História My Memories - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Amizade, Camren, Drama, Fifth Harmony
Exibições 78
Palavras 3.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi galera, tudo bem com vocês?

Desculpe a demora, ultimos dias de aula, falta de criatividade, enfim. Estou sentindo falta dos comentarios, me deixam bem feliz. Lembrando: flashback sao as memórias da Laur.

Bom, vamos ao cap! Desculpe qualquer erro e boa leitura!

Capítulo 9 - Good Thoughts - Best Memories


[Narrador Pdv]

– Você a beijou? – Taylor perguntou eufórica se aproximando da maca.

– Não! – Respondeu rápido com os olhos arregalados. – Quer dizer, sim, mas não como você pensa.

– Não sabe o que estou pensando. – Sorriu maliciosa. 

– Taylor, não começa. Não aconteceu nada. – Deu o assunto por encerrado e se sentou tentando agarrar a caixa de pizza na mão da irmã, que rapidamente a afastou, frustrando Lauren. – Não seja infantil, me dê a pizza.

– Não vai ganhar pizza enquanto não me disser o que, como e por que aconteceu. 

Lauren já podia comer há tempo, mas as recomendações eram todas e sem excessão, para que os alimentos fossem saudáveis. Com os olhos pidões e um pouco de bico, conseguiu que Normani a permitisse comer, pelos menos uma vez na semana, comida não tão saudável, o que a levava à escolher, em sua maioria, pizza. Taylor como de costume, comprava para ambas, que confessavam e comiam juntas.

– Não é justo, Taylor Jauregui. – Semicerrou os olhos encarando a caixa.

– Não vai se livrar de mim. Ou fala, ou  sem pizza, você que sabe, sobra mais pra' mim.

Lauren não precisou pensar muito, afinal nada havia realmente acontecido, apenas viu Camila confusa, e estava confusa, então decidiu confundir mais para trazer talvez uma solução, ou apenas agiu por impulso. E afinal, valia a pena pela pizza, certo?

– Eu beijei ela. – Falou e Taylor abriu a boca de um jeito espantado, um bom espantado. – Não na boca, quase, ou não.

– Adolescentes. – A mais nova comentou revirando os olhos. – Você a beijou no canto do lábio porque achou que seria cedo para um beijo de verdade, mesmo que não saiba ao certo porque faria isso, mas também não conseguiu beija-la na bochecha, também por um motivo que você não sabe?!

Taylor afirmou aquilo com uma pequena dúvida, deixando a irmã mais velha boquiaberta. Não tinha parado para pensar sobre, não tinha o que pensar, porém faria sentido se tivesse agido depois de pensar.

– Como concluiu isso se nem eu sei por que eu fiz? – A menor deu de ombros e logo deixou a pizza no colo de Lauren, ambas atacaram famintas. 

– Estou errada? – Questionou mais para si mesma do que para quem deveria.

– Não acredito que esteja.

– Acho que tiramos algo positivo disso. – Sorriu acabando seu primeiro pedaço. 

– E o que seria, Tay? – Pressionou um lábio contra o outro imaginando a resposta. 

– Você me deu razão, ponto para Taylor.

Uma pequena briga se iniciou dali e alguns travesseiros ficaram cobertos de pizza, mas a conversa não fora de total desperdício realmente, bastava trabalhar a mente e pensar.

[Poucas horas mais tarde]

Clara apareceu no hospital para levar Taylor para a casa de alguma amiga e ficaria com Lauren pela noite, poderiam usar um tempo para conversar ou apenas ficar juntas. A menina tomou o tempo que tinha sozinha para escrever, como fazia de costume, agarrou o caderno e lhe contou tudo que havia acontecido nas ultimas horas, com uma letra impecável pela prática, explicou em detalhes como se sentia e porque achou que o sentia. Se perguntou se algum dia deixaria alguém ler tais palavras recheadas de sentimentos inexplicáveis.

Pouco minutos se passaram e logo a mãe da paciente estava de volta, organizou o quarto num instinto protetor e fez as mesmas perguntas que costumava "tudo bem?" "se sente melhor?" "como foi o dia?", coisas simples que as mães faziam. 

– Demorei, meu bem? – Perguntou deixando um beijo na testa da filha.

– Não, tudo bem. – Deu um meio sorriso. Não sabia ao certo, mas estava cansada, talvez pelo tempo em que ficou na fisioterapia. – Onde Taylor ficou? – Perguntou curiosa.

– Aqui perto do hospital, na casa de uma amiga. – Comentou simples sorridente. – Ela queria ficar mas...

– Tudo bem, ela já passa muito tempo no hospital, é bom sair um pouco.

– Ela se preocupa com você. 

– Eu sei, só... Me preocupo com ela também. – Sorriu fraco e Clara caminhou até a maca deitando na mesma ao lado da filha, começou um carinho nos cabelos negros relaxando o corpo da menina, que sentia-se segura nos braços da mãe.

Ficaram apenas em silêncio aproveitando o momento juntas, apenas do pouco que de ouvia, a mais velha sabia que algo angustiava o coração de Lauren, e precisava usar os poderes maternos.

– O que houve, meu bem? Está tão tristinha. – Beijou-lhe a testa mais uma vez.

– Não é nada... – Sua voz saiu tão baixa que condenou que algo estaria errado.

– Normalmente quando 'não é nada', é alguma coisa. – Retrucou com uma risada nasal. 

– Já desejou esquecer algo? 

Clara franziu o cenho sem entender qual o sentido da pergunta, pensou em um conselho aceitável perante o questionamento, ficou longos minutos em total silêncio deixando a filha preocupada.

– Mãe?! – Chamou com a voz baixa.

– Pensei que estivesse tentando fazer o contrário de esquecer. – Falou a primeira coisa que veio a mente.

– Posso me decepcionar com as lembranças. E afinal, as coisas estão boas como estão. 

– Teve alguma lembrança ruim, meu bem? – Retrucou preocupada.

– Não, e é o que me preocupa, não é possível que apenas coisas boas aconteceram comigo até o dia do acidente. 

– Filha, coisas boas realmente aconteceram com você, e sim algumas coisas ruins também, com todos, é algo inevitável. Não se preocupe com as lembranças, aproveite as boas, e se algum dia uma ruim te atormentar, terá todas essas pessoas que te amam para te apoiar.

– Não sei se vou aguentar sentir as ruins mais uma vez. – Uma melancolia profunda foi fácil de identificar na sua voz.

– Se elas vierem, pensaremos em como supera-las mais uma vez. Por enquanto, concentre-se nas boas. – Sorriu para a mais nova que fez o mesmo. – Vamos dormir, tudo bem?

Lauren assentiu com um sorriso triste tentando absorver tudo que sua mãe lhe dissera. As luzes foram apagadas e a menina apoiou a cabeça nos braços atrás do corpo, encarou o teto e fez força para focar em coisas boas, que trariam então as lembranças boas, mas tudo que conseguia pensar era no beijo, como poderia ter acontecido se fosse... Bom, não onde havia sido de fato. Não podia pensar mais no 'quase beijo' ou enlouqueceria.

"Coisas boas. Lembranças boas."

[Oito anos atrás] 

As luzes da casa estavam todas desligadas, alguns flashes das lanternas das meninas se viam rapidamente enquanto corriam pelos corredores, pelas escadas e enfim no quarto, as duas meninas sorriam apontando as lanternas para os lados iluminando o caminho. Lauren passou pela porta de seu quarto e Camila logo atrás, a mais velha fechou a porta lentamente para não acordar sua família e não chamar atenção de ninguém. A pequena correu para o armário e agarrou um lençol grande, depois correu para a cama onde a mais alta a esperava com um sorriso no rosto.

A latina pulou na cama e jogou o lençol sobre suas cabeças montando uma pequena cabana, dentro dela apenas as lanternas iluminavam seus movimentos, varias barras de chocolate completavam o pequeno paraíso, ambas com as pernas cruzadas e as luzes apontadas para o rosto, causando um ar de mistério. 

– Acha que sua mãe vai brigar por termos roubado todos os chocolates? – A pequena latina perguntou prendendo o riso.

– Não me importo se ela brigar. – Falou abrindo uma barra para si e uma para a amiga. – Vamos fazer um brinde. – Completou estendendo o chocolate.

– Ao que, exatamente? – Retrucou curiosa.

– Hum... – Pensou por alguns segundos antes de concluir. – A essa noite. – Seu olhar fixo na barra e o queixo erguido tornavam o momento importante, apesar de ser uma pronunciação um tanto insignificante, Camila sorriu ao se lembrar da pequena Lauren vestida de rainha quando brincavam no quintal.

– O que tem essa noite, Laur? – Rolou os olhos com o pequeno drama que a menina fazia.

– Já viu como a lua está linda? É uma noite importante. – Falou brincalhona brindando o chocolate. Camila assentiu ainda em dúvida, mas não quis contestar, desceu o embrulho do seu doce e deu uma mordida grande. Encarou a menina na sua frente enquanto ambas terminavam de se empanturrar de açúcar.

– Posso saber por que gosta tanto da lua? – Perguntou de repente descontraída.

– Pelo mistério, talvez.

– Qual mistério? – Apontou a lanterna para seu rosto como as pessoas costumam fazer em filmes de terror.

– Algumas perguntas não tem resposta, Mila, é apenas misteriosa. – Sorriu somente com os lábios.

– Assim como você?! – Perguntou provocante.

– Ei, não sou misteriosa. – Rebateu fingindo estar brava.

– Na maior parte do tempo, é sim. – Lauren deu de ombros, não entraria numa discursão que com certeza perderia, a menor tinha um poder incrível de estar quase sempre certa, mesmo com tão pouca idade. Camila se acomodou mais próxima da amiga e encarando seus olhos sob a luz fraca.

– Por que está me encarando? 

– Por que não estou com sono e meio entendida. – Fez uma careta fofa para não fazer o tédio soar ruim.

– O que quer fazer? – Perguntou amimada, provavelmente começariam um jogo qualquer ou algo parecido.

– O que tem em mente?

Lauren sugeriu algo qualquer, 'eu nunca' por exemplo, e quando se cansaram 'o que eu odeio em você' talvez. Passaram longos minutos ali, apenas conversando e compartilhando experiências, as poucas que tiveram, ora ou outra comentavam algo sobre a escola ou o que planejavam para um futuro próximo, como as férias ou o ano seguinte. Era bonito ver a amizade das duas, quase inseparáveis desde pequenas, seria até clichê dizer que aquilo terminaria em amor, e porquê não? As melhores histórias de amor começaram com a simplicidade, a pureza, essa quem sabe não seria diferente.

A conversa fluía normalmente, até que eventualmente o assunto acabou, Lauren agarrou um caderno que sempre carregava em mãos e de repente começou a anotar algumas coisas, em silêncio, Camila brincava com os dedos e a cabeça baixa formulando algo em sua mente. Assim que a mais velha terminou, deixou o objeto de lado e focou o olhar no da menor.

– O que estava escrevendo? – Perguntou realmente curiosa.

– Gosto de escrever as coisas que acontecem comigo. – Explicou de maneira carinhosa.

– Por que? 

– Para eu não esquecer delas. – Deu de ombros sem se importar tanto. Fazia aquilo ha algum tempo e adorava escrever, passar para o papel o que queria guardar tanto no coração quanto na memória.

– Como um diário? – Camila realmente fazia muitas perguntas, odiava ter seus questionamentos (mesmo que os simples), sem um porque ou razão.

– Diários guardam segredos, meu caderno conta histórias. 

– Então eu posso ler? – Os olhos da menina se misturavam entre pidões e sapecas, como se fosse voar para agarrar o caderno a qualquer segundo, porém pedindo por favor antes. Lauren rapidamente escondeu debaixo da cama onde costumava ficar e voltou a encarar a amiga que rolou os olhos com o drama.

– Um dia talvez eu te mostre as melhores, eu prometo. – Sorriu reconfortante. 

– De verdade? – Retrucou erguendo o dedo mínimo para que Lauren o abraçasse com o seu.

– De verdade. – Respondeu com certeza apertando seu dedo no da mais nova. Ambas beijaram a ponta do dedo para selar o juramento e deixaram as mãos caídas no colo, sem desgrudar os mindinhos.

Camila ficou com o pensamento longe dali em diante, a mais velha a encarava com interrogações nos olhos, não se atreveu a mover o dedo e quebrar o pequeno contato, apenas observava o perfil da pequena latina pensativa. 

– Camz? – Chamou com a voz arrastada.

– Posso te fazer uma pergunta? – Virou rapidamente para encarar as orbes verdes na pouca luz das lanternas. Lauren apenas assentiu afirmando calmamente. – Você ja beijou alguém? Digo, de verdade?

A menina pensou por alguns minutos, a pergunta havia sido repentina demais para processar com rapidez. Lauren sempre fora popular na escola, sempre cheia de amigos, e Camila estava um pouco (talvez muito) curiosa para aquela resposta. 

– Por que está perguntando isso? – Desconfiou deixando o questionamento de lado.

– Ei, não respondeu minha pergunta.

– Você pergunta muito, sabia? – Rolou os olhos ganhando língua como resposta.

– Sabe que sou curiosa. – Falou o óbvio dando de ombros. – Então...?

– Eu não vou falar. 

– Por que não? – Retrucou um tanto alto e depois regulou a voz.

– Porque não. – Aquela seria a pior resposta, Camila odiava os "porque não", e Lauren sabia muito bem disso.

– Certo, vamos dormir, ja está tarde. – A latina fez menção de sair porém a mais velha colocou toda força em seu dedo ainda entrelaçado para manter-la no lugar. A pequena ficou estática, Lauren se aproximou o mais rápido que conseguiu para não se arrepender do que faria, a lanterna caiu de seu colo quando seu tronco foi a frente, seus lábios tocaram os da mais nova com simplicidade, o coração de Camila acelerou, ela não conseguiu pensar, era apenas a boca da maior colada na sua, era doce, e ela ficaria para sempre sentindo a leveza deles. Não havia movimento algum, apenas as duas conhecendo os lábios uma da outra, de maneira pura. Lauren apertou seu dedo assim como Camila, uma pequena história de amor começava ali, em um simples beijo que significava muito para elas, o primeiro de muitos que trocariam com carinho e sinceridade. A mais velha se livrou do beijo para tomar ar, um pequeno estalo se ouviu dele e a pequena continuava estática, Lauren sorriu de lado entrelaçando não so os dedos mínimos, mas a mão toda fazendo um carinho simples com o polegar.

– Acho que ja beijei de verdade afinal.

[Agora]

[...]

– Sofi, pode arrumar as coisas e descer? O almoço fica pronto em alguns minutos. – Camila falou com um sorriso estampado no rosto. 

– Tudo bem, tudo bem, já vou. – Rolou os olhos de maneira engraçada. Queria continuar sua brincadeira sem interrupções mas precisava comer, e vez ou outro sua barriga roncava condenando estar faminta.

A mais velha apenas negou lentamente com um sorriso nos lábios e fez caminho até o andar de baixo, fez menção de curvar para ir até a cozinha, mas a campainha a parou repentinamente. Não esperava ninguém e ninguém da casa receberia visitas, seu coração gelou em pensar nas más notícias que poderiam estar atrás daquela porta. Mais uma vez o som estridente se ouviu e logo após um grito de Sinu vindo do cômodo ao lado.

– Camila, pode atender a porta, por favor? – A menina saiu do transe e gritou um 'claro' de volta indo até a porta. 

– Oi, Mila, tudo bem? – Uma Taylor sorridente acenou em um cumprimento tímido.

– Taylor?! O que faz aqui? Lauren está bem? Aconteceu alguma coisa? – Camila perguntava tão eufórica que mal dava espaço para que a mais nova respondesse.

– Não! – Falou de uma vez para acabar com a angústia da latina. – Quer dizer, sim, ela está bem, não, nada de ruim aconteceu. Fica tranquila. 

– Bom, a que devo a honra? – Perguntou um tanto sem graça dando passagem para que Taylor entrasse.

– Na verdade, eu vim falar com a Sofia, se possível. 

– Sofia? – Desconfiou a visita para a irma mais nova.

– Coisas da escola, nada muito importante. – Sorriu tentando não transparecer o nervosismo. – Posso subir?

– Claro, sabe onde é? – Perguntou e a menina assentiu. – Fique a vontade. 

Taylor sorriu pela última vez e subiu as escadas rapidamente até o quarto da pequena. Camila a observou com os olhos semicerrados, pensativa pela tal conversa, que com certeza não se referia a escola, pelo jeito como a irma de Lauren se portava, parecia um segredo. A latina deu de ombros mesmo desconfiada e caminhou até a cozinha se sentando na bancada, sua mãe que terminava de preparar o almoço, virou a atenção para a filha com preocupação.

– Quem era na porta, meu amor? – Questionou com curiosidade.

– Taylor Jauregui. – Respondeu simples ainda pensativa.

– Taylor?! Lauren está bem? 

– Sim, ela disse que está tudo bem, só veio para falar com Sofia. – Erguei a sobrancelha assim como a mãe, surpresa com o ato. – Não me olhe assim, eu não faço ideia.

[~~~]

– Feche a porta, Tay. – Sofia pediu ansiosa e a maior logo o fez.

Taylor jogou a mochila de lado e como uma criança animada e se sentou no chão com as pernas cruzadas, Sofia colocou as bonecas e brinquedos de lado e fez o mesmo encarando a mais velha.

– Certo, você não vai acreditar... – Taylor começou eufórica mas logo foi interrompida.

– Elas quase se beijaram.

– Elas quase... – Prosseguiu sem ligar até que percebeu o que a pequena havia dito. – Como sabe?

– Camila me contou. – Cruzou os braços cheia de si com um sorriso no rosto. – Afinal, como veio parar aqui?

– Eu estava na casa de uma amiga aqui perto e... Não vem ao caso, o que fazemos agora?

– Seguimos com o plano, tá' dando certo, não é? – Falou convencida de que sua ideia daria mais do que certo.

– Está, menos pelo fato de que não fizemos quase nada. – Sorriu com ironia. 

– Não fizemos quase nada e elas quase se beijam, imagina se fizermos alguma coisa. 

– É o que estou perguntando, o que faremos?

Sofia cruzou os braços e levou uma das mãos ao queixo em uma pose pensativa, sua expressão revelava um plano incrível, parecia planejar tudo em seus mínimos detalhes, Taylor a observava esperançosa, apesar da pouca idade, a pequena tinha boas ideias e estava pronta para ouvir o que lhe teria para dizer, aquela brincadeira estava se tornando divertida, e o objetivo final seria feliz para ambos os lados.

– Não pensei em nada. – A pequena falou decepcionando Taylor.

– Nem eu, você deveria ser boa nisso.

Sofia tomou bastante ar e pensou por mais alguns minutos, um segundo a mais e Taylor não aguentaria aquele silêncio, a pequena sorriu e logo se propôs a falar.

– Você vai me levar ao hospital, hoje.

– O que vai fazer no hospital, Sofia? – Rolou os olhos um tanto impaciente.

– Se vamos avançar de nível, eu preciso fala com a Lauren. – Levantou impondo sua voz. – O quase beijo vai se tornar beijo, ou não me chamo Sofia Cabello.

Se uma coisa que Sofia tinha, era personalidade, e mostraria ela, Taylor sorriu abertamente e repetiu a postura da pequena, teriam que fazer dar certo, ambas não aguentavam ver as irmãs sofrendo uma pela outra, então o melhor a fazer era conversar sobre, e a pequena ja planejava como o faria, o quase beijo se tornaria beijo logo, com um pequeno empurrão da dupla.

[Continua] 


Notas Finais


Entao? Gostaram?

Podem dar sugestoes do que precisa melhorar e etc. E essas duas armando planos, será que vão dar certo? O que acharam da memoria?

Mil beijos e até o proximo! Amo vocês!!!


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