História My Lúcifer — Imagine TaeHyung - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Drama, Hentai, Jimin, Jungkook, Kim Taehyung, Pesadelo, Romance, Sobrenatural, Tragedia
Visualizações 555
Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!!
Essa é a minha primeira fanfic e ela é sobrenatural, eu não sei muito bem como agradar vcs porque eu sou nova nisso ❤

Então eu espero que vocês me ajudem e me entendam❤ e se sintam a vontade para dizer qualquer coisa sobre essa fic.

Espero que gostem 😍

Capítulo 1 - Episódio 1


POV'S (S/N)

Era aquela noite típica de verão, os interiores das coxas estavam suados e grudavam no lençol; eu havia tomado três banhos antes de deitar pra ver se eu não corria esse risco; porém não deu muito certo.

Eu tenho dezessete anos e sou brasileira, vim morar na Coréia pra terminar os meus estudos, mas está tudo muito complicado depois de eu ter conhecido Chew Byung-chul, o filho mimado do dono da casa que eu alugo.

Ele vive me perseguido e quando eu dou um fora nele ele se irrita e tenta me beijar; uma vez ele me beijou em um parque perto da quadra de uma escola, então eu mordi o seu lábio inferior e lhe dei um tapa no rosto, ele se enfureceu e depois desse dia ele começou a me tratar mal. Poxa.

A janela do meu quarto estava aberta, mas nem o vento que entrava por ela me aliviava, pois o ar era quente; o que raios aconteceu para a temperatura aumentar assim? Estiquei o meu braço e peguei o meu celular deslizando o meu dedo sobre a tela para desbloquear e ver que horas eram. Marcavam exatamente cinco e quarenta da madrugada.

— Desisto — Murmuro saindo da cama — Preciso de um banho — Suspirei pegando o meu roupão seguindo para o banheiro.

Deixo a porta entre-aberta e tiro a minha camisola curta que era a única coisa que eu estava vestindo; ligo o chuveiro e deixo na temperatura gelada, adentro o box e fecho os olhos já sentindo as gotas geladas relaxando o meu corpo.

Ultimamente vêm acontecendo várias coisas estranhas comigo, tipo ontem eu esbarrei cinco vezes com o mesmo homem em diversas ocasiões diferentes do dia; talvez seja uma simples coincidência, mas eu sinto a presença de alguém quando estou sozinha e o meu corpo se arrepia por completo quando sinto que está perto de mim.

Nessas últimas semanas eu tenho sonhado com um certo homem, ele tinha cabelos louros e olhos que variavam do castanho escuro para o vermelho, era assustador; ele sempre estava me esperando sair do colégio com uma rosa vermelha na mão, e nos seus lábios havia um sorriso que não dava pra saber se era cínico ou sincero. E eu acordava procurando por ele, eu sentia ele, eu só nunca consegui o ver.

Desliguei o chuveiro e vesti o roupão; fui em passos lentos para a cozinha pegar um copo de água gelada, o bebo em apenas dois goles e o devolvo em cima da pia.

A janela da sala se abre e um vento frio e forte entra me fazendo dar um leve grito de susto; coloco a mão no peito e respiro fundo tentando normalizar a minha respiração; ando devagar até ela e olho para o quintal pra ver se eu avistava alguém, não tinha ninguém lá.

Meu olhar sobe e acabo observando o céu escuro e lá quase no final estava claro, o dia está quase amanhecendo e eu aqui admirando a natureza, eu deveria estar dormindo.

— Ai — Resmunguei ao ver que tinha machucado o meu dedo e ele estava sangrando.

Imediatamente o vento começou a ficar mais forte e os meus cabelos entraram na frente dos meus olhos me impedindo de ver a pessoa que em um piscar de olhos estava na minha frente segurando a minha mão em que estava o dedo machucado.

Seus lábios gelados tocaram a parte ensanguentada do meu dedo e a sua língua áspera limpou o sangue, com a mão livre tirei os fios que me atrapalhava ver e tentei olhar em seus olhos, mas por causa da pouca iluminação eu só conseguia enxergar os seus lábios e neles um sorriso provocador.

— Deveria estar na cama, garota — Disse e a minha pele se arrepiou por inteira, as minhas pernas amolecerem e então eu só vi o escuro.

. . . 

Eu até poderia jurar que era real o que aconteceu hoje de madrugada, se eu não tivesse acordado na cama; porém eu continuava vestida com o roupão e o meu dedo já não estava mais machucado.

— Amiga, por favor — Jang revirou os olhos secando alguns pratos — Foi só um sonho, você mesmo disse que acordou sem o machucado no dedo.

— Mas eu senti perfeitamente, o copo ainda estava em cima da pia quando eu voltei lá de manhã, a janela estava fechada mas o homem pode ter a fechado — Pronunciei tirando o pano da mão dela — Foi muito estranho, mas pareceu tudo muito real. Eu sinto que conheço ele de algum lugar e não é dos meus sonhos!

— (s/n), você está me deixando preocupada — Disse pegando de volta o pano da minha mão — Você está enlouquecendo, é sério, está me assustando.

— Por favor, acredita em mim — Pedi baixo — Eu tenho certeza que eu vi ele, eu não estou louca — Murmurei a última frase.

Ela ficou quieta e voltou a fazer o que eu havia impedido de ela continuar. Eu não consigo acreditar que foi tudo um sonho, eu senti a mão dele segurando a minha e também senti os seus lábios sobre ela!

— Olá, (s/n) — Chew disse se apoiando no balcão.

— Oi, Chew — Revirei os olhos — O que vai querer? — Perguntei pegando um papel para anotar o pedido dele.

— Um suco de laranja com limão e um pedaço de torta salgada — Falou e eu anotei.

— Já trago o seu pedido, senhor — Tento ser educada e vou pedir para o BanHo preparar o pedido do Chew.

Depois de providenciar o pedido do Chew eu voltei para o meu lugar e arrumei em ordem os pedidos que estavam pendentes.

— Você está muito bonita — Ele pronunciou quebrando o silêncio — Seus lábios estão mais avermelhados do que o normal.

— Obrigada — Sorri cínica — Já está na hora de retocar o seu louro — Falei e ele sorriu sem graça.

Fui para onde o BanHo estava e peguei o que o Chew havia pedido; em seguida voltei novamente para o meu lugar e lhe entreguei.

— Aqui está, espero que goste — Entreguei-o e ele sorriu em forma de agradecimento.

Enquanto ele comia eu continuava arrumando os pedidos que seriam entregues mais tarde.

— Licença — Um homem de cabelos negros falou e o nos meus lábios se formou um sorriso amigável.

— Sim? Em que posso ajudar? — Indaguei pegando a folha para anotar o pedido dele.

— Eu quero um café puro com um pedaço de bolo para acompanhar — Falou calmo.

— Qual a preferência para o sabor do bolo? — Questionei e o fitei.

— Hm… — Pareceu pensar — Pode ser de chocolate mesmo — Eu sorri voltando a anotar.

— Nome para pedido? —Indaguei e ele riu fraco — O que foi, senhor? — Fitei-o.

— Eu venho aqui quatro vezes na semana e você ainda não aprendeu o meu nome — Riu e eu ri sem graça — É Park Jimin. — Disse parando um pouco de rir.

— Desculpa, eu ando meio distraída ultimamente — Falei constrangida — Não irei demorar. — Sorri e fui para onde o BanHo estava.

As horas se passaram e o homem, ou Park Jimin, não ia embora, parecia querer algo à mais mas quando eu perguntava ele falava que estava esperando uma pessoa; talvez um encontro.

— Deu meu horário — Falei vestindo o meu casaco pois já estava esfriando e ameaça chover. Ainda bem, não aguentava mais esse calor — Até amanhã. Beijos. — Mandei um beijo para o BanHo e para a Jang que fizeram o mesmo.

Quando eu ia sair começou a chover muito forte; caramba, eu não posso me atrasar pra ir pra faculdade!

Olhei para os lados e vi Jimin sentado olhando a chuva pela janela; me aproximei dele e me sentei ao seu lado.

— Era um encontro? — Indaguei e ele sorriu fraco sem me encarar.

— Você é curiosa — Disse e eu sorri constrangida e abaixei a cabeça. — Não, eu não estava esperando ninguém.

— Então está fazendo o que aqui? Falta dez minutos para fechar. — Falei olhando o horário na tela do meu celular.

— Eu precisava falar com você — Me encarou e eu engoli seco — E parece que você está precisando de uma carona.

— Falar comigo?

— Sim, vamos, eu te levo. — Levantou-se e pegou no meu braço me fazendo levantar junto.

— Não precisa, eu estou bem — sorri amigável arrumando a minha blusa.

— Vamos logo, você vai se atrasar pra ir pra faculdade. — Falou abrindo a porta para sair e eu me assustei.

— Como sabe que eu tô quase atrasada pra ir pra faculdade?

— A maioria das pessoas da sua idade fazem faculdade nesse horário. — Pegou na minha mão — Vem. Não vou sequestrar você. — Brincou e eu ri nervosa.

Eu assenti e fui com ele até onde estava o carro dele, adentrei-o e fechei a porta; coloquei o sinto de segurança e ele trancou as portas do carro.

— (s/n), eu preciso que você confie em mim — Ele disse e eu senti o meu coração bater mais forte.

Como ele sabe o meu nome?

— Mas eu nem te conheço direito — Falei mordendo os lábios por nervosismo — Acho melhor eu pegar um táxi. — fui tentar abrir a porta mas ele me impediu.

— Me escuta, é sério o que eu tenho que falar pra você — Disse e eu respirei fundo.

— Ok, fala.

— Ele está voltando… — Falou e a minha cabeça começou a doer.

— Ele? Ele quem? Ele quem, Jimin? — Perguntei desesperada sem entender nada.

— ...O Seu Assassino



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