História My oldest brother (incesto) - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Brigas, Conflito, Drogas, Festa, Incesto, Sexo
Visualizações 70
Palavras 1.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mil desculpas por essa demora genten. Não revisei o capítulo, acabei de terminar de escrever e eu preciso ir dormir pq tenho que acordar as cinco. Me desculpem pelos erros amores.❤
Boa leitura.❤

Capítulo 8 - Preocupado comigo irmãozinho?


Fanfic / Fanfiction My oldest brother (incesto) - Capítulo 8 - Preocupado comigo irmãozinho?

Dei dois passos e me aproximei mais de Matheus, levando a mão direita ao seu queixo, levantando seu rosto para que ele parasse de fitar meus seios e me olhasse nos olhos.

Ele pegou forte em minha cintura e me puxou para mais perto, colando nossos corpos. Sorri, ele estava impaciente. Aproximei meu rosto do seu, ainda segurando seu queixo e mordi seu lábio inferior. Matheus levou uma das mãos a minha nuca, começando a me beijar com desejo ao mesmo tempo que escorregava a outra por minha cintura, passando por minha bunda e parando em minha coxa. Ele apertou e a puxou, fazendo com que eu apoiasse o joelho no banco que estava sentado. Rompi o beijo, com a respiração entrecortada, eu precisava de ar. Ele riu quando eu abri a boca para conseguir o oxigênio que me faltava e continuou a beijar meu pescoço. Sua mão foi até minha perna, a puxando para que eu apoiasse o joelho no banco como fiz com a outra. Voltamos a nos beijar, agora eu estava mais alta, então ele precisava olhar para cima pra me ver. Senti falta da nossa aproximação e me sentei em seu colo, facilitando nossos toques. Suas mãos apertavam minha cintura, ele rompeu o beijo e começou a beijar meu torço, perto dos seios.

– Não faça barulho. – disse calmo, com a voz abafada.

– Por que? Tem alguém na igreja? – perguntei entre suspiros.

– É uma igreja. – respondeu em tom divertido. – É claro que tem alguém aqui.

– Não liga pra isso? – indaguei.

– Ligo mais para seus peitos. – soltei um pouco de ar pela boca quando ele parou de beijar meu torço e abaixou a taça do sutiã, agora lambendo meu seio.

– Você está muito apressado. – sorri. Quando estava prestes a passar para o outro seio ele parou, me encarando. – O que foi? – Matheus soltou um sorriso cínico.

– Então você esteve com outro antes de vir ficar comigo?! – ele levou a mão ao meu seio, passando o dedo indicador por cima de uma mancha avermelhada. Ben. – É recente. – concluiu apertando o local e vendo o sangue se dispersar. – Eu nem chamei você pra sair ainda e já está me traindo?! – uma pergunta retórica e sarcástica. – Tenho medo de quando formos tentar algo mais sério.

Não pude deixar de rir. Tentar algo mais sério?! Torci para ser outro de seus comentários sarcásticos. Ele abaixou a outra taça de meu sutiã avidamente, mordendo meu seio enquanto o puxava com os dentes e me olhava nos olhos. Gemi, sentindo um pouco de dor e prazer. Ele se afastou o suficiente para que pudesse falar sem que meus seios o atrapalhasse.

– Eu disse para não fazer barulho. – disse ríspido, achando que eu simplesmente aceitaria o papel de submissa.

Passei minha mão por seu peitoral, a descendo vagarosamente até que encontrasse o volume entre suas pernas. O massageei de leve e ele grunhiu.

– Achei que era para não fazer barulho. – sussurrei próximo ao seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha.

Eu estava mais excitada do que o normal, devido a brincadeirinha que tive mais cedo com Ben. Eu precisava descarregar toda essa excitação o mais rápido possível. Matheus passou as mãos pelas minhas pernas, levantando minha saia e indo em direção a minha calcinha. Um sorriso escapou de seus lábios ao perceber que eu já estava molhada.

– Acho que não precisamos de preliminares, o que você acha? – apenas balancei a cabeça positivamente, concordando com ele e sentindo seus dedos invadirem minha calcinha.

Minhas mãos foram ao encontro do botão de sua calça, o desabotoando e tirando seu membro já ereto pra fora de sua box. Matheus afastou minha calcinha, colocando os braços em baixo de minhas pernas e me levantando pra cima. Reprimi um gemido quando ele me soltou e nossos quadris se chocaram. Levei as mãos aos seus ombros, e quando ia começar a me movimentar a porta da cabine ao nosso lado rangeu, avisando que alguém havia entrado.

Rapidamente fechei a abertura ao nosso lado, que antes só estava com uma telinha que permitia a comunicação entre as cabines. Matheus colocou a mão direita em minha cintura, evitando que eu me movimentasse e com a mão esquerda apertou o dedo indicador contra meus lábios, indicando que eu não gemesse ou falasse. Sorri maliciosamente, era o meu momento de provoca-lo, ele estava na palma da minha mão. Se me pegassem lá não iriam fazer nada, mas se pegassem ele, filho de um padre... Ele claramente teria problemas.

– Padre? – uma voz masculina e um tanto familiar se manifestou.

Matheus respirou fundo, tentando encontrar coragem e calma para responder o garoto normalmente. Rebolei em seu membro e ele apertou os olhos.

– S-sim? – Matheus levou sua outra mão a minha cintura, agora apertando os dois lados com força.

– Eu... Eu preciso me confessar. Fiz uma coisa e... Bom, não consigo parar de pensar nisso. Estou me sentindo culpado. – deu para ouvir o garoto se ajeitando no banco, ele parecia estar nervoso.

Antes que Matheus pudesse responder me movimentei mais uma vez, sentindo suas mãos apertarem tão forte a minha cintura que chegava a doer.

– Se confesse. – ele limitava-se a dizer somente frases, como se estivesse com medo de gemer se resolvesse falar mais.

– Então... Nem sei por onde começar. Estou com vergonha de dizer o que houve. É uma situação tão... Tão complicada que nem sei o que faz eu me sentir mais culpado. O acontecimento em si ou o fato de eu não ter me arrependido e querer continuar. Eu... Não queria parar. Eu... Eu cheguei a gostar da sensação e dos sentimentos que aqueles momentos me causaram. – ele fez uma pausa, suspirando. – Tenho motivos para acreditar que não vou me arrepender, e é o que me faz sentir mais culpado. – Olhei para Matheus, seus olhos estavam fechados e sua expressão parecia um tanto forçada, como se ele estivesse se controlando para não me estocar.

– Mas... – começou a falar e eu me movimentei, dessa vez com mais rapidez e diversas vezes. Ele mordeu o lábio inferior, fazendo uma pausa um pouco demorada. – Mas o-oque você fez? – apesar de toda minha provocação sua voz continuava no mesmo tom, calmo.

– Quase. – corrigiu de pressa. – Não cheguei a fazer. – afirmou.

– O que você quase fez? – perguntou mais uma vez, parecendo meio irritado. Matheus estava atônico, apenas repetia o que aquele garoto falava.

Suas mãos estavam mais frouxas, deixando minha movimentação livre. Me aproveitei desse descuido, começando a subir e descer em seu membro. Mordi o lábio, tentando evitar um gemido, mas não consegui controlar minha respiração, soltando todo o ar que eu tinha dentro dos pulmões pelo nariz. Aproximei minha boca de seu ombro e passei as mãos pelas suas costas. Matheus não estava em uma situação melhor que a minha, fazia de tudo para não soltar um simples ruído.

– Sexo. – um longo silêncio por parte do garoto reinou. Matheus não conseguiu mais se controlar e começou a me estocar com força. Mordi seu ombro e aranhei suas costas, tentando não gritar. Ele começou a beijar meu pescoço e torso, pretendendo se manter ocupado. – O problema não é o que eu quase fiz, mas sim com quem quase fiz.

– Com quem quase fez sexo? – Matheus tirou força e autocontrole não sei de onde para perguntar isso no mesmo momento que eu quase não conseguia reprimir um gemido.

– Minha... Minha irmã mais nova. – meu corpo gelou e eu automaticamente parei de me mexer.

– Ben? – sussurrei baixinho. Matheus continuava a me estocar, ele realmente não havia ouvido o que o garoto dissera.

– O-oque? Como, como você sabe meu nome? – o improvável tinha acontecido. Ele escutou.

As estocadas cessaram, o rosto de Matheus apresentava pânico e preocupação.

– Deus. Deus me disse seu nome. – tampei a boca com as mãos, buscando não rir. Estava ao mesmo tempo chocada e impressionada, ele inventou a desculpa mas ridícula do mundo.

Levantei do colo de Matheus, ajeitando minha calcinha e sutiã. Peguei minha blusa e a vesti, abrindo a porta do confessionário e saindo correndo. Logo depois ouvi a porta batendo e outra se abrir. Olhei para trás, realmente era Ben. Comecei a rir.

Parei de correr somente quando cheguei ao parque que ficava em frente a igreja. Alguns segundos depois uma mão puxou meu braço, me fazendo olhar para trás.

– O que você estava fazendo lá?

– Preocupado comigo irmãozinho?


Notas Finais


Peço novamente desculpas pelos erros, não revisei pq eu realmente preciso ir dormir. Amanhã eu corrijo os erros, respondo os comentários e explico pq parei de postar. Amo vcs.🌚❤


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