História My opposite (Camren vkook). - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~CamrenFarofinha

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Jimin, Jungkook, Lauren Jauregui, Shawn Mendes, V
Tags Camren, Fluffy, Hot, Lemon, Vkook
Visualizações 98
Palavras 1.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiii pessoal!! desculpa a demora pra lançar o primeiro capitulo e talz.. final de ano muito corrido aí fica dificil.
Mas consegui! finalmente terminei! essa é minha primeira fic no spirit e primeira fic que eu faço com outra autora.. então espero que gostem!! aguardem pelo próximo capitulo que a outra autora vai postar em breve.. agora no começo é só a descrição dos personagens, um pouco da historia deles e talz..
Amo vcs e espero que gostem!! <3 bjus

Capítulo 1 - Camila Cabello


Fanfic / Fanfiction My opposite (Camren vkook). - Capítulo 1 - Camila Cabello

Meu braço já estava dormente, Sofia havia adormecido em meus braços enquanto eu cantava para ela, só assim ela conseguia dormir. Tirei meu braço lentamente debaixo do seu pescoço, me sentei na cama logo em seguida me levantando, assustei quando pequenas mãozinhas quentes seguraram meu braço me puxando.

 – Mila... dorme aqui

 Sofia olhou em meus olhos de modo que ela sabia que eu não iria resistir.

– Sofi, mas meu braço tá dormente...

Soltei uma risada divertida, e sorri com língua entre os dentes.

– Mila... por favor

 Ela disse fazendo um biquinho muito fofo.

– Tá, tá bom!

Me deitei na cama novamente ajeitando o cobertor até a altura da minha cintura, esperei que Sofi se arrumasse em meus braços e acariciei seus cabelos com cuidado, a observei fechando os olhos lentamente e continuei até que ela pegasse no sono. Passei a noite em claro, estava muito ansiosa, amigos novos, vida nova numa cidade nova, fiquei pensando sobre o futuro que eu poderia ter agora morando nos Estados Unidos, já que a vida de dançarina em Bella Rosa não seria muito promissora. Apesar de eu ter estudado muito para entrar em Claremont, nunca fui muito estudiosa no dia-a-dia, prefiro dedicar meu tempo à dança, mesmo minha mãe achando isso um desperdício de tempo nunca deixei isso me impedir, confesso que sempre fui muito resiliente, não me importo com a opinião alheia.

Sem perceber a noite já havia passado, eu ainda fitava o teto ponderando sobre a vida, a luz do sol incidiu em meu rosto através de uma pequena frecha da janela, desviei meu olhar para os lados me deparando com a Sofi ainda dormindo, ela dormia como um bebê, me pesava o coração de ter que acorda-la.

 – Eii.. Sofi.. acorda

Murmurei sacodindo ela.

­– Não mila.. deixa eu dormir!

Meus sentimentos pela Sofi sempre foram confusos, ao mesmo tempo que eu a amava às vezes ela me tirava do sério.

– Vai sofi.. anda! Não começa de corpo mole não, vai..

Ela grunhiu sem se mexer apenas dizendo um “humrum”

– Ai de você se eu sair do banheiro e você ainda não tiver levantado..

     Eu poderia apostar a minha alma que eu iria sair do banheiro e ela ainda estaria deitada. Puxei a coberta jogando para o lado que a Sofi dormia, me levantei calçando meus chinelos azuis com listras pretas, fui andando até o banheiro que ficava ao lado do quarto, entrei no banheiro fechei e tranquei a porta para que ninguém da minha família entrasse.

     Tirei minha roupa colocando dentro do cesto de roupas sujas, puxei uma cortina e entrei ficando debaixo de um chuveiro, fechei a mesma e liguei o chuveiro deixando a água quente cair sobre o meu corpo enquanto passava as mãos jogando meus cabelos pra trás de meus ombros.

 Após alguns minutos terminei meu banho. Desliguei o chuveiro, puxei minha toalha que estava pendurada e sequei meu rosto, abri a cortina que dividia o chuveiro do resto do banheiro e saí enrolando meu corpo na toalha. Me aproximei da pia olhando para o espelho que havia em minha frente, estava uma pouco embaçado mas conseguia enxergar meu reflexo.

 – Porra... Olha o tamanho dos meus peitos!

 Falei boquiaberta olhando os mesmos.

Realmente estavam bem maiores de alguns anos pra cá, eles não eram assim... Na verdade nem peitos eu tinha.

 Comecei a rir de mim mesma. Estava com medo de me atrasar então já fui logo pegando minha escova de dentes e escovando meus dentes,em seguida sequei e penteei meus cabelos. Saí do banheiro voltei para o quarto e lá estava a sofi dormindo estirada na cama.. Eu vou matar ela!!

 – Sofia Cabello levanta daí agora!!!

Novamente ela me respondeu apenas com um grunhido. Revirei os olhos com uma clara expressão de desgosto em meu rosto.

– Me aguarde!

 Falei batendo meus pés no chão, me virei andando até meu guarda roupa abrindo duas portas, Odeio quando ela faz isso, eu amo ela mas as vezes me pego pensando em mata-la, ri de meus pensamentos e peguei uma roupa que eu já deixava pronta pra ir pra escola, uma blusa de manga curta branca, uma saia xadrez preta com branco, uma meia calça preta, um boné florido e um All star. Coloquei uma calcinha e um sutiã de renda sem muitos detalhes, vesti minha roupa e sentei na cama calçando meu tênis. Me levantei ajeitando meu cabelo e logo após colocando meu boné virado pra trás.

 – Sofia Cabello!! ULTIMA CHANCE!!

 Gritei na expectativa de que ela se levantasse. Só que não foi bem o que aconteceu.. aquela criatura do mal ainda teve a coragem de falar:

 – Shhh! Fica quieta..

Ela grunhiu

– Tô querendo dormir...

 Mas é muita ousadia mesmo, parece até a própria irmã. Saí do quarto e fui pra cozinha rindo de meus pensamentos.

 – Bom dia filha..

Me virei ao ouvir o doce som da voz de minha mãe (Sinu Cabello)

– Bom dia mãe!

Fui até minha mãe lhe dando um abraço apertado, olhei por cima de seu ombro e vi meu pai encostado no balcão tomando o mesmo café amargo de sempre e lendo o jornal.

– Bom dia pra você também pai! (Alejandro Cabello)

 Soltei um riso nasal saindo dos braços da minha mãe indo até meu pai ficando nas pontas dos pés e lhe dando um beijo na bochecha.

– Ahhh.. bom dia filha

Ele me olhou como se nem tivesse reparado na minha presença ali antes e sorriu. Me sentei na mesa e comi as torradas que minha mãe havia preparado.

– Pai a Sofia não quer acordar.. já fiz de tudo, mas ela não acorda..

Falei de boca cheia.

– Ahhh espera só que eu vou dar um jeito nisso..

 Ele falou dobrando o jornal deixando o mesmo em cima do balcão colocando sua xicara de café em cima.

– Você vai fazer o que eu estou pensando que você vai fazer?

 Falei olhando ele dando altas risadas.

– Eu vou!

Eu e meu pai adorávamos pegar peças nos outros.. especialmente na Sofi.. esse era o nosso jeito de amar.

Bati minhas mãos na mesa animada e rindo muito pois isso já havia acontecido uma vez.

– Ahh essa eu quero ver!!!

Minha mãe defensora dos fracos e oprimidos já foi logo desmanchando toda minha Disneylândia que era ver minha irmã se ferrando.

– Não gente! Vocês dois podem parar com isso já!

Revirei os olhos, e falei ainda mastigando

– Ahh mãe larga de ser chata... pense nisso como um bom ensinamento, uma lição de vida!

Falei rindo e quase me engasgando com a comida

– Ai credo Camila.. tenha modos filha, come direito e senta que nem moça!

Sorri provocativa olhando para a minha mãe, juntei minhas duas pernas em cima da mesa e abri minha boca mostrando o que estava mastigando, ela me olhou balançando a cabeça em negação e se virou terminando de preparar o café. Vi meu pai dirigir-se até o meu quarto onde a Sofi dormia, me levantei e o acompanhei até o quarto, parei na porta esperando pra ver o que aconteceria dessa vez. Em questão de segundos meu pai saiu carregando a Sofi sobre seus ombros, não consegui conter o riso naquele momento.

– Me põe no chão! Agora pai!

Ela falou se debatendo numa tentativa falha de escapar.

– Não levantou por bem vai levantar por mal!

Ele falou rindo, a levando até o banheiro e a colocando debaixo do chuveiro ligado de pijama e tudo. Olhei aquela cena e fiz o que toda boa irmã faria... eu ri da cara dela.

– E você mocinha? Não tinha que estar na escola?

Disse meu pai se virando pra mim. Engoli seco e abri um sorriso forçado.

– Tinha né..

 Soltei uma risada fraca, corri até minha mochila, peguei a mesma colocando uma das alças sobre meu ombro e andei às pressas até a porta abrindo a mesma.

– Tchau pai, tchau mãe!

Falei alto e bati a porta antes que eles pudessem responder. Fui caminhando distraída até a escola pensando em alguns passos de dança para coreografia que eu estava montando. Minha mãe ainda não sabia, mas estava tentando entrar pra ADU (Academia de Danças Urbanas), esse sempre foi meu sonho... desde que eu era pequena, mas minha mãe diz que isso é bobagem, o que já nos levou à várias discussões. Eu e minha mãe, especificamente, temos um relacionamento difícil, mas ela me ama, pelo menos é o que eu acho.

Não demorou muito para que eu chegasse no estacionamento da escola, tinha que atravessá-lo até chegar às portas do colégio, infelizmente naquele momento toda minha alegria foi pro brejo. Olhei em volta e havia adolescentes por todas as partes, alguns sentados em cima dos carros e outros pé, conversando, mas como sempre, separados por grupos, o grupo dos nerds, dos atletas, das patricinhas e dos... Fanáticos religiosos? Nem sabia que existia esse grupo...

Soltei uma risada nasal sem se importam se haviam escutado, ajeitei minha saia dando de ombros e fui andando em passos lentos até as portas do colégio, naquele mesmo momento senti os olhares queimarem sobre mim, vi algumas meninas cochichando algo entre si, acredito que era sobre mim, escutei alguns assovios e elogios de alguns garotos mas ignorei, confesso que no fundo sempre gostei de chamar atenção.

Andei por um corredor extenso, estava um pouco perdida afinal havia inúmeras salas... como ia saber qual era a minha? Parei para olhar uma folha pregada na parede Acredito que seja as salas...

Camila Camelo – sala 26B

Ahhh não... eu não acredito nisso!! Se tivessem escrito Camila Cabelo, ou Kamila Cabello, ou até mesmo Karla Estrabão  Por mais que eu não gostasse que me chamassem assim... Até dava pra aceitar, agora Camila Camelo???

– Algum problema aí? Precisa de ajuda?

Escutei uma voz atrás de mim, provavelmente de um garoto.

– Tem sim! Escreveram Camila Camelo aqui!

Ele olhou por cima de meus ombros para conferir o que estava escrito e me olhou novamente.

– E o seu nome não é esse?

– NÃO! É Camila Cabello não Camelo!

Ele me olhou soltando uma risada alta.

– Relaxa... isso acontece toda hora, meu nome é Shawn Mendes e eles sempre colocam Chão Mendes..

– Acho que é proposital viu?

 Falei rindo

– É, também acho. Pelo visto você é nova aqui..

– Sou..

Falei abrindo um sorriso um pouco envergonhada e ele retribuiu com um sorriso amigável.

– Ok.. Qual é sua sala?

– 26B

– Eu estou indo pra lá, quer que...

O interrompi antes que ele pudesse concluir sua frase.

– Por favor me leva junto?! Já não basta ficar perdida ainda tenho que ficar perdida com um povo esquisito..

– Tá, tudo bem.. vem

Ele falou andando confiante como se já estudasse ali há muitos anos.. imagino que ele seja veterano. Ele me guiou mostrando sala por sala, até que finalmente chegamos à minha sala.

– Obrigada mesmo.. Chão Mendes

Falei soltando um riso nasal.

– Por nada.. Camila Camelo.. ahh, se precisar de alguma coisa estarei logo ali

Falou apontando para uma sala à nossa frente.

– Okay.

Abri um sorriso e logo em seguida vi ele se virar e se dirigir à sala da frente.


Notas Finais


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