História My Neighbor - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Jade, Personagens Originais, Viktor Chavalier
Tags Aliktor, Amor Doce, Drama, Romance Gay, Yaoi
Exibições 56
Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Luta, Poesias, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Tentando


Fanfic / Fanfiction My Neighbor - Capítulo 24 - Tentando

P.O.V Viktor

Faz um mês desde que tudo aconteceu, hoje deveria ser um dia feliz, afinal é dia 20, é o nosso aniversário de 7 meses de namoro e domingo, mas não tem nada para se comemorar, não ainda.

O Alexy não consegue mais se aproximar de mim, mesmo tentando e ele tenta muitas vezes, mas não consegue. Não é só de mim que ele não consegue se aproximar, é de praticamente todos os garotos, menos do Armin, ele não consegue se aproximar do Luke e nem do Miguel, muito menos do pai dele, o Armin me conta tudo o que acontece na casa, o Alexy nem almoça mais na mesma mesa que o pai, ele não consegue, então come no quarto, quando come, ele está tão fraquinho e eu não posso fazer nada pelo my neighbor.

As únicas pessoas do sexo masculino que conseguem se aproximar do Alexy, é literalmente o Armin, ou crianças, tipo o Ben, nem os professores conseguem mais se aproximar dele, isso dói em mim, é tudo culpa minha, o Henrico nunca faria nada com ele se ele não fosse meu namorado.

 

P.O.V Alexy

Os primeiros dias pareciam uma eternidade, mas nada comparado ao primeiro dia, eu nem conseguia comer, eu não queria ir para a aula, mas sabia que se não fosse meus pais desconfiariam, eu não tinha visto eles ainda, lembro de todos os detalhes.

Eu não como nada desde ontem, antes de tudo acontecer, não sinto fome e nem nada. O Viktor me olha e me mostra um sorriso, mas eu não consigo retribuir e eu quero muito retribuir. Como chegamos atrasados tivemos que ficar esperando terminar a primeira aula no pátio, para o meu azar não somos os únicos a chegar atrasados, o Henrico logo aparece. O olho dele está roxo e o nariz pior ainda, acho que o Viktor quebrou o nariz dele, o Henrico não fala nada e nem faz nenhuma das suas gracinhas, só me encara, aí encara o Viktor e depois passa por nós, como se nada tivesse acontecido.

                Eu estou tremendo e quase chorando, só por ter visto ele, o Viktor se aproxima  o máximo que pode, o que não é muito, então ele aponta para o Armin ir até ele, é isso que o Armin faz, eles conversam por um tempo, até que o Armin volta me encarando.

                O Armin me abraça.

                - Ele também falou que você não precisa ter medo do Henrico, que ele vai te proteger, ele prometeu isso e que você deveria se alimentar- diz o Armin do meu lado, o encaro por uns segundos, é obvio que foi ele que contou que eu não estou me alimentando bem.

                Assinto.

                O sinal bate e vamos para a sala, nunca vi as aulas passarem tão devagar, algumas pessoas me olham, mas não ligo, elas não tem nada que ficarem cuidando da minha vida.

                O sinal do recreio bate, mas não me alegro, ainda falta muito para a aula acabar, eu e o Armin passamos pelas pessoas e é horrível, tenho vontade de voltar para a sala e ficar lá, para ninguém mais esbarrar comigo.

                O recreio também demora a passar, nunca pensei que um recreio podia demorar tanto, o Viktor entregou um chocolate para o Armin e o Armin praticamente me fez comer, eu não queria, mas tive que comer, não por mim, mas por eles.

                As duas últimas aulas foram as piores, quando o professor se aproximava o medo já me consumia, então é isso? Eu não consigo mais me aproximar de ninguém?

                Chego em casa e vou direto para o quarto, o Armin me segue, tranco a porta e vou para frente do espelho, tiro a minha jaqueta, e abaixo um pouco a gola da camisa, mostrando todos os chupões que o Henrico me fez, a minha vontade é tirar as marcas pela força, mas nunca conseguiria, tiro a minha camiseta, a marca da mão dele está na minha cintura e eu não consigo fazer nada.

                - Elas vão sumir Alexy- diz o Armin atrás de mim.

                Concordo e coloco novamente minha camisa e meu casaco.

                - Jantar está pronto- diz minha mãe do outro lado da porta.

                O Armin me encara e eu assinto.

                Vamos para a mesa, mas meu pai está lá e eu não consigo dar mais nenhum passo, meu  corpo todo treme e o medo me domina, corro para o quarto, não demora muito e o Armin aparece com um prato de comida para mim.

                Encaro o prato, mas não como nada.

                - Por favor come Alexy, por mim e pelo Viktor- implora o Armin.

                Assinto, como um pouco bem pouco mesmo, mas como, o Armin me mostra um sorriso por isso.

                Tomo um banho e vou direto para a cama, mas demora muito para que eu consiga dormir, as lembranças não saem da minha cabeça.

                Todo dia eu não consigo dormir bem, normalmente acordo por causa de algum pesadelo.

                Hoje é domingo e a minha vontade é de ficar na cama, mas me lembro que é o dia do meu aniversário de namoro com o Viktor.

                - Armin levanta, já é de tarde- digo e começo a balançar ele.

                Ele fica me encarando ao acordar, ele está morrendo de sono.

                - Não deveria ficar jogando até tarde-falo e ele concorda, vencido.

                - Para que me acordou?- pergunta ele me olhando.

                - É o meu aniversário de namoro irmãozinho, então por favor vamos no Viktor- respondo e vejo a expressão dele ficar feliz, é a primeira vez que digo que quero ver o Viktor em muito tempo.

 

                P.O.V Viktor

                Fico jogando, até que escuto a campainha tocar, abro a porta e para minha surpresa é o Alexy e o Armir, o sorriso se forma no meu rosto.

                Dou espaço para eles entrarem.

                O Armin pega o controle e começa a jogar.

                Eu e o Alexy ficamos nos encarando por um tempo.

                - Podemos conversar sozinhos?- pergunta meu neighbor me encarando.

                Concordo e caminhamos para o meu quarto.

                Fecho a porta e o Alexy se senta na minha cama, faz tanto tempo que ele não vem aqui.

                Ele fica encarando o panda de pelúcia que ele me deu e que agora fica na minha cama.

                O Alexy parece se decidir, ele se levanta e vem até mim, então ele me puxa e me beija, faz tanto tempo que nós dois não nos beijamos.

                Coloco a minha mão em volta da cintura dele e o puxo para mais perto.

                Logo sinto as lágrimas dele tocarem minha face, me afasto na mesma hora.

                - D-desculpa- pede ele chorando.

                - Eu não tenho o que te desculpar okay? Você não deveria ter me beijado, ainda não está pronto e eu vou esperar você estar pronto, você vai superar isso e eu vou estar do seu lado- digo o encarando, ele só concorda e sorri, fazia tanto tempo que ele não sorria para mim, agora devo estar como um bobo encarando ele.

                                Ficamos conversando o resto da tarde, vejo o quanto ele está tentando, ele está tentando se aproximar novamente de mim, ele está lutando por nós, como eu estou.

                - Eu te amo Viktor- diz o Alexy já pronto para ir embora.

                - Eu também te amo Alexy- falo e ele sorri indo embora com o Armin.

                Quando os dois vão embora logo minha mãe aparece.

                - Parece alguém te deixou feliz, deixa eu adivinhar, o motivo começa com Ale? E termina com xy?- pergunta minha mãe sorrindo.

                Concordo.

                - Falando nele mãe, na próxima sexta é aniversário dele e do Armin, alguma ideia?- pergunto e ela concorda feliz.


Notas Finais


Espero que gostem S2 :)


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