História My Pack, My Family - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Caçadores, Lobisomens
Exibições 10
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpem a demora. Tava com bloqueio e esses dias do nada apareceu essa ideia na minha cabeca e resolvi escrever. Espero q gostem!

Capítulo 5 - Mom?


Fanfic / Fanfiction My Pack, My Family - Capítulo 5 - Mom?

- Er... Eu meio que fiquei desmaiada por alguns dias e ele cuidou de mim. – Explico resumidamente a encarando. Ela olha pro Bryan e depois pro carro atrás dele e depois pro seu braço que estava abraçando minha cintura. 

- Posso falar um minutinho a sós com você, querida? – Ela pergunta. 

- Já volto. – Sussurro pro Bryan e ele me da um selinho antes de eu caminhar em direção a casa. – Querida o caralho. – Digo baixinho. Você só ta fingindo de mãe anjinha por causa do lindo cara da lamborghini que estava me abraçando e me deu um selinho. – Fala. – Digo quando entro em casa e ela vem atrás. 

- Você fisgou um peixe grande ein... – Ela comenta. Viu, não disse? – Agora que você voltou, acho que a casa ta precisando de uma faxina. – Ela diz passando o dedo em uma mesinha e me mostra o dedo empoeirado. 

- Então limpa você. – Digo cruzando os braços e a encaro a desafiando com os olhos. 

- Olha como você fala comigo garota! – Ela diz se controlando. 

- Não tenho mais medo de você. E quer saber de uma coisa? Chega! Cansei de ser tratada igual uma escrava pela própria mãe!  Uma mãe de verdade nunca trataria a filha assim! – Digo com a voz alterada e sinto um bolo se formar em minha garganta. Vejo sua expressão se tornar fria e raivosa, mas ao mesmo tempo ela parecia com medo. Deixo ela plantada lá e vou pro meu quarto. Pego uma mala grande que ficava em cima do guarda roupa e coloco umas coisas básicas: roupas, produtos de higiene e alguns sapatos. Tiro essa roupa do Bryan e coloco uma minha qualquer, coloco a dele na mala e a fecho. Dou uma olhada em volta pra ver se não esqueci de pegar alguma coisa. É acho que não falta nada. Saio do meu quarto e quando vou a abrir a porta pra sair escuto a voz dela dizer: 

- Antes de ir, pra não sei onde, preciso te contar uma coisa. – Ela fala e eu me viro a encarando. 

- Então fala logo que estou com pressa. – Digo cruzando os braços. 

- Eu não sou sua mãe biológica. – Ela diz. OK né. Pera, que?  Quando entendo o que ela disse suas simples palavras se chocam como bombas atômicas dentro de mim. Como assim não é a minha mãe biológica? - Sua mãe verdadeira, minha irmã, não aguentou e morreu no parto, resolvi sumir com você, mas não consegui, então te criei. O bebê foi dado como desaparecido e então eu continuei te escondendo até que ninguém a reconheceria mais. – Ela diz com a maior naturalidade possível. 

- C...como v...você p...pode? – Pergunto tentando me acalmar. Um bolo vai se formando em minha garganta e sinto lagrimas crescendo em meus olhos. 

- Estava com medo dele me culpar pela morte dela e... Querer se vingar de mim. Eu sempre o odiei e dizia pra ela se afastar, mas ela não me escutava. – Ela diz. 

- E quem seria ele? – Pergunto. 

- Seu pai. – Ela fala e meu coração falha. A minha vida toda acreditei que a mulher em minha frente fosse a minha mãe e que meu pai morreu em um acidente antes de eu nascer. Por anos ela me fez acreditar que essa era a verdade. 

- E... Ele esta vivo? – Pergunto com um pingo de esperança. 

- Não sei. O monitorei durante 8 anos pra ter a certeza de que ele não sabia onde eu estava e depois ele simplesmente desapareceu. – Ela diz e aquele pingo de esperança vai em bora. – Espero que um dia possa me perdoar. – Ela termina.

- Como pode ter a coragem de falar isso? Depois de tudo que me fez passar? Depois de todas as mentiras que me fez acreditar ser a verdade? Eu NUNCA, NUNCA irei te perdoar. – Digo dando ênfase no nunca e sinto uma lagrima escorrer por minha bochecha. – Adeus Katherine. – Digo limpando a lagrima e saio pela porta. O Bryan me olha chocado e ao mesmo tempo com pena. 

- Eu sinto muito. – Diz o Bryan quando eu chego perto dele. Apenas respiro fundo e o abraço. Sinto seu corpo quente me envolver e aquela sensação de segurança aparecer. Me separo quando me sinto mais calma e o encaro nos olhos, ele tinha colocado os óculos em cima da cabeça. 

- Você escutou não foi? – Pergunto. Acho que pode demorar um pouquinho pra me acostumar com essa coisa toda de lobisomem. Ele assente e da um beijo em minha testa. 

- Vai ficar tudo bem. Estou aqui agora. – Ele diz e eu acabo deixando escapar um sorriso triste. É bom ser amado por alguém e essa pessoa estar ao seu lado quando você mais precisa. Ele retribui o sorriso e olha pro lado. Olho pra onde ele estava olhando e vejo minhas vizinhas andando em nossa direção. 

- Droga. Minhas vizinhas. – Digo colocando a mala no banco de trás do carro. 

- Harlow! Oiii!! – Diz uma delas. Elas são gêmeas e as vezes eu nunca sei distinguir quem é quem. 

- Oi. – Respondo.  

- Onde você estava? A gente não te viu a semana toda. – Diz a outra. 

- Estava doente. – Digo dando um sorriso forçado. Elas olham pro carro atrás de mim e pro Bryan. As fuzilo com os olhos e depois tento me segurar pra não voar no pescoço das duas. – Mas estou bem agora. Bom, preciso ir. – Digo me virando e indo em direção ao Bryan que estava encostado na porta do carro. Ele abre a porta pra mim e lhe dou um selinho agradecendo. O Bryan da a volta e entra na porta do motorista e da a partida no carro. Olho pelo retrovisor e as vejo de boca aberta, encarando o nada. Fecha a boca se não entra mosquito! 

- Vocês são amigas? – O Bryan pergunta acelerando o carro. 

- Err... Mais ou menos. – Digo e ele me olha com uma sobrancelha levantada e depois volta a olhar pra frente. – Elas são daquelas vizinhas chatas e irritantes que só viram sua amiga quando você tem algo que elas gostaram, ou seja, você e o carro. – Digo e ele da uma risadinha. Reviro os olhos e o vejo dar um sorriso me olhando de lado. 

- Ta com ciúmes é? – Ele pergunta com um sorriso malicioso. 

- Vai sonhando. – Digo e bufo. 

 


Notas Finais


O q acharam?


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