História My Opposite - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Elizabeth Midford, Grell Sutcliff, Sebastian Michaelis, Undertaker, Vincent Phantomhive
Tags Sebaciel Kuroshitsuji
Visualizações 50
Palavras 2.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, rsrs, essa semana eu cheguei sedo então bora aproveitar e ler que não é sempre, hahaha.

Até as notas finais, bjos bbs. 💕

Capítulo 4 - Capítulo 3



[Sebastian Michaelis]


Era tarde da noite quando Michaelis voltava de sua faculdade de letras, seu cansaço era tão notável quanto a lua cheia que brilhava no céu. A noite estava linda, o clima estava frio mas não tanto ao ponto de faze-lo congelar. Ele já nem se aguentava mais em pé de tanto cansaço, trabalhar e fazer faculdade ao mesmo tempo era quase como uma amostra grátis de como era o inferno, mas a noite pedia por um vinho, era inegável que Sebastian tomasse ao menos uma taça em meio aquela bela noite.

Dessa forma, Sebastian seguiu rumo a um bar que já frequentava a um tempo, já virará um costume tomar uma taça de vinho antes de ir de encontro a sua cama que o esperava junto com sua gatinha. Estava puxado para Michaelis fazer tudo ao mesmo tempo, mas, ele como um bom sonhador, correria atrás de seu sonho que era se tornar um escritor e não desistiria. 

A noite estava calma e Sebastian se encontrava caminhando sozinho em meio aquela rua, se era perigoso andar sozinho por aquela rua? Sim, era e muito, mas não é como se ele tivesse algo a perder. Ele sempre adorou desafiar o destino, sempre pediu para ser surpreendido, mas o destino parecia o ignorar. E ele sempre se pergunta se um dia viria a ser surpreendido, ele esperava isso como nunca.

Ele finalmente chegou ao bar, adentrou aquele estabelecimento e foi em direção a copa. A mulher que se encontrava atrás do balcão ao perceber sua aproximação, não conteve seu sorriso de canto. A moça de decote e seios fartos se inclinou no balcão, se apoiou em seus cotovelos enquanto mantinha suas mãos ao rosto.

- Senhor Michaelis.

Falou com a voz arrastada mais como um miado. Sebastian se sentou a cadeira tirou seu casaco pendurando o na cadeira, olhou para moça e a cumprimento com um aceno de cabeça.

- Celeste, me traga o de sempre.

- imediatamente.

Celeste virou-se de costas para Sebastian afim de servir o seu vinho. Ela pegou a taça em mãos e serviu a de vinho. Em menos de 3 minutos Sebastian já desfrutava de seu vinho. 

- Então, como está o movimento aqui?

- O de sempre, muito calmo e pouco movimento. 

A garota limpava um copo de vidro enquanto fazia uma expressão entediada para Sebastian que riu da garota, Sebastian e Celeste eram amigos muito próximos e ele conhecia cada detalhe da loira, digamos que ele não conhecia só cada detalhe de sua personalidade, mas também, cada detalhe de seu corpo.

- Sabe Sebastian, ultimamente eu ando tão sozinha, estou ficando deprimida já, que tal me fazer companhia esta noite, ah?

A garota fez uma cara triste e pós a mão ao peito como se sentisse dor no local. 

- Desculpe Celeste, hoje não vai dar, estou muito cansado, sabe como é cansativo. Fica para próxima.

- Tsc, chato.

- Deixe o rapaz em paz Celeste.

- Cale a boca Claude.

- Claude? Quando entrou aqui?

- Bem, digamos que já estou aqui a um tempo, mas não quis atrapalhar sua conversa com a atirada ali.

- Nossa Claude, como você é grosso.

- Me pergunto ao que você se refere.

Claude sorriu de canto e Celeste corou profundamente. 

- Idiota!

Sebastian e Claude riram dela enquanto a garota explodia em raiva e vergonha.

- Ei, ei, Virgínia não iria gostar nada disso.

- Ela nem precisa saber, é rolo antigo, você sabe. 

- Sei.

- Como anda a faculdade? Estão arrancando muito a sua pele?

- É, mais ou menos isso. Esta difícil, não vou negar.

- Bem, ao menos será bom para o seu futuro.

- Sim, eu não vejo a hora de concluir a faculdade e poder ser alguém na vida.

- Fala como se não fosse. Sabe, você já está ficando velho, veja, tem até cabelos brancos.

- Deixe de bobagens Claude, é você que está velho. Eu ainda tenho 24 anos, e você que já vai para os 32?

- Não precisava esfregar na minha cara também, sabia? 

- Mas e você, como vai Angélica?  

- Angélica está bem, já vai completar um ano e eu ainda não acredito que já sou pai, ainda não caiu a ficha.

- Realmente, como passou rápido. Mande lembranças a Virgínia por mim.

- Você sabe que ela está brava com você, não sabe? Você ainda não foi nos visitar e ela já está até te chamando de pior padrinho de casamento do mundo.

- Também não é bem assim, você sabe que sou muito ocupado.

- Eu sei, mais ela não.

Os dois continuaram a conversarem por um longo tempo, até Claude perceber já estar tarde e que teria que ir embora antes que Virgínia o assassinasse. Sebastian se retirou também, realmente já estava tarde e não tinha noção de quantas taças de vinho havia tomado. O caminho era curto, mas não deixava de ser difícil, digamos que Sebastian havia bebido além da conta pelo fato de se animar por conversar com Claude, ele não via o mais velho a um tempo, então aproveitou para botar conversa em dia.

Sempre forá fraco a bebidas alcoólicas, então não era de se admirar o seu estado. Sua camisa social se encontrava desajeitada, seus cabelos um pouco despenteados e suas maçãs do rosto estavam rubras pelo vinho. Era uma sena cômica. Michaelis com certeza mataria Claude por ter o embebedado pleno a sexta-feira.


Michaelis não demorou a chegar em casa. Foi recebido com miados de Adelaine que se encontrava desesperada por atenção de seu dono, que infelizmente não receberia, pelo menos não agora.

- Me des-culpe querida, eu estou um pouco alterado.

Sebastian largou seus sapatos ao lado da porta com suas meias desajeitadamente. A cada comodo percorrido era uma peça de sua roupa jogada ao chão. Ele ia rumo ao banheiro, não seria capaz dormir sem um banho, ele cheirava a vinho e precisava urgentemente  relaxar. 

E finalmente conseguiu chegar ao seu destino. Ele já de cueca ligou a torneira e deixou a banheira encher enquanto botava espumasna água.

Ele entrou na banheira e a sensação boa de finalmente poder se banhar o tomou. Ele afundou na banheira enquanto pensava em seus afazeres de amanhã, poderia não parecer, mas Sebastian se preocupava com tudo. Ele sempre esta alegre e sorrindo, mas na verdade está sempre se remoendo pensando em tudo que poderia pensar. Pensando em seus estudos, no seu trabalho e na sua família que nem ao menos tinha contato.

Sebastian pensando nos livros que teria que arrumar na segunda feira acabou lembrando de alguém muito engraçado. Ele sorriu com o pensamento, sorriu ao pensar em Ciel que parecia uma criança fazendo bira, apesar de já ter 17 anos. O garoto o parecia melancólico, apesar do garoto ter sorrido tanto ele ainda conseguia ver tristeza em seus olhos. 

Sebastian por um minuto, conseguiu se ver naquele garoto quando mais novo, pois, o mesmo olhar amargurado que o garoto carregava, um dia Sebastian carregou.


[...]


Panquecas com mel e um belo café preto, nada melhor do que começar o dia com um café bem forte. Sebastian havia acordado inspirado esta manhã, isso sem falar em seu ótimo bom humor que a tempos não dava as caras. 

- Oh, bom dia Adelaine, seu jejum já está servido.

Fala enquanto botava o pratinho de ração para Adelaine que miava. Sebastian estava agachado ao chão acariciando o bichano de pelo preto que comia concentradamente quando seu celular toca. Ele se levanta vai até a bancada de seu armário e atende a ligação.

- Bom dia Sebastian, sou eu, Stella.

- Bom dia Stella, ao que devo a honra deste telefonema?

- Ah sim, eu queria convidar você para dar uma volta na cidade, sei lá, almoçar, o que me diz? 

- Claro, porque não? Você vem aqui ou eu vou aí? 

- Pode deixar que eu passo aí umas 11:00hrs, tudo bem pra você?

- Certo.

- Então até.

Stella desligou o celular antes que eu pudesse me despedir. Stella era uma amiga da faculdade, nós costumamos sair para descontrair as vezes, mas diferente de minhas outras amigas essa era realmente minha amiga e não alguém que eu fizesse sexo. 

- É Adelaine, parece que você passará a tarde sozinha hoje, me desculpe.

Ele continuava a acariciar a gatinha que ronronava em agradecimento. 

" Tão fofa."

Sebastian rumou ao seu quarto novamente, iria se arrumar sedo para não ter atrasos, ela odiava atrasos e ele não estava afim de levar um sermão da mulher. Ele as vezes até se impressionava com a mulher que parecia mais com um sargento do que com uma delicada dama que aparentava ser.

Ele se vestiu normalmente, apenas botando uma calça jeans escura com uma camisa social branca. Ele sempre gostou muito de camisas sociais, sempre achou que elas combinam com qualquer um, e por isso, maior parte de seu ropeiro é feito de camisas sociais, o que não é ruim, já que o moreno fica extremamente bonito com elas.

Já eram 15 pras 11hrs da manhã, o tempo estava estável, até então não parecia que iria chover, mas também não parecia que abriria sol, o tempo estava normal. Ele esperava por Stella sentado ao sofá com uma xícara de café, o que não é novidade, vemos que ele é viciado em cafeína. Ele estava entediado e não aguentava mais esperar, no final acabou se arrumando tão sedo que sobrou tempo até demais.

Passou se menos de 5 minutos e ele ouvia batidas em sua porta. Ele prontamente vai até a porta e a abre, vendo a figura de cabelos curtos parada o olhando.

- Chegou sedo.

- Só alguns minutos.

- Vamos?

- Claro. 


Assim eles foram para cidade, haveria um evento nela e por isso estava tudo lotado, desde ruas, lojas e restaurantes. Eles foram a um restaurante que não estava muito ocupado por outras pessoas, pois preferiam um lugar em que pudessem conversar, o que não seria possível em um restaurante lotado. Sebastian conversava com Stella como se não se vissem a dias, sendo que se viram ontem mesmo na faculdade, o fato era que Sebastian sempre tem um assunto, mesmo quando não tem, ele arranja um e isso é uma de suas qualidades. O dia passava tão rápido que ele nem percebia, conversar com Stella é o mesmo que adquirir ausaimer, pois é como se esquecesse de tudo. 

- Ah Seby, você precisa conhecer ele, ele é demais! Eu ainda não sei como consegui encontrar alguém como ele.

- Não fale desse jeito se não eu ficarei com ciumes, nem ouse pensar em me trocar, viu mocinha?

- Claro que não, tem diferença, você sabe que eu te amo, mas eu amo ele diferente do jeito que eu te amo, nunca que eu vou te trocar.

- Eu acho muito bom. 

- Seby você está ficando para trás, quando vai me apresentar uma garota? Eu já estou perdendo as esperanças.

- Pois pode deixa-las ir, no meu dedo você não vê uma aliança de compromisso

- Você vai morrer sozinho dessa forma! Vai ser um velho chato e ainda por cima sem filhos ou netos. 

- Eu realmente não me importo,  se quer saber.

-Tsc, como você é teimoso, eu tenho certeza que ainda vou ver você casado e com oito filhos.

-Credo! Para que tantos?

- Hahaha, tenho certeza que você terá muitos filhos.

- Você por acaso está insinuando que minha relação será a base de sexo? 

- E eu estou errada?

- Não, mas, você já ouviu falar em proteção? Serve para não botar filhos no mundo.

- Sim eu sei, sei também que você usa muitas dessas.

- Tem dúvidas disso?

- Com certeza não. Bem Seby, a tarde estava muito boa, mas infelizmente eu terei que passar em um lugar antes de ir para casa, e por isso vou agora para não chegar tarde.

- Ok, pode deixar que eu pago a conta, você pagou da última vez, eu faço questão.

- Certo. Até mais Seby.

- Até, divirta-se com seu boy. 

- Pode deixar.

Stella saiu do estabelecimento abanando enquanto sorria. Realmente, Stella estava certa, todos meus amigos estão me passando, uns namorando outros casados, outros com filhos, mas eu estou bem assim, prefiro continuar da mesma forma do que construir uma família.

Voltar para casa sempre era o mais difícil de tudo após o dia. Eu até gostaria de sair em algum lugar a noite, mas, finalmente o tempo se mostrou ser chuvoso e sair em dia de chuva é algo que eu não gosto de jeito nenhum.

Nós viemos caminhando então isso significa que eu teria que voltar caminhando, mas essa não é a parte ruim, a parte ruim era que uma chuva ameaçava cair. A cidade ainda estava lotada com as pessoas que esperavam pelo evento que logo começaria e eu me perguntava se ficava para o evento ou se ia para casa. No final acabei ficando por vagar pela cidade, parei em um parque cheios de árvores e bancos.

Eu me lembro deste parque, minha mãe me levava aqui antes de falecer. Eram bons tempos antes de eu perde-lá para o câncer. Não tinha madrastas e muito menos sofria maus tratos com os meus irmãos emprestados. Tudo ficou bem difícil para mim depois de ela me abandonar e ir para um lugar longe de mim.

Eu olho para uma árvore Onde havia alguém sentado. Era um garoto de madeichas escuras, ele estava abraçado aos seus joelhos e sua cabeça estava encima dos mesmos. Eu reconheci na hora aquele garoto, era ele, era Ciel que se encontrava em prantos sentado a baixo daquela arvore de cerejeira.

Uma fina garoa começou a cair, gelada e calma.

- Ei criança, sabia que não é aconselhável ficar debaixo de árvores em dias chuvosos?

Ele levantou o olhar, e eu pude ver seus lindos olhos inchados cheios de lagrimas tristes, como naquele dia em que eu o conheci. Exatamente como no dia em que eu o conheci.











Notas Finais


Então foi isso, espero que tenham gostado, eu juro que estou me esforçando para dar forma a história, pois confesso que criei My Opposite sem nem saber o que escrever. Até o próximo, bjos bbs. 💕


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