História My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Exibições 57
Palavras 2.110
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiuuu
Gente! Como eu demorei!
Desculpaaaaaaaaaaaaaa
Hotteok - Panqueca estilo coreano.
Desculpem-me pelos erros ortográficos.
Boa leitura!

Capítulo 28 - Chapter XXVIII - Let's Go Out


Fanfic / Fanfiction My Love Serial Killer - I'm Already Arrested - Capítulo 28 - Chapter XXVIII - Let's Go Out


Em casa

- Por que eu não fui para casa, Appa?
- Você vai dormir aqui hoje. Abri a porta.

- Tae! Ronnie!
- Jimin!

- Oppa! — Disse Ronnie para Jimin, surpresa.
- Ronnie. Tudo bem? — Ele perguntou e ela assentiu.
- Jimin, eu pensei que você chegaria só na quarta. — Eu também estava surpreso com a sua presença.
- Eu liguei. Tentei lhe avisar. Eu terminei antes do previsto.
- Eu preciso falar com você. É sério. Mesmo. — Eu olhei-o preocupado, Jimin entendeu que era realmente sério.

— Levei Ronnie para o nosso quarto. Liguei a televisão e pus no canal que ela geralmente assitia.
- Eu já volto, okay Ronnie?
- Sim, Appa.

— Saí do quarto. Andei até a sala, onde Jimin estava.
- Jiminnie...
- O que aconteceu, Tae? — Sentei-me no sofá. Apoiei os cotovelos nos joelhos.
- É difícil dizer... Nem eu consigo acreditar.
- Calma. — Sentou-se ao meu lado. - Fala.
- Noona... Ela... Morreu.

Dias depois

Sexta-feira, 12 de setembro de 2020

Em casa

— Ronnie estava na escola. Eu não tinha aula, e mesmo se tivesse não iria. A pessoa que me incentivara a começar de novo, já não estava mais ao meu lado.

— Ouvi a porta da frente ser aberta. Levantei-me da cama e andei até a sala.
- Jiminnie... Você chegou cedo. — Sentou-se no sofá e eu fiz o mesmo.
- Pois é. Agora que eu já resolvi esse caso na China, ganhei folga.
- Ahhhh tá. Ainda falta uma hora para pegar a Ronnie.
- Tae... Quando nós vamos contar? Ela pergunta pela mãe todos os dias.
- Jimin... Ela tem apenas cinco anos. Você realmente acha que ela vai entender o significado da palavra “morte”?
- Ronnie é muito inteligente e esperta. A mentalidade é quase como de um adulto.
- Ela pode parecer, mas não é uma adulta. Não podemos contar agora.
- Então ela vai crescer pensando que a mãe está viajando?
- Eu cresci assim. Eu só fui entender mais ou menos com 10 anos.
- Mas você não pode dizer apenas que ela está nos EUA e não sabe quando volta.
- Jimin. Eu sei o que estou fazendo.
- Não, Tae. Não está certo. Isso pode sair do controle. Devemos não ser tão diretos, mas ela deve saber que não poderá mais ver a mãe. Ronnie é inteligente demais. Você não acha que mais cedo ou mais tarde ela vai estranhar isso? Ou melhor você não acha que ela já não estranhou a falta da mãe?
- Jimin... Eu não sei se vou poder fazer isso. Eu não quero vê-la sofrer.
- E você acha que eu quero?
- Não é isso...
- Não. Tae. Você sempre acha que é o único que sofre. Eu também sinto falta da Noona. Imagina a Ronnie. Você não é o único que não a quer ver sofrer. Mas a verdade é que morte é algo inevitável e alguma hora ela vai precisar saber.
- Jimin... Não vamos discutir agora. — Levantei-me do sofá e andei até a cozinha.
- Okay. Não vamos. Mas eu tenho algo à lhe dizer. — Ele me seguiu até se sentar na cadeira.
- O que?
- Eu passei no café que você trabalha.
- E? O meu Boss falou com você?
- Eles arranjaram um novo funcionário.
- Já? Você avisou-os antes de ontem.
- Eu me espantei ao ver quem era. Porém eu não duvido que você já tenha visto.
- Como assim? — Ele olhou-me estranho, como se eu já soubesse, apesar de realmente não saber.
- Ele está vivo. — Esperou a minha reação. - Ha. — Soltou um riso sarcástico como quem diz “eu sabia”. - Então você já sabia. Aposto que já se encontraram.
- Jimin... Você mentiu pra mim? Você disse que ele estava morto.
- Por quê eu mentiria?
- Você bo entregou à polícia. Não queria que ficássemos juntos.
- Tae, acorda. Eu não fiz isso porque ao invés dele, eu achava que eu deveria ficar ao seu lado, mas eu fiz isso porque ele é um assassino. Não é inocente. Matou 9 pessoas. Mataria 10 se eu não o tivesse entregado.
- 10 pessoas que também mataram e viveram a sua vida como inocentes.
- Você sempre usa o mesmo argumento.
- Jungkook não era mau.
- Era. Você sabe que para fazer o que ele fez, o assassino deve ter sangue frio.
- Dish. Ele não era frio, nem um pouco.
- Você diz isso, mas tudo o que ele fazia ou dizia, quando estava ao seu lado, era mentira. Uma encenação.
- Chega disso. — Eu estava voltando para o meu quarto, mas a minha mãe é tomada por si.
- Você sempre diz isso. Quando eu falo a verdade, você apenas foge. Quando eu digo que ele é um assassino.
- Jimin. Por que você sempre fala assim dele? O que foi que ele fez pra você.
- Kim TaeHyung! Ele tentou me matar!
- Não foi assim.

- “Aish. Odeio discutir com ele.”

- Eu não acredito... Você realmente não percebeu que ele faz você pensar de um jeito estranho? Sempre quando é em relação à ele, você parece que esquece o que é certo e o errado.
- Jimin... Eu disse para não discutirmos. Vamos parar de falar sobre isso, ou você quer conviver comigo sempre brigando?
- Eu vou parar. Mas eu só quero dizer uma coisa. Não se aproxime dele.
- Você não manda em mim. — Andei até a sala e vesti o meu casaco. Abri a porta de entrada. - Eu vou pegar a Ronnie.

— Entrei no elevador e desci até a garagem. Andei até o meu carro e entrei. Dirigi até a escola da Ronnie, que era perto de casa. Quando nós a colocamos na escola, procuramos uma perto da sua casa, que já não tinha mais ninguém, e perto da minha casa.

Na escola

- Bom dia, senhor Kim.
- Bom dia, Lee. Eu.... gostaria de conversar com a diretora de turma da Ye Ron.
- Ah... Sim. Eu vou ver se ela tá disponível. Provavelmente, está.
- Okay, obrigado.

— Alguns minutos após esperar na sala, eu fui ver a professora da Ronnie. Ela tinha vários, mas essa era a professora responsável pela turma da Ronnie.
- Kim TaeHyung-ssi. Entre, por favor. — Entrei numa sala, provavelmente a sua sala.
- Com licença.
- Sente-se. — Sentei-me na cadeira e a professora fez o mesmo.
- Eu sei que é estranho eu estar aqui...
- Não. Nós já estamos acostumados com você aqui. É um dos responsáveis de educação da Ronnie.
- Ah... Eu vim conversar com você sobre isso. Eu... Vou ser o único responsável pela Ronnie agora.
- Como assim?
- Ah.... Min-Jung Noona... Ela faleceu há 1 semana...
- O que? Como...?
- Ela teve um ataque cardíaco.
- Meu Deus... Eu sinto muitíssimo.... — Alguns minutos de silêncio.

- Mas você ainda não contou para a Ronnie, certo? Ela aparenta estar bem.
- Pois é. Eu não sei como vou contar, ou quando.
- Bom, você deve mantê-la a par das notícias. Sendo boas ou más.
- Eu acho... Eu perdi o meu pai quando tinha sete anos... Será que se eu ocultar iss-
- Não. Ocultar, não. Você tem de contar, mas com palavras que ela entenda. Eu sei que ela é muito inteligente. Ela já sabe ler e realmente é muito inteligente. Eu até poderia colocá-la numa sala de 2° ano. Mas ela ainda é uma criança. Vai ser difícil para ela aceitar que não poderá mais ver a mãe. Porém, você tem de estar ao seu lado. O mesmo com Jimin-ssi.
- Eu tenho medo de não ser bom o suficiente...
- Eu não tenho dúvida que vocês vão cuidar bem dela.
- Eu tento. Eu quero ser o pai dela.
- E você é. Ela lhe chama de Appa. Eu conheço-a há dois anos. Eu sei que ela ama você como uma filha ama o seu pai.
- No mesmo dia que... Min-Jung faleceu... Ela foi à festa da amiga, Da Hee.
- Sim, eu soube.
- Bom, eu cheguei atrasado para buscá-la... Ela ficou muito chateada. Ela disse que eu não era o seu pai e era única que não tinha um. Eu achei estranho porque eu pensei que as crianças sentiam mais a falta dos pais quando menores.
- Bom... Isso pode acontecer. Agora que Min-Jung não vai estar mais ao seu lado, você tem de estar sempre junto à ela. Se ela mostrou que antes já sentia a falta, agora vai sentir mais.
- Eu vou tentar ser um bom pai.
- Vai ser. Não. Já é. — Eu não sei porque, mas uma lágrima escorreu no meu rosto, talvez eu sabia. - Kim TaeHyung-ssi. Pode contar comigo. Eu vou ajudar em tudo que precisar.
- Obrigado. Eu não tive contagem de vir falar com você antes.
- Tudo bem. Você veio.

— Após alguns minutos conversando com a professora, saí da sala e esperei por Ronnie.
- Appa! — Ela me viu e andou até mim calmamente. - Por que você veio me buscar de novo.
- Olá para você também, Dal. — Ela olhou-me surpresa.
- “Dal”? Por quê está me chamando assim?
- Por que o que? Eu sou o seu Appa, então você é a minha Dal.
- Dish... — Peguei-a no colo.
- Vamos comer alguma coisa?
- Pode ser. Eu estava com fome.

— Dirigi até o café onde eu trabalhava. Eu havia me esquecido quem estaria lá.

No café

— Entramos no café e sentamo-nos numa mesa.
- Appa vai falar com o Boss e já volta, okay? Por que não escolhe alguma coisa para comer, Dal?
- Okay, Appa.

— Levantei-me da cadeira e fui até o balcão. Havia um homem de costas. Eu o conhecia.

- “Jeon Jungkook... Aishhh... Eu tinha me esquecido.”

- COF! COF! — Eu fingi tossir para obter a sua atenção. Funcionou. Ele virou-se e fez uma expressão de surpresa, depois abriu um sorriso lindo. O mesmo sorriso que fazia o meu coração palpitar. Sempre.
- Oh... TaeHyung-Ah! Você aqui?
- Pois é.
- Eu fiquei preocupado... E desiludido... Você não me ligou.
- Ah... Desculpe por isso.
- Então... O que vai ser?
- Você trabalha aqui, então.
- Pois é. Eu ainda não sei o que fazer, então vou estar aqui.
- Okay. Você pode chamar o Boss, por favor.
- Boss? Okay.

Jeon Jungkook On

- “Por quê ele quer falar com o meu Boss?”

— Fui para dentro e chamei-o.
- Boss, um cliente quer falar com você.
- Certo. — Ele andou na minha frente. - Oh! Kim TaeHyung-ssi. Quem é vivo sempre aparece.
- Boss, perdoe-me! Eu prometo que isso não volta a acontecer.
- Okay. Eu sei que você é um bom funcionário. Vou deixar passar.

- “Espera. Ele trabalha aqui?”

- Muito obrigado. — Curvou-se.
- Okay. Okay. Amanhã não se atrase.
- Obrigado, Boss.

— Boss saiu do balcão.
- Você trabalha aqui? — Perguntei curioso.
- Sim. Eu trabalho nos sábados e domingos de manhã.
- Ah... Eu trabalho nas sextas à tarde e sábados de manhã. Isso quer dizer que vamos nos ver.
- Pois é.
- Bom, acho que eu não vou ter que encontrar outro emprego. Já estou satisfeito.

- “Boa, Jungkook!”

- Ainda falta um ano de faculdade. Depois eu quero ser professor.

- “Droga. Só pode estar de brincadeira... Mais um fora.”

- Eu já volto.
- Okay. Okay. — Ele andou até uma mesa. Aquela mesma menina estava sentada na cadeira, na mesma mesma que ele chegou. Falou qualquer coisa para a menina e veio ao balcão.
- Então... Vão ser 2 hotteok e um americano.
- Ua. Você gosta de doces, hein?
- Um é pra mim o outro é pra Ronnie.
- Appa. — A menina pequena andou até o balcão e Tae ajoelhou-se para falar consigo.
- Fala, Dal.

- “Dal...? Então ela é filha dele?”

- Eu quero um americano, também.
- Tem certeza? Você não toma muito café.
- Sim.
- Okay. Eu vou pedir um para você. Vai sentar.
- Okay. — Ele levantou-se.
- Mais um americano.
- Certo.

- “Será que eu posso perguntar? Ela é realmente sua filha?”

Kim TaeHyung On

— Jungkook anotou o pedido. O seu sorriso já não estava mais presente. Ele parecia inquieto.
- Bom... Amanhã... Você quer sair? Óbvio, depois do trabalho.

- “Aishhhh... Que vergonha.”


Notas Finais


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