História My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Exibições 61
Palavras 2.121
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiuuu!
Desculpa a demora. Mas eu estive a estudar. Amanhã vai ter mais à noite.
Desculpem-me pelos erros ortográficos
Boa leitura!
#bloodsweattears

Capítulo 27 - Chapter XXVII - Good-bye


Fanfic / Fanfiction My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 27 - Chapter XXVII - Good-bye


Jeon Jungkook On

- “Ele vai pagar o próximo.”

Kim TaeHyung On

— Andei até o carro.
- Aiiiummmm! Que fofo! — Eu estava ainda pensando no que Jungkook me disse. - Eu devia ter tirado uma foto da cara dele! Agora ele vai tentar me conquistar! Que fofo! — Bati palmas consecutivamente até as palmas das minhas mãos começarem a doer.

DOC! DOC!

- Ah! — Levei um susto ao ouvir o toque na janela do vidro do carro, bem ao meu lado. O mais assustador foi ver quem era e como reagia à minha própria reação. Jungkook sorria como quem acabara de ver uma situação engraçada. - Aish... — Ele fez um gesto para abaixar o vidro. - Dish... — Baixei-o e ele sorriu.
- Eu estou muito longe de casa.
- Ah... Desculpa...

- “ Né, Tae? Se preocupou em recusar o crush e ele ia ficar perdido!”

- Entra. — Ele trocou de lado e entrou no carro.

No caminho

- Você encontrou rápido uma casa, não?
- Pelo que parece eu estou morando na mesma casa que eu morei antes da cirurgia.

- “Agora que eu percebo... Eu nunca fui na sua casa, mas ele não morava com o pai.”

- Ah... E você gosta? De morar com ele?
- Eu fiz a minha vida toda... Quero dizer esses quatro anos.
- Jungkook deve ter sido difícil...
- Preste atenção no trânsito. — Ele disse após eu espiar a sua figura ao me ouvir dizer aquelas palavras. - Eu sou muito inteligente.
- E modesto.
- Também. Eu aprendi isso com o Doutor Min.
- Doutor Min?
- Sim. Ele foi o meu médico nos Estados Unidos.
- Ahhh tá.

Flashback On

— Um homem jovem de cabelo pintado escrevia em algumas folhas. Eu ainda não lembrava de seu rosto, apenas de tê-lo visto no dia anterior. Ele estava muito concentrado e não se apercebeu que estavam outras pessoas ali.
- Doutor Min?

Flashback Off

- “Será o mesmo médico que cuidou do Jimin? Eishhhh! Eu tenho de mandar de novo uma mensagem para o Jimin... Perguntar se está tudo bem... Eu mandei ontem, mas ele não respondeu.”

Flashback On

Eu menti para a polícia por um amor que eu nem sei se é recíproco. O pior não é ele não me corresponder... É eu mentir para os outros em nome de um assassino... Mentir para você — Mais lágrimas. A minha voz perdia força a cada frase.

Flashback Off

- TaeHyung... — Ouvi Jungkook me chamar.
- Ah... Desculpa. — Olhei para o GPS. - Estamos quase chegando.
- Ah... Eu nunca venho por aqui. Na verdade eu não saio muito de casa, apenas para ir ao supermercado.
- Kkkkkkkk. Fique tranquilo. Eu vou lhe levar para fora.

- “Nós mal fazíamos isso antes.”

— Chegamos na casa, após 15 minutos de assuntos aleatórios. Era grande e cinzenta. Dois andares. Um pequeno jardim apenas de plantas na entrada.
- Obrigado por me trazer.
- Não foi nada.
- Então... Você tem o meu celular.
- Uhum. Depois falamos.
- Okay. Dirija com cuidado.

- “Até parece que nada aconteceu... Se ele soubesse...”

— Jungkook saiu do carro. Assisti-o entrar na casa. Olhei o meu relógio de pulso.
- Ronnie!

— Eram 17:31. Eu estava atrasado. Dirigi até o local da festa.

Na festa

- Ahhhh... Eu vim pegar a Ye Ron. — Falei para a mesma moça que estava na frente da entrada.
- Kim TaeHyung-ssi. — A mãe da amiga de Ronnie chegara.
- Oh. Eu sinto muitíssimo pelo atraso.
- Appa! — Ronnie correu até mim. Peguei-a no colo.
- Não tem problema. Estávamos preocupadas, mas o senhor já está aqui.
- Obrigado. E desculpe-me.
- Não foi nada. Até mais, Ronnie.

— Beijou a sua bochecha e em seguida saiu da entrada.
- Você se despediu da Da Hee?
- Appa! Você está atrasado.
- Desculpe...ah? — Andei até o carro. Pu-la na sua cadeirinha. Entrei no carro e dirigi até a casa de Ronnie.

No caminho

- Brincou bastante, Ronnie? — Perguntei gentil, tentado fazê-la se esquecer do atraso. Ele ficaria batendo na mesma tecla por muito tempo.
- Você não quer saber mesmo. Nem é meu pai. — Olhei para si através do retrovisor.
- Ronnie... Por quê você está falando assim? Por que está agindo assim?
- Eu sou a única que não tem pai.
- Ronnie...

- “Estranho. Ela é nova demais para sentir tanto. Ou pelo menos demostrar que sente... Bom, ela tem um comportamento muito maduro para a sua idade. Min-Jung também era assim.”

Flashback On

- Tae! Tae! Vamos para a sala! — Chamou-me, Min-Jung com o seu tom de adulto. Adulto demais para a sua idade de 9 anos.
- Calma! Eu só vou comprar um lanche para mais tarde.
- Mas estamos atrasados. O professor disse que queria-nos às 15:20. Já são 15:18.
- Não estamos atrasados.
- Vamos chegar atrasados.
- Jiminnie! — Vi-o passar por trás de Min-Jung. A mesma deixou-me sozinho.

Flashback Off

- Ronnie... Vamos conversar depois. Não quero que fale assim.
- Eu falo como eu quiser. Você arruma o meu quarto por acaso? Não. Eu não lhe devo nada. Devo eu? — Disse como se fosse uma adulta e informalmente, deixando transparecer a sua pequena parte de criança com o seu exemplo.
- Por quê está falando assim? Que tom é esse, hein? Eu e a sua mãe não lhe ensinamos assim. Você tem de respeitar os mais velhos.... Aish... Estou discutindo com uma criança.
- Eu posso ser uma adulta, se for para discutir com vo-
- Ronnie. Chega. Não quero mais ouvi-la.

— Dirigi até a sua casa. Ao chegar no destino, vi uma ambulância ao lado da casa. Havia uma pessoa na maca ao lado do veículo.
- Não saia. — Disse para Ronnie e tirei o meu cinto. Saí do carro. - Com licença... — Andei até a maca, que foi colocada no veículo. - Noona! — Era Min-Jung.Tentei entrar no veículo, mas fui impedido pelo enfermeiro.
- Quem é o senhor?
- Eu conheço-a. O que aconteceu?
- Kim TaeHyung-ssi. — Virei-me parar trás e vi a vizinha de Min-Jung.
- Oh... Ahjumma. O que aconteceu? — Perguntei preocupado.
- Eu também não sei. Eu apenas senti o cheiro esquisito vindo da casa da Min-Jung-ssi e bati na porta. Ninguém abriu, então eu entrei e vi a Min-Jung-ssi no chão.
- Houve uma síncope cardíaca. Precisamos correr e tentar acordá-la. — O enfermeiro entrou no veículo. - O senhor vem?
- Omma!

- “Ronnie.”

Flashback On

- Podem sair crianças. — Disse a professora.
- Tchau, Min-Jung! — Peguei a mochila e saí da sala. Passei pelo corredor de Jimin.
- Tchau, Jiminnie!
- Até, Tae.
— Corri até a entrada para esperar o meu pai. Não era ele à minha espera.
- Harabeoji! — Era o meu avô. Ele estava sentado na sala junto aos outros pais.
- TaeHyungie! — Abracei-o. Eu estava com saudades. Faziam alguns dias que não nos víamos.
- Harabeoji. Por que você veio me buscar? — O sorriso desapareceu. - Harabeoji. O que aconteceu?
- TaeHyungie. Vamos para a casa do vovô e da vovó, Okay? A vovó vai fazer biscoitos (hehehe)
- Yeh! Vou comer biscoitos!

Flashback Off

- “É fácil enganar uma criança.”

- Vão. Rápido. — Fecharam a porta do veículo.
— Ronnie correu em direção à maca, mas eu peguei-a no colo.
- Ronnie. Vamos tomar um sorvete?
- Não. Era a minha mãe. Eu quero vê-la.
- Vamos. Depois você vai ver a mamãe. — Andei com ela até o carro.

- “Por mais que ela aja assim, ainda é uma criança. Eu não posso roubar a sua inocência.”

Flashback On

- Harabeoji. Eu vou dormir aqui de novo?
- Sim, TaeHyungie. — Respondeu Halmeoni.
- O meu Appa já sabe? Por que eu não vi ele? Eu estou com saudade do meu Appa.
- TaeHyungie. Termine de comer o biscoitinho e vamos conversar.
- Okay. — Comi o biscoito rapidamente. Halmeoni me pegou no colo e sentou-me nas suas pernas.
- Halmeoni, eu sou pesado. Vai lhe machucar.
- TaeHyungie... Você é uma criança tão boa. É uma pena que a sua mãe não lhe pode conhecer.
- Omma me conhece. Nós vamos nos encontrar quando ela terminar a viagem dela. — Uma lágrima escorreu no seu rosto marcado pela idade. - Halmeoni... Por quê está chorando?
- TaeHyungie... O seu Appa... Ele encontrou a sua mãe. Ele está viajando com ela.
- Ahhhh... E quando eu vou poder vê-los? — Enxuguei as suas lágrimas.
- Vai demorar um pouco.
- Tudo bem, Halmeoni. Eu espero.

Flashback Off

- Onde nós vamos, Appa?
- Vamos tomar um sorvete.
- Aonde? Eu quero ver a minha mãe.
- Por que ela estava dormindo, não na cama? Hein?
- Ronnie... — Parei o carro no café onde Namjoon trabalhava. Tirei-a do carro.

No café

- Boa tarde, Namjoon.
- Oiiiiiuuu, Tae. Oi Ronnie.
- Boa tarde. — Ela o cumprimentou educada.
- O que você quer, Ronnie. — Perguntei-lhe.
- Do que você vai querer, Ronnie?
- Eu quero de morango.
- Okay. — Fiz o pedido. Após alguns minutos de espera, sentámo-nos nas cadeiras e começamos a comer. - Tá bom?
- Sim. — Ela comia tranquilamente.
- Eu já volto, Okay. Eu vou pedir para o NamJoon Oppa ficar com você. Eu vou precisar fazer algumas coisas rápidas.
- Por que você não me leva para casa.
- Ronnie... Você pode me prometer que vai ficar aqui com o NamJoon Oppa?
- Okay. Okay.

— Levantei-me da cadeira e fui até NamJoon.
- NamJoonnie. Por favor. Ajuda-me.
- O que aconteceu?
- Eu preciso ir ao hospital. Eu não tenho com quem deixar a Ronnie. Jimin está viajando.
- Claro. Mas o que aconteceu?
- Min-Jung... Ela teve uma parada cardíaca. Eu preciso ir ao hospital. Eu tenho que ir.
- Certo. Vai.

— Peguei a Ronnie no colo e o seu sorvete.
- Obrigado, NamJoon.
- Não tem problema. Oiiiiiuuu, Ronnie. Tudo bem?
- Tudo. — Sentei-a no outro lado do balcão, perto de NamJoon.
- Muito obrigado, mesmo.

— Saí do café. Dirigi para o hospital.

No hospital

- Olá. Eu vim ver a paciente Lee Min-Jung. Ela deve ter dado entrada agora.
- Vou ver. — Alguns minutos passaram-se.
- Sim. Ela está com os médicos. Estão tentando reanimá-la.

- “Noona...”

- Onde ela está?
- O senhor pode esperar fora da sala. Siga-me, por gentileza.

— Segui a moça. Sentei-me no banco.
- Você é o guardião?
- Sim. Sou eu.
- Certo. Depois eu vou pedir ao Senhor para assinar alguns papéis.
- Sim.

10 minutos depois

— Um médico saiu.
- Doutor. — Andei até si.
- Você é o guardião?
- Sim. O que aconteceu? Ela está bem?
- Eu sinto muito em lhe dizer, mas... Não conseguimos reanimá-la.
- Isso... O que?
- Ela morreu. Eu realmente sinto muito. Talvez se tivéssemos encontrado-a mais cedo, mas o coração não aguentou.

- “Min-Jung... Morreu?”

- Mas... Eu não entendo. Ela estava bem.
- Ainda veremos o que causou a parada cardíaca. Eu sinto muito. Por favor, acompanhe-me.

- “Não pode ser... Min-Jung... Ela...”

- Ela era tão jovem... Ela tem uma filha de 5 anos. Como eu vou dizer isso para a filha?
- Senhor, eu realmente sinto muito. Mas a vida é assim. Precisamos aguentar tudo o que se joga.

- “Ronnie...”

1 hora depois

— A ficha ainda não havia caído. De um momento para a o outro, a minha amiga, uma das minhas melhores amizades que durou mesmo com a distância... Ela morreu. Assim... As coisas realmente podem mudar drasticamente e rapidamente.

— Eu pude ver Ronnie sentada em uma das mesas a ler qualquer coisa, e NamJoon a atender os clientes.

— Eu olhava aquela criança. Era como eu. Havia perdido alguém, mas nem sabia.

— Eu tomava coragem para entrar naquele lugar e conseguir fingir o que estava a acontecer.

— Saí do carro.

No café

- Appa! — Ronnie viu-me e andou até mim.
- Ronnie. — Peguei-a no colo. Eu sempre o fazia, mas daquela vez era diferente.
- Onde está a Omma? — Ignorei-a, pois não sabia o que dizer.
- NamJoonnie. Obrigada e desculpe por tudo.
- Tudo bem, Tae. Espero que... — Ele notou a minha expressão e parou de falar.
- Ahhhh... Eu preciso ir. Vamos Ronnie.

Em casa

- Por que eu não fui para casa, Appa?
- Você vai dormir aqui hoje. Abri a porta.

- Tae! Ronnie!
- Jimin!


Notas Finais


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