História My obsession - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Exibições 33
Palavras 1.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction My obsession - Capítulo 5 - Capítulo 5

*Justin 

Estava no meu carro me preparando pra ir embora, quando vir a pirralha maluca que fez a entrevista hoje. Quase urinei nas calças quando vi a garota correndo atrás do ônibus, gritando para ele parar, logo depois ela desistiu e ficou em pé na calçada no meio da chuva. Decidi que ia da uma carona a ela, que sabe ela não ia para cama comigo hoje. Sorri com a hipótese de fuder uma novinha. Fui em direção dela ,buzinei, fazendo ela me olhar; abaixei o vidro: 

-Entra, eu te levo. Destranquei a porta 

- Não obrigado. Vou espera o próximo Ônibus. 

-Vêm garota, só quero te ajudar, assim você vai pegar um resfriado! 

-Ainda prefiro pegar um resfriado do quer entrar no carro de um desconhecido, estressado e otário. 

-Entra logo porra! Gritei, odeio vadias que se fazem de difícil. 

-Ta. Ta bom, calma ai cara. 

-Onde você mora? Perguntei assim que ela entrou no carro.

-xxxxxxx xxxxx.  ela falou

-xiiii é  longe. 

-esta com peninha de gastar gasolina. Debochou. 

-Não e isso pirralha! Porque você saiu de tão longe para fazer uma entrevista aqui? 

-E a necessidade! Deu de ombros.

Ela era gostosa e aquele shortinho curto deixando suas pernas a mostra estava me deixando de pau duro. Passei a minha mão na suas coxas acariciando-a. 

-Até que e gostosinha. falei

-O que você pensa que está fazendo? Gritou tirando a minha mão da sua coxa

-Ohé não e óbvio. Sorrir. Vou te comer. 

-Quem você pensa que é para me tocar assim? 

- simplesmente sou o dono da maior empresa do Canadá e o maior tra... 

Parei quando caiu a fixa de que ela não sabia que eu era traficante. Eu ia me diverti um poucinho não ia revelar que eu sou traficante pelo menos não por agora. 

-Tra o quê? Suspendeu a sobranceria esperando eu terminar de falar. 

-O maior trabalhador desse mundo. Sorri. 

-Besta. Você e engraçado. Ela pela primeira vez deu um sorriso, e que sorriso.

-Não sou. impliquei

-E sim. 

-Não sou porra e ponto final. 

-esta bem otário. 

-O que você disse? 

-Eu disse: “estar bem gato”Hehe sorriu. 

-Ata 

-Estamos quase chegando; minha casa e aquela ali. Apontou. 

-Onde aquela azul? 

-sim.  Estacionei em frente a casa -Obrigado pela carona. 

-Por nada 

-Bom Você já pode ir. falou

-Vou esperar você entrar primeiro , esse bairro não e muito seguro!

-Se você diz. Zombou. Ela estava procurando a chave na bolsa, mas acho que ela não a encontrou.   

-Algum problema? 

-Ee não estou achando a minha chave. Falou preocupada.

*juliana

Aff eu não acreditou eu não levei  a chave eu  tinha esquecido na minha mesinha. Vou bater na porta, minha tia deve esta em casa. eu bati na porta umas cinco vez e nada. 

-Acho que não tem ninguém em casa. Falei olhando pro justin.

*justin

-Liga para ela. Falei dentro do carro.

-E-e Você me empresta o seu? Falou entrando no carro. O meu não tem credito! sorriu tímida 

Ela pediu o meu celular mais eu mentir falando que tinha esquecido na empresa. Eu queria levar ela para minha casa para minha cama especificamente. 

-Vamos para minha casa de lá você liga. 

-Não vou para sua casa! 

-E porque não? 

-Sei lá o que você vai fazer comigo. 

- Não vou fazer nada! 

-Não obrigado! 

-Vamos ou você vai fica  esperando sua tia chegar ai de baixo da chuva e nesse bairro perigoso. 

-Ta bom vamos. 

(...) 

*Juliana

-Você mora aqui. Perguntei assim que chegamos à aquela casa;Casa não, mansão! 

-Sim. Por quê? 

-Nada e que e muito grande. Sorri, fiquei curiosa pelo fator de ter tantos seguranças na porta da frente, mas não ia perguntar a ele, não ia ser inconvincente. 

-Vamos entrar. Fique de queixo caído, a casa era muito linda. 

-bela casa. 

-obrigado 

-De onde posso ligar para minha tia? 

-Do escritório. Ele mim levou ate lá eu peguei o telefone e disquei o numero da minha tia. 

-Alô. Minha tia atendeu. 

-Tia, e a Juliana! Onde a senhora está? 

-Ah e você. Eu estou trabalhando, já que só eu trabalho naquela casa. 

-Que horas você vem? 

-só vou chegar 3 a 4 horas da manhã. Por quê? 

-Por que eu esqueci a chave e não tenho com entra em casa. 

-Dorme na casa de uns de suas amigas. Desligou o telefone na minha cara. 

-E aí o que houve? Justin perguntou. 

-Ela só vai chegar 3 a 4 horas da manhã, mandou eu dormi na casa de alguma amiga.  Acho que vou pegar um ônibus 

-Dorme aqui hoje e amanhã eu te levo para sua casa!

-Acho melhor... 

 

-Não aceito um não como resposta. Interrompeu-me. 

-Tudo bem então. 

-Por que você não vai tomar um banho quente e  tira essa roupa molhada, em quanto eu faço um chocolate quente para nos. 

-ok! Onde fica o banheiro? 

-Vá ao banheiro do meu quarto e no primeiro corredor na porta dourada. 

-Ok e ah obrigado de novo. Falei e subi as escadas 

*Justin

Eu ia comer essa gostosa ainda hoje; terminei de fazer o chocolate quente. Quando fui colocar a panela na pia eu queimei meu dedo, só fui fazer esse troço porque hoje era  folga dos meus empregados. Subir a escada e entrei no meu quarto, a Juliana ainda estava no banho, e a porta do banheiro estava entreaberta, dando a visão de sua imagem embaçada pelo boxe. 

Tirei meus tênis com calma e minha roupa ficando nu e entrei no banheiro abrindo o boxe devagar. Ela estava de costa eu  a abracei pressionando meu pau naquela bunda gostosa.

*Juliana

Estava com meus olhos fechados relaxando com a água morna, quando sinto duas mãos me abraçar por atrás e uma coisa dura entre minhas Nádegas. Virei me deparando com o  Justin totalmente nu. Meus olhos se arregalaram  quando vi seu pau totalmente ereto aquilo tinha uns 26 centímetros e era bem grosso. 

-O que você pensa que ta fazendo? 

-Não estou fazendo. Vou fazer ainda. Vou comer essa sua bucetinha. Minha xaninha piscou na hora quando ele  falou aquilo.

-Eu não vou tran... Fui interrompida quando ele colou nossos corpos fazendo nossas intimidades se chocarem. -Aiww. Gemi, Justin começou a dar beijinhos e a chupar meu pescoço logo depois desceu para meus mamilos sugando um enquanto massageava o outro; aquelas chupadas estavam uma delicia podia até ter um orgasmo só com aquilo; esse homem era o céu e o inferno ao mesmo tempo. 

Surpreendi comigo mesmo quando eu puxei os cabelos do Justin fazendo sua cabeça fica ainda mais colada nos meus seios. 

-Awwi. Gemi aquilo era gostoso. 

Justin parou me pegando no colo e saiu do toalete indo pro quarto me deitou sobre a cama e percorreu seus olhos em todo meu corpo, me fazendo corar violentamente. 

-Não precisa ficar com vergonha bebê, você e linda! Sorriu se deitando sobre me; passou sua língua sobre minha orelha e desceu os lábios ate chegar aos meus seios chupando-os.

-São tão pequeninos mais e uma delicia. O sugou mim fazendo sentir um pouco de dor. Seus dedos foram ate minha buceta e começou a estimular meus ciclios. Foi ai que eu me dei conta do que estava fazendo. 

Eu simplesmente não podia perder minha virgindade com uma pessoa que eu ao menos conhecia direito. Mesmo aquilo estando muito gostoso eu precisava dar um fim. 

Levantei-me fazendo Justin me olhar assustado. 

-Eu não posso fazer isso! 

-Há vai dizer que e virgem? Gargalhou. 

-Não eu não sou. Mentir. Mas não quero fazer sexo com um estranho. 

-O QUE? Você me deixa excitado de pau duro e agora diz que não quer fuder? 

-E isso mesmo, eu não quero! 

- ah mas você vai fuder comigo sim. Oh vai ser por bem ou por mal. falou e me jogou com força na cama. 

-Por favor, não faca isso. Eu estava desesperada. Minha primeira vez não podia ser assim através de um estupro. Comecei a chorar como uma condenada, tentando empurrá-lo de cima de me, mas não adiantou ele era mil vezes mais forte que eu. 

*Justin

Estava preste a estuprar uma garota, isso não e novidade nenhuma para mim; já estuprei muitas vadias que dava em cima de mim e depois se faziam de difícil.  Juliana  gritava, chorava compulsivamente mais eu nem liguei para isso, até a maldita hora que eu olhei em seus olhos. 

A vendo daquele jeito, frágil com aqueles olhos cheio de lagrima e com seu rosto inocente demonstrando medo, me veio a imagem daquela garotinha que eu fui obrigado a matar a anos atrás,não agüentei relembrar aquela cena; todo ódio toda a mágoa que eu sentia por meu pai veio átona mais forte e mais  intenso do que nunca. 

Eu queria chorar, queria gritar para todas as aquelas cenas sair como um passe de mágica da minha cabeça. 

-Sai daqui agora. Falei saindo de cima dela. 

-Aonde vou dormi. Sussurrou se levando logo em seguida. 

-No quarto ao lado. Agora saia daqui PORRA. Gritei, fazendo sair correndo do quarto. 

*Juliana

Credo que homem mais bipolar.  Sair do quarto, aliviada, não tinha perdido minha virgindade em um estupro. Suspirei com um alivio enorme. Entrei no quarto que ele tinha falado. Lá tinha  um enorme espelho na parede foi aí que  deparai com minha imagem totalmente nua, e com meus olhos inchados de tanto chorar. Andei ate a cama e mim aconcheguei nela. 

(...) 

Eram duas horas da madrugada, a chuva exigia em cair cada vez mais forte. 

Já estava com medo. Um relâmpago com aqueles estalos horríveis fez o quarto todo se iluminar logo depois um trovão estrondeou; eu morria de medo de trovão dês de pequena. Peguei um lençol e me enrolei nele, já que eu estava pelada, e minhas roupas estavam molhadas por conta da chuva. Levantei-me e  fui pro quarto do Justin. A porta estava encostada, coloquei a cabeça para dentro e o chamei: 

-Justin 

*Justin

Depois que a vadia  foi pro quarto ao lado; eu fique pensando em uma forma mais prazerosa de me vingar do Jeremy tinha que ser uma morte sofrida. Só matando o meu pai para esses fantasmas sair da minha cabeça. Ouvir a porta se abrindo; só a luz da rua iluminava meu quarto. Estava pronto para pegar minha arma na gaveta ao meu lado quando ouvir aquela voz suave. 

-Justin 

-O que e?  Perguntei rude; ascendendo a luz do abajur. 

-Eu posso dormir aqui com você? 

-Agora não quero mais fuder. 

-Não e isso e só dormi mesmo. 

-E pra quer isso? 

-E que eu tenho medo de trovão. Sorriu de lado 

-Haha comecei a rir da cara dela. -Quantos anos você tem cinco? Debochei. 

-Por favor. 

-Ta bom, vem pirralha 

Ela se deitou na cama e se aconchegou em me, ficamos de conchinha, eu estava louco para meter naquela bundinha dela, mas me segurei não ia forçá-la a foder! Não hoje. 

De repente ela se vira para me ficando cara a cara comigo. 

-Obrigado. Sorriu 

-Por nada. Sussurrei. 

Surpreendi-me quando ela selou nossos lábios dando um selinho, logo depois pediu passagem com a língua eu não podia negar; Aliás, não consegui, acabei cedendo. 

Foi um beijo calmo sem malicia alguma, um beijo que eu nunca provei em toda minha vida. 

Ela separou nossos lábios e colocou a cabeça no meu peito se aconchegando. Eu estava imóvel com essa situação, foi quando deu um trovão a fazendo tremer e me apertar, eu apenas a abracei trazendo a pra mais perto de me, e logo depois nos adormecemos.

 

 

 


Notas Finais


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