

-Hum... Jimin, você merece um sorvete depois disso... – ela me olha astutamente, me fazendo soltar uma gargalhada.

- Você é muito astuta, Seugi-sshi – disse, pegando na sua mão, a caminho da sorveteria.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Obrigada por lerem, queridos!!
P.S: não culpem o Jimin, nem eu saberia decifrar essa cor de esmalte hahah


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