História My New Problem - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Taeyoonseok
Exibições 5
Palavras 991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Melhor de todos !


Fanfic / Fanfiction My New Problem - Capítulo 2 - Melhor de todos !

Pov. Kim SeokJin

- JIN !! ACORDA !! 

Aish, eu ainda te mato Park Jimin !

Se tem uma coisa que eu odeio, são pessoas escandalosas, mas infelizmente, meu irmão Park Jimin, era extremamente escandaloso.

Olá, meu nome é Kim SeokJin, mas as pessoas costumam me chamar por Jin - menos Jimin, ele me chama de Oma Jin - bom voltando ao assunto, tenho 23 anos, sou um psicólogo.

Bom hoje terei muito trabalho. Levantei e fiz minha higiene matinal, e desci para tomar café com meu pai, e meu irmão.

- Bom dia ! - disse todo animado.

- Bom dia, filho. Bom tenho que ir trabalhar, até o almoço.

- Até papai. - dissemos eu e Jimin em uníssono.

 

 

 

 

Depois do café cheguei em meu consultório e minha assistente, Mia, me disse que tem uma mulher me esperando.

Fui até minha sala e a mulher estava sentada lá. Parecia nervosa.

- Bom dia, no que posso lhe ajudar ? - disse para a mesma, simpaticamente - enquanto sentava em minha cadeira.

- Bom dia, meu nome é Yuni, e eu queria marcar algumas consultas para meu filho.

- Aah sim, bom, me diga algumas coisas sobre seu filho, para que eu possa trabalhar melhor quando me encontar com o mesmo. - disse pegando meu caderno de anotações. - Irei fazer algumas perguntas também, tudo bem ?.

- Sim, seu nome é Kim Namjoon, tem 19 anos. Ele não é perturbado nem nada, é apenas agressivo, sabe ? Ele se mete constantemente em problemas, e tira notas baixíssimas.

- Oh, certo. Desde quando que ele começou a ser agressivo ?

- Quando o pai do mesmo, bateu no meu outro filho, Kim Jungkook. - disse sorrindo forçado - Namjoon é meu primeiro filho, de um relacionamento no qual acabou devido ao falecimento de seu pai, ele era pequeno, e desde então sempre foi quieto. - anotava tudo que a mesma me dizia - Até ai tudo bem, os médicos diziam que era saudade e realmente era, eu ouvia ele chorando baixinho de noite, porque tinha saudades. - coitado dele - Então eu pensei que um homem que lhe desse amor e carinho faria esquecer um pouco essa dor. Eu entrei em um novo relacionamento, no qual o homem que namorava era muito carinhoso, um dia eu descobri que estava grávida do meu segundo filho Jungkook. Namjoon ficou tão feliz que teria um novo irmão, que esqueceu um pouco do sofrimento. - finalmente algo de bom nessa história - Eles não se separaram mais, iam e voltavam pra escola juntos e o homem que eu estava namorando ia buscá-los todos os dias. Quando Namjoon completou 17 anos e Jungkook 15 anos, o pai de Jungkook foi na escola buscar Kookie-ah e viu o mesmo beijando um menino. - péssimo - Ele ficou tão furioso em descobrir que seu filho é gay, que bateu nele, Namjoon havia faltado nesse dia e estava comigo em casa quando os dois chegaram. O pai de Kookie irritado e o garoto chorando, todo machucado. Quando ele começou a bater em Jungkook de novo na minha frente e na de Joonie, Namjoon ficou furioso e bateu no pai de Kookie. Desde desse dia ele também se assumiu gay, e começou com os problemas de agressões.

- Sinto muito por ter passado por tudo isso, bom, claramente Namjoon aderiu um certo tipo de raiva de pessoas homofóbicas, certamente. Então para que não o subestime, ele as batem. Mas em relação as notas baixas ..

- Sim, você acha que ele pode piorar Sr. Kim ? E bom ele me diz que, aquela escola e nenhuma outra não merecem nem 1% de sua inteligência. 

- Por favor, só Jin. E sim, mas ele também pode melhorar. Posso tentar fazer ele mudar de ideia em relação à escola. Quero começar hoje mesmo, tudo bem ? O quanto antes começarmos, mais rápido ele ficará melhor. - disse empolgado, tentando animá-la.

- Obrigado Senh.. Desculpe, Obrigado Jin. - ela sorriu alegre para mim 

 

 

 

No almoço, fomos só eu, meu pai e Jiminie. Fomos para uma lanchonete que havia perto do meu consultório.

- Como está seu trabalho filho ? - Perguntou meu pai.

- Bem papai, hoje vou começar com um novo paciente. Ele tem problemas com raiva, mas também, com uma história triste igual a dele, quem não teria ? - Contei para Jiminie e meu pai a história do Namjoon, eles ficaram chocados com o que o rapaz passou. Qualquer um ficaria não é mesmo ? 

 

 

Voltei para o escritório, esperava Namjoon. Ele entrou, porém estava de costas para mim, estava à olhar a porta, parecia frustado e pensativo.

- Olá você deve ser Kim Namjoon, certo ? - lhe perguntei alegre.

Ele me olhou, quando seus olhos bateram em mim, suas orbes cresceram de tamanho.

Sorri.

- Sente-se, por favor. - pedi educadamente - ele assim fez - calado.

- Meu nome é Kim SeokJin, mas pode me chamar de Jin, apenas. - Ele concordou. - Sou psicólogo como deve ter percebido. E queria lhe ajudar no seu problema, em relação a sua raiva.

- Ahh, então foi isso que ela tramou, ela acha que me mandando para um psicólogozinho qualquer, eu vou melhorar. - disse bufando.

Me ofendi com suas palavras grotescas. Não era um "psicólogozinho", era um bom profissional, sou o melhor de todos !

Abaixei minha cabeça, senti meus olhos marejarem, merda, por quê eu tinha que ser tão frágil ?.

Comecei a chorar baixinho, ele pareceu ter percebido.

- A-aah, me perdoe eu não queria lhe ofender.- ele pediu.

Espere, sua mãe disse que ele é explosivo, não pareceu ser, ele pareceu, ser até mesmo delicado comigo.

- Tudo bem, eu que sou muito frágil. - sorri forçado.

- Não, de verdade, desculpe-me, você só esta fazendo seu trabalho. - ele sorriu.

Merda.

Seu sorriso é lindo. Ah, Deus, aquelas lindas covinhas. Meu coração acelerou.



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