História My Mother's Boyfriend - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Jack & Jack, Magcon, Matthew Espinosa
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Dakota Adams Grier, Hayes Grier, Karla Adams, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Skylynn Floyd
Exibições 270
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIE!!!
VOLTEI!! JURA?
ESPERO QUE GOSTEM...
BOA LEITURA<3

Capítulo 6 - Blurry Vision


Fanfic / Fanfiction My Mother's Boyfriend - Capítulo 6 - Blurry Vision

~POV Dakota~

A mão de Cameron pouso sobre minha bochecha, foi ai que percebi que aquilo era errado. Me afastei dele e sai do carro correndo.

Corri tão rápido, sem ao menos olhar para frente. Entrei na escola correndo e acabei trombando com alguém. Cai no chão e só não bati a cabeça no com tudo por causa da mochila em minhas costas que impediu, mas acabei batendo o meu cotovelo e a cabeça de leve.

- Hey, me desculpe. Eu não estava prestando atenção onde andava – ouvi uma voz masculina.

- Devia prestar atenção, mesmo porque pode ter pessoas como eu, super desastradas – disse e ouvi ele rindo. Estava meio tonta, não conseguia ver nitidamente. Vi ele estender a mão, não conseguia ver seu rosto detalhado, por causa do embaçado. Peguei sua mão e me levantei do chão.

- Me desculpa mesmo garota... – ele continuou assim que fiquei de pé.

- Dakota – disse com os olhos fechados e passando a mão na cabeça.

- O que? – seu tom de voz parecia confuso.

- Meu nome, Dakota – disse bufando.

- Ah – pareceu compreender - Dakota do sul ou Dakota do norte? – ele brincou e eu apenas revirei os olhos e os fechei de novo.

- Engraçadinho você, né? – perguntei e ele riu fraco

- Eu sou, mas você parece ser também – ele concluiu.

- Vamos dizer que sim – rimos.

- Ei? – ele me chamou e eu semicerrei os olhos para ver se o enxergava, mas ainda só via borrões – Você não parece estar bem. Quer que eu te leve na enfermaria? – ele perguntou preocupado

- Sinceramente? Eu quero sim. Eu tenho labirintite, quando caio as coisas meio que pioram – eu ri e ele segurou minha mão e me guiou naquele mar de borrões.

Quando chegamos na enfermaria – só percebi pois reconheci a voz da enfermeira Dirce – ele me ajudou a me deitar na maca, que havia lá.

- O que aconteceu com você mocinha? – Dirce me perguntou

- Eu sem querer trombei com ela – o menino misterioso falou por mim.

- Ai como ela tem labirintite ela ficou toda tonta, e visão embaçada e dor de cabeça, certo? – ela disse e eu assenti rindo. Meus olhos permaneciam fechados, e minha visão ainda embaçada.

- Certo, como à senhora sabe? – ele perguntou com um tom totalmente confuso.

- Essa não foi a primeira vez – ela respondeu e riu.

- Você já pode ir amigo – disse com o braço tampando os meus olhos.

- Eu vou ficar aqui até você melhorar – ele disse e percebi se sentar – É minha culpa você estar aqui.

- Tudo bem. Não vou te obrigar a ir embora.

- Como é que ela vai voltar ao normal? – ele perguntou a Dirce

- É só questão de tempo – ela respondeu a ele – Bom, eu preciso resolver algumas coisas, mas vocês ficam aqui quietinhos, né?

- Claro, eu sou um santo – o menino que ainda não sabia o nome disse.

- Eu também sou uma santa – disse e ela riu. Ouvi ela sair da enfermaria e fechar a porta.

- Como você está se sentindo? – ele me perguntou depois de uns três minutos em silencio.

- Amenizou um pouco a dor e a minha visão está quase voltando ao normal – respondi.

- Puta merda, o que é isso? – ele perguntou parecendo assustado.

Me sentei na maca rapidamente e abri os olhos finalmente. Vi o papel da maca com uma grande mancha de sangue.

- Você está sangrando! – ele exclamou.

Me levantei da maca, mas como ainda estava um pouco tonta, eu cai. Mas o menino misterioso foi mais rápido. Ele me puxou para ele, e me segurou para não cair. Meus olhos focaram naquele lindo sorriso, e jesus me ajude! Comecei a analisar cada milímetro de seu rosto. Ele sorria e eu nem percebi o quanto o fitava. Quando sai do meu transe me levantei rapidamente de seu colo e voltei a me sentar na maca.

- Minha visão voltou – disse e ele sorriu – Preciso colocar um Band-Aid.

Ele começou a mexer nas gavetas, e gritou um “achei” levantado o Band-Aid. Eu comecei a rir e ele revirou os olhos. Ele se aproximou de mim e eu até que gostei daquela proximidade. Ele segurou meu braço e colocou com a maior delicadeza o curativo em cima do meu machucado.

- Pronto

- Obrigada – sorri em forma de agradecimento – Nossa, eu não estou nem um pouco afim de ir para a aula.

- Bom, você pode perder algumas aulas fingindo estar com a dor de cabeça – ele sugeriu e eu assenti.

- Mas e você? Não vai para a aula? – perguntei e ele riu.

- Eu não estudo aqui – franzi o cenho – Não mais, eu tenho 20 anos – fiz uma expressão de quem tinha entendido – Eu estudava aqui, mas graças a Deus eu acabei o colégio – eu ri e concordei.

- Mas o que é que você está fazendo aqui? – perguntei ainda meio confusa

- Eu vim pegar algumas papeladas para a faculdade de Los Angeles.

- Entendi...

- Bom, eu estudo aqui e tenho 17 anos. Termino esse ano a escola. Logo menos eu faço 18 anos – disse animada.

- Vai fazer faculdade do que?

- Eu estou em duvida. Queria uma coisa mais cultural, sabe?

- Sei. Eu só sei que no futuro eu preciso estar envolvida a cultura de alguma forma – ele concordou.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Já fez – respondi e ele dez uma careta e eu ri.

- Por que você estava correndo daquele jeito? Parecia assustada... – ele tocou no assunto que eu já tinha esquecido. Que merda.

- Bom, é bem mais complicado do que parece – respondi e ele franziu o cenho.

- Você não vai em falar né? – neguei – É eu imaginei.

- Desculpa

- Relaxa. Quando quiser conversar e se divertir eu to aqui.

- Me dá seu celular – ordenei e ele me deu, coloquei meu numero nele. E salvei meu nome como Dakota do Sul. – Pronto.

- Ah, você escolheu o Sul, né? – assenti – Bom Dakota, eu preciso ir agora – ele me deu um beijo na bochecha e já ia saindo da enfermaria.

- Ei? Garoto! – gritei. Ele se virou de novo para mim – Não sei o seu nome!

- Jack... Jack Gilinsky – disse e foi embora.

Que menino maravilhoso!

 


Notas Finais


Cometem, indiquem, favoritem<3

Até o próximo capítulo!

Minhas outras fics:
Fanfic com o Shawn Mendes<3 (I Still Into You)
https://spiritfanfics.com/historia/i-still-into-you-7810119

Fanfic com o Nate Maloley<3 (I Never Fall In Love)
https://spiritfanfics.com/historia/i-never-fall-in-love-8042473

Fanfic com o Matthew Espinosa<3 (Happy Ever After)
https://spiritfanfics.com/historia/happy-ever-after-7944173

Fanfic do Shawn Mendes com a Sabrina Carpenter (Crazy)
https://spiritfanfics.com/historia/crazy-shawbrina-7707403


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