História My lovely Baby - Camren - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Babygirl, Camilacabello, Infantilismo, Laurenjauregui
Visualizações 551
Palavras 1.908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Capítulo 24


Pov Laure

Depois da conversa que tive com minha bebê ontem, definitivamente me senti mais tranquila sabendo que fiz o certo. Principalmente porque o meu lado de dominadora que eu achava que nem tinha mais estava reaparecendo em mim a cada dia so que de uma forma mais sútil, se é que posso dizer assim. Se bem que, em comparação ao que eu era no passado, esta sendo bem mais tranquilo, mais leve mesmo.

Bom, se fosse ha alguns anos atrás com certeza ontem minha bebê estaria em minha antiga sala de jogos vermelha deitada em uma cama nua e toda marcada com um dos meus antigos chicotes e usando uma coleira com guia. Sim eu era sadomasoquista,  digo era porque por muitos anos aquilo escondia o que eu de fato sou, uma mulher extremamente protetora,  possessiva e uma dominadora nata,  mas no passado eu acabei ficando digamos que cega quando conheci o sadomasoquismo quando uma antiga amiga minha Demi Lovato, me levou a uma reunião de sadomasoquistas que acontecia em sua casa uma vez no mês e bom eu acabei aceitando ir a esta reunião quando em um momento de desabafo disse a ela que me sentia sozinha e que eu queria me apaixonar por uma garota que além de me amar me obedecesse e me aceitasse como sua dona.

Claro que nessa época eu nem imaginava que isso era ser uma diminadora e foi Demi que me explicou sobre esse mundo dominação /submissão , mas como fiquei assustada ela convidou para a tal reunião e eu fui para entender melhor.

Foi lá que eu entendi que existia vários tipos de dominação,  sendo que uma era apenas com relação ao comportamento no dia a dia em que uma relação, uma das parceiras passa a obedecer as regras da outra sem reclamar e sempre a chamando de senhora ou mestre,  ja outro tipo envolvia o sadomasoquismo, esse que todos nós conhecemos, mas tinha um que eu particularmente me identifiquei, era o que Demi era adepta, o daddykink/babygirl.

Lá esses explicaram que o daddykink/babygirl era um fetiche que basicamente era uma relação em que uma era daddy ou mommy, que era a dominadora e a outra era baby girl a submissa que quando estava com sua dona agia como uma garotinha. Admito que amei isso, mas também fiquei assustada pois na reunião disseram que a baby na maioria das vezes so agia como uma baby quando estaba sozinha com a sua daddy. Isso me soou como algo superficial se é que posso dizer assim,  pois eu não via isso na relação de Demi com sua namorada Selena. Ao contrário eu via muito amor entre as duas e uma Demi dominadora nata,  que tinha total controle sobre sua pequena selena, que tem infantilismo assim como minha bebê Camila. Selena a obedecia  sempre, claro que como uma bebê as vezes tinha suas manhas ouexistia, pria alguma regra, mas minha amiga sabia castiga-la de uma maneira dura porém sem usar quarto de jogos, pois aquilo não era pra uma bebê. A relação delas não era superficial,  era intensa.

Então, Demi me explicou que assim como eu existia pessoas que pensava da mesma forma que eu,  que o daddykink/babygirl só tinha que ser com uma pessoa que tinha infantilismo, ela não achava isso mas teve a sorte de encontrar a selena que tem o infantilismo ha anos.

Daí vocês podem me perguntar,  porque então você não foi por esse caminho? E preferiu ir para o sadomasoquismo tradicional? Bom,  porque eu não aceitei ser uma daddy sem que estivesse me relacionando com uma infantilista e confesso que nem quis procurar uma. Porém,  depois dessa reunião eu demorei um pouco pra assimilar tudo,  mas quando isso aconteceu eu tive um caso com uma garota qualquer em que eu comecei a praticar o sadomasoquismo com ela,  foram apenas dois meses,  mas foi o suficiente para me deixar 'cega' e me envolver 100% com esse tipo de relação. Reformei um quarto de minha casa o deixando totalmente preto e vermelho,  comprei chicotes, mordaças e tudo do sadomasoquismo que possam imaginar e assim criei meu antigo quarto de jogos.

Depois dessas descobertas,  eu conheci uma modelo,  Lucy Vives, que trabalhou em uma das coleções da Jauregui Girl's,  a qual acabei me envolvendo e descobrindo que a mesma era uma submissa e que ja teve algumas donas. Foi ai que me vi mais perdida ainda,  pois pedi a ela para ser minha submissa, com contrato e tudo,  e a mesma aceitou,  passando a morar comigo. Durante 2 anos eu fazia o que quisesse com ela, usava tudo que tinha comprado e a mesma amava tudo. Até me desobedecia de propósito só para puni-la bem forte. Aquilo foi ficando meio que fora do controle pra mim, que tive contar a minha família,  com a ajuda de minhas amigas, que sabiam de tudo e mais uma vez,  como sempre acontece,  eles me entenderam,  mesmo assustados,  mas me pediram para que não esquecesse dos meus sentimentos pois eles sempre diziam que minha relação com a Lucy não era saudável e sabendo do sadomasoquismo, meus pais me fizeram prometer que procuraria ajuda com psicólogos ou até mesmo indo a mais reuniões na casa demi onde existia psicólogos e até sexólogos participavam as vezes para que me ajudassem. Eu atendi o pedido daqueles que fazem qualquer coisa por mim, eu estava fora de mim,  totalmente sem controle algum com relação, ja nem lembrava que eu queria alguem para amar, proteger e dominar. E minha relação com Lucy estava longe disso, nao a amava, eu era apaixonada, mas amor mesmo nao existia, claro que a protegia afinal gostava dela, mas como ela ja era submissa antes de me conhecer ela sabia como me provocar me desobedecendo propositalmente,  era racional tudo,  ate que aquilo so virou uma relação apenas em dar prazer, foder mesmo, ela nao se emportava de ficar pendurada poe correntes enquanto batia nela com meus chicotes.  A safada ficava mais molhada ainda com casa golpe que dava nela. Claro que eu ficava molhada também, Deus aquilo me dava um prazer demais,  mas depois de cada sessão,  eu me trancava no quarto chorando, pois ficava lembrando que eu so queria um relação existisse amor e que eu pudesse ser a dominadora que existia dentro de mim,  mas da forma que eu me encontrava, pois aquilo pra mim estava longe de ser dominação /submissa. Eu nao sou burra em saber que a maioria envolve o sadomasoquismo. Mas também sabia que existia muitos que nao envolvia e que usava chicotes,  algemas ou algo parecido apenas para castigar sua submissa que nao foi obediente com algo do dia a dia mesmo,  sem provocações.

Então segui o pedido dos meus pais e procurei ajuda. Fui ate a casa de Demi,  contei tudo a ela e como aconteceu na primeira vez ela logo entendeu tudo e falou que iria me ajudar a me controlar e quem sabe entender que o sadomasoquismo definitivamente nao combina comigo,  pelo menos o tradicional. Me lembro dela me dizendo que eu so iria me encontrar de verdade quando aceitasse quando eu me vesse amando uma garota que tenha infantilismo, ai iria usar muito bem meu lado dominante com amor e ter controle sobre minha baby. Passei a frequentar algumas reuniões dela e la conheci a psicóloga que me deu alguns conselhos e me disse que terapia pessoal me faria bem pois eu confessei que tinha mudado ate com minha famíla e amigas. Estava sendo muito fria com eles e quase nao os via.

Desde então, passei a fazer terapia e continuei indo as reuniões.  Cada sessao de terapia eu ia mudando e Lucy percebia isso.  Dizia que eu nao era mais a dona dela que era antes,  que nao a punia como antes, que nao ligava mais se ela me desobedecesse e que quando transava com ela eu parecia uma robô, que nao ligava pra nada, foi ai que eu explodi e a levei puxando pelos cabelos ate o quarto de jogos e acabei com ela. De todas a formas possíveis. A bati muito,   usei todos os chicotes, palmatória, correntes, a queimei com vela, a pendurei na corrente brutalmente e bati nela pra valer sem do nem piedade. E disse tudo o que tava guardado em mim. Disse que de submissa ela nao tinha nada, pois uma sub agia naturalmente e não desobedecia de propósito para somente se satisfazer esquecendo que uma relação dom/sub nao era assim, disse tambem que entre nós nunca existiu amor e ela so estava nesse mundo porque ama apanhar e nao por ser uma verdadeira submissa.  Por fim, soltei ela a deixando cair no chao e dei dois dias para sair da minha casa,  sumir da minha vida e a deixei ali jogada. Naquele mesmo dia decidir acabar com aquele quarto de jogos,  destruir tudo com ajuda de Demi e minha amigas.  Era o fim da dominadora sadomasoquista, era o fim da Lauren sem controle, da Lauren fria com um gelo, da mulher sem coração que me tinha me transformado. Lucy viu o quarto de jogos sendo destruído e acho que ela entendeu que aquilo era o fim e foi embora, mas antes a dei um cheque de 50 mil dólares para a mesma refazer a vida dela, eu não a odiava e esse era um mínimo que poderia fazer,  ela aceitou e disse que jamais voltaria.  Assim o fez, nunca mais soube dela e eu com a terapia,  as reuniões de Demi e ajuda de minha famíla e amigas consegui me reeguer emocionalmente, entendendo que a dominação que nas reuniões falava era daquela em que nao nos prejudicamos e que ha amor envolvido também. Passei a entender que sim o sadomasoquismo faz parte disso, mas quando se ha controle, coisa que comigo ja nao se tinha. Todas aquelas mulheres dominadoras,  sadomasoquista, daddy's/mommys da reunião me fizeram enxergar que sim eu pertenço a esse mundo e que sim eu sou uma verdadeira daddy/mommy que so precisaria me apaixonar por uma infantilista ou por uma garota que aceitasse viver nesse mundo comigo. Mal eu sabia que logo encontraria minha bebê.

Por fim, quando conheci minha bebê, claro que desconfiava que camz  tinha infantilismo, mas nunca fiquei pensando muito nisso, pois uma coisa que nunca vou esquecer da terapia e reunioes e "haja naturalmente lauren,  que o resto vai acontecer com o tempo", é assim que está sendo, decidir pesquisar sobre o infantilismo somente que conheci Camila para que eu não errasse com ela e para entender a cabecinha dela. Sou grata por ter esperado, minha camz  apareceu no momento em que me sentia só, em senti falta de dar amor, proteção, dominar e receber amor e obediencia. Ela me supriu tudo e ate sexualmente, pois so de pensar que camz é so minha e so eu a beijo lhe dou carinhos , é o suficiente. Nossa primeira vez só vai acontecer quando ver que ela esta pronta, jamais forçaria nada. Enquanto chicotes, algemas,  não sei se me sentiria bem usando na bebê, acho que só conseguiria usar para punir se ela quebrar alguma regra, mas jamais irei ter um quarto de jogos novamente, aquilo é um inferno e isso eu nao quero mais na minha vida. Minha vida agora gira entorno de minha bebê frágil, que alegra meus dias.

Falando nela...  Ah esse chorinho que conheço de longe..  Vou vê minha bebezinha que deve ta chorando por nao esta com ela.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...