História My precious good and my doom - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Tags Assassinato, Drama, Ichigo, Ichiruki, Máfia, Romance, Rukia
Visualizações 56
Palavras 821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Acordei depois de uma noite bagunçada com muita bebida na minha casa e uma garota que conheci em uma balada semana passada, passamos a noite toda bebendo, fazendo sexo e ela ficava fumando, mas eu não. Me virei do meu lado esquerdo encontrando uma cabeleira loira, e percebi que é a garota que peguei ontem, me levantei da cama, devagar evitando o máximo de movimentos bruscos. Depois peguei o lençol na cama para amarrar na minha cintura. 

- Vai sair sem me dar um beijo?! - me viro em direção a cama mandando um sorriso malicioso que foi correspondido. 

- Acho que você vai ter mais do que um beijo! - caminho até a cama beijando sua boca carnuda, uma das coisas que gosto em uma mulher, e voltamos a fazer o que começamos ontem a noite. Me desculpe já começando  a história desse jeito, mas foi isso que aconteceu naquele dia, onde começou tudo, quando de repente meu destino foi mudado, mas vou me apresentar. Sou Ichigo Kurosaki, tenho 27 anos, solteiro como podem ver, mas antes... a deixa pra lá, continuando, sou um assassino profissional há mais de 11 anos, mas alguns anos atrás tinha feito uma promessa a uma pessoa que não teria mais essa profissão, só que essa pessoa foi morta, e para tentar esquece-lá nas horas vagas, voltei a profissão. 

Depois que terminamos nossa "festinha", levantei da cama colocando minha roupa de volta e indo na cozinha  preparar o café da manhã, olhei no relógio e já marcavam 9:30, corri pro fogão e preparei alguns ovos fritos, bacon, panqueca e suco de laranja, e fiquei ouvindo rock no meu celular, as bandas que mais curto são Linkin Parck, Skillet e Starset, antes tinha parado de ouvi-las porque ela não gostava nem um pouco, principalmente as músicas ainda mais góticas, me lembro da cara emburrada com um biquinho que fazia me deixa triste, sinto saudades. Bom... continuando, arrumei a mesa e servi a comida, antes de me virar, senti algo vendar os meus olhos me deixando na escuridão, no ar estava um aroma gostoso de alguma flor de verão, e isso era bom, pelo menos não era igual ao dela que usava todas as manhãs, flor de cerejeira... hm aquele perfume me deixava louco da vida todo dia. Sorri de canto com o contato da respiração daquela mulher da noite anterior, me virei para encara-lá e recebi um selinho que quase me deixou louco, deu até vontade de joga-lá nessa mesa e fazer o que nós ficamos viciados em fazer, sexo. 

- Eu adorei a noite de ontem! - falou com um sorriso sapeca colado no rosto. 

- Eu também Brenda, foi bem prazerosa - falei com um sorriso malicioso - mas se você quiser quando estiver a fim sabe onde me encontrar, tá? - Brenda assentiu com a cabeça  e nós nos sentamos e começamos a comer. Depois do café da manhã, acompanhei a Brenda até a porta, tá legal,  eu posso ser um homem bastante mulherengo, mas sou às vezes educado, mas não romântico, não mais. Fui para o meu quarto e peguei meu notebook no meu guarda-roupa, liguei e entrei no meu Facebook, fiquei vento as postagens de amigos meus por um tempo. O celular que estava em cima da minha cômoda ao meu lado esquerdo começa a vibrar, pego, olho para o número na tela e vejo escrito Número Desconhecido, no mesmo momento desbloqueei a tela e atendi. 

- Alô. - suspiro pesadamente. 

- Alô Ichigo! Tá com mal humor hoje? - responde sempre com aquela voz irônica chata pra caramba. 

- Fala logo o que você quer Urahara. - digo já um pouco nervoso. 

- Calma Ichigo. Olha surgiu um servicinho pra você, claro se aceitar. - como sempre já me chamando para um serviço sujo. 

- Pra que dia? - perguntei um pouco pensativo. 

- Hoje a noite, em um lugar longe, pra que não há testemunhas. - responde a voz do outro lado da linha agora mais séria. 

- Eu não sei não, queria ficar em casa hoje. 

- Ichigo, eu sei muito bem que não consegue passar um dia na semana sem pensar nela e o seu único jeito de esquece-lá... - interrompi ele antes de terminar a frase.

- Já te falei pra não tocar mais nesse assunto Urahara. 

- Tá bom, me desculpe. Eu esqueci que isso te incomoda muito e se culpa pelo o que aconteceu. - respondeu. 

- Quanto vai sair por esse serviço? - perguntei sério e pra mudar de assunto. 

- 2 milhões em dólares.

- Hm... Ok, aceito esse trabalho, me manda o local onde a minha vitima vai estar e o resto deixa que eu faço. - sorriu feito um psicopata, desliguei o celular e depois recebi uma mensagem indicando o endereço. Naquele dia pensei que seria um dia divertido de tortura, mas tudo acabou mudando o rumo da coisa. 

 

Continua...
 



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