História My Pack, My Family - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Caçadores, Lobisomens
Exibições 31
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero q gostem!

Capítulo 3 - Mais sobre lobisomens


Fanfic / Fanfiction My Pack, My Family - Capítulo 3 - Mais sobre lobisomens

- Posso fazer uma pergunta? – Pergunto. – Sem ser essa. – Digo quando percebo que já tinha feito uma pergunta.
- Quantas você quiser. – Ele diz e pegando minha mão e deixando um beijo na mesma. Sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo quando ele me toca e eu coro violentamente.
- Eu terei que me transformar em um de vocês? – Pergunto.
- Se você quiser. A transformação é dolorosa e tem grandes chances de não sobreviver, mas como você é uma fêmea e tem uma ligação com um alpha talvez tenha mais chances. – Ele explica.
- Ah. Como é essa ligação? – Pergunto.
- É difícil de explicar. Nós já possuímos uma ligação com nosso companheiro, mas só descobrimos quando o vemos pela primeira vez. Foi o que aconteceu comigo. Eu estava aqui na casa enquanto os garotos estavam te perseguindo. Senti um aperto e soube que tinha algo errado, me transformei e fui atrás dos rastros. Os encontrei reunidos na floresta, quando me viram, disseram que tinha pulado do penhasco, então fui ver o corpo, pois era meio que impossível algum humano pular daquele penhasco e não morrer. Te vi no chão, toda suja e machucada, quase sem vida, meu coração acelerou e vi que era você. Vi que você era a minha companheira e eu estava prestes a te perder. Fiquei em pânico e não sabia o que fazer, mas senti nossa conecção e soube que você se curaria e ficaria bem. Isso me deu esperanças e tomei uma decisão, te trouxe pra casa e cuidei de você. Fiquei ao seu lado por 5 dias direto, sem comer nem dormir. Meus betas disseram que eu precisava me alimentar e descansar e que eles cuidariam de você, então resolvi que seria melhor se eu estivesse mais disposto quando você acordasse. Fui caçar ontem e dormi até agora pouco quando um deles me acordou dizendo que você estava acordada. Meu coração acelerou e eu corri aqui pra cima, quando te vi acordada meu coração falhou e eu não sabia o que fazer ou dizer. Então... você já sabe do resto. – Ele diz e eu fico ali parada absorvendo suas palavras.
- Wow. Não pensei que essa conecção era tão forte assim. – Digo. – Err... Vocês... se curam rápido ou são imortais? Tipo os lobisomens de filmes? – Pergunto.
- Mais ou menos. Nossa cura é sim acelerada, mas não somos totalmente imortais. Envelhecemos, mas bem devagar. Enquanto os humanos envelhecem 1 ano, nós envelhecemos 1 mês praticamente. – Ele diz. Legal. – Mais perguntas? – Ele pergunta.
- Er... Vocês todos moram aqui? – Pergunto.
- Sim. Cada um tem seu quarto, mas é bem difícil encontrar todos aqui se eu não pedir pra ficarem em casa. – Ele responde.
- Eu vou ter que morar com vocês? – Pergunto.
- Quero que saiba que não vou te obrigar a nada, pois você provavelmente deve ter uma família ou faz faculdade de algo.
- Moro com uma mãe que não tá nem ai pra sua filha e faço faculdade de artes. – Digo.
- Então... Se quiser, pode se mudar pra cá. – Ele diz.
- Obrigada! – Falo e o abraço. – Mas... E a faculdade? – Pergunto.
- Posso te levar e buscar. Tem 5 carros e 7 motos na garagem. – Ele diz e meu queixo cai.
- Vocês são ladrões de banco por acaso? – Pergunto com uma sobrancelha levantada.
- Não. – Ele diz em meio a uma risada. – Boa parte do que temos aqui é presente do Alpha dos Alphas, mas ganhamos um bom dinheiro a parte também. – Ele explica.
- Ahhh. – Resmungo.
- Mais alguma dúvida? – Ele pergunta.
- Acho que não. Se tiver depois eu pergunto. – Digo e ele assente. – Eu... posso vê-lo? – Pergunto.
- Quem? O lobo? – Ele pergunta e eu assinto. – Claro. – Ele diz e se levanta. Em poucos segundos o homem dá lugar a um lobo negro enorme de olhos vermelhos alaranjados.
- É...é lindo. – Digo me levantando e chegando mais perto pra acariciar sua cabeça, mas paro no caminho. Ele dá um passo e esfrega a cabeça na minha mão me fazendo me sentir mais segura. Dou um sorriso e acaricio sua cabeça peluda. Ele é enorme e fica na altura dos meus ombros. Puxo suas bochechas ou pele, sei lá, e faço surgir um sorriso em seu rosto peludo. Ele bufa em resposta e depois lambe a minha mão. – Eca. – Reclamo fazendo uma careta. Olho em seus olhos e o vejo voltando a coloração verde enquanto volta ao seu tamanho normal. Olho cada traço de seu rosto e percebo que ele está sem camisa. – Você está.... – Começo a dizer mas não consigo terminar.
- Sim. – Ele responde lendo meus pensamentos.
- Ooookaaay. – Digo e me viro de costas com as mãos levantadas. Ele dá uma gargalhada que meu Deus. Sério Isso? Gostei até dele rindo?
- Pode virar. – Ele diz e quando o faço vejo que ele só tinha colocado uma calça jeans. Ai Deus. Isso não ajuda em nada. Por que ele tem que ter tanquinho?  Ai Socorro. Sou cardíaca meu bem, então colabore se me quiser viva. Ele pega uma camisa que não sei de onde tirou e a coloca. Sorte que ele não percebeu que eu o estava encarando. Ou percebeu e fingiu que não? Tanto faz. – Está com fome? Pera. Claro que está, ficou 6 dias sem comer. – Ele diz. Dou uma risada e eu realmente estava com fome. Coloco a mão na barriga e depois nas pernas, acho que emagreci uns bons quilos.
- Acho que to precisando comer sim. – Digo sentindo minha barriga roncar e acho que ele escutou, pois deu uma risada baixa.
- Vamos descer. – Ele diz e eu fico meia rígida. Calma Harlow. Você só está numa casa cheia de lobisomens que podem te comer a qualquer instante. Okay, isso não ajudou muito. – Hey, está tudo bem. – Ele diz segurando meus ombros. – Ninguém vai te machucar. Eu prometo. – Ele diz e dá um selinho na minha testa. Me sinto segura por uns instantes, mas essa sensação se vai quando ele me solta.


Notas Finais


O q acham?


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