História My lover - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oii

Capítulo 5 - Eu...


Fanfic / Fanfiction My lover - Capítulo 5 - Eu...

Pvo: Isa

Ele simplesmente empurrou Edu e disse ainda me segurando

-ela e minha não toque nela, vamos Isa

Ele me soltou e eu continuei parada encarando Edu, e as palavras dele apertavam meu peito, ela é minha, eu sou dele? Que sentimento e esse, porque meu coração esta batendo rápido?

-vamos Isabella.

Eu não conseguia me mover era como se as palavras tivessem congelado meu corpo, eu desviei os olhos para o rosto de Luke, ele estava vermelho, e muito irritado como se isso realmente o fizesse sentir ciúmes, ele me agarrou pelo braço e me arrastou, subimos ate a metade da casa dele, ele não disse nada, só continuou me levando ate o quarto, sua mãe fez cara de espanto quando nos viu passar, mas não disse nada

Ele praticamente me jogou dentro do quarto e trancou a porta, ele parecia emitir uma aura de raiva, ele me segurou pelos ombros e me imprensou na parede,

-oque fazia com aquele idiota, aos beijos na rua,

Ele apertava meus ombros e respirava muito rápido,

-ME DIGA!

- e-ele me chamou pra s-sair.

Ele me soltou, e acertou dois socos centímetros da minha cabeça, eu me encolhi, ele estava um pouco em cima, pois ele e bem mais alto, eu o olhei, ele de um sorriso de canto, e depois caiu em gargalhadas,

-o-oque?

Ele continuou rindo em quanto pegava a tolha

-você realmente acha que eu me importo com você?- e riu- só estou estragando suas chances de ser feliz.

Ele foi pro banheiro rindo e me chamando de boba, eu me sentia uma boba, eu passei a observar ele, ele era super popular, e agora eu sabia por que ele era chamado de príncipe, ele era muito gentil e educado com todos, mas eu conhecia sua verdadeira cara, nada gentil.

Eu e minhas amigas éramos de salas separadas oque dificultava um pouco as coisas havia dias que eu estava tentando me aproximar de Ana e Camila, mas elas só falavam de namorado e eu nunca havia tido um nem havia beijado ainda, então eu ouvi oque elas falavam

-Ana da pra acreditar que ele queria me amarrar em quanto transamos?

Era a oportunidade perfeita, era só uma pequena mentirinha de nada

-nossa que tarado.

Eu fiz uma cara convincente e disse

-talvez devesse tentar-dei um sorrisinho- pode ser mais gostoso que imagina

Ate parece que eu sabia do que estava falando

-serio?

-han?

-sim

-ja tentou?

-claro meu namorado adora

-ele e um taradão.

-muito

Eu me sentia dentro do grupo os dias foram passando e eu acabei me enrolando elas queria ver ele mais eu não tinha um namorado, eu estava em uma cabine do banheiro pensando no que eu faria a seguir, quando eu as ouvi conversando

-ai cami eu acho que ela nem tem namorado nada

-por que ?

-sempre que eu pergunto ou preço pra ver uma foto ela foge da pergunta, ou inventa uma desculpa

-é mesmo.

Elas saíram rindo e eu fiquei ali a minha única chance de ter alguém com quer falar durante o intervalo e as reuniões de classe estava me encurralando na minha própria mentira, eu olhei o celular a única foto que eu tinha era uma que Luke estava dormindo ele realmente parecia um anjo, então tive uma ideia brilhante, ele era do andar de cima elas não deveriam conhecer ele, eu diria que ele era meu namorado.

-esse e seu namorado?

-é sim.

-ele e tão lindo- afirmou Camila

-eu acho que ja vi ele antes.

Eu peguei o celular muito nervosa,

-impressão sua.

E dei um sorriso, ela não esqueceu isso mesmo na hora do intervalo do almoço, ela ficou se perguntando onde ja tinha visto ele, quando pra minha sorte [ler pra minha falta de sorte] ele passou bem atrás de mim ela deu um grito,

-AAA LEMBREI O NAMORADO DA ISA É LUKE, O PRINCIPE.

Ele parou, eu estava perdida ele desmentiria ali no refeitório e me faria de idiota na frente delas e de quase toda a escola eu passaria por louca, tarada, mentirosa e elas me deixariam de lado, isso não poderia acontecer, gotas de suor se acumularam na minha testa, eu o segurei pela gola da blusa e a gravata e o arrastei pra longe dali, pra fora no pátio

- aff.

Eu suspirei e tentei manter a calma

-oque foi aquilo?

-é... Bem eu disse pras minhas amigas que você era... Meu namorado.

-por quê?

-porque elas só falam disso e eu nunca tive um namorado, então tive de inventar um, e quando elas me pediram pra ver foto, eu mostrei a única que eu tinha, é era você.

-HUM...

-eu tenho... um p-pedido a te fazer

-fala

-finja ser meu namorado?

-que?

-só de mentira, para que eu não passe como mentirosa,

Ele deu um sorriso de príncipe dele, que faz algo se agitar no meu estomago, e disse

-claro.

Meus olhos se arregalaram e minha boca se escancarou

-tão rápido.

Eu começaria a desconfiar se ele não estivesse sorrindo de maneira tão inocente, mas era como se fosse uma armadilha, ele não poderia ser tão gentil ele era um ogro ate dois dias atrás.

-mas primeiro vamos aos termos de contrato...

Ele exibia seu melhor sorriso sádico. Isso não daria em boa coisa.

- você vai se tornar minha empregada particular.

-como assim! Nunca.

-então acho melhor ir la desmentir as coisas que você disse.

Ele se levantou e começou a andar, uma opção era ruim mais a outra era pior ainda então que escolha eu tinha?

-eu a - aceito.

Ele sorriu e se foi, o dia passou rápido de mais, e os únicos pensamento que eu tinha era: ele pode me usar como saco de pancadas pra aliviar seu stress, ele me colocaria pra trabalhar pelas ruas, ou faria coisas pervertidas comigo, ai meu deus se ele ja fazia antes agora estão que desandou de vez.

-isaaa.

Alguém me balançava pra me tirar dos meus devaneios quando me dei conta ele estava na porta da minha sala pra me levar pra casa, na frente das minhas amigas demos as mãos mais depois ele simplesmente soltou e andou na frente, eu vi de longe a Raissa ela nos viu de mãos dadas, eu sabia que teria de resolver, quanto antes melhor.

-er. Pode ir na frente esqueci meu livro de matemática.

Aii porque eu disse matemática hoje não teve aula de matemática, ele nem desconfiou e continuou andando, eu encontrei com ela. Bem é como se fosse um compromisso agora ir La pra apanhar todos os dias, mais eu não tinha medo, eu apenas aceitava a ideia de que eu era uma pessoa horrível e merecia isso, eu quebrei o coração delas estando com ele então eu merecia tudo.

-sabe o quanto dói um coração quebrado?

Perguntou-me Raissa com lagrimas escorrendo pelas bochechas

-n-não.

Respondi ela tentou sorriu.

-eu acho que posso te mostrar.

Meu cabelo estava em um rabo em tão ela consegui o segurar facilmente, eu não iria me defender eu não tinha esse direito, ja havia quebrado o coração dela, novamente ela descontou sua raiva me deixou com os lábios sangrando, e vários aranhões pelos braços, pescoço e pernas eu levantei a blusa havia vários roxos, por ali, e nas pernas também, eu me encostei-me à parede e vi o sol se por no horizonte, com um tempo um coração partido para de sangrar mais quanto tempo o dela demoraria pra cicatrizar? Ate La eu agüentaria oque ela tivesse pra mim se isso fosse ajudar ela a melhorar seu coração eu sentia que devia isso a ela

-ha quanto tempo isso vem acontecendo?

-han?

Levantei o rosto um pouco, mais gemi de dor, certamente ela fez algo com minhas costelas ele se sentou

-L-Luke? P-porque não foi embora?

-eu estava te esperando... - isso fez meu peito inflar como um balão- afinal você e minha empregada particular.

- é... Sou mesmo.

O por do sol estava ali pra fazer um clima, eu realmente esperava que tivesse um clima entre nos, eu desejava isso, eu me levantei, mesmo com todas as dores que eu sentia pelo corpo eu tentei caminhar normalmente, mais falhei e cai no chão, ele reparou, eu teria de conseguir não queria ele sentindo pena de mim.

Eu tentei varias vezes ele nem se mecheu, mais pela sexta vez ele se levantou e estendeu a mão

-venha deixa eu te ajudar.

Eu neguei e tentei novamente, meu tornozelo parecia pegar fogo assim como meu coração eu juro que tentei, tentei odiar ele, tentei de tudo pra não gostar dele, era complicado de mais conseguir, ele me segurou pelas pernas e me montou em suas costas eu podia sentir o mau humor dele, ele não gostava de ter contato físico comigo, a não ser que fosse pra me perturbar mentalmente, mas mesmo sabendo disso não pude evitar encostar minha cabeça contra o corpo dele e fechar os olhos, eu gostava dele. E me odiava por isso, por que ele só queria me perturbar, eu nunca disse mais eu sonhava com ele, só que nos meus sonhos ele não era tão grosso, e mal nem tão tarado e não me odiava, ja em casa ele inventou que eu havia caído na educação física, minha mãe não estava devia estar ajudando a reconstruir minha casa, eu tinha algo muito importante pra dizer pra Luke algo que o faria sorrir de mais. Ele me deixou sentada no sofá e disse:

-quer ajuda pra tomar banho também?

Eu olhei feio pra ele

-foi só uma sugestão.

Quando sai do banho ele estava com uma caixinha de primeiros socorros

-pra que isso?

Perguntei curiosa em quanto penteava o cabelo

-eu reparei que você esta sempre muito machucada e nunca passa remédio ou toma algo pra dor então...

Eu balancei a cabeça eu não poderia aceitar, a dor era bem vinda, por mais que eu fosse sensível a ela eu sempre achei que a dor de um coração quebrado é maior que a dor de alguns machucados

-senta deixa eu te ajudar.

-eu não quero.

-oque?

-eu não quero remédios, não sinto mais dor, -tentei sorrir, meu tornozelo e minhas costelas diziam o contrario- e to ótima.

-não ta não.

-como você poderia saber?

-A sua cara diz tudo 

Eu protestei mais por fim aceitei a ajuda, porque ele estava sendo tão bom comigo, achei que fosse um monstro por natureza, eu me perdi em meus pensamento e lembranças sobre ele

-ei tira a blusa

-oque?

-tira a blusa.

Agora eu entendi a ideia de me ajudar era apenas para poder pedir isso de recompensa

-não. Eu não pedi pra me ajudar eu não vou tirar a blusa como recompensa.

Ele bufou como um touro bravo e disse:

- eu não quero seu corpo de recompensa.

-não?

-não, só quero cuidar dos ferimentos na barriga.

Se era assim que mal poderia fazer eu levantei a blusa e a tirei, eu não levei pra maldade que eu estava de sutiã na frente de um garoto em um quarto fechado, era como se ele fosse um medico e eu sua paciente, ele cuidou de tudo e disse:

- de recompensa... Eu quero conversa com você.

-c-como assim?

-conversar, vou tomar banho me espera.

O tempo que eu esperava eu ficava mais ansiosa quando ele saiu do banho sem blusa e se sentou ao meu lado na cama só pensamentos impuros reinava em minha mente e como reflexo meu rosto ficava vermelho e quente ficamos em silencio ate que por fim ele disse

-deis de quando ela faz isso com você?

Eu me calei, era deis de o dia em que eu esbarrei com ele no corredor e quando começamos a nos falar pelos corredores, eu decidi que o conhecia a muito pouco tempo, e que ele me machucava de mais e que eu deveria odiar ele mais eu não conseguia porque... Por que... Eu o amava

- anda, não vai me dizer?- eu levantei os olhos e olhei pra o rosto dele, ele não demonstrava nenhuma emoção- deis de quando ela faz isso com você.

Eu poderia ter dito que a culpa inicial era dele, mais eu não disse apenas me fingi de desentendida e disse:

-faz oque? Quem?


Notas Finais


espero que tenham gostado


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