História My Lúcifer — Imagine TaeHyung - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Drama, Hentai, Jimin, Jungkook, Kim Taehyung, Pesadelo, Romance, Sobrenatural, Tragedia
Visualizações 125
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiieee

(S/S) = Seu sobrenome.

Espero que gostem do Capítulo 💕💕💕

Capítulo 2 - Episódio 2


POV'S (S/N)

Jimin e eu conversamos bastante ontem, faltei na faculdade pra jantarmos e conversamos mais sobre aquilo do assassino; ele é tão legal, simpático, fofo e me tratou com muito carinho; melhor eu tomar cuidado porque senão eu me apaixono.

Hoje é sábado então eu não trabalho e nem vou pra faculdade, além disso o calor voltou e está insuportável; parece que só eu me importo com o aquecimento global; de dia é quente como o inferno e a noite é muito frio, muito frio mesmo.

Não sei se eu já comentei, mas eu gosto muito de explorar áreas abandonadas e de noite, eu acho muito divertido; hoje à noite vamos em uma floresta que tem perto daqui, ninguém costuma entrar nela, dizem que de noite eles escutam gritos de pessoas que estão prestes à morrer. É assustador, mas gostamos muito de correr perigo.

Vai a Jang, o Brooke que é o nosso amigo americano e eu; o Brooke é um gatinho, mas é um amigão nosso.

— Olá, eu gostaria de um par de luvas, por favor. — Pedi à atendente.

— Eu vou pegar, pode se sentar e fica à vontade — Ela disse simpática e eu sorri concordando.

Me sentei em uma poltrona macia e peguei o meu celular para ver as mensagens do WhatsApp.

[Jang: Já está tudo preparado pra hj à noite, a carona é com você Brooke]

[Brooke: Passo pegar vocês as 21:00 não se atrasem]

[Eu: beleza, alguém vai querer luvas?]

[Jang: eu quero!!]

— (s/n)… — Estalou os dedos na minha frente.

— O-Oi — Sorri guardando o celular — O que faz aqui, Jimin? — Levantei-me.

— Vim ajudar a minha prima fazer compras pro almoço — Sorriu amigável — Só vim ver se você estava bem.

— Uhum, eu estou sim. — Coloquei uma mexa do meu cabelo atrás da orelha e sorri sem mostrar os dentes — A atendente está me chamando, nos vemos depois, pode ser?

— Claro, eu te ligo. — Me deu um aperto de mão e um abraço.

Fui até o balcão onde a atendente estava me chamando e a Cumprimentei novamente.

— Só temos essas luvas pretas no estoque por enquanto, as coloridas só vão chegar na Segunda-feira — Ela disse me entregando um par de luvas para que eu olhasse.

— Está perfeita, vou levar essa e mais dois pares.

Assim que terminei o que eu tinha que fazer fui para a minha casa; tenho que dar uma arrumada nela antes de sair.

Quando chego em casa vejo que uma das minhas janelas estava aberta, suspirei e fui fecha-lá; eu sempre esqueço uma janela aberta, porque que eu sofro disso?

Coloquei a sacola com as luvas em cima da mesa e fui para o meu quarto vestir uma roupa mais confortável; aproveito que estou no meu quarto e começo a organizar a minha bagunça.

   . . . 

Eu só arrumei a casa o dia inteiro, e o dia inteiro eu via um vulto passar por onde eu estava, eu tentei ver o que era mas ele sempre desaparecia quando eu olhava em sua direção; ou sei lá, talvez não fosse aquela a direção.

Já era 20:50 e a Jang e eu estávamos terminando de nos arrumar na sua casa.

— Ai amiga, eu não comi nada o dia inteiro. — Comentei enquanto fechava o meu casaco.

— Que? Então não vamos ir pra aquela floresta, você está fraca. — Falou e eu a impedi de pegar o telefone para cancelar com o Brooke.

— Não, nós temos que ir. — Pronunciei firme — Você sabe que eu gosto muito disso, eu posso comer um pão com café antes de ir… por favor…

— …Tudo bem, ok — Ela disse — Eu vou preparar pra você, e vou levar uns biscoitos também. Sei que o seu corpo é fraco.

— Obrigada. — Agradeço sentando em sua cama e começo a calçar a minha bota.

— Tem certeza?

— Eu tenho.

Uma hora depois...

Chegamos na floresta e realmente olhando ela parece assustadora.

— Jang vai por ali, eu por aqui e a (s/n) por ali — Brooke falou apontando para as direções nos dando uma lanterna.

— Ok, nos encontramos em uma hora aqui. Certo? — Jang disse.

— Certo. — concordamos.

— Obrigado pelas luvas. — Brooke me deu um beijo na bochecha.

— Ei! — Jang fingiu estar brava — Cadê o meu beijo?

— Ciumenta — Ele riu fraco e a beijou nos lábios. Sim, os dois têm um caso.

— Vamos logo. — falei apressada indo na direção de floresta.

Cada um foi para o lado que o Brooke havia decidido, liguei a lanterna e comecei a seguir os sons que a floresta fazia; é assustador o barulho de galhos sendo quebrados parecendo como se alguém estivesse pisando em cima deles, e não era eu.

A escuridão da noite e a névoa da floresta era incrivelmente boa para o meu corpo além de assustadora, o vento frio fazendo as minhas bochechas arderem extremamente e a trilha sonora de terror passando pela minha cabeça me dava mais adrenalina para seguir em frente.

Piso em falso e acabo torcendo o pé e caindo; a lanterna se apaga no mesmo momento e quando ela liga novamente eu vejo uma parte da floresta muito intrigante. Tinha umas sete árvores alinhadas perfeitamente em círculos e não dava pra ver o que tinha no meio delas.

Pego impulso com uma das minhas mãos e me levanto já que eu percebi que eu não havia quebrado nada ao cair. Pego a lanterna novamente e vou andando cautelosamente até as árvores.

Passo de leve a minha mão sobre o casco de uma das árvores e aponto a lanterna para todos os lados pra ver se tinha alguma coisa por perto.

Sinto um arrepio passar pelo meu corpo e na mesma hora sinto alguém atrás de mim; meu corpo congela e eu não consigo virar para trás para ver se realmente tinha alguém ali, mas a sua risada fraca me fez ter certeza da sua presença.

Aos poucos vou conseguindo pegar novamente o comando do meu corpo e consigo virar para encarar quem é que seja aquele ser que fez o meu corpo se arrepiar por completo.

Meus olhos se arregalaram quando o meu olhar se encontrou com o dele, era o mesmo homem que aparecia nos meus sonhos/pesadelos. Só que dessa vez ele estava vestido de branco e dos cantos dos seus lábios escorriam sangue, só que aquele sangue não era dele.

— Me diz que isso não é um sonho, por favor — Pronunciei quase inaudível e ele sorriu de canto.

— Não é um sonho — o timbre da sua voz me fez novamente arrepiar por completa — É um pesadelo. — Um sorriso maléfico se formou em seus lábios.

Ele virou-se de costas para mim e andou em passos largos para uma certa direção daquela floresta imensa; sem pensar duas vezes o segui, se ele está deixando eu o seguir é porque ele quer que eu faça isso, ao contrário disso ele faria como sempre, passaria por mim como um vulto e eu tentaria o seguir mesmo assim.

A lanterna cai da minha mão mas eu não me importo, continuo correndo atrás dele, nenhum de nós dois pronunciamos algo, ficamos sempre em um silêncio aterrorizante.

— (s/n), (s/n) — Ele repetiu o meu nome em um tom melódico — Você é muito curiosa… — parou de andar e virou para me encarar — Só um aviso: não confie nele.

Assim que terminou de falar suas mãos me puxaram para si e os seus lábios gelados tocaram a pele do meu pescoço quase perto do meu ouvido.

— Ele não é alguém confiável, não queremos que você morra tão jovem, não é? — Riu irônico e me empurrou bruscamente fazendo eu cair e bater a cabeça.

. . . 

As batidas fortes dadas seguidamente na porta da minha casa me fez levantar zonza e brava. Ando meio tropeçando até a porta e a abro bruscamente dando de cara com alguns policiais.

— Em que posso ajudar? — Indaguei cruzando os braços. Não me importava como estava a minha aparência.

— (s/n) (s/s)? — perguntaram e eu fiz sinal que sim com a cabeça.

— Sou eu, aconteceu alguma coisa?

A Senhora Está Sendo Acusada Pelo Assassinato De Brooke Rogers. 



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