História My mistery. - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 94
Palavras 955
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Please tell me it's a lie.


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 15 - Please tell me it's a lie.

–Quem é?– Disse sonolenta ao atender o celular em plena madrugada. 
–Ah sim, Neal!– balancei a cabeça para tentar despertar. – Aconteceu algo?– 
–Aconteceu sim, nada de tão preocupante, mas acho que você gostaria de saber.– ele enrolou. 
–Só diz, antes que eu acabe dormindo novamente.– debochei. 
–Então, estamos aqui na despedida da Ruby e adivinha quem conseguiu levar Regina para casa? A ruiva gostosona.– ele falou empolgado como se fosse a maior fofoca do dia e eu permaneci em silêncio. 
–Elas ficaram a noite inteira e a Ruiva disse que levaria ela para a mansão da própria.– ele riu. 
–Ta, chega disso!– falei grossa.
–Você está bem?– ele pareceu confuso. 
–Nossa, estou ótima.– disse rapidamente antes de desligar o celular.

Não sei se deveria acreditar nisso, porém tudo me fazia não duvidar, afinal, Zelena ainda era caidinha por Regina, ela nunca me contou que tal de "História diferente" é essa que elas tiveram e Neal não teria motivos para mentir para mim. Eu sabia que tinha grandes chances delas estarem tendo uma noite muito boa juntas, mas meu coração insistia em achar que não e que ela não faria algo desse tipo.  A raiva era tanta que anulei essa opção e como eu disse, não queria mais um amor sem rumo, eu jamais iria tolerar isso, Granny havia errado sobre ela, eu havia me enganado sobre ela!

Não demorou muito até o interfone tocar e Archie anunciar, era ela em meu portão para acabar com meus planos, pedi para que a deixasse subir e limpei as lágrimas, como quem não sabia de nada, ela abriu a porta lentamente e se arrastou até meu quarto, o cheiro do álcool havia roubado o aroma doce que sua pele tinha e ela parecia exausta, me levanto indo ao seu encontro e guio minhas mãos até seu rosto, beijando-a com calma e delicadeza.

–Oi meu bem, foi legal a festa?– Disse já dando de ombros e puxando sua mão até a cama e ela se manteve em silêncio. 
O rímel borrado no canto de seus olhos entregava que ela havia chorado e por mais brava que estivesse, aquele detalhe havia partido meu coração, aproximei meus lábios dos seus novamente mas antes de toca-los, ela me afastou com ambas mãos.

–Eu preciso falar com você.– evitava meus olhos, ela aparentava estar arrependida e isso só confirmava, Neal não estava mentindo.
–Eu realmente não quero saber, Regina.– balancei a cabeça negativamente, sorrindo irônica. 
–Me deixe explicar.– ela implorou, mas dessa vez não iria ceder, não conseguia imaginar alguém tocando seu corpo que não fosse eu. 
Exatamente no dia em que consegui abrir a carta e ela disse que estaria comigo, ata.
–Só vai embora daqui e por favor, não volta nunca mais, nunca.– me controlava o máximo em que podia para não deixar nenhuma lágrima cair. 
–Você está me mandando embora sem nem saber o que aconteceu?– se recompôs. 
–Eu já sei o que houve, me poupe dos detalhes fúteis, já estou enojada o suficiente para ter que ouvir sobre sua foda maravilhosa.– alterei um pouco o tom de minha voz quando me levanto, ficando em sua frente. 
–Você nem sabe do que está falando Emma, por Deus!– ela revirou os olhos. – Zelena me roubou um único beijo no meio da pista de dança e eu a empurrei, deixando a festa, por mais que tenha sido apenas um beijo, me senti a pessoa mais culpada desse mundo.– continuou. 
–Não sei se devo acreditar em você.– balancei a cabeça negativamente, mordendo o inferior dos lábios e ela se levantou lentamente, apertou suas mãos na barra de minha blusa e tirou a única peça de roupa em que tinha no corpo, beijando meus lábios com uma certa necessidade. 
–Nisso você acredita?– ela sussurrou com a testa colada a minha.

Pressionei ambas mãos em seu ombro a empurrando na cama, me livrando totalmente de seu vestido caro juntamente de sua calcinha e sutiã, antes de sentar em sua cintura, passei a beija-la com um certo desespero enquanto minhas mãos apertavam seus seios firmes e morenos, suas mãos passaram em volta de meu pescoço me puxando até nossos corpos estarem completamente colados e nus, descendo até minha cintura em seguida, retiro a destra de seus seios e levo dois de meus dedos até a boca de Regina que logo os chupa sem pensar duas vezes e os afasto, encaixando em seu sexo com mais facilidade por estarem úmidos. 
Aproveitava de seus lábios doces enquanto a morena gemia um pouco mais alto a cada estocada, fazendo com que suas unhas deixasse um rastro em minhas costas, entre os movimentos circulares que meus dedos faziam em seu sexo, foi que Regina alcançou seu ápice e logo desci até o mesmo chupando-a. 
–Oh, Emma...– ela gemia um tanto rouca, apertando suas mãos sobre o lençol da cama e não nego que estava adorando vê-la implorar por mim. Empurrou seu quadril ao meu encontro quando tomei o clitóris de Regina entre os lábios o sugando, seu gosto era incomparável. – Emma.. Por favor..– Seus gritos abafados e cansados anunciavam que havia atingido seu segundo orgasmo e com calma afasto os lábios do sexo da morena realizada, arrasto meu corpo sobre o seu ao subir de volta e me deitar na cama, selando nossos lábios.
–Gostosa como eu imaginava.– sussurrei, chupando meus dedos e ela sorriu tentando se recompor. 
Me puxou para um abraço apertado, enquanto me olhava no fundo dos olhos. 
–Acredita em mim, aquilo não significou nada, eu amo você.– afundou sua cabeça em meu ombro e eu apertei o abraço em silêncio. 

Eu a amava também, mas não estava afim de pensar a respeito, então dormirmos ambas no calor do mesmo abraço, desejando que aquele tempo fosse infinito.



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