História My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Exibições 73
Palavras 1.640
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiuuu!
Desculpem-me pelos erros ortográficos.
Boa leitura! Obrigada pelos favoritos!

Capítulo 26 - Chapter XXVI - My Angel


Fanfic / Fanfiction My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 26 - Chapter XXVI - My Angel

— Comecei a dirigir, para a minha casa.
Até que...
- Jungkook.

— Ele atravessava a rua tranquilamente com um sorriso, enquanto o meu coração batia violentamente ao ponto de doer. Ele estava todo de branco. A sua pele clara, mal se distinguia da roupa sem estampa. A única cor, era o vermelho vivo pintados em seus lábios. Anjo. Ele era um anjo. O meu anjo.

— Parei o carro de repente na estrada, que por sorte estava vazia, se não eu provavelmente teria provocado um acidente. Era uma quadra apenas de casas, não havia cafés, lojas, nada além das casas em diferentes misturas de cores. Parecia um cenário feito para o nosso reencontro.
- J-Jungkook... — Saí do carro. Ele já estava virando a esquina.- Jeon Jungkook! — Chamei-o. Não. Supliquei-o.

Jeon Jungkook On

— Ouvi alguém chamar por um nome que eu conhecida. Uma voz grave que me soava muito familiar. Um nome também muito familiar, que eu questionava-me se não era o meu próprio nome.
- Jeon Jungkook...? Eu...? — Virei-me para trás. Vi aquele homem alto e bonito. Aquela pessoa que estava na minha cabeça. Nos meus pensamentos, todos os segundos. Naquela vontade de me lembrar da sua verdadeira importância, todos os dias. No desejo de lhe pedir ajuda, agora.

— O homem, não, Kim TaeHyung andou até mim rapidamente e em passos alargados. Eu olhava bem para o seu rosto, que agora estava gravado nitidamente nas minhas lembranças.
- Kim TaeHyung? — Perguntei por si, mesmo estando bem à minha frente.
- Jungkook... — Os seus olhos brilhavam, talvez por conta das lágrimas que segurava. O porquê do choro, eu não sabia. Ele me abraçou, assim como fez no aeroporto. Um abraço forte, que não parecia ter um fim. O seu calor era tão conhecido por mim. O meu corpo aceitou o seu facilmente. Retribuí o abraço.

- “Como.....? Como o meu coração lhe conhece, mas eu não o conheço.....? Quem é você? O que você foi para mim? Quem... Quem sou eu?”

— O meu pai me disse que eu sempre fui muito inteligente, porém eu não agia corretamente e por isso eu desenvolvi a doença. Mas eu nunca o que eu havia feito. Também nunca me fora dito. Eu estava à espera de que Kim TaeHyung me dissesse.

— Ele afundou o seu rosto bem traçado na curvatura do meu ombro e inalou o meu cheiro como uma droga, a mais viciante que podia existir. A sua respiração causava-me arrepios e eu implorava por uma explicação, que me fizesse realmente entender, quem ele era, e o por quê dele tanto mexer comigo.

- “Por que eu estou lhe deixando fazer isso?”

- Kim TaeHyung-ssi. — Pronunciei o seu nome na tentativa de acabar com aquela situação, mesmo sabendo que ele estaria imerso no nosso abraço.
- Tae... Você me chamava de Tae. — Soltou-se do abraço. - Desculpa... Eu só queria ter a certeza de que isto não é um sonho como os que eu tive quando você me deixou.
- Eu... Você. Quem é você? — Eu estava confuso. Já não sabia nada. Não tinha certeza se o meu pai era verdadeiro. Mas também não poderia confiar naquela homem apenas por fazer o meu coração acelerar, outra coisa que eu não entendia.
- A pergunta não é essa, Jungkook, mas quem você é.
- Jungkook? Esse é o meu nome...?
- O que você acha?
- Eu preciso de explicações.
- Eu preciso de você, Jungkook

Em um café

- NamJoon! Dois americanos, por favor. — Ele pediu ao homem do café, que provavelmente era cliente, pois conhecia o garçom. Sentamo-nos numa mesa afastada das poucas pessoas, que ali estavam.
- Então...
- Do que você se lembra? — Ele apoiou os seus cotovelos na mesa e pôs o seu rosto em suas mãos, fazendo uma figura... Fofa?

Flashback On

- NamJoon. Outro americano. — Ele pediu ao garçom. Presumi já ser um cliente do café.
- Sim. — Ele falou de longe e começou a fazer os nossos cafés.
- Pode desabafar. — Ele apoiou os seus cotovelos na mesa e pôs o seu rosto em suas mãos, fazendo uma figura... Fofa?

Flashback Off

- Kim TaeHyung... Nós já estivemos nesse café? — Perguntei curioso, apesar de saber a resposta. Eu havia me lembrado de estar consigo antes naquele café.
- Você se lembrou?
- Sim. Você fez exatamente a mesma coisa.
- O quanto você se lembra, sobre mim?
- Eu não me lembro de você. Apenas do seu rosto.
- Então você não se lembra de mim... — Ele pareceu decepcionado.
- Mas... Algo me diz que nós éramos muito próximos.
- Não tanto quanto você pensa.
- Com licença. — O homem, que aparentemente chamava-se NamJoon, pôs os americanos em cima da pequena mesa.
- Obrigado, NamJoonnie.
- De nada. Se precisarem de alguma coisa, façam um sinal.
- Okay. — NamJoon afastou-se de nós.
- Nós, por acaso, estávamos juntos? Quando eu acordei no hospital... Eu não me lembrava de nada. Apenas de um rosto. O seu rosto.
- Jungkook...
- O que nós éramos? — Ele baixou os seus braços e desviou o seu olhar.
- Eu... Eu amava você.

- “Amava?”

- Eu também deveria amá-lo, eu só me lembrava de você, então...
- Na verdade... Você amava outra pessoa. Você amava essa pessoa faziam 6 anos.
- Mas... Nós dois... Nós estávamos namorando?
- Não exatamente. Antes de começarmos, nós terminamos... Não. Você terminou comigo. E eu não entendi.
- Eu queria poder responder. Mas eu nem sei o meu próprio nome. Não houve nenhuma razão que eu especifiquei? — Ele riu de leve.
- Parece que eu não estou falando com o Jungkook. Nesses quatro anos, eu pensei... Eu não sabia se você estava vivo ou não. As notícias chegaram até mim e eu... Não consegui acreditar nelas.
- Eu... Você estava certo, então.
- Mas, e agora? O que você quer?
- Como assim?
- O que você quer saber?
- Eu... Por que o meu pai mudou o meu nome? Você pode me explicar? O que conheceu antes de eu perder a memória?

— Ele parecia triste, inconformado com alguma coisa.
- Eu sei que você não está interessado nos meus sentimentos nem nos meus pensamentos, mas... Eu queria dizer que... Se o Jungkook do passado... Eu sempre quis lhe perguntar se... Ele realmente não me amava.
- Bom... Deve haver algum motivo pelo qual eu me lembrava somente do seu rosto.
- Não sei... Parece que vai ser para sempre um dúvida.
- Eu... Como eu era antes?
- O-o que?
- Eu me sinto um pouco... Sem personalidade. Eu não sei. O meu pai era a única pessoa que eu falava além do meu médico. Eu dependo demais do meu pai... E eu... Eu já tenho 33 anos. Eu agradeço à ele por estar ao meu lado nesses quatro anos, mas...
- Você... Era difícil de entender. Agia sem pensar. — Riu-se.
- Eu era engraçado, por acaso? — Riu mais um pouco. Um sorriso bonito e engraçado, que com certeza fez o meu coração bater mais rápido.
- Você não quer trabalhar?
- Eu vim para Coréia para procurar um emprego. O meu pai disse que antes eu queria ser um policial, igual à ele. Mas agora eu não sei...
- Você já foi soldado, sabia?
- Sim... — O silêncio se fez presente. Os nossos olhares não desviavam-se, mas também não nos permitiam falar nada. Bebi a matade do café, ele fez o mesmo.
- Jungkook.... Acho que agora eu devo lhe chamar de HyungDo.
- Mas... Você... O meu nome não é Jungkook?
- Você mudou. Já não é o mesmo.
- C-como assim? — Alguma coisa na sua afirmação feriu o meu coração.
- É normal. Por que você esqueceu tudo... mas mesmo que você tenha mudado... Por que eu sinto uma vontade imensa de lhe beijar? Por que quando eu vi o seu sorriso o meu coração bateu tão violentamente?
- Kim TaeHyung-ssi. — Ele estava se confessando?
- Dish... Até isso é estranho. Como uma voz pode ser tão diferente...? eu pensei que era o mesmo. Mas não.

Flashback On

- Vamos. Você ainda desconfia de mim? — Eu não o respondi. - Vamos fazer assim. Eu vou passar o meu número. — Ele pegou um papel qualquer e uma caneta. Anotou ali o seu número. - Pronto. Ligue-me quando confiar. — Passou o bilhete para mim. - Até mais. — Ele pegou um dinheiro e colocou na mesa. Levantou-se e saiu do café.

Flashback Off

- “Você... Eu... Eu me estou me lembrando apenas dos pequenos detalhes...”

Flashback On

- Dish... Até isso é estranho. Como uma voz pode ser tão diferente...? Eu pensei que era o mesmo. Mas não.

Flashback Off

- “Eu vou lhe mostrar como eu posso ser melhor do que o antigo Jungkook.”

— Levantei-me da cadeira. Peguei um papel que estava quase amassado no bolso. Um caneta. Anotei o meu número e colei na mesa, assim como ele fez comigo.
- Ligue-me quando estiver pronto para conhecer o “novo” Jungkook. — Pus o dinheiro em cima da mesa.

- “Yassh! Mandou bem Jungkook!”

- Hoje, infelizmente, não vai dar. Eu tenho que buscar uma pessoinha de uma festa. — Levantou-se ao terminar de falar.

- “Aish!”

Flashback On

Q-quem é você?
- Ele é meu Appa. Solte-o. — A mesmo menina que estava com a mulher, agora separava o homem de mim.

- Ronnie. Eu tenho que falar com esse homem... Por favor v-

Flashback Off

- A pequena?
- Sim.
- Você é pai?
- Não exatamente.
- Você é confuso, TaeHyung.
- Não tanto quanto você.

— Ele saiu.

- “Ele vai pagar o próximo.”


Notas Finais


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